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“Abro um pacote de correspondência atrasada, e na grande maioria dos que me escrevem encontro pessoas que me pedem a receita de ‘vencer’, ou me contam as suas esperanças de ‘ser alguém’. A fórmula é empregada por todos nestas mesmas palavras, e de Mato Grosso e do Amazonas, da quieta cidade mineira ou da pequena cidade grande de São Paulo, todos eles me dizem a mesma coisa: querem ser alguém. O que eles chamam ‘ser alguém’ é aparecer nos jornais, nas revistas, nas estações de rádio. E ante isso eu me encolho e não lhes digo nada, e eles muitas vezes se zangam e me traduzem o seu ressentimento em novas cartas. Ora, valha-me Deus, caríssimos! Como é que hei de responder? Já tenho respondido muito, aqui mesmo por esta coluna, mas não custa repetir, se vocês fazem questão. É que para mim, para nós, ser ‘alguém’, no sentido em que vocês pensam, é não ser coisa nenhuma. É um sacrifício, um fracasso, uma imolação. É ser apenas um nome impresso, uma cara escrachada, um jingle de rádio. Conformar-se o tal ‘alguém’ à figura que artificialmente ele ajudou o público a criar em torno de si, encher o molde do figurino que lhe traçaram, realizar perante a plateia a personalidade que o público deseja – e isso, naturalmente, às expensas da sua própria personalidade, dos seus próprios desejos e das suas próprias preferências e repugnâncias. Ser alguém é não ser ninguém, é ser um boneco, uma voz, uma assinatura. Só no anonimato e no silêncio é que se pode ser realmente alguém. Na paz e na decência da vida particular o homem entregue aos seus pensamentos é dono do mundo inteiro e na verdade então ele é alguém. Tudo que tem a seu redor é seu, pode usar e abusar dos seus sonhos, das suas palavras – do presente e do futuro”. (“Ser alguém”, de Rachel de Queiroz, com adaptações).
Marque a alternativa que contém um trecho, extraído do texto selecionado, que melhor resume a mensagem central que a autora buscou transmitir.
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“Abro um pacote de correspondência atrasada, e na grande maioria dos que me escrevem encontro pessoas que me pedem a receita de ‘vencer’, ou me contam as suas esperanças de ‘ser alguém’. A fórmula é empregada por todos nestas mesmas palavras, e de Mato Grosso e do Amazonas, da quieta cidade mineira ou da pequena cidade grande de São Paulo, todos eles me dizem a mesma coisa: querem ser alguém. O que eles chamam ‘ser alguém’ é aparecer nos jornais, nas revistas, nas estações de rádio. E ante isso eu me encolho e não lhes digo nada, e eles muitas vezes se zangam e me traduzem o seu ressentimento em novas cartas. Ora, valha-me Deus, caríssimos! Como é que hei de responder? Já tenho respondido muito, aqui mesmo por esta coluna, mas não custa repetir, se vocês fazem questão. É que para mim, para nós, ser ‘alguém’, no sentido em que vocês pensam, é não ser coisa nenhuma. É um sacrifício, um fracasso, uma imolação. É ser apenas um nome impresso, uma cara escrachada, um jingle de rádio. Conformar-se o tal ‘alguém’ à figura que artificialmente ele ajudou o público a criar em torno de si, encher o molde do figurino que lhe traçaram, realizar perante a plateia a personalidade que o público deseja – e isso, naturalmente, às expensas da sua própria personalidade, dos seus próprios desejos e das suas próprias preferências e repugnâncias. Ser alguém é não ser ninguém, é ser um boneco, uma voz, uma assinatura. Só no anonimato e no silêncio é que se pode ser realmente alguém. Na paz e na decência da vida particular o homem entregue aos seus pensamentos é dono do mundo inteiro e na verdade então ele é alguém. Tudo que tem a seu redor é seu, pode usar e abusar dos seus sonhos, das suas palavras – do presente e do futuro”. (“Ser alguém”, de Rachel de Queiroz, com adaptações).
No trecho “o homem entregue aos seus pensamentos é dono do mundo inteiro”, o substantivo “homem” é empregado no sentido de:
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“Abro um pacote de correspondência atrasada, e na grande maioria dos que me escrevem encontro pessoas que me pedem a receita de ‘vencer’, ou me contam as suas esperanças de ‘ser alguém’. A fórmula é empregada por todos nestas mesmas palavras, e de Mato Grosso e do Amazonas, da quieta cidade mineira ou da pequena cidade grande de São Paulo, todos eles me dizem a mesma coisa: querem ser alguém. O que eles chamam ‘ser alguém’ é aparecer nos jornais, nas revistas, nas estações de rádio. E ante isso eu me encolho e não lhes digo nada, e eles muitas vezes se zangam e me traduzem o seu ressentimento em novas cartas. Ora, valha-me Deus, caríssimos! Como é que hei de responder? Já tenho respondido muito, aqui mesmo por esta coluna, mas não custa repetir, se vocês fazem questão. É que para mim, para nós, ser ‘alguém’, no sentido em que vocês pensam, é não ser coisa nenhuma. É um sacrifício, um fracasso, uma imolação. É ser apenas um nome impresso, uma cara escrachada, um jingle de rádio. Conformar-se o tal ‘alguém’ à figura que artificialmente ele ajudou o público a criar em torno de si, encher o molde do figurino que lhe traçaram, realizar perante a plateia a personalidade que o público deseja – e isso, naturalmente, às expensas da sua própria personalidade, dos seus próprios desejos e das suas próprias preferências e repugnâncias. Ser alguém é não ser ninguém, é ser um boneco, uma voz, uma assinatura. Só no anonimato e no silêncio é que se pode ser realmente alguém. Na paz e na decência da vida particular o homem entregue aos seus pensamentos é dono do mundo inteiro e na verdade então ele é alguém. Tudo que tem a seu redor é seu, pode usar e abusar dos seus sonhos, das suas palavras – do presente e do futuro”. (“Ser alguém”, de Rachel de Queiroz, com adaptações).
Quanto à sintaxe da oração “não lhes digo nada”, utiliza-se o pronome “lhes” porque o verbo utilizado carrega:
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“Abro um pacote de correspondência atrasada, e na grande maioria dos que me escrevem encontro pessoas que me pedem a receita de ‘vencer’, ou me contam as suas esperanças de ‘ser alguém’. A fórmula é empregada por todos nestas mesmas palavras, e de Mato Grosso e do Amazonas, da quieta cidade mineira ou da pequena cidade grande de São Paulo, todos eles me dizem a mesma coisa: querem ser alguém. O que eles chamam ‘ser alguém’ é aparecer nos jornais, nas revistas, nas estações de rádio. E ante isso eu me encolho e não lhes digo nada, e eles muitas vezes se zangam e me traduzem o seu ressentimento em novas cartas. Ora, valha-me Deus, caríssimos! Como é que hei de responder? Já tenho respondido muito, aqui mesmo por esta coluna, mas não custa repetir, se vocês fazem questão. É que para mim, para nós, ser ‘alguém’, no sentido em que vocês pensam, é não ser coisa nenhuma. É um sacrifício, um fracasso, uma imolação. É ser apenas um nome impresso, uma cara escrachada, um jingle de rádio. Conformar-se o tal ‘alguém’ à figura que artificialmente ele ajudou o público a criar em torno de si, encher o molde do figurino que lhe traçaram, realizar perante a plateia a personalidade que o público deseja – e isso, naturalmente, às expensas da sua própria personalidade, dos seus próprios desejos e das suas próprias preferências e repugnâncias. Ser alguém é não ser ninguém, é ser um boneco, uma voz, uma assinatura. Só no anonimato e no silêncio é que se pode ser realmente alguém. Na paz e na decência da vida particular o homem entregue aos seus pensamentos é dono do mundo inteiro e na verdade então ele é alguém. Tudo que tem a seu redor é seu, pode usar e abusar dos seus sonhos, das suas palavras – do presente e do futuro”. (“Ser alguém”, de Rachel de Queiroz, com adaptações).
Em relação ao gênero literário a que pertence o trecho em destaque, pode-se afirmar que se aproxima mais de:
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“Abro um pacote de correspondência atrasada, e na grande maioria dos que me escrevem encontro pessoas que me pedem a receita de ‘vencer’, ou me contam as suas esperanças de ‘ser alguém’. A fórmula é empregada por todos nestas mesmas palavras, e de Mato Grosso e do Amazonas, da quieta cidade mineira ou da pequena cidade grande de São Paulo, todos eles me dizem a mesma coisa: querem ser alguém. O que eles chamam ‘ser alguém’ é aparecer nos jornais, nas revistas, nas estações de rádio. E ante isso eu me encolho e não lhes digo nada, e eles muitas vezes se zangam e me traduzem o seu ressentimento em novas cartas. Ora, valha-me Deus, caríssimos! Como é que hei de responder? Já tenho respondido muito, aqui mesmo por esta coluna, mas não custa repetir, se vocês fazem questão. É que para mim, para nós, ser ‘alguém’, no sentido em que vocês pensam, é não ser coisa nenhuma. É um sacrifício, um fracasso, uma imolação. É ser apenas um nome impresso, uma cara escrachada, um jingle de rádio. Conformar-se o tal ‘alguém’ à figura que artificialmente ele ajudou o público a criar em torno de si, encher o molde do figurino que lhe traçaram, realizar perante a plateia a personalidade que o público deseja – e isso, naturalmente, às expensas da sua própria personalidade, dos seus próprios desejos e das suas próprias preferências e repugnâncias. Ser alguém é não ser ninguém, é ser um boneco, uma voz, uma assinatura. Só no anonimato e no silêncio é que se pode ser realmente alguém. Na paz e na decência da vida particular o homem entregue aos seus pensamentos é dono do mundo inteiro e na verdade então ele é alguém. Tudo que tem a seu redor é seu, pode usar e abusar dos seus sonhos, das suas palavras – do presente e do futuro”. (“Ser alguém”, de Rachel de Queiroz, com adaptações).
No trecho “contam as suas esperanças de ‘ser alguém’”, a expressão “ser alguém” aparece entre aspas. Isso ocorre porque a expressão é:
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“Abro um pacote de correspondência atrasada, e na grande maioria dos que me escrevem encontro pessoas que me pedem a receita de ‘vencer’, ou me contam as suas esperanças de ‘ser alguém’. A fórmula é empregada por todos nestas mesmas palavras, e de Mato Grosso e do Amazonas, da quieta cidade mineira ou da pequena cidade grande de São Paulo, todos eles me dizem a mesma coisa: querem ser alguém. O que eles chamam ‘ser alguém’ é aparecer nos jornais, nas revistas, nas estações de rádio. E ante isso eu me encolho e não lhes digo nada, e eles muitas vezes se zangam e me traduzem o seu ressentimento em novas cartas. Ora, valha-me Deus, caríssimos! Como é que hei de responder? Já tenho respondido muito, aqui mesmo por esta coluna, mas não custa repetir, se vocês fazem questão. É que para mim, para nós, ser ‘alguém’, no sentido em que vocês pensam, é não ser coisa nenhuma. É um sacrifício, um fracasso, uma imolação. É ser apenas um nome impresso, uma cara escrachada, um jingle de rádio. Conformar-se o tal ‘alguém’ à figura que artificialmente ele ajudou o público a criar em torno de si, encher o molde do figurino que lhe traçaram, realizar perante a plateia a personalidade que o público deseja – e isso, naturalmente, às expensas da sua própria personalidade, dos seus próprios desejos e das suas próprias preferências e repugnâncias. Ser alguém é não ser ninguém, é ser um boneco, uma voz, uma assinatura. Só no anonimato e no silêncio é que se pode ser realmente alguém. Na paz e na decência da vida particular o homem entregue aos seus pensamentos é dono do mundo inteiro e na verdade então ele é alguém. Tudo que tem a seu redor é seu, pode usar e abusar dos seus sonhos, das suas palavras – do presente e do futuro”. (“Ser alguém”, de Rachel de Queiroz, com adaptações).
Em relação à oração “Abro um pacote de correspondência atrasada”, pode-se afirmar que o seu sujeito é:
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“Abro um pacote de correspondência atrasada, e na grande maioria dos que me escrevem encontro pessoas que me pedem a receita de ‘vencer’, ou me contam as suas esperanças de ‘ser alguém’. A fórmula é empregada por todos nestas mesmas palavras, e de Mato Grosso e do Amazonas, da quieta cidade mineira ou da pequena cidade grande de São Paulo, todos eles me dizem a mesma coisa: querem ser alguém. O que eles chamam ‘ser alguém’ é aparecer nos jornais, nas revistas, nas estações de rádio. E ante isso eu me encolho e não lhes digo nada, e eles muitas vezes se zangam e me traduzem o seu ressentimento em novas cartas. Ora, valha-me Deus, caríssimos! Como é que hei de responder? Já tenho respondido muito, aqui mesmo por esta coluna, mas não custa repetir, se vocês fazem questão. É que para mim, para nós, ser ‘alguém’, no sentido em que vocês pensam, é não ser coisa nenhuma. É um sacrifício, um fracasso, uma imolação. É ser apenas um nome impresso, uma cara escrachada, um jingle de rádio. Conformar-se o tal ‘alguém’ à figura que artificialmente ele ajudou o público a criar em torno de si, encher o molde do figurino que lhe traçaram, realizar perante a plateia a personalidade que o público deseja – e isso, naturalmente, às expensas da sua própria personalidade, dos seus próprios desejos e das suas próprias preferências e repugnâncias. Ser alguém é não ser ninguém, é ser um boneco, uma voz, uma assinatura. Só no anonimato e no silêncio é que se pode ser realmente alguém. Na paz e na decência da vida particular o homem entregue aos seus pensamentos é dono do mundo inteiro e na verdade então ele é alguém. Tudo que tem a seu redor é seu, pode usar e abusar dos seus sonhos, das suas palavras – do presente e do futuro”. (“Ser alguém”, de Rachel de Queiroz, com adaptações).
Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que a autora:
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- Legislação EspecialLei 9.605/1998: Crimes e Infrações AmbientaisDa Apreensão do Prod. e do Inst. de Infração Adm/Crime (art. 25)
O art. 25º Lei nº 9605/1998 diz que verificada a infração, serão apreendidos seus produtos e instrumentos, lavrando-se os respectivos autos. Assinale a alternativa que NÃO representa um dos incisos deste artigo.
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A Resolução 819/2008 dispõe sobre o transporte de menores de 10 anos e a utilização do dispositivo de retenção para o transporte de crianças em veículos. Assinale a alternativa INCORRETA sobre essa Resolução.
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A Lei nº 9.503/1997 que institui o Código de Transito Brasileiro, sofreu algumas alterações no decorrer dos anos e a Lei 14.071/20, que entrou em vigor a partir de 12 de abril de 2021, alterou pontos importantes no CTB (Código de Transito Brasileiro) com relação à CNH – Carteira Nacional de Habilitação. Assinale a alternativa INCORRETA sobre estas alterações à respeito da CNH em vigor no CTB.
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