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Foram encontradas 70 questões.

3117694 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: ICECE
Orgão: Pref. Aratuba-CE
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Em um teste de raciocínio lógico envolvendo frações, um candidato se depara com a tarefa de reordenar as fraçõesEnunciado 3528290-1em ordem decrescente. Assinale qual das seguintes alternativas representa a sequência correta.

 

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3117693 Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: ICECE
Orgão: Pref. Aratuba-CE
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De acordo com a Lei Municipal nº 701/2023 de Aratuba - CE, analise as informações a seguir, no que diz respeito aos requisitos básicos para preencher o cargo de Guarda Municipal:

I. Ter idade máxima de 35 anos incompletos.


II. Ensino Superior Completo.


III. Ser brasileiro nato ou naturalizado.

Marque a alternativa CORRETA:

 

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3117692 Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: ICECE
Orgão: Pref. Aratuba-CE
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De acordo com a Lei Orgânica Municipal de Aratuba - CE, no que diz respeito a sua competência, julgue os itens:

I. Compete legislar sobre assuntos de interesse local.


II. Manter com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, programa de Educação préescolar e de ensino fundamental.


III. Promover a proteção do patrimônio histórico-cultural local, observada a legislação e ação fiscalizadora Federal e Estadual.

 

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3117691 Ano: 2024
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: ICECE
Orgão: Pref. Aratuba-CE
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A compreensão do conceito de Povo é pré-requisito para compreensão do Estado e consequentemente da Administração Pública. Em relação à noção de Povo, é correto afirmar que:
 

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3117690 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: ICECE
Orgão: Pref. Aratuba-CE
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Um investidor aplicou um capital de R$ 50.000,00 em um fundo de investimento que prometia um rendimento de 12% ao ano. No entanto, devido a mudanças no mercado, o fundo teve um desempenho abaixo do esperado e rendeu apenas 75% do prometido no final do ano. Quanto o investidor obteve de rendimento ao final do ano?
 

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3117689 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ICECE
Orgão: Pref. Aratuba-CE
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Complete as frases abaixo de acordo com o uso correto dos homônimos:

I. minha mãe para ir ao shopping.

II. O musicista muito bem.

III. O moço o som.

 

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3117688 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ICECE
Orgão: Pref. Aratuba-CE
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Marque a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas corretamente, de acordo com as normas gramaticais.
 

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3117687 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ICECE
Orgão: Pref. Aratuba-CE
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Assinale a alternativa em que apresentamos um exemplo de oração coordenada assindética.
 

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3117686 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ICECE
Orgão: Pref. Aratuba-CE
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QUEM PECOU NÃO PEQUE MAIS – RACHEL DE QUEIROZ

O mais difícil há de ser a escolha do que é bem e do que é mal; cada um tem que consultar a própria consciência e ver a qualidade do seu erro, onde foi que traiu o espírito ou traiu a carne, pois a carne também tem suas leis e a sua ética. Aquele que peca de gula, por exemplo, peca contra a carne. E aquele que mente, é claro que peca contra o espírito. E quem diz que ama sem amar, simulando os gestos do amor sem sentir, peca ao mesmo tempo contra a carne e contra o espírito, porque aí são o corpo e alma os ofensores – ou os ofendidos. Disse acima que pecam os que mentem, mas há os que mentem e não pecam. Sua mentira não é jocosa, nem oficiosa, nem perniciosa – e são só essas três as qualidades de mentiras padronizadas pelo catecismo. Digamos que é mentira poética ou mentira artística, embora os mentirosos dessas mentiras não as ponham no papel impresso, nem na tela, nem no mármore. Dispersam as invenções pelas conversas de café, de salão e de esquina. São homens de coração piedoso e imaginação ardente, e se compadecem e buscam evasão desta feiura de mundo em que vivemos; criam por isso um jardim de mentiras e convidam os seus amigos a colher flores naquele jardim. Falam de riquezas que nunca tiveram, de amores que nunca sentiram, viagens que nunca viajaram. Inventam terras que não existem, façanhas jamais executadas por heróis que ainda não nasceram; ou se encarnam eles próprios nesse herói nonato, fardam-se de pirata ou de cavaleiro, embarcam na galera aventurosa ou cavalgam o negro corcel. Para esses mentirosos não há pecado, naturalmente. E talvez no seu céu encontrem realizadas todas as esplêndidas mentiras com que sonharam e fizeram os outros sonhar. Pecam, sim, os que mentem para colher proveito, os que levantam falso testemunho, os que se gabam por vaidade ou por impostoria. Quantos aos que bebem, pecam os que bebem para encher a tripa. Mas não os que bebem na ânsia de encher um coração vazio ou para saciar a alma ressequida. Desses sei de certeza que têm igualmente no céu o seu lugar reservado – um recanto plantado de girassóis e lírios que cheiram a lança-perfume. E lá os bêbedos gozam da bem-venturança, sem ressaca nem aspirina, declamando poemas, fazendo confidências, chorando mágoas alcoólicas, debruçados sobre o alvo ombro de seu anjo da guarda. Pecam os cobiçosos, os que se afadigam atrás de dinheiro e poder. Mas não sei se fará parte dessa mesma feia ambição o desejo de possuir a terra, de agarrar-se à terra. Porque a terra é o nosso princípio e o nosso fim, e possuí-la ser dono dela, ter de seu um pedaço de chão, é um pouco como voltar ao ventre de nossa mãe, ou aumentar aquele chão à nossa carne e ao nosso sangue. Direi que é quase como o mistério do amor, esse aumento de uma outra coisa viva ao nosso ser vivo, é uma outra maneira de nos prolongarmos, de continuarmos, nos reproduzindo em plantas e em bichos, como nos reproduzimos em filhos. Não, nada com a terra pode ser pecado. Enfim, pecam sem remissão os mesquinhos, os covardes – quero dizer, os covardes que usam a fraqueza dos outros para exercício da sua crueldade. Pois aqui também cabe uma ressalva: os medrosos não pecam, antes pecam os bravos porque são arrogantes. O medo é o mais antigo e fiel companheiro do homem e é o medo que nos faz conhecer nossas limitações e nos torna humildes. E não há outra virtude que mais agrade ao céu do que a humildade, nem outro pecado mais desagradável do que a soberba. (...) No fim de tudo, a verdade positiva é que só o homem, lá dentro do seu coração, sabe quando pecou. Ele é que cria o seu bem e o seu mal; e muitas vezes peca fazendo bem, porque o tem como mal e, sendo a sua intenção de malícia, pode ter toda a aparência de bem, que não será.

Na frase, “Ele é que cria o seu bem e o seu mal; e muitas vezes peca fazendo bem, porque o tem como mal e (...)”. O termo em destaque pode ser substituído, sem perder o sentido do contexto, por:
 

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3117685 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ICECE
Orgão: Pref. Aratuba-CE
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QUEM PECOU NÃO PEQUE MAIS – RACHEL DE QUEIROZ

O mais difícil há de ser a escolha do que é bem e do que é mal; cada um tem que consultar a própria consciência e ver a qualidade do seu erro, onde foi que traiu o espírito ou traiu a carne, pois a carne também tem suas leis e a sua ética. Aquele que peca de gula, por exemplo, peca contra a carne. E aquele que mente, é claro que peca contra o espírito. E quem diz que ama sem amar, simulando os gestos do amor sem sentir, peca ao mesmo tempo contra a carne e contra o espírito, porque aí são o corpo e alma os ofensores – ou os ofendidos. Disse acima que pecam os que mentem, mas há os que mentem e não pecam. Sua mentira não é jocosa, nem oficiosa, nem perniciosa – e são só essas três as qualidades de mentiras padronizadas pelo catecismo. Digamos que é mentira poética ou mentira artística, embora os mentirosos dessas mentiras não as ponham no papel impresso, nem na tela, nem no mármore. Dispersam as invenções pelas conversas de café, de salão e de esquina. São homens de coração piedoso e imaginação ardente, e se compadecem e buscam evasão desta feiura de mundo em que vivemos; criam por isso um jardim de mentiras e convidam os seus amigos a colher flores naquele jardim. Falam de riquezas que nunca tiveram, de amores que nunca sentiram, viagens que nunca viajaram. Inventam terras que não existem, façanhas jamais executadas por heróis que ainda não nasceram; ou se encarnam eles próprios nesse herói nonato, fardam-se de pirata ou de cavaleiro, embarcam na galera aventurosa ou cavalgam o negro corcel. Para esses mentirosos não há pecado, naturalmente. E talvez no seu céu encontrem realizadas todas as esplêndidas mentiras com que sonharam e fizeram os outros sonhar. Pecam, sim, os que mentem para colher proveito, os que levantam falso testemunho, os que se gabam por vaidade ou por impostoria. Quantos aos que bebem, pecam os que bebem para encher a tripa. Mas não os que bebem na ânsia de encher um coração vazio ou para saciar a alma ressequida. Desses sei de certeza que têm igualmente no céu o seu lugar reservado – um recanto plantado de girassóis e lírios que cheiram a lança-perfume. E lá os bêbedos gozam da bem-venturança, sem ressaca nem aspirina, declamando poemas, fazendo confidências, chorando mágoas alcoólicas, debruçados sobre o alvo ombro de seu anjo da guarda. Pecam os cobiçosos, os que se afadigam atrás de dinheiro e poder. Mas não sei se fará parte dessa mesma feia ambição o desejo de possuir a terra, de agarrar-se à terra. Porque a terra é o nosso princípio e o nosso fim, e possuí-la ser dono dela, ter de seu um pedaço de chão, é um pouco como voltar ao ventre de nossa mãe, ou aumentar aquele chão à nossa carne e ao nosso sangue. Direi que é quase como o mistério do amor, esse aumento de uma outra coisa viva ao nosso ser vivo, é uma outra maneira de nos prolongarmos, de continuarmos, nos reproduzindo em plantas e em bichos, como nos reproduzimos em filhos. Não, nada com a terra pode ser pecado. Enfim, pecam sem remissão os mesquinhos, os covardes – quero dizer, os covardes que usam a fraqueza dos outros para exercício da sua crueldade. Pois aqui também cabe uma ressalva: os medrosos não pecam, antes pecam os bravos porque são arrogantes. O medo é o mais antigo e fiel companheiro do homem e é o medo que nos faz conhecer nossas limitações e nos torna humildes. E não há outra virtude que mais agrade ao céu do que a humildade, nem outro pecado mais desagradável do que a soberba. (...) No fim de tudo, a verdade positiva é que só o homem, lá dentro do seu coração, sabe quando pecou. Ele é que cria o seu bem e o seu mal; e muitas vezes peca fazendo bem, porque o tem como mal e, sendo a sua intenção de malícia, pode ter toda a aparência de bem, que não será.

Na frase, “Disse acima que os que mentem (...)”. Na oração citada, qual o tipo de sujeito?
 

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