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Foram encontradas 845 questões.

2248485 Ano: 2016
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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De acordo com o Manual de Auditoria Operacional do TCU, em relação aos auditorias operacionais, não alcançar os resultados pretendidos, a médio e longo prazo, assim como os objetivos pretendidos, afeta à dimensão da:
 

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2248484 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
Para abrir um negócio, Marcos fez um empréstimo bancário de R$ 30.000,00, que deverá ser pago, ao fim de 1 ano, acrescidos de juros compostos de 2% ao mês. Quanto Marcos deve pagar ao fim do prazo combinado?
Dado: !$ (1,02)^{12} = 1,268 !$
 

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2248483 Ano: 2016
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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De acordo com o Manual de Auditoria Operacional do TCU, as auditorias operacionais podem examinar, em um mesmo trabalho, uma ou mais das principais dimensões. Em relação às dimensões de análise das auditorias operacionais, analise as afirmativas a seguir:
I- eficiência é o grau de alcance das metas programadas em um determinado período de tempo, independente dos custos envolvidos;
II- eficácia é a relação entre os produtos gerados por uma atividade e os custos dos insumos empregados para produzi-los, em um determinado período de tempo, mantidos os padrões de qualidade;
III- objetividade é a realização do trabalho de forma direta, resumida e tempestiva e, oportunamente, tendenciosa.
Marque a alternativa correta.
 

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De acordo com a Lei Complementar n.º 002/94, de 01 de agosto de 1994, que dispõe sobre a instituição do Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Município de Barcarena e determina outras providências, responda a questão.
Constituem indenizações ao servidor:
I- ajuda de Custo;
II-diárias;
III- transportes.
Sobre as afirmativas, está correta a alternativa:
 

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2248481 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA

Leia o texto, com atenção, e responda o que se pede no comando da questão.

PROFILING?

Claudio de Moura Castro

Um policial americano surpreende um negro tentando arrombar uma janela. Apesar de protestar, o homem foi algemado e preso. Erro horrendo, pois, além de ser o próprio dono da casa, era professor em Harvard.

Apareceram dois estagiários quando eu trabalhava eu OIT, em Genebra: um alemão, alinhado e bem-falante, e uma refugiada de Ruanda. Tinha como certo qual seria o melhor, mas não abri a boca. Ainda bem, pois o alemão era meio playboy e a moça, inteligente e dedicada.

Cheguei a Argel. Como pipocavam atentados, o controle à porta dos hotéis era severo. À minha frente estava um senhora árabe, muito bem vestida. Ainda sim, sua bolsa foi revistada. Como eu portava nas costas o mochilão do meu parapente, imaginei um exame severíssimo. Nada disso, passei batido, pois não tinha o perfil do terrorista local. O que sentiu essa senhora deve ser semelhante ao que experimentam os muçulmanos hoje na Europa. Embora praticamente todos sejam inocentes, são tratados com suspeição e hostilidade.

Esses julgamentos são objeto de grandes projetos nos Estados Unidos por parte de movimentos negros e em defesa de liberdades civis. O nome usual é profiling, não havendo uma boa tradução.

Na Flórida, um rabino de extraordinário valor foi pego roubando uma gravata. Por sua aparência impecável, não seria identificado, pois não tem o perfil do gatuno de loja. Foi por acaso que um detetive viu seu ato.

Por esses e outros exemplos, o profiling é execrado e acusado de ser um julgamento preconceituoso e inaceitável. Há que ser varrido do mapa.

Não é bem assim. O profiling é um critério de decisão que todos usamos ao longo do dia. Não só prático como inevitável. Se compramos um imóvel de uma empresa respeitada, pouco tempo gastamos verificando os papéis. Mas, se nada sabemos do vendedor, é mais prudente que o advogado veja as escrituras.

Ao longo do dia, não há tempo para grandes verificações. Vamos tomando decisões com base no que parece bom senso. Mas, na verdade, elas apóiam-se em uma sólida teoria.

Alguém pede carona na estrada. Se é um policial militar, sem problemas. Se é um indivíduo mal-encarado, passamos batido. Não dá para checar sua "folha corrida".

Levei meu carro a um mecânico. Quando vi a bagunça e a sujeira de sua oficina, tive dúvidas, mas deixei o carro assim mesmo. A experiência foi péssima. Levei a outro, de oficina impecável. Fui bem atendido. Profiling confirmado.

Vamos à teoria. Alguns fenômenos são ditos determinísticos. Se cuspo para cima, é certo o que vai acontecer. Mas há casos em que tratamos com uma causação apenas probabilística: se isso é assim, então é mais provável que aconteça aquilo. Se ouço trovoadas é provável que chova. Quando o comportamento humano está em jogo, nada é totalmente previsível, lidamos sempre com probabilidades. São as chamadas probabilidades condicionadas.

Se a oficina é limpa, é mais provável que o serviço seja competente. É possível vir a ser assaltado por um ladrão fantasiado de policial, mas é pouco provável. Se tenho de escolher um estagiário, é mais provável que o filho de um prêmio Nobel seja mais inteligente. Pode-se sempre errar, mas as apostas são boas. E assim vamos pela vida, tomando decisões pela probabilidade maior de acertar, quando as pessoas exibem certas características. Os exemplos iniciais apontam erros lastimáveis, mas a regra da probabilidade condicional ainda é a melhor conselheira (oficina limpa, característica do pai, e por aí afora).

A polícia faz o mesmo. Se o computador de bordo indica que o carro foi roubado, pode estar ao volante um incauto honesto que o adquiriu. Mas, pelo sim, pelo não, a polícia já desce de arma em punho.

Como receita para enfrentar decisões do cotidiano, o profilling é inevitável. Mas obviamente, há que ter extremo cuidado para que um julgamento prematuro não resulte em injustiça, discriminação ou equívocos dramáticos. Isso aconteceu com o eletricista brasileiro fuzilado em Londres, iludida ao vê-lo correr e pular a catraca.

Em suma, é ingênuo dizer que não devemos mais decidir usando as probabilidades condicionais (o famigerado profilling). O cuidado é, antes de agir, considerar a gravidade de um eventual erro.

Fonte: Adaptado. Veja, 01/06/216.

Assinale a alternativa em que a palavra, quanto à tonicidade, é oxítona:

 

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2248480 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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Quanto às relações e expectativas firmadas entre professor e alunos no processo de ensino e aprendizagem, escolha a alternativa que completa adequadamente a definição dada por Perrenoud (1999):
é o acordo implícito ou explícito que se estabelece entre o professor e seus alunos a propósito do saber, de sua apropriação e de sua avaliação.
 

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Augusto, servidor público estável do Município de Barcarena, após processo disciplinar que respeitou todas as regras da Constituição da República e da Lei Complementar Municipal nº 002/1994, recebeu pena de suspensão, pena esta convertida, por conveniência e oportunidade da Administração, em multa.
Neste caso, é correto afirmar:
 

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2248478 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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Assinale a alternativa que contém a distância econômica de transporte para a terraplanagem de um trecho de rodovia com os seguintes dados:
Custo de escavação= 4,50 !$ R$/m^3 !$ .
Custo de transporte= 3,00 !$ R$/(m^3 . km) !$.
Distância média para bota-fora= 700 m.
Distância média para empréstimo= 400 m.
 

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2248477 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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O profissional de enfermagem exerce suas atividades com competência para promoção do ser humano na sua integralidade, de acordo com os princípios da ética e da bioética. Baseado no Código de Ética do Profissional de Enfermagem, no item Das Relações com a Pessoa, Família e Coletividade, marque a alternativa que NÃO corresponde às Responsabilidades e Deveres:
 

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2248476 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Barcarena-PA

Leia o texto, com atenção, e responda o que se pede no comando da questão.

PROFILING?

Claudio de Moura Castro

Um policial americano surpreende um negro tentando arrombar uma janela. Apesar de protestar, o homem foi algemado e preso. Erro horrendo, pois, além de ser o próprio dono da casa, era professor em Harvard.

Apareceram dois estagiários quando eu trabalhava eu OIT, em Genebra: um alemão, alinhado e bem-falante, e uma refugiada de Ruanda. Tinha como certo qual seria o melhor, mas não abri a boca. Ainda bem, pois o alemão era meio playboy e a moça, inteligente e dedicada.

Cheguei a Argel. Como pipocavam atentados, o controle à porta dos hotéis era severo. À minha frente estava um senhora árabe, muito bem vestida. Ainda sim, sua bolsa foi revistada. Como eu portava nas costas o mochilão do meu parapente, imaginei um exame severíssimo. Nada disso, passei batido, pois não tinha o perfil do terrorista local. O que sentiu essa senhora deve ser semelhante ao que experimentam os muçulmanos hoje na Europa. Embora praticamente todos sejam inocentes, são tratados com suspeição e hostilidade.

Esses julgamentos são objeto de grandes projetos nos Estados Unidos por parte de movimentos negros e em defesa de liberdades civis. O nome usual é profiling, não havendo uma boa tradução.

Na Flórida, um rabino de extraordinário valor foi pego roubando uma gravata. Por sua aparência impecável, não seria identificado, pois não tem o perfil do gatuno de loja. Foi por acaso que um detetive viu seu ato.

Por esses e outros exemplos, o profiling é execrado e acusado de ser um julgamento preconceituoso e inaceitável. Há que ser varrido do mapa.

Não é bem assim. O profiling é um critério de decisão que todos usamos ao longo do dia. Não só prático como inevitável. Se compramos um imóvel de uma empresa respeitada, pouco tempo gastamos verificando os papéis. Mas, se nada sabemos do vendedor, é mais prudente que o advogado veja as escrituras.

Ao longo do dia, não há tempo para grandes verificações. Vamos tomando decisões com base no que parece bom senso. Mas, na verdade, elas apóiam-se em uma sólida teoria.

Alguém pede carona na estrada. Se é um policial militar, sem problemas. Se é um indivíduo mal-encarado, passamos batido. Não dá para checar sua "folha corrida".

Levei meu carro a um mecânico. Quando vi a bagunça e a sujeira de sua oficina, tive dúvidas, mas deixei o carro assim mesmo. A experiência foi péssima. Levei a outro, de oficina impecável. Fui bem atendido. Profiling confirmado.

Vamos à teoria. Alguns fenômenos são ditos determinísticos. Se cuspo para cima, é certo o que vai acontecer. Mas há casos em que tratamos com uma causação apenas probabilística: se isso é assim, então é mais provável que aconteça aquilo. Se ouço trovoadas é provável que chova. Quando o comportamento humano está em jogo, nada é totalmente previsível, lidamos sempre com probabilidades. São as chamadas probabilidades condicionadas.

Se a oficina é limpa, é mais provável que o serviço seja competente. É possível vir a ser assaltado por um ladrão fantasiado de policial, mas é pouco provável. Se tenho de escolher um estagiário, é mais provável que o filho de um prêmio Nobel seja mais inteligente. Pode-se sempre errar, mas as apostas são boas. E assim vamos pela vida, tomando decisões pela probabilidade maior de acertar, quando as pessoas exibem certas características. Os exemplos iniciais apontam erros lastimáveis, mas a regra da probabilidade condicional ainda é a melhor conselheira (oficina limpa, característica do pai, e por aí afora).

A polícia faz o mesmo. Se o computador de bordo indica que o carro foi roubado, pode estar ao volante um incauto honesto que o adquiriu. Mas, pelo sim, pelo não, a polícia já desce de arma em punho.

Como receita para enfrentar decisões do cotidiano, o profilling é inevitável. Mas obviamente, há que ter extremo cuidado para que um julgamento prematuro não resulte em injustiça, discriminação ou equívocos dramáticos. Isso aconteceu com o eletricista brasileiro fuzilado em Londres, iludida ao vê-lo correr e pular a catraca.

Em suma, é ingênuo dizer que não devemos mais decidir usando as probabilidades condicionais (o famigerado profilling). O cuidado é, antes de agir, considerar a gravidade de um eventual erro.

Fonte: Adaptado. Veja, 01/06/216.

No fragmento, "( ... ) o próprio dono da casa ( ... )", a preposição "de" indica uma relação de:

 

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