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Foram encontradas 102 questões.

1979142 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bom Jesus do Sul-PR
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Sobre a função ƒ(x) = x3 - 2x + 5, para x ∈ ℝ, assinale a alternativa correta:
 

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1979141 Ano: 2020
Disciplina: Estatística
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bom Jesus do Sul-PR
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Duas capitais brasileiras sofreram muito com as chuvas nos últimos meses. São Paulo teve a maior média diária de chuva dos últimos 30 anos nesse mês de janeiro. Tal quantidade em um dia não é preocupante, mas no acumulado de um mês, se o sistema hídrico da cidade não tiver capacidade de drenar toda essa chuva, pode entrar em colapso e alagar muitos pontos da cidade, como foi possível observar nos noticiários. O gráfico abaixo apresenta as médias diárias de chuvas a cada mês dos últimos 30 anos para São Paulo. A partir dele, é CORRETO afirmar:
enunciado 1220492-1
Fonte: Nexo Jornal. As maiores chuvas nas capitais brasileiras desde 1990. Disponível em https://www.nexojornal.com.br/grafico/2020/02/12/As-maiores-chuvas-nas-capitais-brasileiras-desde-1990.
 

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1979140 Ano: 2020
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bom Jesus do Sul-PR
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Muitas pessoas têm dito que guardar dinheiro na poupança é “perder dinheiro”. A justificativa é de que os juros praticados na poupança costumam ser menores que a inflação, fazendo com que o poder de compra de um montante, ao final de um período, seja menor do que o poder de compra que inicialmente tinha o capital, quando foi aplicado. Considere uma aplicação de R$1000,00 em uma poupança que rende 0,26% ao mês (no regime de juros compostos) e que a inflação no ano de 2019 foi de 4,31%. Qual o montante acumulado ao final de um ano a essa taxa e quanto faltaria para esta aplicação ter o mesmo poder de compra depois desses doze meses? (considere 1,0026¹² = 1,0317)
 

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1979139 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bom Jesus do Sul-PR
Qual a probabilidade aproximada de uma pessoa que trabalha cinco dias aleatórios a cada semana e folga os outros dois, ter uma folga no dia do seu aniversário?
 

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1979138 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bom Jesus do Sul-PR
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Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de umdos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.

“Creio na liberdade onipotente, criadora das naçõesrobustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgãocapital, a primeira das suas necessidades; creio que,neste regime, não há poderes soberanos, e soberanoé só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que aprópria soberania popular necessita de limites, e queesses limites vêm a ser as suas Constituições, por elamesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica,em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixouestragar confiando-se ao regime da força; creio que aFederação perecerá, se continuar a não saber acatare elevar a justiça; porque da justiça nasce a confiança,da confiança a tranqüilidade, da tranqüilidade o trabalho, do trabalho a produção, da produção o crédito, docrédito a opulência, da opulência a respeitabilidade, aduração, o vigor; creio no governo do povo pelo povo;creio, porém, que o governo do povo pelo povo tem abase da sua legitimidade na cultura da inteligência nacional pelo desenvolvimento nacional do ensino, parao qual as maiores liberalidades do tesouro constituíram sempre o mais reprodutivo emprego da riquezapública; creio na tribuna sem fúrias e na imprensa semrestrições, porque creio no poder da razão e da verdade; creio na moderação e na tolerância, no progressoe na tradição, no respeito e na disciplina, na impotência fatal dos incompetentes e no valor insuprível dascapacidades”.

(Trecho com adaptações).

Em relação à interpretação do texto, marque a alternativa que NÃO apresenta uma das convicções políticas expressas pelo seu autor.
 

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1979137 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bom Jesus do Sul-PR
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Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de umdos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder à próxima questão.
“Creio na liberdade onipotente, criadora das naçõesrobustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgãocapital, a primeira das suas necessidades; creio que,neste regime, não há poderes soberanos, e soberanoé só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que aprópria soberania popular necessita de limites, e queesses limites vêm a ser as suas Constituições, por elamesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica,em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixouestragar confiando-se ao regime da força; creio que aFederação perecerá, se continuar a não saber acatare elevar a justiça; porque da justiça nasce a confiança,da confiança a tranqüilidade, da tranqüilidade o trabalho, do trabalho a produção, da produção o crédito, docrédito a opulência, da opulência a respeitabilidade, aduração, o vigor; creio no governo do povo pelo povo;creio, porém, que o governo do povo pelo povo tem abase da sua legitimidade na cultura da inteligência nacional pelo desenvolvimento nacional do ensino, parao qual as maiores liberalidades do tesouro constituíram sempre o mais reprodutivo emprego da riquezapública; creio na tribuna sem fúrias e na imprensa semrestrições, porque creio no poder da razão e da verdade; creio na moderação e na tolerância, no progressoe na tradição, no respeito e na disciplina, na impotência fatal dos incompetentes e no valor insuprível dascapacidades”.(Trecho com adaptações).
Em seu discurso, Rui Barbosa argumenta que “a Federação perecerá, se continuar a não saber acatar e elevar a justiça”. Em relação à conjunção “se”, nesse contexto, pode-se afirmar que introduz um sentido:
 

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1979136 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bom Jesus do Sul-PR
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Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.

“Creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital, a primeira das suas necessidades; creio que, neste regime, não há poderes soberanos, e soberano é só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que a própria soberania popular necessita de limites, e que esses limites vêm a ser as suas Constituições, por ela mesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica, em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixou estragar confiando-se ao regime da força; creio que a Federação perecerá, se continuar a não saber acatar e elevar a justiça; porque da justiça nasce a confiança, da confiança a tranqüilidade, da tranqüilidade o trabalho, do trabalho a produção, da produção o crédito, do crédito a opulência, da opulência a respeitabilidade, a duração, o vigor; creio no governo do povo pelo povo; creio, porém, que o governo do povo pelo povo tem a base da sua legitimidade na cultura da inteligência nacional pelo desenvolvimento nacional do ensino, para o qual as maiores liberalidades do tesouro constituíram sempre o mais reprodutivo emprego da riqueza pública; creio na tribuna sem fúrias e na imprensa sem restrições, porque creio no poder da razão e da verdade; creio na moderação e na tolerância, no progresso e na tradição, no respeito e na disciplina, na impotência fatal dos incompetentes e no valor insuprível das capacidades”.

(Trecho com adaptações).

Ao longo de seu discurso, Rui Barbosa deixa transparecer a sua concepção democrática, entendida como “governo do povo pelo povo”. Contudo, para o autor, a legitimidade da democracia deve estar assentada na:
 

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1979135 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bom Jesus do Sul-PR
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Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder à próxima questão.
“Creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital, a primeira das suas necessidades; creio que, neste regime, não há poderes soberanos, e soberano é só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que a própria soberania popular necessita de limites, e que esses limites vêm a ser as suas Constituições, por ela mesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica, em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixou estragar confiando-se ao regime da força; creio que a Federação perecerá, se continuar a não saber acatar e elevar a justiça; porque da justiça nasce a confiança, da confiança a tranqüilidade, da tranqüilidade o trabalho, do trabalho a produção, da produção o crédito, do crédito a opulência, da opulência a respeitabilidade, a duração, o vigor; creio no governo do povo pelo povo; creio, porém, que o governo do povo pelo povo tem a base da sua legitimidade na cultura da inteligência nacional pelo desenvolvimento nacional do ensino, para o qual as maiores liberalidades do tesouro constituíram sempre o mais reprodutivo emprego da riqueza pública; creio na tribuna sem fúrias e na imprensa sem restrições, porque creio no poder da razão e da verdade; creio na moderação e na tolerância, no progresso e na tradição, no respeito e na disciplina, na impotência fatal dos incompetentes e no valor insuprível das capacidades”. (Trecho com adaptações).
Em relação à interpretação do texto, marque a alternativa que NÃO apresenta uma das convicções políticas expressas pelo seu autor.
 

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1979134 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bom Jesus do Sul-PR
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Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.

“Creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital, a primeira das suas necessidades; creio que, neste regime, não há poderes soberanos, e soberano é só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que a própria soberania popular necessita de limites, e que esses limites vêm a ser as suas Constituições, por ela mesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica, em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixou estragar confiando-se ao regime da força; creio que a Federação perecerá, se continuar a não saber acatar e elevar a justiça; porque da justiça nasce a confiança, da confiança a tranqüilidade, da tranqüilidade o trabalho, do trabalho a produção, da produção o crédito, do crédito a opulência, da opulência a respeitabilidade, a duração, o vigor; creio no governo do povo pelo povo; creio, porém, que o governo do povo pelo povo tem a base da sua legitimidade na cultura da inteligência nacional pelo desenvolvimento nacional do ensino, para o qual as maiores liberalidades do tesouro constituíram sempre o mais reprodutivo emprego da riqueza pública; creio na tribuna sem fúrias e na imprensa sem restrições, porque creio no poder da razão e da verdade; creio na moderação e na tolerância, no progresso e na tradição, no respeito e na disciplina, na impotência fatal dos incompetentes e no valor insuprível das capacidades”.

(Trecho com adaptações).

Nas primeiras orações do texto, afirma o autor:

creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital”.

Em relação ao termo “dela”, pode-se afirmar que recupera no texto a expressão:

 

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1979133 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bom Jesus do Sul-PR
Considere o texto a seguir, extraído de um dos discursos do orador brasileiro Rui Barbosa, para responder à próxima questão.
“As formas políticas são vãs, sem o homem que as anima. É o vigor individual que faz as nações robustas. Mas o indivíduo não pode ter essa fibra, esse equilíbrio, essa energia, que compõem os fortes, senão pela consciência do seu destino moral, associada ao respeito desse destino nos seus semelhantes. Ora, eu não conheço nada capaz de produzir na criatura humana em geral esse estado interior, senão o influxo religioso. Nem o ateísmo reflexivo dos filósofos, nem o inconsciente ateísmo dos indiferentes são compatíveis com as qualidades de ação, resistência e disciplina essenciais aos povos livres”.
No trecho destacado, o autor emprega duas vezes a palavra “senão”. Em ambos os casos, esse termo poderia ser substituído, sem prejudicar o sentido e a fluidez do texto, por:
 

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