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Foram encontradas 30 questões.

Sobre organização e gerenciamento de informações, arquivos, pastas e programas, analise as seguintes afirmações e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) - Arquivos ocultos são arquivos que normalmente são relacionados ao sistema. Eles ficam ocultos, pois alterações podem danificar o Sistema Operacional.

( ) - Existem vários tipos de arquivos, como arquivos de textos, arquivos de som, imagem, planilhas, sendo que o arquivo .rtf só é aberto com o Wordpad.

( ) - Nas versões Vista, 7, 8 e 10 do Windows, é possível usar criptografia para proteger todos os arquivos que estejam armazenados na unidade em que o Windows esteja instalado.

( ) - O Windows Explorer é um gerenciador de informações, arquivos, pastas e programas do sistema operacional Windows da Microsoft.

( ) - São bibliotecas padrão do Windows: Programas, Documentos, Imagens, Músicas, Vídeos.

A sequência CORRETA das afirmações é:

 

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No menu Revisão do Microsoft Word existe a opção Comentários, como consta na figura. Analise as afirmações e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.

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( ) - Não é possível inserir um comentário na área de cabeçalho ou de rodapé de um documento.

( ) - Para imprimir documento sem imprimir os comentários no Microsoft Word 2010, basta clicar em Mostrar Marcações no grupo Controle e desmarcar a caixa de seleção comentários.

( ) - Para responder a um comentário no Microsoft Word 2010 ou 2007, basta clicar em Controlar Alterações no grupo Controle.

( ) - Para ver o nome do autor, a data e a hora em que o comentário foi feito, é só acionar Verificar Acessibilidade no grupo Acessibilidade. ( ) - Um comentário é uma anotação ou anotação que um autor ou revisor pode adicionar a um documento, exibido no painel de revisão ou em um balão na margem do documento.

A sequência CORRETA das afirmações é:

 

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Faça a associação entre os nomes dos protocolos de internet e suas respectivas descrições.

A - IP

B - TCP

C - HTTP

D - FTP E

E - SSL

( ) Forma padronizada de comunicação para os computadores na internet. Faz a divisão dos dados que será enviada em segmentos de dados.

( ) Usado para fazer o acesso a WWW (WORLD WIDE WEB) como protocolo de cliente/servidor. Se na barra de endereços do navegador não especificar outro recurso, esse protocolo será tido como padrão.

( ) É o protocolo pelo qual os dados são enviados a partir de um computador para outro na Internet. É responsável pelo envio e endereçamentos dos pacotes TCP.

( ) Esse é um protocolo de segurança que permite a confirmação da identidade de um servidor, verificando o nível de confiança.

( ) Recurso utilizado para transferências de arquivos pela internet. Esse protocolo permite apenas o envio e o recebimento dos arquivos, no entanto, para a leitura, serão necessários outros programas.

A alternativa que contém a sequência CORRETA é:

 

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Conforme Luckesi (1992), o planejamento tem um grande valor por abordar o processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social. Ao elaborar um planejamento diário, o educador busca a integração de todas as áreas de informação para, por meio delas, alcançar as necessidades do público e promover seu crescimento e conhecimento.

Com relação ao Planejamento da Educação, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O planejamento da ação docente deve ser articulado com o planejamento escolar e institucional.

( ) Atualizar o conteúdo e facilitar a preparação de aulas são funções do planejamento escolar.

( ) O planejamento eficaz deve ser um instrumento rígido e absoluto para direcionar a prática docente.

( ) O planejamento participativo distingue-se por seu caráter tradicionalista.

( ) O processo do planejamento participativo envolve distribuição do poder, análise da situação, descentralização e diversidade de olhares sobre a realidade.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.

 

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O termo “Escola Tradicional” foi empregado para denominar as ideias pedagógicas que antecederam ao Movimento Renovador; traz em seu bojo uma representação da Pedagogia Tradicional cunhada pela crítica como forma de justificar a necessidade da renovação e marcar a sua contraposição.

Assinale a alternativa CORRETA em relação à Pedagogia Tradicional.

 

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Referente às questões relativas à oferta de ensino noturno contemplada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei n.º 9.394/96 (art. 4.º) –, pode-se afirmar que:

 

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Formação do educador

Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.

Primeira, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.

Segunda, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar, porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.

Terceira, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar à noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa, entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.

Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador o sonho da escola não se realiza.

A questão crucial da educação, portanto, é a formação do educador. “Como educar os educadores?”

Imagine que você queira ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a voar. Pássaros engaiolados não podem ensinar o voo. Por mais que eles expliquem a teoria do voo, só ensinarão gaiolas.

Marshal McLuhan disse que a mensagem, aquilo que se comunica efetivamente, não é o seu conteúdo consciente, mas o pacote em que a mensagem é transmitida. “O meio é a mensagem.” Se o meio para se aprender o voo dos pássaros é a gaiola, o que se aprende não é o voo, é a gaiola.

Tenho a suspeita de que se pretendem formar educadores em gaiolas idênticas àquelas que desejamos destruir. Aplicando-se essa metáfora à educação, podemos dizer que a mensagem que educa não são os conteúdos curriculares, a teoria que se ensina nas aulas, educação libertária etc. A mensagem verdadeira, aquilo que se aprende, é o “embrulho” em que esses conteúdos curriculares são supostamente ensinados.

Os alunos se assentam em carteiras. Professores dão aulas. Os alunos anotam. Tudo de acordo com a “grade curricular”. “Grade” = “gaiola”. Essa expressão revela a qualidade do “espaço” educacional em que vivem os aprendizes de educador.

O tempo do pensamento também está submetido às grades do relógio. Toca a campainha. É hora de pensar “psicologia”. Toca a campainha. É hora de parar de pensar “psicologia”. É hora de pensar “método”

Os futuros educadores fazem provas e escrevem papers pelos quais receberão notas que lhes permitirão tirar o diploma que atesta que eles aprenderam os saberes que fazem um educador.

Desejamos quebrar as gaiolas para que os aprendizes aprendam a arte do voo. Mas, para que isso aconteça, é preciso que as escolas que preparam educadores sejam a própria experiência do voo.

Disponível em: https://www.revistaeducacao.com.br/formacao-do-educador-coluna-rubem-alves/. Acesso em 4 de jan. de 2020.

Assinale a alternativa que está em desacordo com os aspectos que, segundo o texto, favorecem ao aprisionamento existente nas escolas de formação de professores.

 

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Formação do educador

Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.

Primeira, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.

Segunda, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar, porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.

Terceira, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar à noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa, entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.

Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador o sonho da escola não se realiza.

A questão crucial da educação, portanto, é a formação do educador. “Como educar os educadores?”

Imagine que você queira ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a voar. Pássaros engaiolados não podem ensinar o voo. Por mais que eles expliquem a teoria do voo, só ensinarão gaiolas.

Marshal McLuhan disse que a mensagem, aquilo que se comunica efetivamente, não é o seu conteúdo consciente, mas o pacote em que a mensagem é transmitida. “O meio é a mensagem.” Se o meio para se aprender o voo dos pássaros é a gaiola, o que se aprende não é o voo, é a gaiola.

Tenho a suspeita de que se pretendem formar educadores em gaiolas idênticas àquelas que desejamos destruir. Aplicando-se essa metáfora à educação, podemos dizer que a mensagem que educa não são os conteúdos curriculares, a teoria que se ensina nas aulas, educação libertária etc. A mensagem verdadeira, aquilo que se aprende, é o “embrulho” em que esses conteúdos curriculares são supostamente ensinados.

Os alunos se assentam em carteiras. Professores dão aulas. Os alunos anotam. Tudo de acordo com a “grade curricular”. “Grade” = “gaiola”. Essa expressão revela a qualidade do “espaço” educacional em que vivem os aprendizes de educador.

O tempo do pensamento também está submetido às grades do relógio. Toca a campainha. É hora de pensar “psicologia”. Toca a campainha. É hora de parar de pensar “psicologia”. É hora de pensar “método”

Os futuros educadores fazem provas e escrevem papers pelos quais receberão notas que lhes permitirão tirar o diploma que atesta que eles aprenderam os saberes que fazem um educador.

Desejamos quebrar as gaiolas para que os aprendizes aprendam a arte do voo. Mas, para que isso aconteça, é preciso que as escolas que preparam educadores sejam a própria experiência do voo.

Disponível em: https://www.revistaeducacao.com.br/formacao-do-educador-coluna-rubem-alves/. Acesso em 4 de jan. de 2020.

A alternativa em que se verifica uso facultativo de próclise é

 

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Sobre os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), assinale a afirmativa CORRETA.

 

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Formação do educador

Sonho com uma escola em que se cultivem pelo menos três coisas.

Primeira, a sabedoria de viver juntos: o olhar manso, a paciência de ouvir, o prazer em cooperar. A sabedoria de viver juntos é a base de tudo o mais.

Segunda, a arte de pensar, porque é a partir dela que se constroem todos os saberes. Pensar é saber o que fazer com as informações. Informação sem pensamento é coisa morta. A arte de pensar tem a ver com um permanente espantar-se diante do assombro do mundo, fazer perguntas diante do desconhecido, não ter medo de errar, porque os saberes se encontram sempre depois de muitos erros.

Terceira, o prazer de ler. Jamais o hábito da leitura, porque o hábito pertence ao mundo dos deveres, dos automatismos: cortar as unhas, escovar os dentes, rezar à noite. Não hábito, mas leitura amorosa. Na leitura amorosa, entramos em mundos desconhecidos e isso nos faz mais ricos interiormente. Quem aprendeu a amar os livros tem a chave do conhecimento.

Mas essa escola não se constrói por meio de leis e parafernália tecnológica. De que vale uma cozinha dotada das panelas mais modernas se o cozinheiro não sabe cozinhar? É o cozinheiro que faz a comida boa mesmo em panela velha. O cozinheiro está para a comida boa da mesma forma como o educador está para o prazer de pensar e aprender. Sem o educador o sonho da escola não se realiza.

A questão crucial da educação, portanto, é a formação do educador. “Como educar os educadores?”

Imagine que você queira ensinar a voar. Na imaginação tudo é possível. Os mestres do voo são os pássaros. Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a voar. Pássaros engaiolados não podem ensinar o voo. Por mais que eles expliquem a teoria do voo, só ensinarão gaiolas.

Marshal McLuhan disse que a mensagem, aquilo que se comunica efetivamente, não é o seu conteúdo consciente, mas o pacote em que a mensagem é transmitida. “O meio é a mensagem.” Se o meio para se aprender o voo dos pássaros é a gaiola, o que se aprende não é o voo, é a gaiola.

Tenho a suspeita de que se pretendem formar educadores em gaiolas idênticas àquelas que desejamos destruir. Aplicando-se essa metáfora à educação, podemos dizer que a mensagem que educa não são os conteúdos curriculares, a teoria que se ensina nas aulas, educação libertária etc. A mensagem verdadeira, aquilo que se aprende, é o “embrulho” em que esses conteúdos curriculares são supostamente ensinados.

Os alunos se assentam em carteiras. Professores dão aulas. Os alunos anotam. Tudo de acordo com a “grade curricular”. “Grade” = “gaiola”. Essa expressão revela a qualidade do “espaço” educacional em que vivem os aprendizes de educador.

O tempo do pensamento também está submetido às grades do relógio. Toca a campainha. É hora de pensar “psicologia”. Toca a campainha. É hora de parar de pensar “psicologia”. É hora de pensar “método”

Os futuros educadores fazem provas e escrevem papers pelos quais receberão notas que lhes permitirão tirar o diploma que atesta que eles aprenderam os saberes que fazem um educador.

Desejamos quebrar as gaiolas para que os aprendizes aprendam a arte do voo. Mas, para que isso aconteça, é preciso que as escolas que preparam educadores sejam a própria experiência do voo.

Disponível em: https://www.revistaeducacao.com.br/formacao-do-educador-coluna-rubem-alves/. Acesso em 4 de jan. de 2020.

Sobre a organização morfossintática do trecho “Desejamos quebrar as gaiolas para que os aprendizes aprendam a arte do voo. Mas, para que isso aconteça, é preciso que as escolas que preparam educadores sejam a própria experiência do voo” (linhas 34-35), é CORRETO afirmar que

 

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