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Texto 01 – O contrário do Amor

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada. [...]

Fonte: MEDEIROS, Martha. Disponível em: <https://www.pensador.com/textos_de_martha_medeiros > Acesso em 02/junho/2021.

No enunciado “Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: [...]" (linha 20), é CORRETO afirmar que

I- o pronome oblíquo “nos” foi usado como próclise por exigência do termo “não”.

II- “Ela” é um termo referencial que exerce a função sintática de sujeito.

III- ”olhos, boca, coração, cérebro” exercem função morfológica e sintática diferentes.

É CORRETO o que se afirma em

 

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Texto 01 – O contrário do Amor

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada. [...]

Fonte: MEDEIROS, Martha. Disponível em: <https://www.pensador.com/textos_de_martha_medeiros > Acesso em 02/junho/2021.

Do enunciado “A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada [...]" (linha 22), é CORRETO afirmar que apresenta uma

I- afirmação hipotética, determinada pelo condicionante "se" e flexão verbal do pretérito imperfeito do subjuntivo, referendada pela forma verbal do futuro do pretérito do indicativo.

II- construção afirmativa, indicada pelo presente do indicativo, seguido pela forma verbal do imperfeito do indicativo.

III- é uma produção linguística exclamativa com valor preditivo.

É CORRETO o que se afirma apenas em

 

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Texto 02 – O que é inovar na educação?

É uma enganação acreditar que o ensino digital é uma inovação. O alerta é de Paulo Blikstein, diretor do TLTL (Transformative Learning Technologies Lab) da Universidade Columbia, EUA, o qual acredita que a educação brasileira está sendo conduzida de forma equivocada, principalmente neste ano de Pandemia.

Professor, escritor e pesquisador em novas tecnologias para a educação, Blikstein destaca que na primeira metade do século 20 vendeu-se a ideia de uma grande inovação: o livro didático. O discurso dizia que ele permitia ao aluno estudar no próprio ritmo e não no ritmo da sala de aula, da aula expositiva, que libertaria os alunos das amarras da opressão da sala de aula. E o que aconteceu? O livro didático foi absorvido pela aula tradicional e pelo sistema escolar e virou mais uma ferramenta de ensino. Na opinião dele, a modalidade remota pode ser uma nova forma de fazer a mesma coisa e, muitas vezes, pior [...].

Fonte: Disponível em: < https://revistaeducacao.com.br/2021/05/27/inovar-educacao-blikstein/> Acesso em 04/junho/2021.

Sobre o enunciado “O livro didático foi absorvido pela aula tradicional e pelo sistema escolar [...]" (linha 9) é CORRETO afirmar que

I- “O livro didático” exerce função sintática de sujeito composto.

II- A expressão “foi absorvido” é classificada morfologicamente como forma passiva.

III- “pela aula tradicional e pelo sistema escolar” ocupam a mesma função sintática.

É CORRETO o que se afirma apenas em

 

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Texto 02 – O que é inovar na educação?

É uma enganação acreditar que o ensino digital é uma inovação. O alerta é de Paulo Blikstein, diretor do TLTL (Transformative Learning Technologies Lab) da Universidade Columbia, EUA, o qual acredita que a educação brasileira está sendo conduzida de forma equivocada, principalmente neste ano de Pandemia.

Professor, escritor e pesquisador em novas tecnologias para a educação, Blikstein destaca que na primeira metade do século 20 vendeu-se a ideia de uma grande inovação: o livro didático. O discurso dizia que ele permitia ao aluno estudar no próprio ritmo e não no ritmo da sala de aula, da aula expositiva, que libertaria os alunos das amarras da opressão da sala de aula. E o que aconteceu? O livro didático foi absorvido pela aula tradicional e pelo sistema escolar e virou mais uma ferramenta de ensino. Na opinião dele, a modalidade remota pode ser uma nova forma de fazer a mesma coisa e, muitas vezes, pior [...].

Fonte: Disponível em: < https://revistaeducacao.com.br/2021/05/27/inovar-educacao-blikstein/> Acesso em 04/junho/2021.

Em “a modalidade remota pode ser uma nova forma de fazer a mesma coisa e, muitas vezes, pior. " (linha 10-11), é CORRETO afirmar que

I- o termo “remota” é um atributo que qualifica o núcleo do sujeito.

II- “pode ser uma nova forma [...]" é um enunciado hipotético referendado pela forma verbal.

III- “muitas vezes” é um operador conversacional para introduzir mudança de tópico.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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Texto 02 – O que é inovar na educação?

É uma enganação acreditar que o ensino digital é uma inovação. O alerta é de Paulo Blikstein, diretor do TLTL (Transformative Learning Technologies Lab) da Universidade Columbia, EUA, o qual acredita que a educação brasileira está sendo conduzida de forma equivocada, principalmente neste ano de Pandemia.

Professor, escritor e pesquisador em novas tecnologias para a educação, Blikstein destaca que na primeira metade do século 20 vendeu-se a ideia de uma grande inovação: o livro didático. O discurso dizia que ele permitia ao aluno estudar no próprio ritmo e não no ritmo da sala de aula, da aula expositiva, que libertaria os alunos das amarras da opressão da sala de aula. E o que aconteceu? O livro didático foi absorvido pela aula tradicional e pelo sistema escolar e virou mais uma ferramenta de ensino. Na opinião dele, a modalidade remota pode ser uma nova forma de fazer a mesma coisa e, muitas vezes, pior [...].

Fonte: Disponível em: < https://revistaeducacao.com.br/2021/05/27/inovar-educacao-blikstein/> Acesso em 04/junho/2021.

No primeiro parágrafo, o enunciado “diretor do TLTL (Transformative Learning Technologies Lab) da Universidade Columbia, EUA” funciona sintaticamente como

 

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As diretrizes e bases da educação nacional são estabelecidas pela Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Esta lei prescreve:

 

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O Plano Nacional de Educação é composto por 20 metas e suas respectivas estratégias com vigência de 10 anos, 2014-2024. Sobre o PNE 2014-2024, julgue as assertivas abaixo e responda o que se pede:

I- Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3o (terceiro) ano do ensino fundamental é a Meta 3 do PNE.

II- Assegurar a oferta de educação de jovens e adultos, nas etapas de ensino fundamental e médio, exceto em estabelecimentos penais, assegurando-se formação específica dos professores e das professoras e implementação de diretrizes nacionais em regime de colaboração é a estratégia 9.8, da Meta 9 do PNE.

III- Valorizar os (as) profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos (as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência do PNE 2014-2024, é a Meta 17.

IV- Aperfeiçoar e ampliar os mecanismos de acompanhamento da arrecadação da contribuição social do salário-educação é a estratégia 20.2 da Meta 20 do PNE 2014-2024.

V- Implementar, em caráter complementar, programas de orientação e apoio às famílias, por meio da articulação das áreas de educação, saúde e assistência social, com foco no desenvolvimento integral das crianças de até 5 (cinco) anos de idade é umas das estratégias do PNE 2014-2024.

Está CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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2066304 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

A escola é uma instituição social mister em educação. É a instituição social responsável pela transmissão sistemática de saberes acumulados pela sociedade ao longo dos tempos. Sobre a instituição escola, julgue as assertivas abaixo e responda o que se pede.

I- A participação é o principal recurso para assegurar a gestão democrática na escola, por possibilitar o envolvimento dos profissionais e público atendido nos processos de tomada de decisão e funcionamento da organização escolar.

II- A escola deve ser fonte de apropriação da cultura social pelos que estão em seu interior porque parte da população é excluída do processo de educação formal.

III- A escola, pelas suas características e funções, mantém relação de subordinação absoluta em relação à sociedade, uma vez que ela reflete todos os dilemas sociais.

IV- É consenso a compreensão de que a escola prescinde de orientação política quanto à instrumentalização de sua prática pedagógica.

V- O otimismo adjudica à escola uma missão salvífica, messiânica redentora do desenvolvimento e do progresso social.

Está CORRETO o que se afirma apenas em:

 

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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento lançado em 2018 que promove mudanças na educação básica. Sobre a BNCC, marque a assertiva CORRETA.

 

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2066302 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB

O Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola é um documento norteador dessa instituição. Sobre o PPP, marque (V) para verdadeiro e (F) para falso.

( ) O PPP exige participação dos seguintes representantes da comunidade: padre, pastor e conselheiro tutelar.

( ) O PPP constitui-se em avaliação institucional externa e, através desta, a escola pode avaliar o trabalho que desenvolve e decidir sobre as ações a serem adotadas.

( ) O PPP constitui-se num documento coletivo da escola do qual todos os segmentos escolares devem participar.

( ) A concepção de avaliação da aprendizagem a ser adotada pela escola deve estar prevista no PPP.

( ) O PPP deve acompanhar o cotidiano escolar. Está sempre sujeito a mudanças, por isso deve ser revisado anualmente.

Está CORRETA somente a sequência presente em:

 

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