Foram encontradas 560 questões.
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB
- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
A lei 9394/96 estabelece as diretrizes e bases para a educação nacional. Sobre o prescrito nesta Lei, marque a alternativa CORRETA.
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A respeito do envelhecimento dos sistemas, sabe-se que: “os pacientes idosos frequentemente referem dificuldades de aprendizado e memorização, dificuldades em lembrar nomes e recordações de curto espaço de tempo, embora o declínio cognitivo que ocorre no envelhecimento senescente seja modesto.”. Nesse caso, o sistema mencionado é o:
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Texto 02 – O que é inovar na educação?
É uma enganação acreditar que o ensino digital é uma inovação. O alerta é de Paulo Blikstein, diretor do TLTL (Transformative Learning Technologies Lab) da Universidade Columbia, EUA, o qual acredita que a educação brasileira está sendo conduzida de forma equivocada, principalmente neste ano de Pandemia.
Professor, escritor e pesquisador em novas tecnologias para a educação, Blikstein destaca que na primeira metade do século 20 vendeu-se a ideia de uma grande inovação: o livro didático. O discurso dizia que ele permitia ao aluno estudar no próprio ritmo e não no ritmo da sala de aula, da aula expositiva, que libertaria os alunos das amarras da opressão da sala de aula. E o que aconteceu? O livro didático foi absorvido pela aula tradicional e pelo sistema escolar e virou mais uma ferramenta de ensino. Na opinião dele, a modalidade remota pode ser uma nova forma de fazer a mesma coisa e, muitas vezes, pior [...].
Fonte: Disponível em: < https://revistaeducacao.com.br/2021/05/27/inovar-educacao-blikstein/> Acesso em 04/junho/2021.
No enunciado “O discurso dizia que ele permitia ao aluno estudar no próprio ritmo” é CORRETO afirmar que há uma
I- ambiguidade, tendo em vista haver duplicidade de sentidos.
II- construção linguística em sentido conotativo.
III- produção sintática formada por período composto.
É CORRETO o que se afirma apenas em
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Um dos objetivos da Abordagem Centrada na Pessoa – ACP é facilitar o desenvolvimento do potencial humano sem direcionar seu comportamento, pois a responsabilidade pelo processo de crescimento psicológico somente pode ser exercida pela pessoa. Esta característica significa que a ACP favorece a
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Entre todas as possibilidades restauradoras atuais, o amálgama ainda apresenta uma das melhores relações entre custo, simplicidade técnica e sucesso clínico. E, ainda, é uma realidade no serviço público de saúde. Por essas e outras razões, o amálgama continua como uma boa opção restauradora. Assim, para que seu uso seja bem-sucedido, alguns procedimentos operatórios devem ser seguidos, de forma que se atinjam os objetivos biológicos e mecânicos, principalmente no que concernem os preparos cavitários. Analise as afirmativas abaixo e responda o que se pede.
I- Num preparo cavitário para amálgama, todo esmalte socavado pela remoção da lesão cariosa deve ser removido ou reforçado com materiais adesivos.
II- Nos preparos cavitários para amálgama, os ângulos internos da cavidade devem ser agudos, visto que ângulos arredondados atuam como pontos de concentração de tensões e podem levar à fratura do remanescente dental.
III- As cavidades para amálgama devem ser retentivas ou precisam receber retenções mecânicas adicionais para impedirem o deslocamento do material.
IV- Para que as restaurações em amálgama ofereçam a resistência adequada, estas devem apresentar espessura mínima de 4 mm.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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Em maio de 2021, num determinado posto de combustíveis, o litro da gasolina estava sendo vendido a R$5,40. Nesse mesmo posto, se comparado ao mesmo período de 2020, o litro da gasolina acumulou alta de 45,80%. Qual o valor do litro da gasolina no referido posto em maio de 2020?
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cacimba Dentro-PB
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
A lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O ECA representa um avanço na proteção do grupo social a que se destina. Assinale a assertiva que apresenta CORRETAS prescrições desta lei.
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Texto 01 – O contrário do Amor
O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada. [...]
Fonte: MEDEIROS, Martha. Disponível em: <https://www.pensador.com/textos_de_martha_medeiros > Acesso em 02/junho/2021.
Sobre o primeiro parágrafo do texto é CORRETO afirmar a presença de
I- exemplos de palavras que se opõem semanticamente, logo no início.
II- uma situação comunicativa hipotética, indicada pelo uso da partícula "se", no segundo período.
III- uma exposição imperativa com o objetivo de provocar no leitor uma postura ativa.
É CORRETO o que se afirma em
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Texto 01 – O contrário do Amor
O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada. [...]
Fonte: MEDEIROS, Martha. Disponível em: <https://www.pensador.com/textos_de_martha_medeiros > Acesso em 02/junho/2021.
Da leitura do texto, constata-se que a autora
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Texto 01 – O contrário do Amor
O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada. [...]
Fonte: MEDEIROS, Martha. Disponível em: <https://www.pensador.com/textos_de_martha_medeiros > Acesso em 02/junho/2021.
A leitura do texto “O contrário do amor” provoca
I- a produção de sentidos por parte do leitor, por tratar-se de um discurso argumentativo.
II- uma reflexão crítica por exigir a capacidade de interpretação do leitor.
III- uma atividade de interação na interlocução com o discurso da autora.
É CORRETO o que se afirma em
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