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Considerando o caso clínico de mulher com sintomas do climatério, hemorragias, hemorroidas, ondas de calor e transpiração quente, muita sensibilidade ao toque, intolerância às roupas apertadas na cintura ou na garganta, além de grande loquacidade e transtornos por pesares.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o medicamento indicado.
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A primeira experimentação de Hanheman para o caso de um paciente que apresentava os sintomas de transtornos por perdas de fluídos vitais, especialmente hemorragias, com marcada periodicidade, a cada dois dias; dores de cabeça, como se fosse explodir; rosto pálido e olheiras; dores nas articulações que melhoravam pelo movimento; flatulência excessiva; cólicas periódicas; dores que pioravam pelo toque, mas melhoravam por forte pressão e febre intermitente e periódica, foi:
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Considerando um caso clínico que começa após uma exposição ao ar frio e seco, iniciando com tosse seca e rouquidão, que pioram à noite e de madrugada, em um quarto aquecido. Ao levantar da cama, seu rosto avermelhado, se torna pálido. Tem sede de grandes quantidades de água fria, muita ansiedade, inquietude e medo da morte, predizendo o momento de sua morte.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o medicamento indicado nesse caso.
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Paciente que, após sofrer uma contusão com fratura, ficou nervoso, porque não consegue suportar a dor, além de muito sensível, dizendo que a cama parece muito dura e que não encontra posição para dormir. Dorme enquanto conversamos, mas refere que não está acontecendo nada com ele.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o medicamento indicado nesse quadro agudo.
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Considerando o caso clínico de um paciente com digestão fraca, diarreia, muita flatulência, epistaxe, hemorragia, palidez, suor frio e copioso, hálito frio e rouquidão, e que deseja ser abanado, porque melhora seus sintomas.
Assinale a alternativa correta quanto ao medicamento indicado.
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Estudante de medicina de 21 anos apresenta quadro de diarreia e desidratação. Refere que voltou de viagem no interior da África há 2 dias, onde realizava trabalho missionário. Não há febre ou calafrios, mas relata 15 a 20 evacuações aquosas nas últimas 24 horas. Exames fecais mostram sódio de 104 e potássio de 30; calprotectina e leucócitos fecais são negativos.
Nessa situação, o mecanismo mais provável para a diarreia do paciente é
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Homem de 24 anos é atendido com quadro de sangramento espontâneo do nariz e gengivas. Fora isso, refere se sentir bem e diz ter tido uma infecção do trato respiratório superior 3 semanas antes, para a qual tomou anti-inflamatórios não hormonais por 3 dias. Ele nunca teve sintomas semelhantes no passado e não há história familiar de qualquer diátese hemorrágica. Ao exame físico: nota-se petéquias na mucosa oral. Hemograma mostra: hemoglobina: 14 g/dL; leucócitos: 7.000/mm3; plaquetas 4000/mm3. Os exames de sangue restantes, incluindo testes de função renal e hepática, estão dentro dos limites normais. O esfregaço de sangue periférico mostra hemácias e glóbulos brancos normais e plaquetas diminuídas, embora de tamanho aumentado.
A principal hipótese diagnóstica é
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Mulher de 32 anos de idade apresenta quadro de fadiga e dispneia aos esforços. Ela iniciou sulfametoxazol-trimetoprima para uma infecção do trato urinário há 5 dias. Ao exame físico: hipocorada (3+/4); pressão arterial: 115 x 72 mmHg; frequência cardíaca: 112 bpm. O hemograma revela hemoglobina de 6,0 g/dL e hematócrito de 19%.
O exame com maior chance de revelar o diagnóstico dessa paciente é
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Mulher de 63 anos de idade apresenta quadro de tosse progressiva e dispneia. Ela nega qualquer história de artrite, lesões cutâneas ou queixas oculares. Não há tabagismo ou exposição ocupacional. Ao exame físico: queda do estado geral; afebril; pulso: 90 bpm; frequência respiratória: 32/min; pressão arterial: 119 x 76 mmHg; baqueteamento digital; ausculta pulmonar com crepitações bilaterais (tipo “velcro”). Gasometria arterial em ar ambiente: pH 7,47; PCO2: 32 mmHg; PO2: 60 mmHg. Há queda da saturação arterial de oxigênio ao esforço leve. A pesquisa de tuberculose no escarro é negativa. A radiografia de tórax é mostrada abaixo.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Nessa paciente, o diagnóstico mais provável é
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Mulher de 65 anos, com pancreatite crônica grave, é atendida em consulta de retorno. Ela sofre de dor abdominal diária e recentemente notou que suas fezes ficaram oleosas, com cheiro fétido e flutuam no vaso. O médico da atenção primária recentemente detectou deficiência moderada de vitamina D e ela está tomando suplementação diária.
Em relação ao quadro clínico descrito, é correto afirmar que
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