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Assinalar a alternativa que apresenta uma frase na qual as conjunções ou locuções conjuntivas sublinhadas correspondem ao sentido indicado entre parênteses:
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Na frase “Somos contrários àqueles que exigem uma maior tarifa do transporte.”, o sinal indicativo de crase justifica-se:
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Sobre o preconceito linguístico, assinalar a alternativa CORRETA:
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Sobre a filosofia da linguagem, analisar a sentença abaixo:
O signo é a combinação de duas partes separadas da linguagem, e a conexão entre essas duas partes é arbitrária, ou seja, não é motivada pela natureza da coisa referida (1ª parte). Significado é a parte conceitual ou mental do signo, que representa o conceito associado à palavra (2ª parte). Significante é a parte material ou perceptível do signo, como a sequência de sons, letras ou gestos que compõem uma palavra (3ª parte).
A sentença está:
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Na frase “Ela se posicionou contra a decisão, argumentando em favor de uma abordagem diferente.”, o uso da preposição sublinhada justifica-se:
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A exposição superficial das teorias do Estruturalismo e do Gerativismo-Transformacional pode dar ao professor a impressão de que, ao ensinar as regras de uma variedade dialetal da língua materna, ele deverá, forçosamente, optar pela teoria que lhe parece, à primeira vista, a mais válida. É preciso atentar, porém, para o fato de que ao professor, enquanto tal, não cabe a tarefa de testar uma ou outra teoria, fazendo valer aquela com que mais simpatiza. Ele deve, sim, lançar mão de técnicas que possibilitem o aprendizado de habilidades linguísticas por seus alunos, desenvolvendo sua competência comunicativa. Acrescente-se, ainda, que nenhum modelo teórico forneceu uma descrição completa ou suficientemente eficaz da língua para subsidiar sozinho o ensino da Língua Portuguesa. Entretanto, conforme o objetivo do professor em sala de aula ou dependendo da habilidade linguística que se quer desenvolver, poder-se-á utilizar uma ou mais técnicas, sustentadas por modelos linguísticos diversos, antigos ou mais recentes, e também por orientações da gramática normativa, entendida como as regras sociais para o uso adequado das diferentes variedades da língua. Isso faz com que o uso da variedade culta ou padrão não seja a única forma de boa linguagem, porque a boa linguagem é a que permite a consecução de objetivos comunicacionais em uma situação concreta e específica de interação comunicativa, embora permaneça, pela importância sociocultural da variedade culta e padrão, a necessidade de ensinar e aprender essa variedade, até mesmo por razões de permitir o mais fácil acesso à produção cultural de nossa sociedade, registrada nessa variedade de língua.
(Fonte: Luiz Carlos Travaglia et al. — Adaptado.)
Considerando-se o CORRETO emprego da colocação pronominal, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Ênclise.
(2) Próclise.
(3) Mesóclise.
( ) “Poder-se-á utilizar uma ou mais técnicas”.
( ) “Habilidade linguística que se quer desenvolver”.
( ) “Optar pela teoria que lhe parece, à primeira vista, a mais válida”.
( ) “Acrescente-se, ainda, que nenhum modelo teórico forneceu uma descrição completa”.
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A exposição superficial das teorias do Estruturalismo e do Gerativismo-Transformacional pode dar ao professor a impressão de que, ao ensinar as regras de uma variedade dialetal da língua materna, ele deverá, forçosamente, optar pela teoria que lhe parece, à primeira vista, a mais válida. É preciso atentar, porém, para o fato de que ao professor, enquanto tal, não cabe a tarefa de testar uma ou outra teoria, fazendo valer aquela com que mais simpatiza. Ele deve, sim, lançar mão de técnicas que possibilitem o aprendizado de habilidades linguísticas por seus alunos, desenvolvendo sua competência comunicativa. Acrescente-se, ainda, que nenhum modelo teórico forneceu uma descrição completa ou suficientemente eficaz da língua para subsidiar sozinho o ensino da Língua Portuguesa. Entretanto, conforme o objetivo do professor em sala de aula ou dependendo da habilidade linguística que se quer desenvolver, poder-se-á utilizar uma ou mais técnicas, sustentadas por modelos linguísticos diversos, antigos ou mais recentes, e também por orientações da gramática normativa, entendida como as regras sociais para o uso adequado das diferentes variedades da língua. Isso faz com que o uso da variedade culta ou padrão não seja a única forma de boa linguagem, porque a boa linguagem é a que permite a consecução de objetivos comunicacionais em uma situação concreta e específica de interação comunicativa, embora permaneça, pela importância sociocultural da variedade culta e padrão, a necessidade de ensinar e aprender essa variedade, até mesmo por razões de permitir o mais fácil acesso à produção cultural de nossa sociedade, registrada nessa variedade de língua.
(Fonte: Luiz Carlos Travaglia et al. — Adaptado.)
Quanto à articulação entre as diferentes teorias linguísticas, metodologias e práticas de ensino de língua portuguesa, é CORRETO afirmar que:
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Atende CORRETAMENTE à colocação pronominal a oração da alternativa:
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Sobre o emprego do acento indicativo da crase, considerar o fragmento abaixo e analisar os itens a seguir:
“Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente”.
I. Se substituíssemos “minha frente” por “seguir”, o acento indicativo da crase deveria ser mantido.
II. Caso “minha frente” fosse substituído por “direita”, deveria ser mantido o acento indicativo da crase.
III. Caso substituíssemos “minha” por “nossa”, o acento indicativo da crase deveria ser mantido, pois, em ambos os casos (à minha/à nossa), o emprego da crase é obrigatório.
Está(ão) CORRETO(S):
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Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos destacados, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Em “[...] será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude.”, não há prejuízo em se substituir o termo sublinhado por “o qual”.
( ) Em “Eu estou calmo e ele me traz preocupações, [...]”, não há prejuízo em se substituir a palavra sublinhada por “inquietações”.
( ) Em “[...] e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página.”, não há prejuízo em se substituir a palavra sublinhada por “deslizando”.
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