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2519268 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
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Leia o fragmento abaixo:
Brasil tem hoje 5,2 mil refugiados de 79 nacionalidades
O Brasil abriga hoje 5.208 refugiados, sendo os colombianos e os angolanos quase metade dos estrangeiros com o status. É o que mostram dados atualizados do Comitê Nacional de Refugiados (Conare), do Ministério da Justiça. ...
Os números revelam que os pedidos de refúgio no país têm crescido exponencialmente ao longo dos anos. Em 2013, foram 5.256, ante 566 em 2010. As solicitações aceitas também aumentaram: de 126, em 2010, para 649 no ano passado. ...
Atualmente, há refugiados de 79 nacionalidades vivendo no Brasil. O maior grupo é formado por colombianos: 1.154 no total. Desses, 360 são reassentados, isto é, estrangeiros que conseguiram refúgio em um país e, por alguma circunstância, precisaram migrar para um terceiro. ...
Disponível em http://g1.globo.com/, 24/04/2014, acesso em 17. FEV. 2016 (texto adaptado)
De forma específica, o fragmento acima representa uma rica oportunidade para que o Professor de Geografia desenvolva o seguinte eixo norteador com os alunos do Ensino Fundamental:
 

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Estatuto da Criança e do Adolescente não é cumprido, avaliam especialistas
Em evento da série Diálogos Capitais, o defensor público Giancarlo Vay e o promotor Tiago de Toledo Rodrigues criticam a redução da maioridade penal
Alvo de críticas por parte dos setores que defendem a redução da maioridade penal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não foi mal elaborado, mas é executado de forma defeituosa. O diagnóstico é do defensor público Giancarlo Vay e do promotor Tiago de Toledo Rodrigues, promotor da Vara de Infância e Juventude. (...)
Para Tiago Rodrigues, o ECA é um projeto feito por pessoas de extrema competência, pesquisado por juristas do mundo inteiro, mas aplicado de maneira parcial e equivocada pelo poder público. “Como posso dizer que o projeto é ruim se ele não foi cumprido?", questionou o promotor. "Quem pode concluir pela falência de uma lei que não foi respeitada? Isso seria no mínimo um preconceito legislativo", disse.
Em fevereiro, Rodrigues assinou com outros colegas o texto "A falência da Fundação Casa", no qual fez inúmeras críticas à instituição responsável pelos menores infratores de São Paulo, onde há elevados índices de reincidência, superlotação de unidades, frequentes rebeliões, notícias regulares de torturas, e insalubridade das condições de moradia, entre outros problemas.
Vay também destacou a existência de uma série de violações dentro do processo de socialização do adolescente e lembrou que apenas este é responsabilizado. Com os governantes, que deveriam garantir condições para o desenvolvimento dos adolescentes, nada ocorre. “Infelizmente, [o sistema socioeducativo] serve para docilizar os corpos revoltados que não se adequam às normas sociais impostas", afirmou.
Para Vay, a Proposta de Emenda à Constituição que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos e foi aprovada em primeiro turno pela Câmara "está sendo vendida como uma panaceia para todos os problemas”. Rodrigues lembrou que há um sentimento de insegurança na sociedade e Vay atribuiu parte desse fenômeno a determinados veículos de imprensa.
Segundo o defensor público, há uma “mídia marrom” que veicula cada dia mais reportagens sobre a violência, passando uma impressão de que a criminalidade é ainda maior.
Um argumento muito utilizado pelos setores favoráveis à redução da maioridade penal é de que um jovem de 16 anos possui plena responsabilidade e consciência ao pegar uma arma e praticar um crime. Segundo Tiago Rodrigues, esse questionamento é simplista e trata de forma equivocada sobre o conceito de imputabilidade penal.
“Imputabilidade penal é a capacidade de entender a si mesmo, o mundo que o cerca e ter maturidade para se comportar de acordo com esse entendimento, para refrear seus instintos", diz. "Reduzir a maioridade penal não pode ser admitido, porque entre os 16 e 18 anos não há suficiente maturidade para que o sujeito tenha uma responsabilização na condição de adulto", afirmou."E ele vai sofrer uma sanção, que pode ser, inclusive, de internação."
Vay destacou o fato de que não há relação alguma entre o conceito de imputabilidade penal e a questão da consciência anteriormente indagada. “A proposta da Câmara que propõe reduzir a imputabilidade para somente alguns crimes é meio que esquisita, porque você tem a consciência de compreender a licitude de alguns atos, mas não teria a consciência para compreender de outros atos", diz. "É exatamente por essa razão que eu friso que a questão da imputabilidade penal nada tem a ver com a questão da consciência.”
Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/em-sao-paulo-carta-capital-debate-a-reducao-da-maioridade-penal-1006.html> Acesso em: 18/11/2015
De acordo com o defensor público, a imputabilidade penal e a questão da consciência são assuntos que:
 

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Estatuto da Criança e do Adolescente não é cumprido, avaliam especialistas
Em evento da série Diálogos Capitais, o defensor público Giancarlo Vay e o promotor Tiago de Toledo Rodrigues criticam a redução da maioridade penal
Alvo de críticas por parte dos setores que defendem a redução da maioridade penal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não foi mal elaborado, mas é executado de forma defeituosa. O diagnóstico é do defensor público Giancarlo Vay e do promotor Tiago de Toledo Rodrigues, promotor da Vara de Infância e Juventude. (...)
Para Tiago Rodrigues, o ECA é um projeto feito por pessoas de extrema competência, pesquisado por juristas do mundo inteiro, mas aplicado de maneira parcial e equivocada pelo poder público. “Como posso dizer que o projeto é ruim se ele não foi cumprido?", questionou o promotor. "Quem pode concluir pela falência de uma lei que não foi respeitada? Isso seria no mínimo um preconceito legislativo", disse.
Em fevereiro, Rodrigues assinou com outros colegas o texto "A falência da Fundação Casa", no qual fez inúmeras críticas à instituição responsável pelos menores infratores de São Paulo, onde há elevados índices de reincidência, superlotação de unidades, frequentes rebeliões, notícias regulares de torturas, e insalubridade das condições de moradia, entre outros problemas.
Vay também destacou a existência de uma série de violações dentro do processo de socialização do adolescente e lembrou que apenas este é responsabilizado. Com os governantes, que deveriam garantir condições para o desenvolvimento dos adolescentes, nada ocorre. “Infelizmente, [o sistema socioeducativo] serve para docilizar os corpos revoltados que não se adequam às normas sociais impostas", afirmou.
Para Vay, a Proposta de Emenda à Constituição que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos e foi aprovada em primeiro turno pela Câmara "está sendo vendida como uma panaceia para todos os problemas”. Rodrigues lembrou que há um sentimento de insegurança na sociedade e Vay atribuiu parte desse fenômeno a determinados veículos de imprensa.
Segundo o defensor público, há uma “mídia marrom” que veicula cada dia mais reportagens sobre a violência, passando uma impressão de que a criminalidade é ainda maior.
Um argumento muito utilizado pelos setores favoráveis à redução da maioridade penal é de que um jovem de 16 anos possui plena responsabilidade e consciência ao pegar uma arma e praticar um crime. Segundo Tiago Rodrigues, esse questionamento é simplista e trata de forma equivocada sobre o conceito de imputabilidade penal.
“Imputabilidade penal é a capacidade de entender a si mesmo, o mundo que o cerca e ter maturidade para se comportar de acordo com esse entendimento, para refrear seus instintos", diz. "Reduzir a maioridade penal não pode ser admitido, porque entre os 16 e 18 anos não há suficiente maturidade para que o sujeito tenha uma responsabilização na condição de adulto", afirmou."E ele vai sofrer uma sanção, que pode ser, inclusive, de internação."
Vay destacou o fato de que não há relação alguma entre o conceito de imputabilidade penal e a questão da consciência anteriormente indagada. “A proposta da Câmara que propõe reduzir a imputabilidade para somente alguns crimes é meio que esquisita, porque você tem a consciência de compreender a licitude de alguns atos, mas não teria a consciência para compreender de outros atos", diz. "É exatamente por essa razão que eu friso que a questão da imputabilidade penal nada tem a ver com a questão da consciência.”
Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/dialogos-capitais/em-sao-paulo-carta-capital-debate-a-reducao-da-maioridade-penal-1006.html> Acesso em: 18/11/2015
Leia:
“(...) Vay também destacou a existência de uma série de violações dentro do processo de socialização do adolescente e lembrou que apenas este é responsabilizado. (...)”
As palavras destacadas são classificadas morfologicamente como:
 

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2518696 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
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The Joy of Reading Leaves Men on the Shelf.
When it comes to reading habits, women are chapters ahead of men, a survey reveals today. The study of what Britons read - and when - found that 35 per cent of men had not read a book for pleasure for five years or more, compared to only one in five women.
The Book Marketing Ltd survey also reveals that while 47 per cent of women claimed to have finished a book in the previous fortnight, only 30 per cent of men could say the same. Reading habits differ markedly with age, according to the survey, reported in the latest issue of Cultural Trends, from the Policy Studies Institute. While only 18 per cent of those aged 15 to 24 had read a book in the week before they were questioned, the figure for people aged between 25 and 34 was 21 per cent, and 41 per cent for those over 55.
Cookery books, with many titles linked to television series to the fore, are the most popular type of book bought, although romantic fiction and puzzle books have the biggest volume of sales.
For example, culinary titles were bought by 21 per cent of those who purchased a book compared to 18 per cent who bought a crime story or thriller, 12 per cent who bought a romantic novel and 7 per cent who bought a work of 20th-century fiction. A quick look around London book stores yesterday bore out some of the findings, with a range of cooking books, romantic works and thrillers among the most popular. Also selling well are "trophy" books such as Richard Dawkins' The Selfish Gene; titles which look good on the bookcase but which tend to be more purchased than read.
The finding that women are greater readers than men was supported by a quick survey of book buyers by The Independent. "I think it's because women are continually trying to change and improve themselves, and are more flexible and open to new experiences," Liz Kay, a curator at the Tate Gallery, said. Tamsin Summerson, 22, said she was aware of the difference among her friends. "If you ask a man what book they've just read they're likely to have forgotten or they will change the subject. With a woman you're more likely to get into a lengthy discussion about it."
But whichever sex you are, it is getting harder to be well-read. The number of books published has risen steadily in recent years, from just under 55,000 in 1987 to just over 95,000 today. Book prices have risen from an average of pounds 7.93 for a novel in 1991 compared with 8.99 today. Consumer spending on books has jumped, from pounds 755 million in 1985 to pounds 1,673 million.
Source: ( Independent: Marianne Macdonald and Michael Streeter , Wednesday 1 January 1997)
Choose the option that completes the blanks CORRECTLY.
I. You to study much more to pass the examination.
II. Sally play the guitar very well.
III. I think you go to a doctor. You are pale.
IV. He to travel around the world when he was young.
V. Peter speak Chinese when he was a child.
 

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Marque a alternativa CORRETA.
Numa proposta de avaliação formativa
 

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2518642 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
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Em 2003, foi instituída a Política Nacional de Humanização (PNH) para efetivar os princípios do SUS no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre gestores, trabalhadores e usuários.
A Política Nacional de Humanização (PNH), na prática, busca os seguintes resultados, EXCETO:
 

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2518604 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
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Por que o Brasil não se fragmentou e manteve a unidade territorial que vinha dos tempos da Colônia? As rebeliões provinciais e as incertezas sobre a forma de organizar o poder central indicam que a unidade do país não estava garantida, ao ser proclamada a Independência.
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2010. p. 183.
O Brasil, diferente das colônias da América Espanhola, manteve a unidade territorial após a independência. Uma resposta para o questionamento apresentado no texto, do historiador Boris Fausto, está apresentada CORRETAMENTE na seguinte alternativa:
 

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2518591 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
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Um projeto arquitetônico está na escala 1:20, sendo assim, 5 metros representam:
 

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Leia as afirmativas abaixo:
Afirmativa 1: A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade.
Afirmativa 2: A educação visa ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Sobre essas duas afirmativas, é CORRETO afirmar que:
 

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2518013 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FGR
Orgão: Pref. Conceição Mato Dentro-MG
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Para desenvolvimento temático sobre aspectos demográficos, o Professor de Geografia apresentou aos seus alunos o seguinte recorte jornalístico:
VILAREJO ITALIANO COMEMORA NASCIMENTO DE
1º BEBÊ APÓS 28 ANOS
Uma pequena cidade no norte da Itália está comemorando um feito inédito: o nascimento do primeiro bebê desde a década de 80.
O prefeito de Ostana, localizada nas montanhas da região do Piemonte, diz que o bebê é um "sonho que se tornou realidade" para a comunidade, que tem visto sua população cair gradativamente nos últimos 100 anos.
...
O prefeito da cidade, Giacomo Lombardo, diz que a população começou a cair gradativamente após a 2ª Guerra Mundial. Em 1900, a cidade tinha mil habitantes.
"A queda se aprofundou em 1975. Só tivemos 17 nascimentos entre 1976 e 1987, quando o último bebê nasceu. Até vir Pablo", diz ele.
Disponível em http://www.bbc.com/portuguese, 13/02/2016, acesso em 15. FEV.2016 (texto adaptado).
Tendo o recorte acima como aporte pedagógico, o Professor de Geografia deverá conduzir os alunos ao seguinte raciocínio geográfico:
 

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