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3478491 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
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Governo Federal e Banco Central irão monitorar endividamento dos brasileiros com apostas

Por Matheus Schuch

Preocupado com o que considera uma “pandemia” de apostas online, o Ministério da

Fazenda está elaborando junto ao Banco Central (BC) um mecanismo para monitorar o

endividamento das famílias brasileiras com as “bets” e outros tipos de jogos. A partir da

regulamentação do setor, que entra em vigor integralmente no ano que vem, o governo quer ter

dados precisos sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com apostas. Além disso,

também discute iniciativas na área da saúde.

A regulamentação impõe uma série de regras às empresas, e um dos objetivos é evitar

estímulos que gerem dependência psicológica. Além de proibir o uso de cartão de crédito e outros

mecanismos para jogar “fiado”, o governo obrigará as empresas a monitorarem excesso de

gastos e de tempo de tela.

A falta de regras para o setor é apontada pela Fazenda como um dos principais motivos

para o mau uso dos jogos. Uma lei aprovada em 2018 permitiu a operação das bets, mas até o

ano passado não havia qualquer regulamentação.

— O Banco Central está criando trilhas onde você consegue, por meio de acompanhamento

e pesquisa com as pessoas, identificar se a porta de saída deste dinheiro tem sido, por exemplo,

as apostas. Com isso, teremos clareza muito maior e mais confiável se o endividamento tem

relação com as apostas e se isso está vazando para outros setores econômicos — explica o titular

da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena.

O secretário diz que levantamentos feitos recentemente por bancos e outras instituições

sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com os jogos foram analisados na Fazenda e

mostram, de fato, casos graves de dependência. Os estudos geraram um alerta no governo.

Dudena pondera, contudo, que justamente por ainda não ser um mercado 100% regulado, os

números precisam ser vistos com ressalvas.

A partir de 1º de janeiro de 2025, somente empresas autorizadas poderão funcionar no país.

Até agora, o governo recebeu 120 pedidos de cadastro. Além de uma outorga de R$ 30 milhões,

cada empresa precisa apresentar em torno de cem documentos para avaliação e assina

compromisso com as regras definidas em lei.

A Fazenda estima arrecadar R$ 3,4 bilhões em 2024 com a regularização das bets. A

intenção é utilizar parte do acréscimo da receita no financiamento de políticas públicas que

desestimulem o vício em jogos. O Ministério da Saúde está envolvido em discussões para

promoção de campanhas informativas sobre os riscos da dependência, além da preparação de

profissionais da saúde para lidarem com a situação.

Para Dudena, o descontrole está ligado à demora para regulamentação. Isso deu margem

para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes. O

modelo aplicado no Brasil se baseia em experiências de países que já criaram regras há muitos

anos.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2024/09/governo-federal-e-bancocentral-irao-monitorar-endividamento-dos-brasileiros-com-apostas-cm1av7g8a00yo0133fly0xdud.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o trecho “Isso deu margem para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes”, retirado do texto, analise as perguntas abaixo a respeito das classes gramaticais:

• Qual é a classe gramatical do vocábulo “Isso”? • É correto afirmar que os vocábulos “para” e “de” são conjunções? • É correto afirmar que o trecho apresenta dois verbos?

Assinale a alternativa que contém, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.

 

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3478490 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
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Governo Federal e Banco Central irão monitorar endividamento dos brasileiros com apostas

Por Matheus Schuch

Preocupado com o que considera uma “pandemia” de apostas online, o Ministério da

Fazenda está elaborando junto ao Banco Central (BC) um mecanismo para monitorar o

endividamento das famílias brasileiras com as “bets” e outros tipos de jogos. A partir da

regulamentação do setor, que entra em vigor integralmente no ano que vem, o governo quer ter

dados precisos sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com apostas. Além disso,

também discute iniciativas na área da saúde.

A regulamentação impõe uma série de regras às empresas, e um dos objetivos é evitar

estímulos que gerem dependência psicológica. Além de proibir o uso de cartão de crédito e outros

mecanismos para jogar “fiado”, o governo obrigará as empresas a monitorarem excesso de

gastos e de tempo de tela.

A falta de regras para o setor é apontada pela Fazenda como um dos principais motivos

para o mau uso dos jogos. Uma lei aprovada em 2018 permitiu a operação das bets, mas até o

ano passado não havia qualquer regulamentação.

— O Banco Central está criando trilhas onde você consegue, por meio de acompanhamento

e pesquisa com as pessoas, identificar se a porta de saída deste dinheiro tem sido, por exemplo,

as apostas. Com isso, teremos clareza muito maior e mais confiável se o endividamento tem

relação com as apostas e se isso está vazando para outros setores econômicos — explica o titular

da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena.

O secretário diz que levantamentos feitos recentemente por bancos e outras instituições

sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com os jogos foram analisados na Fazenda e

mostram, de fato, casos graves de dependência. Os estudos geraram um alerta no governo.

Dudena pondera, contudo, que justamente por ainda não ser um mercado 100% regulado, os

números precisam ser vistos com ressalvas.

A partir de 1º de janeiro de 2025, somente empresas autorizadas poderão funcionar no país.

Até agora, o governo recebeu 120 pedidos de cadastro. Além de uma outorga de R$ 30 milhões,

cada empresa precisa apresentar em torno de cem documentos para avaliação e assina

compromisso com as regras definidas em lei.

A Fazenda estima arrecadar R$ 3,4 bilhões em 2024 com a regularização das bets. A

intenção é utilizar parte do acréscimo da receita no financiamento de políticas públicas que

desestimulem o vício em jogos. O Ministério da Saúde está envolvido em discussões para

promoção de campanhas informativas sobre os riscos da dependência, além da preparação de

profissionais da saúde para lidarem com a situação.

Para Dudena, o descontrole está ligado à demora para regulamentação. Isso deu margem

para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes. O

modelo aplicado no Brasil se baseia em experiências de países que já criaram regras há muitos

anos.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2024/09/governo-federal-e-bancocentral-irao-monitorar-endividamento-dos-brasileiros-com-apostas-cm1av7g8a00yo0133fly0xdud.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base no fragmento “Com isso, teremos clareza muito maior e mais confiável se o endividamento tem relação com as apostas e se isso está vazando para outros setores econômicos”, retirado do texto, em relação à análise morfológica, o vocábulo “muito” é classificado como _________, assim como o termo _________. Ademais, o fragmento apresenta a palavra _________, que é classificada como pronome indefinido.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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3478489 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
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Governo Federal e Banco Central irão monitorar endividamento dos brasileiros com apostas

Por Matheus Schuch

Preocupado com o que considera uma “pandemia” de apostas online, o Ministério da

Fazenda está elaborando junto ao Banco Central (BC) um mecanismo para monitorar o

endividamento das famílias brasileiras com as “bets” e outros tipos de jogos. A partir da

regulamentação do setor, que entra em vigor integralmente no ano que vem, o governo quer ter

dados precisos sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com apostas. Além disso,

também discute iniciativas na área da saúde.

A regulamentação impõe uma série de regras às empresas, e um dos objetivos é evitar

estímulos que gerem dependência psicológica. Além de proibir o uso de cartão de crédito e outros

mecanismos para jogar “fiado”, o governo obrigará as empresas a monitorarem excesso de

gastos e de tempo de tela.

A falta de regras para o setor é apontada pela Fazenda como um dos principais motivos

para o mau uso dos jogos. Uma lei aprovada em 2018 permitiu a operação das bets, mas até o

ano passado não havia qualquer regulamentação.

— O Banco Central está criando trilhas onde você consegue, por meio de acompanhamento

e pesquisa com as pessoas, identificar se a porta de saída deste dinheiro tem sido, por exemplo,

as apostas. Com isso, teremos clareza muito maior e mais confiável se o endividamento tem

relação com as apostas e se isso está vazando para outros setores econômicos — explica o titular

da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena.

O secretário diz que levantamentos feitos recentemente por bancos e outras instituições

sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com os jogos foram analisados na Fazenda e

mostram, de fato, casos graves de dependência. Os estudos geraram um alerta no governo.

Dudena pondera, contudo, que justamente por ainda não ser um mercado 100% regulado, os

números precisam ser vistos com ressalvas.

A partir de 1º de janeiro de 2025, somente empresas autorizadas poderão funcionar no país.

Até agora, o governo recebeu 120 pedidos de cadastro. Além de uma outorga de R$ 30 milhões,

cada empresa precisa apresentar em torno de cem documentos para avaliação e assina

compromisso com as regras definidas em lei.

A Fazenda estima arrecadar R$ 3,4 bilhões em 2024 com a regularização das bets. A

intenção é utilizar parte do acréscimo da receita no financiamento de políticas públicas que

desestimulem o vício em jogos. O Ministério da Saúde está envolvido em discussões para

promoção de campanhas informativas sobre os riscos da dependência, além da preparação de

profissionais da saúde para lidarem com a situação.

Para Dudena, o descontrole está ligado à demora para regulamentação. Isso deu margem

para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes. O

modelo aplicado no Brasil se baseia em experiências de países que já criaram regras há muitos

anos.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2024/09/governo-federal-e-bancocentral-irao-monitorar-endividamento-dos-brasileiros-com-apostas-cm1av7g8a00yo0133fly0xdud.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação aos recursos coesivos em destaque no texto, analise as perguntas abaixo:

• Qual é a relação de sentido criada pela expressão “Além disso” (l. 05) ao conectar duas orações no

texto?

• É correto afirmar que a conjunção “mas” (l. 12) expressa um sentido de oposição entre as duas

orações?

• É correto afirmar que a conjunção “e” (l. 19) está conectando duas orações?

Assinale a alternativa que contém, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.

 

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3478488 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Governo Federal e Banco Central irão monitorar endividamento dos brasileiros com apostas

Por Matheus Schuch

Preocupado com o que considera uma “pandemia” de apostas online, o Ministério da

Fazenda está elaborando junto ao Banco Central (BC) um mecanismo para monitorar o

endividamento das famílias brasileiras com as “bets” e outros tipos de jogos. A partir da

regulamentação do setor, que entra em vigor integralmente no ano que vem, o governo quer ter

dados precisos sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com apostas. Além disso,

também discute iniciativas na área da saúde.

A regulamentação impõe uma série de regras às empresas, e um dos objetivos é evitar

estímulos que gerem dependência psicológica. Além de proibir o uso de cartão de crédito e outros

mecanismos para jogar “fiado”, o governo obrigará as empresas a monitorarem excesso de

gastos e de tempo de tela.

A falta de regras para o setor é apontada pela Fazenda como um dos principais motivos

para o mau uso dos jogos. Uma lei aprovada em 2018 permitiu a operação das bets, mas até o

ano passado não havia qualquer regulamentação.

— O Banco Central está criando trilhas onde você consegue, por meio de acompanhamento

e pesquisa com as pessoas, identificar se a porta de saída deste dinheiro tem sido, por exemplo,

as apostas. Com isso, teremos clareza muito maior e mais confiável se o endividamento tem

relação com as apostas e se isso está vazando para outros setores econômicos — explica o titular

da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena.

O secretário diz que levantamentos feitos recentemente por bancos e outras instituições

sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com os jogos foram analisados na Fazenda e

mostram, de fato, casos graves de dependência. Os estudos geraram um alerta no governo.

Dudena pondera, contudo, que justamente por ainda não ser um mercado 100% regulado, os

números precisam ser vistos com ressalvas.

A partir de 1º de janeiro de 2025, somente empresas autorizadas poderão funcionar no país.

Até agora, o governo recebeu 120 pedidos de cadastro. Além de uma outorga de R$ 30 milhões,

cada empresa precisa apresentar em torno de cem documentos para avaliação e assina

compromisso com as regras definidas em lei.

A Fazenda estima arrecadar R$ 3,4 bilhões em 2024 com a regularização das bets. A

intenção é utilizar parte do acréscimo da receita no financiamento de políticas públicas que

desestimulem o vício em jogos. O Ministério da Saúde está envolvido em discussões para

promoção de campanhas informativas sobre os riscos da dependência, além da preparação de

profissionais da saúde para lidarem com a situação.

Para Dudena, o descontrole está ligado à demora para regulamentação. Isso deu margem

para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes. O

modelo aplicado no Brasil se baseia em experiências de países que já criaram regras há muitos

anos.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2024/09/governo-federal-e-bancocentral-irao-monitorar-endividamento-dos-brasileiros-com-apostas-cm1av7g8a00yo0133fly0xdud.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

No tocante às palavras utilizadas no texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O vocábulo “iniciativas” (l. 06) poderia ser substituído por “ações”, sem alteração de sentido no texto.
( ) O termo “pandemia” (l. 01) se refere à disseminação controlada de um fenômeno; no contexto do texto, as apostas online.
( ) O vocábulo “fiado” (l. 09) indica a prática de jogar com pagamento imediato.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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3478487 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
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Governo Federal e Banco Central irão monitorar endividamento dos brasileiros com apostas

Por Matheus Schuch

Preocupado com o que considera uma “pandemia” de apostas online, o Ministério da

Fazenda está elaborando junto ao Banco Central (BC) um mecanismo para monitorar o

endividamento das famílias brasileiras com as “bets” e outros tipos de jogos. A partir da

regulamentação do setor, que entra em vigor integralmente no ano que vem, o governo quer ter

dados precisos sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com apostas. Além disso,

também discute iniciativas na área da saúde.

A regulamentação impõe uma série de regras às empresas, e um dos objetivos é evitar

estímulos que gerem dependência psicológica. Além de proibir o uso de cartão de crédito e outros

mecanismos para jogar “fiado”, o governo obrigará as empresas a monitorarem excesso de

gastos e de tempo de tela.

A falta de regras para o setor é apontada pela Fazenda como um dos principais motivos

para o mau uso dos jogos. Uma lei aprovada em 2018 permitiu a operação das bets, mas até o

ano passado não havia qualquer regulamentação.

— O Banco Central está criando trilhas onde você consegue, por meio de acompanhamento

e pesquisa com as pessoas, identificar se a porta de saída deste dinheiro tem sido, por exemplo,

as apostas. Com isso, teremos clareza muito maior e mais confiável se o endividamento tem

relação com as apostas e se isso está vazando para outros setores econômicos — explica o titular

da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena.

O secretário diz que levantamentos feitos recentemente por bancos e outras instituições

sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com os jogos foram analisados na Fazenda e

mostram, de fato, casos graves de dependência. Os estudos geraram um alerta no governo.

Dudena pondera, contudo, que justamente por ainda não ser um mercado 100% regulado, os

números precisam ser vistos com ressalvas.

A partir de 1º de janeiro de 2025, somente empresas autorizadas poderão funcionar no país.

Até agora, o governo recebeu 120 pedidos de cadastro. Além de uma outorga de R$ 30 milhões,

cada empresa precisa apresentar em torno de cem documentos para avaliação e assina

compromisso com as regras definidas em lei.

A Fazenda estima arrecadar R$ 3,4 bilhões em 2024 com a regularização das bets. A

intenção é utilizar parte do acréscimo da receita no financiamento de políticas públicas que

desestimulem o vício em jogos. O Ministério da Saúde está envolvido em discussões para

promoção de campanhas informativas sobre os riscos da dependência, além da preparação de

profissionais da saúde para lidarem com a situação.

Para Dudena, o descontrole está ligado à demora para regulamentação. Isso deu margem

para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes. O

modelo aplicado no Brasil se baseia em experiências de países que já criaram regras há muitos

anos.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2024/09/governo-federal-e-bancocentral-irao-monitorar-endividamento-dos-brasileiros-com-apostas-cm1av7g8a00yo0133fly0xdud.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:

I. Em relação aos valores arrecados com a regularização das apostas, a Fazenda tem a intenção de destinar integralmente a receita à preparação de profissionais da saúde no combate à dependência em bets.
PORQUE
II. Atualmente, o Ministério da Saúde não está envolvido em nenhuma ação cujo objetivo seja promover campanhas informativas relacionadas aos riscos da dependência em jogos de apostas.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
 

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3478486 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
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Governo Federal e Banco Central irão monitorar endividamento dos brasileiros com apostas

Por Matheus Schuch

Preocupado com o que considera uma “pandemia” de apostas online, o Ministério da

Fazenda está elaborando junto ao Banco Central (BC) um mecanismo para monitorar o

endividamento das famílias brasileiras com as “bets” e outros tipos de jogos. A partir da

regulamentação do setor, que entra em vigor integralmente no ano que vem, o governo quer ter

dados precisos sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com apostas. Além disso,

também discute iniciativas na área da saúde.

A regulamentação impõe uma série de regras às empresas, e um dos objetivos é evitar

estímulos que gerem dependência psicológica. Além de proibir o uso de cartão de crédito e outros

mecanismos para jogar “fiado”, o governo obrigará as empresas a monitorarem excesso de

gastos e de tempo de tela.

A falta de regras para o setor é apontada pela Fazenda como um dos principais motivos

para o mau uso dos jogos. Uma lei aprovada em 2018 permitiu a operação das bets, mas até o

ano passado não havia qualquer regulamentação.

— O Banco Central está criando trilhas onde você consegue, por meio de acompanhamento

e pesquisa com as pessoas, identificar se a porta de saída deste dinheiro tem sido, por exemplo,

as apostas. Com isso, teremos clareza muito maior e mais confiável se o endividamento tem

relação com as apostas e se isso está vazando para outros setores econômicos — explica o titular

da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena.

O secretário diz que levantamentos feitos recentemente por bancos e outras instituições

sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com os jogos foram analisados na Fazenda e

mostram, de fato, casos graves de dependência. Os estudos geraram um alerta no governo.

Dudena pondera, contudo, que justamente por ainda não ser um mercado 100% regulado, os

números precisam ser vistos com ressalvas.

A partir de 1º de janeiro de 2025, somente empresas autorizadas poderão funcionar no país.

Até agora, o governo recebeu 120 pedidos de cadastro. Além de uma outorga de R$ 30 milhões,

cada empresa precisa apresentar em torno de cem documentos para avaliação e assina

compromisso com as regras definidas em lei.

A Fazenda estima arrecadar R$ 3,4 bilhões em 2024 com a regularização das bets. A

intenção é utilizar parte do acréscimo da receita no financiamento de políticas públicas que

desestimulem o vício em jogos. O Ministério da Saúde está envolvido em discussões para

promoção de campanhas informativas sobre os riscos da dependência, além da preparação de

profissionais da saúde para lidarem com a situação.

Para Dudena, o descontrole está ligado à demora para regulamentação. Isso deu margem

para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes. O

modelo aplicado no Brasil se baseia em experiências de países que já criaram regras há muitos

anos.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2024/09/governo-federal-e-bancocentral-irao-monitorar-endividamento-dos-brasileiros-com-apostas-cm1av7g8a00yo0133fly0xdud.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o significado do termo “pandemia”, localizado na linha 01, infere-se predominantemente que a realização de apostas online é vista pelo Ministério da Fazenda como:
 

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3478485 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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Governo Federal e Banco Central irão monitorar endividamento dos brasileiros com apostas

Por Matheus Schuch

Preocupado com o que considera uma “pandemia” de apostas online, o Ministério da

Fazenda está elaborando junto ao Banco Central (BC) um mecanismo para monitorar o

endividamento das famílias brasileiras com as “bets” e outros tipos de jogos. A partir da

regulamentação do setor, que entra em vigor integralmente no ano que vem, o governo quer ter

dados precisos sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com apostas. Além disso,

também discute iniciativas na área da saúde.

A regulamentação impõe uma série de regras às empresas, e um dos objetivos é evitar

estímulos que gerem dependência psicológica. Além de proibir o uso de cartão de crédito e outros

mecanismos para jogar “fiado”, o governo obrigará as empresas a monitorarem excesso de

gastos e de tempo de tela.

A falta de regras para o setor é apontada pela Fazenda como um dos principais motivos

para o mau uso dos jogos. Uma lei aprovada em 2018 permitiu a operação das bets, mas até o

ano passado não havia qualquer regulamentação.

— O Banco Central está criando trilhas onde você consegue, por meio de acompanhamento

e pesquisa com as pessoas, identificar se a porta de saída deste dinheiro tem sido, por exemplo,

as apostas. Com isso, teremos clareza muito maior e mais confiável se o endividamento tem

relação com as apostas e se isso está vazando para outros setores econômicos — explica o titular

da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena.

O secretário diz que levantamentos feitos recentemente por bancos e outras instituições

sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com os jogos foram analisados na Fazenda e

mostram, de fato, casos graves de dependência. Os estudos geraram um alerta no governo.

Dudena pondera, contudo, que justamente por ainda não ser um mercado 100% regulado, os

números precisam ser vistos com ressalvas.

A partir de 1º de janeiro de 2025, somente empresas autorizadas poderão funcionar no país.

Até agora, o governo recebeu 120 pedidos de cadastro. Além de uma outorga de R$ 30 milhões,

cada empresa precisa apresentar em torno de cem documentos para avaliação e assina

compromisso com as regras definidas em lei.

A Fazenda estima arrecadar R$ 3,4 bilhões em 2024 com a regularização das bets. A

intenção é utilizar parte do acréscimo da receita no financiamento de políticas públicas que

desestimulem o vício em jogos. O Ministério da Saúde está envolvido em discussões para

promoção de campanhas informativas sobre os riscos da dependência, além da preparação de

profissionais da saúde para lidarem com a situação.

Para Dudena, o descontrole está ligado à demora para regulamentação. Isso deu margem

para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes. O

modelo aplicado no Brasil se baseia em experiências de países que já criaram regras há muitos

anos.

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2024/09/governo-federal-e-bancocentral-irao-monitorar-endividamento-dos-brasileiros-com-apostas-cm1av7g8a00yo0133fly0xdud.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. O Banco Central terá como principal função impor punições às famílias que comprometerem suas rendas com apostas.
II. A regulamentação permitirá o uso de cartões de crédito como forma de pagamento nas apostas online, facilitando o controle dos gastos dos apostadores.
III. A partir da regulamentação do setor, o governo exigirá que as empresas de apostas monitorem o tempo de tela e o excesso de gastos dos usuários como medidas para evitar dependência psicológica, por exemplo.

Quais estão corretas?
 

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3478484 Ano: 2024
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
Conforme a legislação, são alguns dos pré-requisitos para um condutor se candidatar à habilitação para conduzir veículos da categoria E:

I. Ser maior de 21 anos.
II. Estar habilitado no mínimo há 1 ano na categoria “C” ou “D”.
III. Não ser reincidente em infrações gravíssimas durante os últimos 12 meses.

Quais estão corretos?
 

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Questão presente nas seguintes provas
3478483 Ano: 2024
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
Conforme o Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, Sinalização Horizontal, do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN, 2022), em relação ao padrão de cores, assinale a alternativa que apresenta a correta utilização da sinalização horizontal quanto à cor.
 

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3478482 Ano: 2024
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
Conforme os manuais de sinalização viária e o CTB, ao deparar-se com uma sinalização horizontal em linha contínua amarela separando fluxos opostos de tráfego, o condutor:
 

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