Foram encontradas 770 questões.
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
( ) Instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente, proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida, independentemente da dominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos.
( ) Estabelecer limitações de tráfego de pessoas ou bens, por meios de tributos, ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público.
( ) Utilizar tributos com efeito de confisco.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
I. Cessar a licença que houver concedido ao estabelecimento que se tornar prejudicial à saúde, à higiene, ao sossego, à segurança ou aos bons costumes, fazendo cessar a atividade ou determinando o fechamento do estabelecimento, mediante meticulosa apuração dos fatos.
II. Adquirir bens, exceto mediante desapropriação.
III. Regulamentar a utilização dos logradouros públicos, especialmente no perímetro urbano.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Cruz Alta-RS
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Governo Federal e Banco Central irão monitorar endividamento dos brasileiros com apostas
Por Matheus Schuch
Preocupado com o que considera uma “pandemia” de apostas online, o Ministério da
Fazenda está elaborando junto ao Banco Central (BC) um mecanismo para monitorar o
endividamento das famílias brasileiras com as “bets” e outros tipos de jogos. A partir da
regulamentação do setor, que entra em vigor integralmente no ano que vem, o governo quer ter
dados precisos sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com apostas. Além disso,
também discute iniciativas na área da saúde.
A regulamentação impõe uma série de regras às empresas, e um dos objetivos é evitar
estímulos que gerem dependência psicológica. Além de proibir o uso de cartão de crédito e outros
mecanismos para jogar “fiado”, o governo obrigará as empresas a monitorarem excesso de
gastos e de tempo de tela.
A falta de regras para o setor é apontada pela Fazenda como um dos principais motivos
para o mau uso dos jogos. Uma lei aprovada em 2018 permitiu a operação das bets, mas até o
ano passado não havia qualquer regulamentação.
— O Banco Central está criando trilhas onde você consegue, por meio de acompanhamento
e pesquisa com as pessoas, identificar se a porta de saída deste dinheiro tem sido, por exemplo,
as apostas. Com isso, teremos clareza muito maior e mais confiável se o endividamento tem
relação com as apostas e se isso está vazando para outros setores econômicos — explica o titular
da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena.
O secretário diz que levantamentos feitos recentemente por bancos e outras instituições
sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com os jogos foram analisados na Fazenda e
mostram, de fato, casos graves de dependência. Os estudos geraram um alerta no governo.
Dudena pondera, contudo, que justamente por ainda não ser um mercado 100% regulado, os
números precisam ser vistos com ressalvas.
A partir de 1º de janeiro de 2025, somente empresas autorizadas poderão funcionar no país.
Até agora, o governo recebeu 120 pedidos de cadastro. Além de uma outorga de R$ 30 milhões,
cada empresa precisa apresentar em torno de cem documentos para avaliação e assina
compromisso com as regras definidas em lei.
A Fazenda estima arrecadar R$ 3,4 bilhões em 2024 com a regularização das bets. A
intenção é utilizar parte do acréscimo da receita no financiamento de políticas públicas que
desestimulem o vício em jogos. O Ministério da Saúde está envolvido em discussões para
promoção de campanhas informativas sobre os riscos da dependência, além da preparação de
profissionais da saúde para lidarem com a situação.
Para Dudena, o descontrole está ligado à demora para regulamentação. Isso deu margem
para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes. O
modelo aplicado no Brasil se baseia em experiências de países que já criaram regras há muitos
anos.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2024/09/governo-federal-e-bancocentral-irao-monitorar-endividamento-dos-brasileiros-com-apostas-cm1av7g8a00yo0133fly0xdud.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Governo Federal e Banco Central irão monitorar endividamento dos brasileiros com apostas
Por Matheus Schuch
Preocupado com o que considera uma “pandemia” de apostas online, o Ministério da
Fazenda está elaborando junto ao Banco Central (BC) um mecanismo para monitorar o
endividamento das famílias brasileiras com as “bets” e outros tipos de jogos. A partir da
regulamentação do setor, que entra em vigor integralmente no ano que vem, o governo quer ter
dados precisos sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com apostas. Além disso,
também discute iniciativas na área da saúde.
A regulamentação impõe uma série de regras às empresas, e um dos objetivos é evitar
estímulos que gerem dependência psicológica. Além de proibir o uso de cartão de crédito e outros
mecanismos para jogar “fiado”, o governo obrigará as empresas a monitorarem excesso de
gastos e de tempo de tela.
A falta de regras para o setor é apontada pela Fazenda como um dos principais motivos
para o mau uso dos jogos. Uma lei aprovada em 2018 permitiu a operação das bets, mas até o
ano passado não havia qualquer regulamentação.
— O Banco Central está criando trilhas onde você consegue, por meio de acompanhamento
e pesquisa com as pessoas, identificar se a porta de saída deste dinheiro tem sido, por exemplo,
as apostas. Com isso, teremos clareza muito maior e mais confiável se o endividamento tem
relação com as apostas e se isso está vazando para outros setores econômicos — explica o titular
da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena.
O secretário diz que levantamentos feitos recentemente por bancos e outras instituições
sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com os jogos foram analisados na Fazenda e
mostram, de fato, casos graves de dependência. Os estudos geraram um alerta no governo.
Dudena pondera, contudo, que justamente por ainda não ser um mercado 100% regulado, os
números precisam ser vistos com ressalvas.
A partir de 1º de janeiro de 2025, somente empresas autorizadas poderão funcionar no país.
Até agora, o governo recebeu 120 pedidos de cadastro. Além de uma outorga de R$ 30 milhões,
cada empresa precisa apresentar em torno de cem documentos para avaliação e assina
compromisso com as regras definidas em lei.
A Fazenda estima arrecadar R$ 3,4 bilhões em 2024 com a regularização das bets. A
intenção é utilizar parte do acréscimo da receita no financiamento de políticas públicas que
desestimulem o vício em jogos. O Ministério da Saúde está envolvido em discussões para
promoção de campanhas informativas sobre os riscos da dependência, além da preparação de
profissionais da saúde para lidarem com a situação.
Para Dudena, o descontrole está ligado à demora para regulamentação. Isso deu margem
para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes. O
modelo aplicado no Brasil se baseia em experiências de países que já criaram regras há muitos
anos.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2024/09/governo-federal-e-bancocentral-irao-monitorar-endividamento-dos-brasileiros-com-apostas-cm1av7g8a00yo0133fly0xdud.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
1. A expressão “A regulamentação” representa o sujeito da oração.
2. O sujeito da oração é classificado como simples.
3. O verbo “impõe” é um verbo transitivo indireto, pois possui complemento verbal que inicia com preposição.
4. A oração apresenta um adjunto adverbial.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
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Governo Federal e Banco Central irão monitorar endividamento dos brasileiros com apostas
Por Matheus Schuch
Preocupado com o que considera uma “pandemia” de apostas online, o Ministério da
Fazenda está elaborando junto ao Banco Central (BC) um mecanismo para monitorar o
endividamento das famílias brasileiras com as “bets” e outros tipos de jogos. A partir da
regulamentação do setor, que entra em vigor integralmente no ano que vem, o governo quer ter
dados precisos sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com apostas. Além disso,
também discute iniciativas na área da saúde.
A regulamentação impõe uma série de regras às empresas, e um dos objetivos é evitar
estímulos que gerem dependência psicológica. Além de proibir o uso de cartão de crédito e outros
mecanismos para jogar “fiado”, o governo obrigará as empresas a monitorarem excesso de
gastos e de tempo de tela.
A falta de regras para o setor é apontada pela Fazenda como um dos principais motivos
para o mau uso dos jogos. Uma lei aprovada em 2018 permitiu a operação das bets, mas até o
ano passado não havia qualquer regulamentação.
— O Banco Central está criando trilhas onde você consegue, por meio de acompanhamento
e pesquisa com as pessoas, identificar se a porta de saída deste dinheiro tem sido, por exemplo,
as apostas. Com isso, teremos clareza muito maior e mais confiável se o endividamento tem
relação com as apostas e se isso está vazando para outros setores econômicos — explica o titular
da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena.
O secretário diz que levantamentos feitos recentemente por bancos e outras instituições
sobre o comprometimento da renda dos brasileiros com os jogos foram analisados na Fazenda e
mostram, de fato, casos graves de dependência. Os estudos geraram um alerta no governo.
Dudena pondera, contudo, que justamente por ainda não ser um mercado 100% regulado, os
números precisam ser vistos com ressalvas.
A partir de 1º de janeiro de 2025, somente empresas autorizadas poderão funcionar no país.
Até agora, o governo recebeu 120 pedidos de cadastro. Além de uma outorga de R$ 30 milhões,
cada empresa precisa apresentar em torno de cem documentos para avaliação e assina
compromisso com as regras definidas em lei.
A Fazenda estima arrecadar R$ 3,4 bilhões em 2024 com a regularização das bets. A
intenção é utilizar parte do acréscimo da receita no financiamento de políticas públicas que
desestimulem o vício em jogos. O Ministério da Saúde está envolvido em discussões para
promoção de campanhas informativas sobre os riscos da dependência, além da preparação de
profissionais da saúde para lidarem com a situação.
Para Dudena, o descontrole está ligado à demora para regulamentação. Isso deu margem
para a proliferação de empresas mal-intencionadas, que misturam apostas com fraudes. O
modelo aplicado no Brasil se baseia em experiências de países que já criaram regras há muitos
anos.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2024/09/governo-federal-e-bancocentral-irao-monitorar-endividamento-dos-brasileiros-com-apostas-cm1av7g8a00yo0133fly0xdud.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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