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Para muitos, os registros fotográficos mais antigos são atraentes, enquanto que, para outros, registros fonográficos são ainda mais interessantes. Fato é que, hoje, existem muitas formas de se capturarem imagens e também de se registrarem sons.
A partir do exposto, analise as assertivas a seguir.
I- Leonardo da Vinci é considerado um dos maiores gênios criativos da história. Apesar de não ser comumente conhecido pelos dons musicais, ele também foi muito criativo nessa área artística, mas apenas sua música tornou-se muito utilizada em casamentos, sendo chamada de O Lundu Danúbio Azul Opus 314 ficou registrada e, mais tarde, tornou-se muito utilizada em casamentos, sendo chamada de Danúbio Azul.
II - O Lundu foi um dos primeiros gêneros musicais gravados no Brasil. Existe uma gravação feita com o fonograma de uma música do compositor Xisto Bahia e interpretada, em 1902, pelo cantor Cartola que é considerada como o primeiro registro fonográfico nacional.
III - Tanto a música quanto a fotografia sofreram grandes transformações entre o final do século XIX e início do século XX, pois a invenção do fonógrafo e do daguerreótipo (também conhecido como máquina Kodak) fizeram com que a humanidade se tornasse capaz de registrar imagens em movimento e sons.
IV - O Lundu é um dos primeiros estilos musicais registrados no Brasil. Apesar de ter uma proveniência incerta, sabe-se que deriva da musicalidade dos negros de Angola e do Congo. Dele derivam outros estilos musicais como o Samba.
V - É senso comum que os registros musicais mais antigos são mais valiosos que os fotográficos, pois uma fotografia antiga pode ser posada, a pessoa registrada pode ser maquiada, o cenário pode ser manipulado e demais características reais podem ser camufladas; já nos primeiros registros musicais, apenas a verdade pode ser capturada, pois não havia como editar o que era capturado pelos primeiros equipamentos.
É CORRETO o que se afirma em:
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Considerando o papel do professor de Arte e os conhecimentos que ele precisa ter a respeito da Prática Artística e da Prática Investigativa, avalie as assertivas a seguir:
I - A prática artística possibilita o compartilhamento de saberes e de produções entre os alunos por meio de exposições, saraus, espetáculos, performances, concertos, recitais, intervenções e outras apresentações e eventos artísticos e culturais, na escola ou em outros locais.
II - A prática investigativa constitui o modo de produção e organização dos conhecimentos em Arte. É no percurso do fazer artístico que os alunos criam, experimentam, desenvolvem e percebem uma poética pessoal.
III - A prática investigativa não necessariamente precisa ser compreendida como tão relevante quanto os eventuais produtos, pois o compartilhamento das ações artísticas produzidas pelos alunos, em diálogo com seus professores, acontece apenas em mostras e datas comemorativas.
IV - Os conhecimentos, processos e técnicas produzidos e acumulados ao longo do tempo em Artes visuais, Dança, Música e Teatro contribuem para a contextualização dos saberes e das práticas artísticas.
É CORRETO o que se afirma em:
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Entre as Ações Educativas de Combate ao Racismo e a Discriminações defendidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), o princípio encaminha para o (a):
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte (PCNs – ARTE) aduzem que
I - O conhecimento da Arte não abre perspectivas para que o aluno tenha uma compreensão do mundo na qual a dimensão poética esteja presente.
II - A arte ensina que nossas experiências geram um movimento de transformação permanente.
III - É preciso reordenar referências a cada momento, ser flexível.
IV - Criar e conhecer são indissociáveis, embora a flexibilidade não seja condição fundamental para aprender.
É CORRETO o que se afirma em:
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Os três documentos que, atualmente, norteiam a educação brasileira são os Diretrizes Nacionais Curriculares (DNCs) e a Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) – Arte Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – ARTE . , as Cada um deles apresenta características diferentes, conforme os grupos I, II e III, abaixo.
Grupo I:
- Define competências específicas de Arte e habilidades por etapa de ensino.
- Estrutura-se em cinco linguagens: artes visuais, dança, música, teatro e artes integradas (esta última, no Ensino Médio).
- Valoriza a criação, crítica, fruição e reflexão.
- Articula o ensino artístico à formação integral do estudante (intelectual, emocional, cultural e social). - Estimula o uso de tecnologias e mídias no fazer artístico.
- Têm caráter obrigatório para redes públicas e privadas.
Grupo II:
- Têm caráter normativo e obrigatório.
- Entendem a Arte como componente curricular obrigatório em todos os níveis da Educação Básica.
- Reforçam a importância da diversidade cultural e étnica brasileira.
- Estimulam o diálogo entre saberes locais e globais.
- Orientam que as práticas artísticas sejam interdisciplinares e contextualizadas.
- Destacam o papel da Arte na formação humana, ética, estética e cultural.
Grupo III:
- Propõem a Arte como área de conhecimento, não apenas como atividade expressiva.
- Defendem o ensino das linguagens artísticas: artes visuais, música, dança e teatro.
- Valorizam a leitura, produção e apreciação estética.
- Enfatizam o papel da arte na formação da sensibilidade e da cidadania.
- Estimulam o respeito à diversidade cultural e regional.
- Têm caráter orientador e flexível, servindo de base para currículos locais.
É CORRETO afirmar que os grupos I, II e III resumem, respectivamente, as características principais de:
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I- Os supostos autores da fraude se dizem inocentes, o que se deduz da expressão “bom menino”, empregada pelo personagem 1, quando assiste ao noticiário sobre a prisão de um dos envolvidos.
II - A inocência dos prováveis “fraudadores” é rejeitada pelo personagem 2, o que se depreende da oração “se fossem bons meninos”, que pressupõe “eles não são bons meninos”.
III- O personagem 2 é um senhor que tem idade de se aposentar, mas optou em continuar na ativa e complementando a renda com outra atividade a ter que se aposentar com baixo salário.
IV- A fraude fica atestada quando o personagem 2 declara: “se fossem ... minha aposentadoria não viria com tantos descontos”, que, nesse contexto, alude a descontos indevidos.
V- O trabalho informal, referido pelo personagem 2 por “fazer bico”, surge como uma alternativa muito lucrativa e viável para quem depende de aposentadoria.
É CORRETO o que se afirma em:
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Com base na leitura dos dois textos abaixo expostos: a crônica de Ricardo Freire e o comentário do linguista Sírio Possenti, responda à questão.
TEXTO III
PARA você estar passando adiante (Ricardo Freire)
Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna, o futuro do gerúndio.
Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela Internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.
[...]
As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia. Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que “We'll be sending it tomorrow” possa estar tendo o mesmo significado que “Nós vamos estar mandando isso amanhã” acabou por estar sendo só um passo.
Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo o mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações.
[...]
Deus. O que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?
A única solução vai estar sendo submeter o futuro do gerúndio à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o “a nível de”, o “enquanto”, o “pra se ter uma ideia” e outros menos votados.
A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?
Fonte: As cem melhores crônicas brasileiras / Joaquim Ferreira dos Santos, organização e introdução. - Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
TEXTO IV
Gerundismo
[...] Assim, a nova locução está em perfeito acordo com a sintaxe do português: sua ordem auxiliar+ estar + -ndo é absolutamente gramatical.
Vejamos agora o que a locução significa. Os que não gostam da forma dizem que não serve para nada, que há outra melhor para expressar a mesma coisa. Em vez de Vou estar mandando, que se diga Vou mandar ou Mandarei. Pode ser que nem todos os casos sejam claros, mas em muitos, nitidamente, a nova forma veicula um aspecto progressivo (ou seja, anuncia um evento que durará algum tempo para se realizar). Para que isso não pareça estranho, relembre-se de que o conhecido imperfeito do indicativo apresenta o mesmo aspecto: formas como amanhecia, pintava, etc. descrevem eventos ou ações não instantâneos, mas que têm alguma duração. Por isso, não é a mesma coisa dizer Vou mandar e Vou estar mandando , exatamente por causa da diferença entre “ir” (que marca só futuro) e “ir + estar” (que marca futuro, por causa do “ir” e “duração” por causa de “estar”). Vou estar providenciando significa, entre outras coisas, que a providência não se dará instantaneamente. Além disso, o compromisso expresso em Vou providenciar é mais incisivo do que o expresso em Vou estar providenciando , assim como é mais incisivo dizer Providenciarei do que Vou providenciar.
Além desses, a meu ver, há outro aspecto importante, de cunho pragmático ou interpessoal: a expressão conota gentileza, formalidade, deferência (se verdadeira ou simulada, pouco importa). [...]
Fonte: Possenti, Sírio. In: Questões de linguagem : passeio gramatical dirigido, São Paulo: Parábola editorial, 2011. p.160-161.
Sírio Possenti não repudia o uso do gerúndio para a expressão de futuro, pois a nova locução em uso na língua
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Com base na leitura dos dois textos abaixo expostos: a crônica de Ricardo Freire e o comentário do linguista Sírio Possenti, responda à questão.
TEXTO III
PARA você estar passando adiante (Ricardo Freire)
Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna, o futuro do gerúndio.
Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela Internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.
[...]
As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia. Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que “We'll be sending it tomorrow” possa estar tendo o mesmo significado que “Nós vamos estar mandando isso amanhã” acabou por estar sendo só um passo.
Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo o mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações.
[...]
Deus. O que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?
A única solução vai estar sendo submeter o futuro do gerúndio à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o “a nível de”, o “enquanto”, o “pra se ter uma ideia” e outros menos votados.
A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?
Fonte: As cem melhores crônicas brasileiras / Joaquim Ferreira dos Santos, organização e introdução. - Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
TEXTO IV
Gerundismo
[...] Assim, a nova locução está em perfeito acordo com a sintaxe do português: sua ordem auxiliar+ estar + -ndo é absolutamente gramatical.
Vejamos agora o que a locução significa. Os que não gostam da forma dizem que não serve para nada, que há outra melhor para expressar a mesma coisa. Em vez de Vou estar mandando, que se diga Vou mandar ou Mandarei. Pode ser que nem todos os casos sejam claros, mas em muitos, nitidamente, a nova forma veicula um aspecto progressivo (ou seja, anuncia um evento que durará algum tempo para se realizar). Para que isso não pareça estranho, relembre-se de que o conhecido imperfeito do indicativo apresenta o mesmo aspecto: formas como amanhecia, pintava, etc. descrevem eventos ou ações não instantâneos, mas que têm alguma duração. Por isso, não é a mesma coisa dizer Vou mandar e Vou estar mandando , exatamente por causa da diferença entre “ir” (que marca só futuro) e “ir + estar” (que marca futuro, por causa do “ir” e “duração” por causa de “estar”). Vou estar providenciando significa, entre outras coisas, que a providência não se dará instantaneamente. Além disso, o compromisso expresso em Vou providenciar é mais incisivo do que o expresso em Vou estar providenciando , assim como é mais incisivo dizer Providenciarei do que Vou providenciar.
Além desses, a meu ver, há outro aspecto importante, de cunho pragmático ou interpessoal: a expressão conota gentileza, formalidade, deferência (se verdadeira ou simulada, pouco importa). [...]
Fonte: Possenti, Sírio. In: Questões de linguagem : passeio gramatical dirigido, São Paulo: Parábola editorial, 2011. p.160-161.
A respeito do Texto III, podem ser feitas as seguintes asserções:
I - O autor considera o gerundismo um vício de linguagem, por não ser a forma verbal apropriada para sinalizar futuro.
II - O autor apela para que o futuro do gerúndio não seja utilizado, argumentando que tal estrutura fere as regras de formação de locução verbal e gera problema de compreensão, dificultando o ensino dos tempos verbais.
III - Para demonstrar o quão chato é uso do dessa estrutura que tem se fixado na língua, o cronista se utiliza da estratégia da repetição, configurando uma ironia.
Está em conformidade com o texto, o que se assevera apenas em:
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I- O verbo “posso” e o pronome oblíquo “me” são formas dêiticas que se referem ao emissor/locutor Antônio da Conceição.
II- O advérbio relativo “onde” é uma forma referencial anafórica que recupera o sintagma “no Méier.”
III- O verbo “carregamos” é uma forma referencial dêitica que faz referência genérica a todos os cidadãos, incluindo o falante/locutor – Antônio da Conceição.
IV- O pronome demonstrativo “esta” é uma forma referencial catafórica que integra um sintagma nominal, fazendo remissão ao sintagma “a rua José Bonifácio”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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