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Para responder à questão, leia a notícia
abaixo.
Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta
para agricultura no Brasil
Uma nova ameaça vinda do exterior acende o
alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no
Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
.
Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo
rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
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para agricultura no Brasil
Uma nova ameaça vinda do exterior acende o
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Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
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rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
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Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
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ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
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Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
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Acerca das partes, pode-se afirmar que:
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um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
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rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
acende-alerta-para-agricultura-no-brasil.ghtml (adaptado)
( ) Na frase Deve existir diversos indícios visuais do inseto pelo Brasil, a concordância está adequada à norma-padrão, pois o verbo impessoal transfere sua impessoalidade para o verbo auxiliar.
() Na reescrita do fragmento O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, se o sujeito fosse alterado para O Ministério da Agricultura e os pesquisadores, o verbo principal deveria obrigatoriamente ir para o plural
() Se a frase produtos usados no exterior ainda não têm registro fosse reescrita no singular como nenhum dos produtos usados no exterior ainda não tem registro, a retirada do acento circunflexo do verbo ter seria obrigatória.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
ter problemas serios tanto nas palmeiras ornamentais
quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
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Fonte: https://g l . globo.com/economia/ag ronegocios/g lobo
rural/noticia/2026/04 /02 /besouro-invasor-que-destroi - pa mei ras -
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Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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para agricultura no Brasil
Uma nova ameaça vinda do exterior acende o
alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no
Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus íerrugíneus)
um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
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I. No trecho que é preta, o pronome relativo introduz uma oração explicativa, retomando diretamente o termo antecedente coloração.
II. Em Como as folhas crescem a partir dessa regiao central, a conjuncao estabelece uma nitida relacao logico-discursiva de comparação entre a regiao central e o crescimento foliar.
III. Na passagem produtos usados no exterior, como feromonios e inseticidas especificos, a palavra sublinhada funciona para excluir os feromonios da lista de produtos estrangeiros.
Esta CORRETO o que se afirma em:
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um besouro exótico que já devastou plantações em
diversos países, pode já estar no territorio nacional,
segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em
2022 pelo biologo Francisco Zorzenon, do Instituto
Biologico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita e
que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras
importadas do Uruguai. Desde então, o instituto
identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras
de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou
oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em
março dizendo que há "risco de prejuízos expressivos para
produtores". Segundo o orgão, por enquanto há apenas
"indícios" da presença do bicudo-vermelho. A confirmação
depende da coleta e análise de amostras por equipes do
proprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser
confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus
palmarum), espécie nativa que tambem ataca palmeiras. A
diÍerença está principalmente no tamanho
-
o inseto
brasileiro costuma ser maior
-
e na coloração, que é
preta.
O bicudo-vermelho e um besouro de cerca de 5
centímetros, de coloração avermelhada com manchas
escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos.
Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do
interior da palmeira, atingindo o "miolo"
-
conhecido
como palmito. Como as folhas crescem a partir dessa
região central, o ataque impede a formação de novas
folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras
não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível,
chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas,
que se desenvolvem protegidas dentro da planta,
dificultando a detecção precoce.
Além disso, o combate à praga enfrenta entraves
no Brasil:
- Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em
palmeiras importadas ilegalmente;
- Ausência de predadores: por ser exotico, não tem
inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
- Falta de insumos registrados: produtos usados no
exterior, como feromônios e inseticidas específicos,
ainda não têm registro no país para esse uso.
O ministerio da Agricultura diz que avalia
alternativas de controle e que poderá adotar medidas para
registro de produtos caso a presenÇa seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores
cobram rapidez na resposta. "Se nada for feito, podemos
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quanto nas produtivas", alerta o agrônomo Roberto
Betancu r
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Acerca das partes, pode-se afirmar que:
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O manipulador de alimentos é o profissional
que entra em contato direto ou indireto com alimentos
(preparo, produção, lavagem, transporte e distribuição)
em restaurantes, cozinhas industriais e similares. É fundamental que ele siga normas rigorosas de higiene na
garantia da segurança alimentar, prevenindo contaminações e Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs). Acerca
da higiene pessoal e do comportamento dos
manipuladores de alimentos, analise as assertivas:
I. O manipulador deve manter o cabelo preso e coberto por redes ou toucas, além de retirar a barba ou o bigode.
II. O uso de adornos como brincos, pulseiras e alianças é permitido, desde que o manipulador use luvas descartáveis.
III. A última etapa da higienização das mãos envolve a antissepsia com álcool em gel 7O%ó ou outro produto permitido.
Está(ão) CORRETA(S):
I. O manipulador deve manter o cabelo preso e coberto por redes ou toucas, além de retirar a barba ou o bigode.
II. O uso de adornos como brincos, pulseiras e alianças é permitido, desde que o manipulador use luvas descartáveis.
III. A última etapa da higienização das mãos envolve a antissepsia com álcool em gel 7O%ó ou outro produto permitido.
Está(ão) CORRETA(S):
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4139908
Ano: 2026
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Dom Feliciano-RS
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Dom Feliciano-RS
Provas:
A Portaria n° 763/2021 estabelece
o
regulamento técnico de Boas Práticas para a manipulação
e comercialização de alimentos em açougues e fiambrerias
no Rio Grande do Sul, visando a segurança sanitária.
A
norma define regras para higiene, fracionamento,
rotulagem e veda atividades industriais. Nesse sentido,
o
que caracteriza a "Atividade Industrial" (industrialização),
segundo o regulamento técnico?
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