Foram encontradas 78 questões.
Em relação ao uso da crase, analisar os itens abaixo:
I. Não temos mais nada à dizer.
II. Fizemos o trajeto à pé.
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Em relação ao processo de formação de palavras, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Aguardente é formada por um único radical.
( ) Floreira é palavra derivada.
( ) Entardecer apresenta prefixo e sufixo.
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Por que furacões e tempestades têm nomes de pessoas?
Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, os nomes de furacões, tornados e tempestades não são homenagens a políticos ou pessoas que morreram em decorrência de fenômenos naturais.
Usar nomes humanos, em vez de números ou termos técnicos, tem o objetivo de evitar erros e confusões. Isso porque nomes são mais fáceis de lembrar na hora de divulgar alertas, por exemplo. As listas são feitas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
A cada ano é feita uma lista com 21 nomes, um para cada letra do alfabeto (excluindo as letras Q, U, X, Y e Z), alternando nomes femininos e masculinos. Cada região tem uma lista diferente - os nomes disponíveis no Atlântico, por exemplo, não são os mesmos que estão disponíveis no leste do Pacífico.
Aí, os nomes são usados quando os eventos acontecem. As listas são reutilizadas a cada seis anos, mas os fenômenos mais violentos podem ter os nomes banidos para sempre. Foi o caso do furacão Katrina, que deixou um rastro de tragédia em Nova Orleans, nos Estados Unidos, em 2005.
A prática de inserir nomes de pessoas em tempestades e furacões começou durante a Segunda Guerra Mundial, quando o exército norte-americano batizou as tempestades com nomes de pessoas. A maioria era nomes de mulher, escolhidos como homenagem às mães, esposas e namoradas. Em 1953, a utilização de nomes femininos se tornou regra, enquanto os nomes masculinos só passaram a ser utilizados em 1970.
No ano de 2014, um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, revelou que os furacões e as tempestades com nomes de mulheres costumam matar mais pessoas do que aqueles fenômenos com nomes masculinos. Curiosamente, isso acontece porque eles são levados menos a sério e, por isso, há menos preparação para enfrentá-los.
https://recreio.uol.com.br/natureza/por-que-furacoes... - adaptado.
Em “As listas são reutilizadas a cada seis anos, mas os fenômenos mais violentos podem ter os nomes banidos para sempre. (...)”, o termo destacado só NÃO pode ser substituído por:
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Por que furacões e tempestades têm nomes de pessoas?
Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, os nomes de furacões, tornados e tempestades não são homenagens a políticos ou pessoas que morreram em decorrência de fenômenos naturais.
Usar nomes humanos, em vez de números ou termos técnicos, tem o objetivo de evitar erros e confusões. Isso porque nomes são mais fáceis de lembrar na hora de divulgar alertas, por exemplo. As listas são feitas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
A cada ano é feita uma lista com 21 nomes, um para cada letra do alfabeto (excluindo as letras Q, U, X, Y e Z), alternando nomes femininos e masculinos. Cada região tem uma lista diferente - os nomes disponíveis no Atlântico, por exemplo, não são os mesmos que estão disponíveis no leste do Pacífico.
Aí, os nomes são usados quando os eventos acontecem. As listas são reutilizadas a cada seis anos, mas os fenômenos mais violentos podem ter os nomes banidos para sempre. Foi o caso do furacão Katrina, que deixou um rastro de tragédia em Nova Orleans, nos Estados Unidos, em 2005.
A prática de inserir nomes de pessoas em tempestades e furacões começou durante a Segunda Guerra Mundial, quando o exército norte-americano batizou as tempestades com nomes de pessoas. A maioria era nomes de mulher, escolhidos como homenagem às mães, esposas e namoradas. Em 1953, a utilização de nomes femininos se tornou regra, enquanto os nomes masculinos só passaram a ser utilizados em 1970.
No ano de 2014, um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, revelou que os furacões e as tempestades com nomes de mulheres costumam matar mais pessoas do que aqueles fenômenos com nomes masculinos. Curiosamente, isso acontece porque eles são levados menos a sério e, por isso, há menos preparação para enfrentá-los.
https://recreio.uol.com.br/natureza/por-que-furacoes... - adaptado.
Em conformidade com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
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Por que furacões e tempestades têm nomes de pessoas?
Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, os nomes de furacões, tornados e tempestades não são homenagens a políticos ou pessoas que morreram em decorrência de fenômenos naturais.
Usar nomes humanos, em vez de números ou termos técnicos, tem o objetivo de evitar erros e confusões. Isso nomes são mais fáceis de lembrar na hora de divulgar alertas, por exemplo. As listas são feitas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
A cada ano é feita uma lista com 21 nomes, um para cada letra do alfabeto (excluindo as letras Q, U, X, Y e Z), alternando nomes femininos e masculinos. Cada região tem uma lista diferente - os nomes disponíveis no Atlântico, por exemplo, não são os mesmos que estão disponíveis no leste do Pacífico.
Aí, os nomes são usados quando os eventos acontecem. As listas são reutilizadas a cada seis anos, mas os fenômenos mais violentos podem ter os nomes banidos para sempre. Foi o caso do furacão Katrina, que deixou um rastro de tragédia em Nova Orleans, nos Estados Unidos, em 2005.
A prática de inserir nomes de pessoas em tempestades e furacões começou durante a Segunda Guerra Mundial, quando o exército norte-americano batizou as tempestades com nomes de pessoas. A maioria era nomes de mulher, escolhidos como homenagem mães, esposas e namoradas. Em 1953, a utilização de nomes femininos se tornou regra, enquanto os nomes masculinos só passaram a ser utilizados em 1970.
No ano de 2014, um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, revelou que os furacões e as tempestades com nomes de mulheres costumam matar mais pessoas do que aqueles fenômenos com nomes masculinos. Curiosamente, isso acontece porque eles são levados menos a sério e, por isso, há menos preparação para enfrentá-los.
https://recreio.uol.com.br/natureza/por-que-furacoes... - adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
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No período “Esperamos que vocês casem logo”, a oração sublinhada exerce, em relação à oração principal, função de:
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Em relação à colocação do pronome oblíquo átono, assinalar a alternativa CORRETA:
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Considerando-se seus sinônimos, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Um dos sinônimos de “anedota” é “piada”.
( ) Um dos sinônimos de “gizar” é “rabiscar”.
( ) Um dos sinônimos de “pocilga” é “chiqueiro”.
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Em relação ao processo de formação de palavras, assinalar a alternativa que apresenta uma palavra formada por derivação regressiva:
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Quanto ao significado da palavra sublinhada em “Precisamos acompanhar as vicissitudes das épocas”, assinalar a alternativa CORRETA:
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