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O programa de combate à dengue e o controle da doença

Por O Globo

É alentador constatar que tem caído de forma expressiva a disseminação da dengue no

Brasil. O cenário sombrio que se vislumbrava em 2024 não se confirmou, devido ao conjunto de

providências tomadas para reverter a epidemia. De janeiro a abril deste ano, foram registrados

238,8 mil casos, 74% abaixo dos 916,4 mil verificados no mesmo período em 2025. Mantido

esse ritmo, haverá apenas pouco mais de 680 mil ocorrências em 2026, ante 6,6 milhões

registrados em 2024 e 1,7 milhão em 2025. As mortes também estão em queda. Há

confirmadas e 200 em investigação até agora, ante 1.791 em 2025 e 6.321 em 2024.

Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos. Mas

parece evidente que o programa de combate à dengue tem surtido efeito. Para começar, as

campanhas de esclarecimento para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o

Aedes aegypti. Prefeituras _____ mantido programas consistentes de fumigamento em áreas de

risco. Há ainda armadilhas usadas para controlar e monitorar a população do mosquito,

conhecidas como ovitrampas, já presentes em 1,6 mil municípios, com previsão de alcançar

mil até o fim do ano.

Outra medida de impacto tem sido o uso de insetos estéreis, uma variedade modificada do

Aedes. Conhecidos como wolbitos, eles são portadores de uma bactéria chamada Wolbachia, que

impede a replicação dos vírus de dengue, zika e chicungunha. Embora o método ainda esteja

restrito a 72 municípios prioritários, o resultado tem sido surpreendente. Em Niterói (RJ),

primeira cidade 100% coberta pela estratégia, os casos caíram 90%.

Por fim, a mais nova arma de prevenção da doença tem sido a vacinação. Em 2024, havia

apenas uma vacina, a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. Dada a insuficiência de doses,

ela foi restrita à faixa etária de 10 a 14 anos nos municípios de maior incidência da doença. A

vacina exigia duas doses, e muitos não tomavam a segunda. Mesmo assim, 1,4 milhão de

crianças foram vacinadas. Agora, com a aprovação da Butantan-DV, de dose única, a expectativa

é de avanço ainda maior. “A dengue passará por uma mudança de paradigma. A nova vacina é

muito promissora”, diz o infectologista Marcus Lacerda, novo diretor do programa de doenças

tropicais vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até agora foram aplicadas mais de 300 mil doses num projeto-piloto em três municípios.

Os pesquisadores observaram que a proteção dada pela Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto

Butantan, chega a 89,5% e 69,6% nos dois tipos de dengue mais comuns no país. Em janeiro,

ela foi destinada ao 1,2 milhão de profissionais de saúde da linha de frente no atendimento à

população e a áreas administrativas de apoio. O Ministério da Saúde já reservou 3,9 milhões de

doses para estender a vacinação à faixa de 15 a 59 anos, parte delas produzida pela chinesa

WuXi Vaccines. Fica demonstrado mais uma vez que o Brasil _____ conhecimento técnico e base

logística para estruturar programas bem-sucedidos que superem seus desafios na saúde.

(Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/04/programa-de-combate-a-dengue-tem-obtido-exito-no-controle-da-doenca.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “Outra medida de impacto tem sido o uso de insetos estéreis, uma variedade modificada do Aedes. Conhecidos como wolbitos, eles são portadores de uma bactéria chamada Wolbachia [...]”, a utilização do termo “eles” é caracterizada como um mecanismo de referenciação _____________, pois o referente surge _____________ do termo que o substitui.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima
 

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Por O Globo

É alentador constatar que tem caído de forma expressiva a disseminação da dengue no

Brasil. O cenário sombrio que se vislumbrava em 2024 não se confirmou, devido ao conjunto de

providências tomadas para reverter a epidemia. De janeiro a abril deste ano, foram registrados

238,8 mil casos, 74% abaixo dos 916,4 mil verificados no mesmo período em 2025. Mantido

esse ritmo, haverá apenas pouco mais de 680 mil ocorrências em 2026, ante 6,6 milhões

registrados em 2024 e 1,7 milhão em 2025. As mortes também estão em queda. Há

confirmadas e 200 em investigação até agora, ante 1.791 em 2025 e 6.321 em 2024.

Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos. Mas

parece evidente que o programa de combate à dengue tem surtido efeito. Para começar, as

campanhas de esclarecimento para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o

Aedes aegypti. Prefeituras _____ mantido programas consistentes de fumigamento em áreas de

risco. Há ainda armadilhas usadas para controlar e monitorar a população do mosquito,

conhecidas como ovitrampas, já presentes em 1,6 mil municípios, com previsão de alcançar

mil até o fim do ano.

Outra medida de impacto tem sido o uso de insetos estéreis, uma variedade modificada do

Aedes. Conhecidos como wolbitos, eles são portadores de uma bactéria chamada Wolbachia, que

impede a replicação dos vírus de dengue, zika e chicungunha. Embora o método ainda esteja

restrito a 72 municípios prioritários, o resultado tem sido surpreendente. Em Niterói (RJ),

primeira cidade 100% coberta pela estratégia, os casos caíram 90%.

Por fim, a mais nova arma de prevenção da doença tem sido a vacinação. Em 2024, havia

apenas uma vacina, a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. Dada a insuficiência de doses,

ela foi restrita à faixa etária de 10 a 14 anos nos municípios de maior incidência da doença. A

vacina exigia duas doses, e muitos não tomavam a segunda. Mesmo assim, 1,4 milhão de

crianças foram vacinadas. Agora, com a aprovação da Butantan-DV, de dose única, a expectativa

é de avanço ainda maior. “A dengue passará por uma mudança de paradigma. A nova vacina é

muito promissora”, diz o infectologista Marcus Lacerda, novo diretor do programa de doenças

tropicais vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até agora foram aplicadas mais de 300 mil doses num projeto-piloto em três municípios.

Os pesquisadores observaram que a proteção dada pela Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto

Butantan, chega a 89,5% e 69,6% nos dois tipos de dengue mais comuns no país. Em janeiro,

ela foi destinada ao 1,2 milhão de profissionais de saúde da linha de frente no atendimento à

população e a áreas administrativas de apoio. O Ministério da Saúde já reservou 3,9 milhões de

doses para estender a vacinação à faixa de 15 a 59 anos, parte delas produzida pela chinesa

WuXi Vaccines. Fica demonstrado mais uma vez que o Brasil _____ conhecimento técnico e base

logística para estruturar programas bem-sucedidos que superem seus desafios na saúde.

(Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/04/programa-de-combate-a-dengue-tem-obtido-exito-no-controle-da-doenca.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho retirado do texto “Até agora foram aplicadas mais de 300 mil doses num projeto-piloto em três municípios”, assinale a alternativa que apresenta a sua reescrita convertida na voz passiva sintética, mantendo-se o sentido original e a correção gramatical.
 

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providências tomadas para reverter a epidemia. De janeiro a abril deste ano, foram registrados

238,8 mil casos, 74% abaixo dos 916,4 mil verificados no mesmo período em 2025. Mantido

esse ritmo, haverá apenas pouco mais de 680 mil ocorrências em 2026, ante 6,6 milhões

registrados em 2024 e 1,7 milhão em 2025. As mortes também estão em queda. Há

confirmadas e 200 em investigação até agora, ante 1.791 em 2025 e 6.321 em 2024.

Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos. Mas

parece evidente que o programa de combate à dengue tem surtido efeito. Para começar, as

campanhas de esclarecimento para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o

Aedes aegypti. Prefeituras _____ mantido programas consistentes de fumigamento em áreas de

risco. Há ainda armadilhas usadas para controlar e monitorar a população do mosquito,

conhecidas como ovitrampas, já presentes em 1,6 mil municípios, com previsão de alcançar

mil até o fim do ano.

Outra medida de impacto tem sido o uso de insetos estéreis, uma variedade modificada do

Aedes. Conhecidos como wolbitos, eles são portadores de uma bactéria chamada Wolbachia, que

impede a replicação dos vírus de dengue, zika e chicungunha. Embora o método ainda esteja

restrito a 72 municípios prioritários, o resultado tem sido surpreendente. Em Niterói (RJ),

primeira cidade 100% coberta pela estratégia, os casos caíram 90%.

Por fim, a mais nova arma de prevenção da doença tem sido a vacinação. Em 2024, havia

apenas uma vacina, a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. Dada a insuficiência de doses,

ela foi restrita à faixa etária de 10 a 14 anos nos municípios de maior incidência da doença. A

vacina exigia duas doses, e muitos não tomavam a segunda. Mesmo assim, 1,4 milhão de

crianças foram vacinadas. Agora, com a aprovação da Butantan-DV, de dose única, a expectativa

é de avanço ainda maior. “A dengue passará por uma mudança de paradigma. A nova vacina é

muito promissora”, diz o infectologista Marcus Lacerda, novo diretor do programa de doenças

tropicais vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até agora foram aplicadas mais de 300 mil doses num projeto-piloto em três municípios.

Os pesquisadores observaram que a proteção dada pela Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto

Butantan, chega a 89,5% e 69,6% nos dois tipos de dengue mais comuns no país. Em janeiro,

ela foi destinada ao 1,2 milhão de profissionais de saúde da linha de frente no atendimento à

população e a áreas administrativas de apoio. O Ministério da Saúde já reservou 3,9 milhões de

doses para estender a vacinação à faixa de 15 a 59 anos, parte delas produzida pela chinesa

WuXi Vaccines. Fica demonstrado mais uma vez que o Brasil _____ conhecimento técnico e base

logística para estruturar programas bem-sucedidos que superem seus desafios na saúde.

(Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/04/programa-de-combate-a-dengue-tem-obtido-exito-no-controle-da-doenca.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “Embora o método ainda esteja restrito a 72 municípios prioritários, o resultado tem sido surpreendente”, a conjunção “Embora” pode ser substituída, sem prejuízo ao sentido do trecho em que ocorre, pelas seguintes conjunções abaixo, EXCETO:
 

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providências tomadas para reverter a epidemia. De janeiro a abril deste ano, foram registrados

238,8 mil casos, 74% abaixo dos 916,4 mil verificados no mesmo período em 2025. Mantido

esse ritmo, haverá apenas pouco mais de 680 mil ocorrências em 2026, ante 6,6 milhões

registrados em 2024 e 1,7 milhão em 2025. As mortes também estão em queda. Há

confirmadas e 200 em investigação até agora, ante 1.791 em 2025 e 6.321 em 2024.

Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos. Mas

parece evidente que o programa de combate à dengue tem surtido efeito. Para começar, as

campanhas de esclarecimento para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o

Aedes aegypti. Prefeituras _____ mantido programas consistentes de fumigamento em áreas de

risco. Há ainda armadilhas usadas para controlar e monitorar a população do mosquito,

conhecidas como ovitrampas, já presentes em 1,6 mil municípios, com previsão de alcançar

mil até o fim do ano.

Outra medida de impacto tem sido o uso de insetos estéreis, uma variedade modificada do

Aedes. Conhecidos como wolbitos, eles são portadores de uma bactéria chamada Wolbachia, que

impede a replicação dos vírus de dengue, zika e chicungunha. Embora o método ainda esteja

restrito a 72 municípios prioritários, o resultado tem sido surpreendente. Em Niterói (RJ),

primeira cidade 100% coberta pela estratégia, os casos caíram 90%.

Por fim, a mais nova arma de prevenção da doença tem sido a vacinação. Em 2024, havia

apenas uma vacina, a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. Dada a insuficiência de doses,

ela foi restrita à faixa etária de 10 a 14 anos nos municípios de maior incidência da doença. A

vacina exigia duas doses, e muitos não tomavam a segunda. Mesmo assim, 1,4 milhão de

crianças foram vacinadas. Agora, com a aprovação da Butantan-DV, de dose única, a expectativa

é de avanço ainda maior. “A dengue passará por uma mudança de paradigma. A nova vacina é

muito promissora”, diz o infectologista Marcus Lacerda, novo diretor do programa de doenças

tropicais vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até agora foram aplicadas mais de 300 mil doses num projeto-piloto em três municípios.

Os pesquisadores observaram que a proteção dada pela Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto

Butantan, chega a 89,5% e 69,6% nos dois tipos de dengue mais comuns no país. Em janeiro,

ela foi destinada ao 1,2 milhão de profissionais de saúde da linha de frente no atendimento à

população e a áreas administrativas de apoio. O Ministério da Saúde já reservou 3,9 milhões de

doses para estender a vacinação à faixa de 15 a 59 anos, parte delas produzida pela chinesa

WuXi Vaccines. Fica demonstrado mais uma vez que o Brasil _____ conhecimento técnico e base

logística para estruturar programas bem-sucedidos que superem seus desafios na saúde.

(Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/04/programa-de-combate-a-dengue-tem-obtido-exito-no-controle-da-doenca.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o emprego de sinais de pontuação em trechos retirados do texto, analise as assertivas a seguir:

I. Em “Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos. Mas parece evidente que o programa de combate à dengue tem surtido efeito”, o ponto-final pode ser substituído por vírgula, com a devida correção para letra minúscula no vocábulo “Mas”.
II. Em “Para começar, as campanhas de esclarecimento para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o Aedes aegypti”, a segunda vírgula foi utilizada para separar o aposto.
III. Em “Há ainda armadilhas usadas para controlar e monitorar a população do mosquito, conhecidas como ovitrampas, já presentes em 1,6 mil municípios”, o par de vírgulas pode ser substituído por travessões.


Quais estão corretas?
 

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providências tomadas para reverter a epidemia. De janeiro a abril deste ano, foram registrados

238,8 mil casos, 74% abaixo dos 916,4 mil verificados no mesmo período em 2025. Mantido

esse ritmo, haverá apenas pouco mais de 680 mil ocorrências em 2026, ante 6,6 milhões

registrados em 2024 e 1,7 milhão em 2025. As mortes também estão em queda. Há

confirmadas e 200 em investigação até agora, ante 1.791 em 2025 e 6.321 em 2024.

Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos. Mas

parece evidente que o programa de combate à dengue tem surtido efeito. Para começar, as

campanhas de esclarecimento para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o

Aedes aegypti. Prefeituras _____ mantido programas consistentes de fumigamento em áreas de

risco. Há ainda armadilhas usadas para controlar e monitorar a população do mosquito,

conhecidas como ovitrampas, já presentes em 1,6 mil municípios, com previsão de alcançar

mil até o fim do ano.

Outra medida de impacto tem sido o uso de insetos estéreis, uma variedade modificada do

Aedes. Conhecidos como wolbitos, eles são portadores de uma bactéria chamada Wolbachia, que

impede a replicação dos vírus de dengue, zika e chicungunha. Embora o método ainda esteja

restrito a 72 municípios prioritários, o resultado tem sido surpreendente. Em Niterói (RJ),

primeira cidade 100% coberta pela estratégia, os casos caíram 90%.

Por fim, a mais nova arma de prevenção da doença tem sido a vacinação. Em 2024, havia

apenas uma vacina, a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. Dada a insuficiência de doses,

ela foi restrita à faixa etária de 10 a 14 anos nos municípios de maior incidência da doença. A

vacina exigia duas doses, e muitos não tomavam a segunda. Mesmo assim, 1,4 milhão de

crianças foram vacinadas. Agora, com a aprovação da Butantan-DV, de dose única, a expectativa

é de avanço ainda maior. “A dengue passará por uma mudança de paradigma. A nova vacina é

muito promissora”, diz o infectologista Marcus Lacerda, novo diretor do programa de doenças

tropicais vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até agora foram aplicadas mais de 300 mil doses num projeto-piloto em três municípios.

Os pesquisadores observaram que a proteção dada pela Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto

Butantan, chega a 89,5% e 69,6% nos dois tipos de dengue mais comuns no país. Em janeiro,

ela foi destinada ao 1,2 milhão de profissionais de saúde da linha de frente no atendimento à

população e a áreas administrativas de apoio. O Ministério da Saúde já reservou 3,9 milhões de

doses para estender a vacinação à faixa de 15 a 59 anos, parte delas produzida pela chinesa

WuXi Vaccines. Fica demonstrado mais uma vez que o Brasil _____ conhecimento técnico e base

logística para estruturar programas bem-sucedidos que superem seus desafios na saúde.

(Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/04/programa-de-combate-a-dengue-tem-obtido-exito-no-controle-da-doenca.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “É alentador constatar que tem caído de forma expressiva a disseminação da dengue no Brasil”, retirado do texto, qual é a classificação sintática do termo “alentador”?
 

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É alentador constatar que tem caído de forma expressiva a disseminação da dengue no

Brasil. O cenário sombrio que se vislumbrava em 2024 não se confirmou, devido ao conjunto de

providências tomadas para reverter a epidemia. De janeiro a abril deste ano, foram registrados

238,8 mil casos, 74% abaixo dos 916,4 mil verificados no mesmo período em 2025. Mantido

esse ritmo, haverá apenas pouco mais de 680 mil ocorrências em 2026, ante 6,6 milhões

registrados em 2024 e 1,7 milhão em 2025. As mortes também estão em queda. Há

confirmadas e 200 em investigação até agora, ante 1.791 em 2025 e 6.321 em 2024.

Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos. Mas

parece evidente que o programa de combate à dengue tem surtido efeito. Para começar, as

campanhas de esclarecimento para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o

Aedes aegypti. Prefeituras _____ mantido programas consistentes de fumigamento em áreas de

risco. Há ainda armadilhas usadas para controlar e monitorar a população do mosquito,

conhecidas como ovitrampas, já presentes em 1,6 mil municípios, com previsão de alcançar

mil até o fim do ano.

Outra medida de impacto tem sido o uso de insetos estéreis, uma variedade modificada do

Aedes. Conhecidos como wolbitos, eles são portadores de uma bactéria chamada Wolbachia, que

impede a replicação dos vírus de dengue, zika e chicungunha. Embora o método ainda esteja

restrito a 72 municípios prioritários, o resultado tem sido surpreendente. Em Niterói (RJ),

primeira cidade 100% coberta pela estratégia, os casos caíram 90%.

Por fim, a mais nova arma de prevenção da doença tem sido a vacinação. Em 2024, havia

apenas uma vacina, a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. Dada a insuficiência de doses,

ela foi restrita à faixa etária de 10 a 14 anos nos municípios de maior incidência da doença. A

vacina exigia duas doses, e muitos não tomavam a segunda. Mesmo assim, 1,4 milhão de

crianças foram vacinadas. Agora, com a aprovação da Butantan-DV, de dose única, a expectativa

é de avanço ainda maior. “A dengue passará por uma mudança de paradigma. A nova vacina é

muito promissora”, diz o infectologista Marcus Lacerda, novo diretor do programa de doenças

tropicais vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até agora foram aplicadas mais de 300 mil doses num projeto-piloto em três municípios.

Os pesquisadores observaram que a proteção dada pela Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto

Butantan, chega a 89,5% e 69,6% nos dois tipos de dengue mais comuns no país. Em janeiro,

ela foi destinada ao 1,2 milhão de profissionais de saúde da linha de frente no atendimento à

população e a áreas administrativas de apoio. O Ministério da Saúde já reservou 3,9 milhões de

doses para estender a vacinação à faixa de 15 a 59 anos, parte delas produzida pela chinesa

WuXi Vaccines. Fica demonstrado mais uma vez que o Brasil _____ conhecimento técnico e base

logística para estruturar programas bem-sucedidos que superem seus desafios na saúde.

(Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/04/programa-de-combate-a-dengue-tem-obtido-exito-no-controle-da-doenca.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o período composto retirado do texto “Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos”, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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É alentador constatar que tem caído de forma expressiva a disseminação da dengue no

Brasil. O cenário sombrio que se vislumbrava em 2024 não se confirmou, devido ao conjunto de

providências tomadas para reverter a epidemia. De janeiro a abril deste ano, foram registrados

238,8 mil casos, 74% abaixo dos 916,4 mil verificados no mesmo período em 2025. Mantido

esse ritmo, haverá apenas pouco mais de 680 mil ocorrências em 2026, ante 6,6 milhões

registrados em 2024 e 1,7 milhão em 2025. As mortes também estão em queda. Há

confirmadas e 200 em investigação até agora, ante 1.791 em 2025 e 6.321 em 2024.

Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos. Mas

parece evidente que o programa de combate à dengue tem surtido efeito. Para começar, as

campanhas de esclarecimento para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o

Aedes aegypti. Prefeituras _____ mantido programas consistentes de fumigamento em áreas de

risco. Há ainda armadilhas usadas para controlar e monitorar a população do mosquito,

conhecidas como ovitrampas, já presentes em 1,6 mil municípios, com previsão de alcançar

mil até o fim do ano.

Outra medida de impacto tem sido o uso de insetos estéreis, uma variedade modificada do

Aedes. Conhecidos como wolbitos, eles são portadores de uma bactéria chamada Wolbachia, que

impede a replicação dos vírus de dengue, zika e chicungunha. Embora o método ainda esteja

restrito a 72 municípios prioritários, o resultado tem sido surpreendente. Em Niterói (RJ),

primeira cidade 100% coberta pela estratégia, os casos caíram 90%.

Por fim, a mais nova arma de prevenção da doença tem sido a vacinação. Em 2024, havia

apenas uma vacina, a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. Dada a insuficiência de doses,

ela foi restrita à faixa etária de 10 a 14 anos nos municípios de maior incidência da doença. A

vacina exigia duas doses, e muitos não tomavam a segunda. Mesmo assim, 1,4 milhão de

crianças foram vacinadas. Agora, com a aprovação da Butantan-DV, de dose única, a expectativa

é de avanço ainda maior. “A dengue passará por uma mudança de paradigma. A nova vacina é

muito promissora”, diz o infectologista Marcus Lacerda, novo diretor do programa de doenças

tropicais vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até agora foram aplicadas mais de 300 mil doses num projeto-piloto em três municípios.

Os pesquisadores observaram que a proteção dada pela Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto

Butantan, chega a 89,5% e 69,6% nos dois tipos de dengue mais comuns no país. Em janeiro,

ela foi destinada ao 1,2 milhão de profissionais de saúde da linha de frente no atendimento à

população e a áreas administrativas de apoio. O Ministério da Saúde já reservou 3,9 milhões de

doses para estender a vacinação à faixa de 15 a 59 anos, parte delas produzida pela chinesa

WuXi Vaccines. Fica demonstrado mais uma vez que o Brasil _____ conhecimento técnico e base

logística para estruturar programas bem-sucedidos que superem seus desafios na saúde.

(Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/04/programa-de-combate-a-dengue-tem-obtido-exito-no-controle-da-doenca.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise o trecho abaixo, retirado do texto:
“O cenário sombrio que se vislumbrava em 2024 não se confirmou, devido ao conjunto de providências tomadas para reverter a epidemia”.
Em relação à colocação pronominal, assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, a obrigatoriedade do uso da próclise nos casos destacados acima.
 

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É alentador constatar que tem caído de forma expressiva a disseminação da dengue no

Brasil. O cenário sombrio que se vislumbrava em 2024 não se confirmou, devido ao conjunto de

providências tomadas para reverter a epidemia. De janeiro a abril deste ano, foram registrados

238,8 mil casos, 74% abaixo dos 916,4 mil verificados no mesmo período em 2025. Mantido

esse ritmo, haverá apenas pouco mais de 680 mil ocorrências em 2026, ante 6,6 milhões

registrados em 2024 e 1,7 milhão em 2025. As mortes também estão em queda. Há

confirmadas e 200 em investigação até agora, ante 1.791 em 2025 e 6.321 em 2024.

Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos. Mas

parece evidente que o programa de combate à dengue tem surtido efeito. Para começar, as

campanhas de esclarecimento para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o

Aedes aegypti. Prefeituras _____ mantido programas consistentes de fumigamento em áreas de

risco. Há ainda armadilhas usadas para controlar e monitorar a população do mosquito,

conhecidas como ovitrampas, já presentes em 1,6 mil municípios, com previsão de alcançar

mil até o fim do ano.

Outra medida de impacto tem sido o uso de insetos estéreis, uma variedade modificada do

Aedes. Conhecidos como wolbitos, eles são portadores de uma bactéria chamada Wolbachia, que

impede a replicação dos vírus de dengue, zika e chicungunha. Embora o método ainda esteja

restrito a 72 municípios prioritários, o resultado tem sido surpreendente. Em Niterói (RJ),

primeira cidade 100% coberta pela estratégia, os casos caíram 90%.

Por fim, a mais nova arma de prevenção da doença tem sido a vacinação. Em 2024, havia

apenas uma vacina, a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. Dada a insuficiência de doses,

ela foi restrita à faixa etária de 10 a 14 anos nos municípios de maior incidência da doença. A

vacina exigia duas doses, e muitos não tomavam a segunda. Mesmo assim, 1,4 milhão de

crianças foram vacinadas. Agora, com a aprovação da Butantan-DV, de dose única, a expectativa

é de avanço ainda maior. “A dengue passará por uma mudança de paradigma. A nova vacina é

muito promissora”, diz o infectologista Marcus Lacerda, novo diretor do programa de doenças

tropicais vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até agora foram aplicadas mais de 300 mil doses num projeto-piloto em três municípios.

Os pesquisadores observaram que a proteção dada pela Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto

Butantan, chega a 89,5% e 69,6% nos dois tipos de dengue mais comuns no país. Em janeiro,

ela foi destinada ao 1,2 milhão de profissionais de saúde da linha de frente no atendimento à

população e a áreas administrativas de apoio. O Ministério da Saúde já reservou 3,9 milhões de

doses para estender a vacinação à faixa de 15 a 59 anos, parte delas produzida pela chinesa

WuXi Vaccines. Fica demonstrado mais uma vez que o Brasil _____ conhecimento técnico e base

logística para estruturar programas bem-sucedidos que superem seus desafios na saúde.

(Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/04/programa-de-combate-a-dengue-tem-obtido-exito-no-controle-da-doenca.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as regras de concordância verbal e de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas dos trechos a seguir, retirados do texto: 

• “Prefeituras _____ mantido programas consistentes de fumigamento em áreas de risco”. • “Fica demonstrado mais uma vez que o Brasil _____ conhecimento técnico e base logística para estruturar programas bem-sucedidos [...]”.
 

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O programa de combate à dengue e o controle da doença

Por O Globo

É alentador constatar que tem caído de forma expressiva a disseminação da dengue no

Brasil. O cenário sombrio que se vislumbrava em 2024 não se confirmou, devido ao conjunto de

providências tomadas para reverter a epidemia. De janeiro a abril deste ano, foram registrados

238,8 mil casos, 74% abaixo dos 916,4 mil verificados no mesmo período em 2025. Mantido

esse ritmo, haverá apenas pouco mais de 680 mil ocorrências em 2026, ante 6,6 milhões

registrados em 2024 e 1,7 milhão em 2025. As mortes também estão em queda. Há

confirmadas e 200 em investigação até agora, ante 1.791 em 2025 e 6.321 em 2024.

Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos. Mas

parece evidente que o programa de combate à dengue tem surtido efeito. Para começar, as

campanhas de esclarecimento para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o

Aedes aegypti. Prefeituras _____ mantido programas consistentes de fumigamento em áreas de

risco. Há ainda armadilhas usadas para controlar e monitorar a população do mosquito,

conhecidas como ovitrampas, já presentes em 1,6 mil municípios, com previsão de alcançar

mil até o fim do ano.

Outra medida de impacto tem sido o uso de insetos estéreis, uma variedade modificada do

Aedes. Conhecidos como wolbitos, eles são portadores de uma bactéria chamada Wolbachia, que

impede a replicação dos vírus de dengue, zika e chicungunha. Embora o método ainda esteja

restrito a 72 municípios prioritários, o resultado tem sido surpreendente. Em Niterói (RJ),

primeira cidade 100% coberta pela estratégia, os casos caíram 90%.

Por fim, a mais nova arma de prevenção da doença tem sido a vacinação. Em 2024, havia

apenas uma vacina, a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. Dada a insuficiência de doses,

ela foi restrita à faixa etária de 10 a 14 anos nos municípios de maior incidência da doença. A

vacina exigia duas doses, e muitos não tomavam a segunda. Mesmo assim, 1,4 milhão de

crianças foram vacinadas. Agora, com a aprovação da Butantan-DV, de dose única, a expectativa

é de avanço ainda maior. “A dengue passará por uma mudança de paradigma. A nova vacina é

muito promissora”, diz o infectologista Marcus Lacerda, novo diretor do programa de doenças

tropicais vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até agora foram aplicadas mais de 300 mil doses num projeto-piloto em três municípios.

Os pesquisadores observaram que a proteção dada pela Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto

Butantan, chega a 89,5% e 69,6% nos dois tipos de dengue mais comuns no país. Em janeiro,

ela foi destinada ao 1,2 milhão de profissionais de saúde da linha de frente no atendimento à

população e a áreas administrativas de apoio. O Ministério da Saúde já reservou 3,9 milhões de

doses para estender a vacinação à faixa de 15 a 59 anos, parte delas produzida pela chinesa

WuXi Vaccines. Fica demonstrado mais uma vez que o Brasil _____ conhecimento técnico e base

logística para estruturar programas bem-sucedidos que superem seus desafios na saúde.

(Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/04/programa-de-combate-a-dengue-tem-obtido-exito-no-controle-da-doenca.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao combate à dengue, o autor conclui o texto argumentando que:
 

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Por O Globo

É alentador constatar que tem caído de forma expressiva a disseminação da dengue no

Brasil. O cenário sombrio que se vislumbrava em 2024 não se confirmou, devido ao conjunto de

providências tomadas para reverter a epidemia. De janeiro a abril deste ano, foram registrados

238,8 mil casos, 74% abaixo dos 916,4 mil verificados no mesmo período em 2025. Mantido

esse ritmo, haverá apenas pouco mais de 680 mil ocorrências em 2026, ante 6,6 milhões

registrados em 2024 e 1,7 milhão em 2025. As mortes também estão em queda. Há

confirmadas e 200 em investigação até agora, ante 1.791 em 2025 e 6.321 em 2024.

Cabe aos cientistas investigar os fatores preponderantes para a queda nos casos. Mas

parece evidente que o programa de combate à dengue tem surtido efeito. Para começar, as

campanhas de esclarecimento para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o

Aedes aegypti. Prefeituras _____ mantido programas consistentes de fumigamento em áreas de

risco. Há ainda armadilhas usadas para controlar e monitorar a população do mosquito,

conhecidas como ovitrampas, já presentes em 1,6 mil municípios, com previsão de alcançar

mil até o fim do ano.

Outra medida de impacto tem sido o uso de insetos estéreis, uma variedade modificada do

Aedes. Conhecidos como wolbitos, eles são portadores de uma bactéria chamada Wolbachia, que

impede a replicação dos vírus de dengue, zika e chicungunha. Embora o método ainda esteja

restrito a 72 municípios prioritários, o resultado tem sido surpreendente. Em Niterói (RJ),

primeira cidade 100% coberta pela estratégia, os casos caíram 90%.

Por fim, a mais nova arma de prevenção da doença tem sido a vacinação. Em 2024, havia

apenas uma vacina, a Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda. Dada a insuficiência de doses,

ela foi restrita à faixa etária de 10 a 14 anos nos municípios de maior incidência da doença. A

vacina exigia duas doses, e muitos não tomavam a segunda. Mesmo assim, 1,4 milhão de

crianças foram vacinadas. Agora, com a aprovação da Butantan-DV, de dose única, a expectativa

é de avanço ainda maior. “A dengue passará por uma mudança de paradigma. A nova vacina é

muito promissora”, diz o infectologista Marcus Lacerda, novo diretor do programa de doenças

tropicais vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até agora foram aplicadas mais de 300 mil doses num projeto-piloto em três municípios.

Os pesquisadores observaram que a proteção dada pela Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto

Butantan, chega a 89,5% e 69,6% nos dois tipos de dengue mais comuns no país. Em janeiro,

ela foi destinada ao 1,2 milhão de profissionais de saúde da linha de frente no atendimento à

população e a áreas administrativas de apoio. O Ministério da Saúde já reservou 3,9 milhões de

doses para estender a vacinação à faixa de 15 a 59 anos, parte delas produzida pela chinesa

WuXi Vaccines. Fica demonstrado mais uma vez que o Brasil _____ conhecimento técnico e base

logística para estruturar programas bem-sucedidos que superem seus desafios na saúde.

(Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/editorial/coluna/2026/04/programa-de-combate-a-dengue-tem-obtido-exito-no-controle-da-doenca.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas abaixo:

I. Os casos e as mortes por dengue têm caído consideravelmente desde 2024 no Brasil.
II. As várias ações que foram implementadas no combate à dengue têm contribuído para o controle da doença atualmente.
III. A expectativa é que, com a nova vacina da dengue, a Butantan-DV, haja melhor controle e avanço no combate à doença.

Quais estão corretas?

 

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