Foram encontradas 40 questões.
3046418
Ano: 2023
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Provas:
Para fins de atendimento às determinações legais e às normas
contábeis vigentes, atualmente, o Balanço Patrimonial deverá ser
composto pelos seguintes elementos indicados nas alternativas
abaixo, com exceção de uma. Assinale-a:
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3046417
Ano: 2023
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Provas:
Analise as proposições a seguir e a sua possível relação entre
elas:
Proposição I: O Exercício Financeiro Orçamentário deve compreender o período de tempo ao qual a previsão das receitas e a fixação das despesas registradas na Lei Orçamentária Anual irão se referir. Proposição II: O Exercício Financeiro Orçamentário compreenderá trezentos e sessenta e cinco dias e terá início no primeiro dia do segundo trimestre, ou seja, compreenderá de 1º de abril a 31 de março do ano subsequente. Proposição III: Vige no Brasil o Princípio Orçamentário da Periodicidade.
Assinale a única alternativa correta:
Proposição I: O Exercício Financeiro Orçamentário deve compreender o período de tempo ao qual a previsão das receitas e a fixação das despesas registradas na Lei Orçamentária Anual irão se referir. Proposição II: O Exercício Financeiro Orçamentário compreenderá trezentos e sessenta e cinco dias e terá início no primeiro dia do segundo trimestre, ou seja, compreenderá de 1º de abril a 31 de março do ano subsequente. Proposição III: Vige no Brasil o Princípio Orçamentário da Periodicidade.
Assinale a única alternativa correta:
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3046416
Ano: 2023
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Provas:
Analise as proposições a seguir e a sua possível relação entre
elas:
Proposição I: A Lei Orçamentária Anual de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. Proposição II: Vige no Brasil o Princípio Orçamentário da Unidade.
Assinale a única alternativa correta:
Proposição I: A Lei Orçamentária Anual de cada ente federado deverá conter todas as receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. Proposição II: Vige no Brasil o Princípio Orçamentário da Unidade.
Assinale a única alternativa correta:
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3046415
Ano: 2023
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Provas:
- Tributação e OrçamentoSistema Tributário NacionalImpostos da União
- Tributação e OrçamentoSistema Tributário NacionalRepartição de Receitas Tributárias
Ainda sobre as regras constitucionais de repartição de receitas
tributárias, a União deverá entregar uma porção do produto da
arrecadação do imposto sobre produtos industrializados. Acerca
do assunto, assinale a alternativa correta:
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3046414
Ano: 2023
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ilha Itamaracá-PE
Provas:
De acordo com as normas constitucionais de repartição das receitas tributárias, a União deverá entregar cinquenta por cento do produto da arrecadação dos impostos sobre renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados da seguinte forma indicada nos itens a seguir:
- Vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento deverão ser entregues ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal.
- Vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento deverão ser entregues ao Fundo de Participação dos Municípios.
- Três por cento deverão ser destinados para aplicação em programas de financiamento ao setor produtivo das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, através de suas instituições financeiras de caráter regional, de acordo com os planos regionais de desenvolvimento, ficando assegurada ao semiárido do Nordeste a metade dos recursos destinados à Região, na forma que a lei estabelecer.
- Ao Fundo de Participação dos Municípios será entregue um por cento no mês de agosto e um por cento no mês de novembro de cada ano, devendo ser entregue no primeiro decêndio de cada um dos meses indicados.
- Para efeito de cálculo da entrega, excluir-se-á a parcela da arrecadação do imposto de renda e proventos de qualquer natureza pertencente aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, incidente na fonte, sobre rendimentos pagos, a qualquer título, por eles, suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem.
Estão corretos os itens:
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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