Foram encontradas 40 questões.
Fonte: SANTOS, Camila Marafigo dos; MACHADO, Mércia Freire Rocha Cordeiro. Educação inclusiva: do que estamos falando? Curitiba: Instituto Federal do Paraná, 2021.
Considerando o excerto acima e as questões abordadas pela perspectiva da Educação Inclusiva, é CORRETO afirmar:
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- FundamentosAnálise de Tabelas e GráficosGráfico de Colunas ou Barras Justapostas
- Estatística Descritiva
Gráfico 1 - Evolução dos docentes da educação básica por etapa de ensino na Paraíba, entre 2015 e 2025.
Fonte:INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA (INEP). Painéis de estatística do Censo Escolar da Educação Básica. Brasília, DF: Inep, 2024. Disponível em: Painel Power BI do Censo Escolar. Acesso em: 10 maio 2026.
A respeito do gráfico apresentado, analise as assertivas a seguir.
I- O número de docentes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental aumentou no período considerado.
II- O número de docentes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) diminuiu em mais de 2 (dois) mil docentes.
III- O número de docentes do Ensino Médio aumentou em cerca de 2 (dois) mil docentes.
IV- A maioria dos docentes atua no Ensino Médio.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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- Currículo (Teoria e Prática)Concepções de currículo
- Currículo (Teoria e Prática)Teorias curriculares
I- As teorias tradicionais do currículo focavam em questões atinentes à organização e à transmissão do conhecimento a ser ensinado, sendo a sua seleção um processo neutro.
II- As teorias do currículo críticas e pós-críticas consideram o currículo um instrumento de poder que decorre da escolha que privilegia ou exclui e marginaliza saberes.
III- Para as teorias pós-críticas, a questão do poder associado ao currículo é focada na ideologia, estrutura de classes da sociedade e no modo de produção capitalista.
É CORRETO o que se afirma em:
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- Tecnologias Educacionais
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
I- No contexto das tecnologias digitais na educação, o termo está relacionado à capacidade de criar, recriar e cocriar bricolagem conteúdos a partir de releituras, misturas e remixagens, o estudante cria novos conhecimentos como um produtor ativo.
II- Ao utilizar uma ferramenta de IA (Inteligência Artificial), o professor deve atentar para o fornecimento de de comando prompts que indiquem um contexto genérico abrangendo o tema abordado, a fim de obter respostas adequadas.
III- As ferramentas de IA generativa possuem uma franca limitação criativa frente ao humano: a IA baseia-se em padrões estatísticos para emular a linguagem humana.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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A respeito da LDB, analise as assertivas a seguir.
I- De acordo com o art. 1º da LDB, a vida familiar, a convivência humana, as instituições de ensino e pesquisa, os movimentos sociais, as organizações da sociedade civil e as manifestações culturais constituem os âmbitos nos quais se desenvolvem os processos formativos abrangidos pela educação.
II- A LDB determina que as escolas devem exibir, no mínimo, 2 (duas) horas de filmes de produção nacional por mês, como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica da escola.
III- Conforme estabelece o art. 22 da LDB, “a educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, [assegurando-lhe] a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e [fornecendo-lhe] meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”, devendo ser obrigatoriamente organizada em séries anuais.
É CORRETO o que se afirma em:
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Texto II

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DWXDtYOka0a/. Acesso em: 28 mar. 2026.
I- O termo “carcinógeno” recebe acentuação gráfica por ser uma proparoxítona, assim como ocorre em “periódicos”.
II- Os termos “arsênio” e “até” são oxítonas e os termos “câncer” e “saúde” são paroxítonas.
III- Os termos “carcinógeno” e “câncer” recebem acento gráfico em razão da mesma regra de acentuação.
IV- O termo “câncer” recebe acentuação gráfica por ser uma palavra paroxítona terminada em -r, assim como ocorre, por exemplo, com o termo “repórter”.
É CORRETO o que se afirma em:
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Texto II

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DWXDtYOka0a/. Acesso em: 28 mar. 2026.
I- No fragmento “o presunto processado agora é oficialmente classificado como carcinógeno do grupo 1”, o termo “agora” indica uma circunstância de tempo e foi empregado para informar que houve uma mudança recente na classificação do alimento mencionado.
II- No fragmento “Estima-se que, a cada duas fatias que você come, você aumenta o risco de câncer colorretal em 18%”, o termo “você” foi empregado como um referente genérico, empregado em sentido universal e não para indicar um interlocutor em particular.
III- No fragmento “Estima-se que, a cada duas fatias que você come, você aumenta o risco de câncer colorretal em 18%”, o elemento “se” funciona como índice de indeterminação do sujeito, assim como ocorre em “alugam-se casas”.
IV- No fragmento “Estima-se que, a cada duas fatias que você come, você aumenta o risco de câncer colorretal em 18%”, o elemento “se” funciona como conjunção integrante.
É CORRETO o que se afirma em:
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Texto II

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DWXDtYOka0a/. Acesso em: 28 mar. 2026.
I- Trata-se de um texto conotativo, com emprego de recursos multimodais que têm o objetivo de engajar o leitor.
II- É um texto denotativo, com presença marcante de elementos que caracterizam a linguagem informal, como marcas de oralidade e redução de palavras.
III- É um texto publicado em rede social, o que pode ser atestado a partir da observação de elementos visuais específicos, como ícones (abaixo da imagem) e nome da página (acima da imagem).
IV- Trata-se de um texto jurídico, com linguagem objetiva e finalidade normativa.
É CORRETO o que se afirma em:
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Texto I
Dinheiro oculto
Estudo rastreia pagamentos não declarados recebidos por autores de duas revistas de psiquiatria
Pesquisadores de duas escolas de medicina do estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, avaliaram a prevalência e a magnitude de conflitos de interesse financeiro entre médicos que publicaram artigos em duas revistas influentes da área de psiquiatria: o American Journal of Psychiatry (AJP) e o Journal of the American Medical Association Psychiatry (JAMA-PSY).
O levantamento, divulgado na revista médica eletrônica BMJ Open, observou que cerca de US$ 4,5 milhões foram pagos por patrocinadores privados, notadamente da indústria farmacêutica, a 27 autores médicos de 74 artigos nas duas revistas, mas 14% desse valor (US$ 645.135) não foram declarados pelos pesquisadores aos periódicos. Entre os pagamentos não divulgados, que incluíam honorários de consultoria ou de palestrante, alimentação e bebidas e auxílio para viagens, 83% foram destinados para coordenadores dos projetos (US$ 532.841) e os 17% restantes (US$ 112.295) para outros pesquisadores dos projetos.
O estudo também identificou um grupo de 10 autores altamente remunerados — oito homens e duas mulheres —, que conduziram 12 ensaios clínicos randomizados de medicamentos para depressão, ansiedade, transtorno do espectro autista, entre outros. Eles responderam por 84,8% (AJP) e 99,6% (JAMA-PSY) de todos os pagamentos não divulgados às revistas. Seus nomes não foram revelados no estudo.
Para chegar aos resultados, fez-se o cruzamento de duas fontes de informação. Uma delas são os valores declarados pelos médicos às duas revistas, cujas editoriais exigem que autores informem suas relações financeiras com patrocinadores nos 36 meses anteriores à publicação. A outra é o banco de dados do Open Payments, um programa nacional que exige que empresas produtoras de medicamentos e dispositivos médicos informem “valores transferidos” a médicos, enfermeiros-chefes hospitalares, a fim de tornar transparentes e permitir a fiscalização de eventuais conflitos de interesse. Nesse banco, são contabilizados desde almoços a profissionais da saúde pagos por representantes comerciais de empresas até bolsas de pesquisa e a compra de participação acionária de empresas pertencentes a médicos.
O levantamento alerta que os conflitos de interesse na pesquisa psiquiátrica representam um desafio ético persistente. “Vínculos financeiros podem influenciar indevidamente os resultados dos estudos, com pesquisas financiadas pela indústria frequentemente apresentando resultados favoráveis aos produtos do patrocinador”, escreveram os autores. “Esse viés é particularmente preocupante nos contextos da pesquisa psiquiátrica, onde ainda há uma carência de biomarcadores objetivos para a maioria dos transtornos mentais.”
Segundo eles, os achados evidenciam possíveis lacunas nas políticas editoriais de periódicos. Uma forma de resolvê-las seria criar mecanismos independentes de verificação cruzada, como a exigência de links para perfis do Open Payments durante a submissão de artigos a revistas.
Fonte: PESQUISA FAPESP. Dinheiro Oculto. 21 jan. 2026, 8:05. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/dinheiro-oculto/. 21 jan. 2026 às 8:05. Acesso em: 18 mar. 2026 [adaptado].
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Texto I
Dinheiro oculto
Estudo rastreia pagamentos não declarados recebidos por autores de duas revistas de psiquiatria
Pesquisadores de duas escolas de medicina do estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, avaliaram a prevalência e a magnitude de conflitos de interesse financeiro entre médicos que publicaram artigos em duas revistas influentes da área de psiquiatria: o American Journal of Psychiatry (AJP) e o Journal of the American Medical Association Psychiatry (JAMA-PSY).
O levantamento, divulgado na revista médica eletrônica BMJ Open, observou que cerca de US$ 4,5 milhões foram pagos por patrocinadores privados, notadamente da indústria farmacêutica, a 27 autores médicos de 74 artigos nas duas revistas, mas 14% desse valor (US$ 645.135) não foram declarados pelos pesquisadores aos periódicos. Entre os pagamentos não divulgados, que incluíam honorários de consultoria ou de palestrante, alimentação e bebidas e auxílio para viagens, 83% foram destinados para coordenadores dos projetos (US$ 532.841) e os 17% restantes (US$ 112.295) para outros pesquisadores dos projetos.
O estudo também identificou um grupo de 10 autores altamente remunerados — oito homens e duas mulheres —, que conduziram 12 ensaios clínicos randomizados de medicamentos para depressão, ansiedade, transtorno do espectro autista, entre outros. Eles responderam por 84,8% (AJP) e 99,6% (JAMA-PSY) de todos os pagamentos não divulgados às revistas. Seus nomes não foram revelados no estudo.
Para chegar aos resultados, fez-se o cruzamento de duas fontes de informação. Uma delas são os valores declarados pelos médicos às duas revistas, cujas editoriais exigem que autores informem suas relações financeiras com patrocinadores nos 36 meses anteriores à publicação. A outra é o banco de dados do Open Payments, um programa nacional que exige que empresas produtoras de medicamentos e dispositivos médicos informem “valores transferidos” a médicos, enfermeiros-chefes hospitalares, a fim de tornar transparentes e permitir a fiscalização de eventuais conflitos de interesse. Nesse banco, são contabilizados desde almoços a profissionais da saúde pagos por representantes comerciais de empresas até bolsas de pesquisa e a compra de participação acionária de empresas pertencentes a médicos.
O levantamento alerta que os conflitos de interesse na pesquisa psiquiátrica representam um desafio ético persistente. “Vínculos financeiros podem influenciar indevidamente os resultados dos estudos, com pesquisas financiadas pela indústria frequentemente apresentando resultados favoráveis aos produtos do patrocinador”, escreveram os autores. “Esse viés é particularmente preocupante nos contextos da pesquisa psiquiátrica, onde ainda há uma carência de biomarcadores objetivos para a maioria dos transtornos mentais.”
Segundo eles, os achados evidenciam possíveis lacunas nas políticas editoriais de periódicos. Uma forma de resolvê-las seria criar mecanismos independentes de verificação cruzada, como a exigência de links para perfis do Open Payments durante a submissão de artigos a revistas.
Fonte: PESQUISA FAPESP. Dinheiro Oculto. 21 jan. 2026, 8:05. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/dinheiro-oculto/. 21 jan. 2026 às 8:05. Acesso em: 18 mar. 2026 [adaptado].
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