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Foram encontradas 80 questões.

1284183 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Itatiaia-RJ
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TEXTO: A POLÍTICA DA HUMANIDADE

Certos ecologistas defendem a necessidade de um decrescimento. E é verdade, é preciso que haja um decrescimento das energias poluentes(a), dos produtos totalmente superficiais, de valor mitológico e ilusório, que prometem a saúde, a felicidade, a juventude, a sedução etc.

E preciso que decresça a intoxicação consumista que assola parte da população e, em contrapartida, que cresçam as possibilidades de consumo de outra parte sem acesso a bens elementares(b). É preciso combinar crescimento e decrescimento, ou seja, O que deve crescer com o que deve decrescer —- e o que deve crescer é uma economia verde, de energia limpa, uma economia que transforma as cidades, que as deixa saudáveis e humanizadas.

Portanto, é preciso combinar globalização e desglobalização, desenvolvimento e envolvimento, crescimento e decrescimento — e isso, a meu ver, substituindo a palavra desenvolvimento por “política da humanidade”. Por que essa substituição? Porque o desenvolvimento é uma fórmula padrão que é aplicada a povos e culturas que já possuem suas próprias riquezas.

É um erro crer que culturas fundadas sobre a tradição oral, isto é, desprovidas da escrita, sejam reduzidas à carência, ao analfabetismo. Não, elas não conhecem o alfabeto, mas são providas de tesouros culturais milenares(c) — e digo isso também em relação às pequenas sociedades indígenas do Brasil, principalmente da Amazônia.

Assim, uma política da humanidade é uma política que sabe fazer a simbiose(d) entre as qualidades que se originam do Ocidente, da globalização, e as qualidades próprias às culturas tradicionais. Essas culturas possuem uma conexão, um vínculo com a natureza que nós buscamos reencontrar no mundo ocidental; elas possuem uma noção de solidariedade que nós já perdemos.

Num conjunto, uma política da humanidade seria uma política capaz de efetuar, em cada país, um reencontro entre O melhor de sua própria cultura e das culturas estrangeiras. A ideia de uma política da humanidade é a de uma política que une O melhor do desenvolvimento, mas, repito, que faz essa simbiose e que respeita as qualidades e os valores de diferentes culturas.

Edgar Morin
Adaptado de nttps://Awww fronteiras.com/artigos/21 -
ideias-edgar-morin-e-a-politica-da-numanidade,
07/12/2017.

Um trecho que expressa a formulação de um contra-argumento por parte do autor é:

 

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1284167 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Itatiaia-RJ
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De acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça sobre a improbidade administrativa, pode-se afirmar que.

 

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1284097 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Itatiaia-RJ
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TEXTO: O ESPETÁCULO DO EU

Ao longo da última década, a internet passou a hospedar um conjunto de práticas "confessionais". Milhões de usuários do mundo inteiro se apropriam de diversas ferramentas disponíveis on-line e as utilizam para exibir sua intimidade. Dia após dia, com a velocidade do tempo real, tanto os detalhes mais saborosos como os mais inócuos de suas vidas são expostos nas telas interconectadas da rede global de computadores. Assim, os assuntos mais íntimos de qualquer um se derramam em blogs e fotologs, por meio de webcams sempre ligadas ou em sites como YouTube, Twitter e Facebook.

Trata-se de um verdadeiro festival da vida privada: imagens e relatos que se oferecem sem pudor algum diante dos olhares sedentos de todos aqueles que desejarem dar "uma olhada". A tendência é bem atual e, de fato, excede as margens da web para inundar todos os meios de comunicação. Basta pensar no sucesso dos reality shows e dos programas de tevê que ventilam toda sorte de dramas pessoais, ou no sucesso de vendas das revistas de celebridades e mesmo das biografias, tanto no mercado editorial como no cinema.

Por que tudo isso, que parece tão fútil, é digno de atenção? O fato é que essa súbita insistência em exibir retalhos de intimidades próprias e alheias é inédita: nestas novas práticas, o espaço público e a esfera privada se misturam de uma forma jamais vista. Cabe lembrar que, até pouco tempo, esses dois âmbitos da existência opostos irreconciliáveis, considerados mutuamente excludentes. Mas agora vemos como as telas eletrônicas revelam, sem recato algum, todos os detalhes de qualquer vida. E não se trata apenas de um intenso desejo de se mostrar; há também cada vez mais pessoas dispostas a consumir avidamente esses relatos, fotografias e vídeos.

No entanto, parece haver uma contradição nesse fenômeno. Como é possível que os novos diários íntimos — pois é assim que são definidos habitualmente os blogs, por exemplo — se exponham diante dos milhões de olhos que têm acesso à internet. Seria essa exibição pública da intimidade um detalhe sem importância, que não altera a essência do velho diário íntimo em sua atualização cibernética? Ou se trata de algo radicalmente novo?

A rigor, todo esse murmúrio de confidências que emana dessas palavras e imagens parece ser mais "éxtimo" do que íntimo, para recorrer a um neologismo que procura dar conta da novidade. Porque, embora existam muitas semelhanças entre os blogs atuais e os diários tradicionais— aqueles que proliferaram nos séculos XIX e XX —, também são enormes as diferenças entre os dois gêneros autobiográficos. Aqueles caderninhos rascunhados no silêncio e na solidão dos ambientes privados de antigamente, muitas vezes sob a luz das velas e envolvidos no mais respeitável dos segredos, tinham uma missão: resguardar todas as dobras daquela sensibilidade típica da modernidade industrial. Já os novos diários da internet são verdadeiras cartas abertas. Por isso, parece evidente que tanto seus propósitos como seus sentidos são outros. A própria definição muda, pois em vez de apontar para "dentro" de cada um, os novos meios de expressão e comunicação se voltam para "fora", buscando conquistar a visibilidade e a celebridade.

Paula Sibilia Adaptado de http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/o espetáculo_do_eu.html, fevereiro/2009.

Trata-se de um verdadeiro festival da vida privada: imagens e relatos que se oferecem sem pudor algum diante dos olhares sedentos de todos aqueles que desejarem dar "uma olhada"

A oração sublinhada é classificada como:

 

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1284061 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Itatiaia-RJ
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TEXTO: A POLÍTICA DA HUMANIDADE

Certos ecologistas defendem a necessidade de um decrescimento. E é verdade, é preciso que haja um decrescimento das energias poluentes, dos produtos totalmente superficiais, de valor mitológico e ilusório, que prometem a saúde, a felicidade, a juventude, a sedução etc.

E preciso que decresça a intoxicação consumista que assola parte da população e, em contrapartida, que cresçam as possibilidades de consumo de outra parte sem acesso a bens elementares. É preciso combinar crescimento e decrescimento, ou seja, O que deve crescer com o que deve decrescer —- e o que deve crescer é uma economia verde, de energia limpa, uma economia que transforma as cidades, que as deixa saudáveis e humanizadas.

Portanto, é preciso combinar globalização e desglobalização, desenvolvimento e envolvimento, crescimento e decrescimento — e isso, a meu ver, substituindo a palavra desenvolvimento por “política da humanidade”. Por que essa substituição? Porque o desenvolvimento é uma fórmula padrão que é aplicada a povos e culturas que já possuem suas próprias riquezas.

É um erro crer que culturas fundadas sobre a tradição oral, isto é, desprovidas da escrita, sejam reduzidas à carência, ao analfabetismo. Não, elas não conhecem o alfabeto, mas são providas de tesouros culturais milenares — e digo isso também em relação às pequenas sociedades indígenas do Brasil, principalmente da Amazônia.

Assim, uma política da humanidade é uma política que sabe fazer a simbiose entre as qualidades que se originam do Ocidente, da globalização, e as qualidades próprias às culturas tradicionais. Essas culturas possuem uma conexão, um vínculo com a natureza que nós buscamos reencontrar no mundo ocidental; elas possuem uma noção de solidariedade que nós já perdemos.

Num conjunto, uma política da humanidade seria uma política capaz de efetuar, em cada país, um reencontro entre O melhor de sua própria cultura e das culturas estrangeiras. A ideia de uma política da humanidade é a de uma política que une O melhor do desenvolvimento, mas, repito, que faz essa simbiose e que respeita as qualidades e os valores de diferentes culturas.

Edgar Morin
Adaptado de nttps://Awww fronteiras.com/artigos/21 -
ideias-edgar-morin-e-a-politica-da-numanidade,
07/12/2017.

e isso a meu ver, substituindo a palavra desenvolvimento por “política da humanidade”. Por que essa substituição? Porque o desenvolvimento é uma fórmula padrão que é aplicada a povos e culturas que já possuem suas próprias riquezas.

“Possuem” está conjugado no presente do indicativo. No mesmo tempo, mas no modo subjuntivo, esse verbo assume esta forma:

 

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1284043 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Itatiaia-RJ
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O direito que o servidor tem de pleitear, na esfera administrativa, contra atos que provoquem sua demissão deve ser exercido em até cinco anos. Passado esse prazo, de acordo com a legislação local, o direito submete-se à:

 

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1284030 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Itatiaia-RJ
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Nos termos da legislação municipal, o processo sumário de elucidação de irregularidade no serviço público, para bem caracterizá-la ou para determinar sua autoria, é definido como:

 

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1283900 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Itatiaia-RJ
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A legislação municipal outorga à Secretaria de Desenvolvimento Econômico a seguinte atribuição:

 

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1283752 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Itatiaia-RJ
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TEXTO: A POLÍTICA DA HUMANIDADE

Certos ecologistas defendem a necessidade de um decrescimento. E é verdade, é preciso que haja um decrescimento das energias poluentes, dos produtos totalmente superficiais, de valor mitológico e ilusório, que prometem a saúde, a felicidade, a juventude, a sedução etc.

E preciso que decresça a intoxicação consumista que assola parte da população e, em contrapartida, que cresçam as possibilidades de consumo de outra parte sem acesso a bens elementares. É preciso combinar crescimento e decrescimento, ou seja, O que deve crescer com o que deve decrescer —- e o que deve crescer é uma economia verde, de energia limpa, uma economia que transforma as cidades, que as deixa saudáveis e humanizadas.

Portanto, é preciso combinar globalização e desglobalização, desenvolvimento e envolvimento, crescimento e decrescimento — e isso, a meu ver, substituindo a palavra desenvolvimento por “política da humanidade”. Por que essa substituição? Porque o desenvolvimento é uma fórmula padrão que é aplicada a povos e culturas que já possuem suas próprias riquezas.

É um erro crer que culturas fundadas sobre a tradição oral, isto é, desprovidas da escrita, sejam reduzidas à carência, ao analfabetismo. Não, elas não conhecem o alfabeto, mas são providas de tesouros culturais milenares — e digo isso também em relação às pequenas sociedades indígenas do Brasil, principalmente da Amazônia.

Assim, uma política da humanidade é uma política que sabe fazer a simbiose entre as qualidades que se originam do Ocidente, da globalização, e as qualidades próprias às culturas tradicionais. Essas culturas possuem uma conexão, um vínculo com a natureza que nós buscamos reencontrar no mundo ocidental; elas possuem uma noção de solidariedade que nós já perdemos.

Num conjunto, uma política da humanidade seria uma política capaz de efetuar, em cada país, um reencontro entre O melhor de sua própria cultura e das culturas estrangeiras. A ideia de uma política da humanidade é a de uma política que une O melhor do desenvolvimento, mas, repito, que faz essa simbiose e que respeita as qualidades e os valores de diferentes culturas.

Edgar Morin
Adaptado de nttps://Awww fronteiras.com/artigos/21 -
ideias-edgar-morin-e-a-politica-da-numanidade,
07/12/2017.

A política da humanidade (título) .

A expressão que dá titulo ao texto tem o seguinte papel na argumentação do autor acerca de determinadas práticas sociais da atualidade:

 

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1283592 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Itatiaia-RJ
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Certo Município realizou contratação por inexiqibilidade de licitação para elaboração de projeto básico de serviço de restauração em prédio tombado, cuja execução de projeto seria licitada posteriormente. Com relação à licitação pública, é correto o que se afirma na seguinte alternativa:

 

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1283516 Ano: 2019
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Itatiaia-RJ
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Eliana e Hamad divorciaram-se por meio de acordo homologado em sentença, segundo o qual Hamad se responsabilizou por depositar mensalmente na conta de Eliana o valor correspondente ao IPTU e ao condomínio do imóvel em que residia. Ocorre que, sete anos após a homologação do acordo, Hamad suspendeu o pagamento unilateralmente e não mais retornou as tentativas de contato de Eliana. Neste caso:

 

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