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Foram encontradas 31 questões.

877673 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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Com base na figura a seguir, responda à questão.
enunciado 2035140-1
Dentre as despesas apresentadas na figura, estão as Despesas Correntes com Pessoal e com Encargos Sociais, cujos valores estão listados na linha L2. O saldo calculado, a partir dos valores apresentados, que deve figurar na última coluna dessa linha, é de
 

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871171 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas, mas não pagas até 31 de dezembro, estando a sua execução condicionada aos limites fixados à conta das fontes de recursos correspondentes, com base na legislação vigente. Considere as afirmações a seguir, sobre Restos a Pagar.
I Quando o pagamento deixa de ser efetuado no próprio exercício, procede-se, então, à inscrição em Restos a Pagar. Na inscrição, os Restos a Pagar (RP) são classificados em: RP Processados, RP Não Processados em liquidação e RP Não Processados a liquidar.
II A inscrição das despesas em Restos a Pagar é efetuada no início do exercício seguinte ao da emissão da respectiva Nota de Empenho, desde que a despesa tenha sido liquidada, com base na conclusão da análise técnica do objeto pactuado, em conformidade com a documentação que suportou o instrumento.
III As Notas de Empenho não indicadas pelo ordenador de despesa ou pela pessoa legalmente designada para fazer a inscrição em “Restos a Pagar Não Processados a Liquidar" serão anuladas, automaticamente, com base no saldo da conta “Empenhos a Liquidar”, após ocorrer o registro das Notas de Empenho indicadas.
IV As despesas que estão nos estágios de empenho ou de liquidação, relativas a transferências, poderão ser inscritas em Restos a Pagar, quando o convênio ou o instrumento congênere estiver fora do prazo de vigência, mas existir a garantia da liberação dos recursos financeiros por parte da concedente.
Analisando as afirmativas apresentadas, verifica-se que estão corretas
 

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870621 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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O orçamento é um importante instrumento de planejamento de qualquer entidade, seja pública ou privada, e representa o fluxo previsto de ingressos e de aplicações de recursos em determinado período. Em sentido amplo, os ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado denominam-se receitas públicas. Leia as afirmações a seguir sobre as receitas públicas.
I Para fins fiscais, quanto ao impacto na situação líquida patrimonial, a receita pode ser “efetiva” ou “não-efetiva”:
a. Receita Orçamentária Efetiva é aquela que, no momento do reconhecimento do crédito, aumenta a situação líquida patrimonial da entidade.
b. Receita Orçamentária Não Efetiva é aquela que não altera a situação líquida patrimonial no momento do reconhecimento do crédito.
II As receitas públicas são registradas como receitas orçamentárias quando representam disponibilidades de recursos financeiros para o erário, ou como ingressos extraorçamentários quando representam apenas entradas compensatórias.
III A doutrina classifica as receitas públicas quanto à procedência, em Originárias e Derivadas. Essa classificação é de uso acadêmico e não é normatizada; portanto, não é utilizada como classificador oficial da receita pelo Poder Público.
IV As receitas extraorçamentárias são classificadas segundo a Natureza, a Fonte/Destinação de Recursos e o Indicador de Resultado Líquido.
Analisando as afirmativas apresentadas, verifica-se que estão corretas
 

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868059 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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À luz das disposições previstas no regime jurídico único dos servidores públicos do Município de Jucurutu (Lei Complementar nº 4/2006), a licença para tratar de interesses particulares poderá ser concedida
 

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865102 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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A questão deve ser respondida com base nas Demonstrações Contábeis da Prefeitura de Bragança Paulista, que estão em anexo.
enunciado 2033696-1
enunciado 2033696-2
enunciado 2033696-3
enunciado 2033696-4
No Município de Bragança Paulista, de acordo com sua origem, entre os anos de 2014 e 2015, as receitas orçamentárias, cuja aplicação dos recursos é definida em lei,
 

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857759 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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Lembrar é essencial
Marcia Tiburi
O homem é o animal que lembra. Podemos dizer isso tendo em conta que não haveria, de um modo geral, a cultura sem o trabalho da memória. Definir o que é a memória, porém, não é fácil. Os cientistas tentam explicá-la afirmando seu funcionamento físico-químico em nível cerebral. Os historiadores criam suas condições gráficas por meio de documentos e provas. Definem, com isso, uma linguagem compreensível sobre o que ela seja: o que podemos chamar de “campo da memória”. Os artistas e escritores tentam invocar seus subterrâneos, aquilo que, mesmo sem sabermos, constitui nosso substrato imagético e simbólico. Mas o que é a memória para cada um de nós que, em tempos de excesso de informação, de estilhaçamento de sentidos, experimenta o fluxo competitivo do cotidiano, a rapidez da vida, como se ela não nos pertencesse? Como fazemos a experiência coletiva e individual da memória? É possível lembrar? Lembrar o quê? Devemos lembrar? Se esta pergunta é possível, a contrária também tem validade: haverá algo que devamos esquecer?
Para os antigos gregos, Mnemósyne era a “deusa da memória, a mãe das nove musas” que inspiravam os poetas, os músicos, os bailarinos. Seu simbolismo define que a memória precisa ser criada pelas artes. Numa civilização oral como foi a grega, nada mais compreensível do que uma divinização da memória. A memória é a mãe das artes, tanto quanto nelas se reproduz, por meio delas é que mantém sua existência. Por isso, ela presidia a poesia, permitindo ao poeta saber e dizer o que os humanos comuns não sabiam. Que a memória seja mãe das musas significa que a lembrança é a mãe da criatividade. Mas de que lembrança se está tratando?
Para além da mitologia, na filosofia, distinguiam-se dois modos de rememoração: Mneme, espécie de arquivo disponível que se pode acessar a qualquer momento, e Anamnese ou a memória que está guardada em cada um e que pode ser recuperada com certo esforço. A primeira envolve um registro consciente, enquanto a segunda manifesta o que há de inconsciente na produção de nossas vidas, ou seja, o que nos constitui sem que tenhamos percebido que nos aconteceu, que se forjou por nossa própria obra.
A memória era a deusa que permitia a conexão com os mortos, com o que já foi, com o que poderia ter sido, com o que, para sempre, não mais nos pertence desde que, com ele, não partilhamos o tempo.
O atual modo de vida, pleno de elementos descartáveis, não privilegia a memória. O que se chama “consumismo” tem relação direta com o abandono e o descaso com a memória. Descarta-se tudo, de objetos de uso doméstico a amigos, de roupas a amores. O projeto ecologista da reciclagem é, de certo modo, um trabalho de memória. Na apressada vida urbana, vige a regra de que tudo passa, o encanto pertence apenas à novidade, tudo vira lixo instantaneamente. A fungibilidade, a capacidade de trocar, é universal. Se tudo o que existe deve ser descartado, significa que sua existência não faz muita diferença. Esquecer, assim, ou elevar o esquecimento a esta lei, é algo perverso.
Esse gesto tem, porém, uma estranha e maléfica compensação. Numa cultura em que esquecer é a lei, ressentir é inevitável. O ressentimento é a incapacidade de esquecer, impossibilidade de deixar de lado, de abandonar o verdadeiro lixo, ou, em outros termos, o passado com o que, nele, foi espúrio. Ressentimos porque não somos capazes de ver além, carregamos o sofrimento como gozo, ou seja, como o que, contraditoriamente, nos faz bem.
Por outro lado, o ressentimento é movido pela culpa de ter abandonado algo que, injustiçado, tempos depois, reclama sua volta. O ressentimento é um mal por ser fruto da culpa. A culpa, por sua vez, é como uma doença contagiosa da qual a humanidade inteira foi vítima, e ainda é, enquanto não aprende a compreender e aceitar suas próprias escolhas. A esta capacidade chama-se hoje responsabilidade. Mas, mesmo com a responsabilidade, é preciso tomar cuidado para que ela não seja um mero disfarce da culpa que ainda não eliminamos. Responsabilidade só é possível quando há solidariedade. Quando nos responsabilizamos, não apenas por nossas vidas e atos, mas percebemos que somos apenas parte da vida e que muitas de nossas escolhas são coletivas.
Nietzsche, filósofo que morreu em 1900, dizia que a memória tinha vantagens e desvantagens na vida. É certo que quem quiser viver bem, quem almejar de algum modo ser feliz, deverá provar o equilíbrio entre lembrar e esquecer. Temos, neste momento, um problema de distinção: o que devemos esquecer, o que devemos lembrar? Na busca de um meio termo, mais vantajoso será guardar o que nos traz bons afetos ou alegria e descartar o que nos traz maus sentimentos, ou tristezas. Motivos para a infelicidade não faltam a quem quiser olhar para a história humana e a história pessoal. Mas, enquanto a memória histórica nos faz bem, pois nos mostra o que se passou para chegarmos até aqui, a memória pessoal faz o mesmo, mas ela só tem sentido se conectada à memória coletiva. Para poder buscar a alegria de viver, é preciso olhar para a frente, para o futuro, e reinventar a vida a cada dia. É essa invenção do presente que nos dará, no futuro, um passado do qual tenhamos prazer em lembrar. Viver do passado ou no passado só prejudica o presente no qual elaboramos o que será amanhã o passado.
Diante do trauma, da lembrança que ficou recalcada em substratos profundos de nossa inconsciência, que define o ser e o agir em sociedades inteiras, como o que foi vivido em catástrofes como a nazista, a do Vietnã, a da colonização e escravização no Brasil, e tantas que conhecemos nas vidas pessoais e familiares, esquecer torna-se um remédio contra o sofrimento. Mas esquecer não é apagar o que se viveu de modo abstrato, muitas vezes é justamente pela “rememoração” que nos lembramos. Por isso, contar histórias, fazer arte, ou seja, deixar-se levar pelas musas, continua sendo a melhor saída. A vida criativa é a única que evita o mau esquecimento e, por outro lado, a má lembrança que é o ressentimento.
Disponível em: <http://www.marciatiburi.com.br/textos/lembrar.htm>. Acesso em: 30 ago. 2016. [Adaptado]
O homem (1) é o animal (2) que lembra. Podemos dizer isso (3) tendo em conta que não haveria, de um modo geral, a cultura sem o trabalho da memória. Definir o que é a memória, porém, não é fácil. Os cientistas tentam explicá-la afirmando seu funcionamento físico-químico em nível cerebral. Os historiadores criam suas condições gráficas por meio de documentos e provas.
No primeiro período do trecho, as palavras 1 e 2 destacadas estabelecem relação
 

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851893 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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Antônio, proprietário de uma panificadora localizada no município de Jucurutu, recebeu, em 20 de janeiro, o carnê para pagamento do IPTU, referente ao prédio onde está instalada sua panificadora. O imposto anual cobrado foi de R$ 1.200,00, podendo ser pago em 8 parcelas mensais de R$ 150,00 ou com desconto de 10% para pagamento em parcela única, até o dia 31 de janeiro. Como Antônio optou pela parcela única, efetuou o pagamento em 31 de janeiro. Para contabilizar os fatos relacionados ao IPTU, os registros contábeis em janeiro que o contador da panificadora deve efetuar são:
 

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843333 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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A questão deve ser respondida com base nas Demonstrações Contábeis da Prefeitura de Bragança Paulista, que estão em anexo.
enunciado 2031966-1
enunciado 2031966-2
enunciado 2031966-3
enunciado 2031966-4
No período de 2014 a 2015, os passivos que independem de autorização orçamentária para sua realização
 

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835085 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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A questão deve ser respondida com base nas Demonstrações Contábeis da Prefeitura de Bragança Paulista, que estão em anexo.
enunciado 2031186-1
enunciado 2031186-2
enunciado 2031186-3
enunciado 2031186-4
Analisando a situação financeira do Município de Bragança Paulista, verifica-se que ocorreu
 

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1479008 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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O Código de Ética Profissional do Contador tem por objetivo fixar a forma pela qual os Profissionais da Contabilidade devem se conduzir, em relação ao exercício profissional e aos assuntos referentes à profissão e à classe. Considere as afirmações a seguir, acerca dos deveres e das proibições estabelecidos por esse Código.
I É dever do contador, exercer a profissão com zelo, diligência, honestidade e capacidade técnica, observada toda a legislação vigente, em especial, os Princípios de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade, e resguardados os interesses de seus clientes e empregados, sem prejuízo da dignidade e independência profissionais.
II É dever do contador renunciar às funções que exerce, logo que se positive falta de confiança por parte do cliente ou do empregador, a quem deverá notificar, com sessenta dias de antecedência, zelando, contudo, para que os interesses destes não sejam prejudicados e evitando declarações públicas sobre os motivos da renúncia.
III O contador, se substituído em suas funções, deve informar ao substituto sobre fatos que devam chegar ao conhecimento deste, a fim de habilitá-lo para o bom desempenho das funções a serem exercidas.
IV Ao contador é vedado, no desempenho de suas funções, assinar documentos ou peças contábeis elaborados por outrem, alheios à sua orientação, supervisão e fiscalização.
À luz do Código de Ética Profissional do Contador, estão corretas as afirmações:
Questão Desatualizada

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