Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Educação Artística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
Durante a “festa da família” de determinada escola, as crianças estão organizadas em fileiras, vestidas com os seus figurinos (que chegaram na escola naquele dia). Algumas crianças se movimentam e demonstram que a roupa não foi provada anteriormente, atrapalhando, assim, os seus movimentos. A direção da escola anuncia o nome da coreografia que foi preparada pela professora. A música começa, a docente está à frente da turma, com ar de desespero, a fim de que as crianças copiem exatamente os seus movimentos. Algumas crianças se divertem, outras se distraem com a plateia composta por pessoas estranhas ao processo. Fim da apresentação. Aplausos. Considerando a situação hipotética descrita, são críticas à dança no ambiente escolar, EXCETO:
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Em 1891, para representar a alucinação de uma pessoa no momento em que é hipnotizada na peça Quack, M.D., a bailarina, que tinha um papel específico bem pontual no espetáculo, teve a ideia de usar saias sobrepostas e esvoaçantes, refletidas por luzes coloridas, conseguindo um efeito de movimentos prolongados, sonho e ilusão. Foram dois minutos que renderam a aclamação do efeito especial que conseguiu. Fuller dedicou parte de sua vida pesquisando em um laboratório sobre eletricidade. Tendo objetivos artísticos, acabou por desenvolver tecnologias para a cena: do figurino expandido ao uso de cores na iluminação cênica.
(Strazzacappa, 2014. Pág. 104.)
Márcia Strazzacappa (2014), ao trazer o relato da dançarina que passou parte de sua vida pesquisando em um laboratório de eletricidade, aponta uma importante questão. Considerando o que a autora provoca no artista da dança no campo da pesquisa em arte, assinale a afirmativa correta.
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
Um homem vai até o szabó, alfaiate, buscar o terno que encomendara. Veste a calça e o paletó e, diante de um espelho, observa se ficou bem ajustado. Percebe que a lapela do lado esquerdo está levantada. Tenta repetidas vezes colocá-la no lugar. Indaga ao alfaiate. Este apoia a ponta da lapela com os dedos e pede ao homem para segurá-la com seu queixo.
– Veja, meu caro senhor, se ficar com o queixo segurando a lapela, ela ficará perfeitamente no lugar. E assim ele faz.
Com o queixo segurando a lapela, o homem olha para os pés e percebe que a barra da calça da perna esquerda está mais alta que a da perna direita.
O alfaiate comenta:
– De fato, há uma diferença entra as duas pernas... Mas isso não é problema. Se o senhor afastar a perna direita e dobrar o joelho, as duas barras ficarão na mesma altura.
E assim ele faz.
Por último, o comprador observou que o bolso direito do paletó também não estava alinhado com o da esquerda. O alfaiate sem pestanejar diz:
– Mas veja só. Se o senhor erguer o ombro direito e segurar o bolso com o punho, o problema estará resolvido. E assim o homem fez, apoiando o punho no bolso do paletó.
Saiu da loja vestindo seu novo terno, segurando a lapela com o queixo, caminhando com as pernas afastadas e ainda mantendo um ombro levantado e apoiando o bolso com o punho da mão direita. Ao caminhar pela rua todo desengonçado, todos olhavam para ele. Ele pensou: Nossa, meu terno é um sucesso. Está todo mundo olhando pra mim!!!
Na praça, dois velhos que jogavam damas, observaram a cena. O primeiro diz:
– Nossa! Você viu aquele homem como é torto?!
– Sim, ele é realmente torto, coitado. Pena que passou tão ligeiro. Adoraria saber o nome de seu alfaiate, pois seu terno é impecável!
(Strazzacappa, 2014. Pág. 105-106. Adaptado.)
São questionamentos trazidos por Márcia Strazzacappa (2014) na pesquisa em arte no conto apresentado, EXCETO:
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
Quando não se considera o professor de dança também enquanto artista, segundo Isabel Marques (2001), a própria prática docente desse profissional acaba excluindo o fazer eminentemente artístico da sala de aula. Diante do exposto, a dicotomia percebida pela autora, nesse caso, é que o professor:
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Constantemente, os alunos indisciplinados (lembrando que muitas vezes o que define uma criança indisciplinada é exatamente o seu excesso de movimento) são impedidos de realizar atividades no pátio, seja através da proibição de usufruir do horário do recreio, seja através do impedimento de participar da aula de educação física, enquanto que aquele que se comporta pode ir ao pátio mais cedo para brincar. Estas atitudes evidenciam que o movimento é sinônimo de prazer, e a imobilidade de desconforto.
(Strazzacappa, 2001. Pág.70.)
Podemos afirmar que o movimento corporal relacionado à dança no espaço escolar, de acordo com Márcia Strazzacappa, visa:
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Demonstrando afetividade
Há quem acredite que para ser afetivo é preciso abraçar e beijar os alunos. Algumas crianças chegam a passar doze horas por dia na escola e ficar todo esse tempo sem receber um abraço não é bom, mas essa não é a única forma de demonstrar afeto. Promover uma roda de conversa no início da aula e ouvir com atenção os alunos contarem o que fizeram em casa, sentar ao lado deles enquanto desenham e perguntar a respeito, contar uma história enquanto troca a fralda, acompanhar as brincadeiras e observar o que estão falando entre si são formas pelas quais o professor pode demonstrar carinho, atenção e cuidado pela sua turma.
(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/17883/afetividade-na-educacao-infantil-a-importancia-do-afeto-para-o-processo-deaprendizagem.)
Com base nos pressupostos wallonianos que buscam a compreensão do indivíduo na sua totalidade ressaltando os aspectos biológico e psicológico para o entendimento da relação cognitiva com a afetividade e suas implicações educacionais, destacam-se:
I. A compreensão do ser humano como pessoa integral sob a ótica da concepção psicogenética do desenvolvimento humano.
II. O desenvolvimento afetivo visto como um processo contínuo ao longo de um continuum. As mudanças ocorrem de forma sequencial e todos os níveis são passados na mesma ordem a todas as pessoas.
III. A discussão dialética da afetividade, cognição e dos níveis biológicos e socioculturais, além das contribuições para o processo de ensino e aprendizagem.
IV. A valorização da relação professor-aluno e a escola, como elementos fundamentais no processo de desenvolvimento completo da pessoa.
Está correto o que se afirma em
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Na maioria das escolas, a ponte que liga o que se faz e o que se deseja fazer expressa no Projeto Político-Pedagógico (PPP) se rompe e tudo fica no nível do desejável. Um clima de insatisfação alastra-se entre os educadores e a tendência tem sido buscar em elementos externos a justificativa do não realizado. Alguns elementos citados são a ausência de uma política mais efetiva, recursos de forma geral, tempo e outras justificativas. Certamente e por algum tempo, esses argumentos parecem aliviar a frustração dos profissionais da educação, pois são justificativas procedentes, mas, aos poucos, e através da evidência mais viva que a escola possui, o aluno, a baixa qualidade do processo de ensino-aprendizagem volta a indicar por alguma (re)construção que pode e deve ser gerada na própria escola, atenuando ou mesmo transpondo as interferências negativas externas. Os discursos encontrados nos documentos, frequentemente críticos e inovadores, nem sempre traduzem o vivido na escola. Este descompasso entre o discurso e a ação tem sua causa, EXCETO:
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Espera-se que a escola propicie um ambiente de convivência acolhedor, livre de violência e um saber interessante. Todavia, ainda hoje, falta a muitas escolas uma educação que leve em consideração as diferenças entre seus componentes: a diversidade cultural; a condição social; as possibilidades de cada um; e, as visões de mundo. Infelizmente, o resultado disso é que a escola reproduz as discriminações sociais. A teoria do capital linguístico escolarmente rentável denuncia sob a função atribuída à escola, a promoção da igualdade social, sua verdadeira função: a preservação das discriminações sociais. A respeito desta teoria, analise as afirmativas a seguir.
I. A cultura e a linguagem dos grupos desfavorecidos sofrem um processo de depreciação; a aquisição e o domínio do capital cultural e linguístico tornam-se uma exigência do mercado dos bens simbólicos.
II. Uma linguagem não legítima é uma linguagem não reconhecida socialmente; por isso, muitos não dominam a linguagem da escola, nem para compreender, nem para se expressar: não dispõem do capital linguístico escolarmente rentável.
III. A não posse do capital é uma das principais causas da maior incidência do fracasso escolar entre os alunos pertencentes às camadas populares.
IV. A posse do capital explica as maiores possibilidades de sucesso, na escola, dos alunos pertencentes às classes favorecidas.
Está correto o que se afirma em
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A democratização da educação faz referência a um processo impulsionado pelos sujeitos da educação, professores e professoras, estudantes e pais e mães de família, e suas organizações sindicais e sociais, para participarem na condução da educação. Algumas escolas tiveram essa ousadia, e realmente transformaram ambiente educacional em todas as suas estruturas, colocando em prática novos paradigmas e provando que uma revolução educacional é possível, assegurando uma educação de qualidade para todos. Luckesi, um estudioso das problemáticas da avaliação no Brasil, relaciona sua prática diretamente às questões relacionadas à democratização da educação, que, para ele, está profundamente relacionada:
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As fake news são um fenômeno mundial de produção e disseminação de notícias falsas sobre os mais diversos assuntos. E isso tem preocupado autoridades públicas, especialistas e, sobretudo, jornalistas. Mas, por que as fake news estão ganhando o mundo? Aqui no Brasil, em especial, elas se ancoram no senso comum de uma maneira simples, coloquial ou oralizada que reforça aquilo em que um determinado grupo social toma para si como verdade absoluta, o que alguns especialistas chamam de pós-verdade.
(Disponível em: http://www.cafecomnoticias.com/2018/07/reflexao-o-senso-comum-contribui-para-o.html#.Ym2eddrMI2w. Acesso em: 30/04/2022.)
Na filosofia do cotidiano escolar, Luckesi aponta que o senso comum também está presente e nasce do processo de acostumar-se a uma compreensão da realidade. Para o autor, sobre o senso comum pedagógico, assinale a afirmativa correta.
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