Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2410010 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
A formação profissional de bibliotecário requer um perfil diferenciado do que era exigido antigamente.” Diante do exposto, relacione as colunas a seguir:
1. Perfil tradicional.
2. Novo perfil
( ) Demasiada atenção às técnicas biblioteconômicas.
( ) Domínio das tecnologias de informação.
( ) Capacidade gerencial e administrativa.
( ) Planejamento estratégico.
( ) Domínio não-predominante de línguas estrangeiras.

A sequência está correta em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2410005 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
O desenvolvimento de coleções é composto por seis etapas interdependentes.” Corresponde a tais etapas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
No que se refere à sindicância preliminar prevista na Lei nº. 9864/05, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) O Corregedor Adjunto terá ampla liberdade na investigação até quanto à forma de praticar os atos relativos às diligências que promover.
( ) Como medida cautelar e a fim de que o servidor eventualmente indiciado não venha influir na apuração da irregularidade, o Corregedor Adjunto poderá solicitar ao Corregedor Geral as providências necessárias para afastá-lo do exercício do cargo, emprego ou função pelo prazo até trinta dias, sem remuneração.
( ) A sindicância, que se aterá a apuração da ocorrência de irregularidades no serviço público e da sua autoria, deverá ser instaurada mesmo quando houver elementos de convicção suficientes para a imediata instauração do processo administrativo disciplinar.
A sequência está correta em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
De acordo com o Regime Jurídico do Servidor Público, assinale a afirmativa correta:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2408922 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Conjunto de diretrizes e normas que visa estabelecer ações, delinear estratégias gerais, determinar instrumentos e delimitar critérios para facilitar a tomada de decisão na composição e no desenvolvimento de coleções em consonância com os objetivos da instituição, seus diferentes tipos de serviços de informação e dos usuários do sistema:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2408301 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Referente aos modos de ler oral, direta e real, assinale a alternativa que define corretamente a leitura real:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2408162 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Em administração de sistemas de documentação e de informação, assinale “a linguagem de indexação que emprega a própria linguagem do documento, podendo ser considerada um tipo de linguagem de indexação livre”:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
“O Estatuto do Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Município de Londrina disciplina quanto ao pagamento de adicionais.” São adicionais previstos na legislação, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2407913 Ano: 2011
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
Profissionais bibliotecários, ao planejar e executar a administração de sistemas de documentação e de informação, necessitam entender as tecnologias disponíveis para serem aplicadas ao GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos). “Corresponde à tecnologia disponível que permite executar a saída de dados de computador para disco óptico, com o objetivo de gerenciar relatórios oriundos de sistemas informatizados, permitindo a recuperação de dados por diversos índices e apresentando-os em diversas formas, de maneira que sejam gravados em CD-ROM e disponibilizados aos usuários para consulta por meio de um software apropriado.”
Trata-se de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2407844 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR

Os cabeças-sujas e seu mundinho

A pessoa que joga lixo na rua, na calçada ou na praia se revela portadora de uma disfunção mental e social que a inabilita para o sucesso no atual estágio da civilização.

Que tipo de gente joga(a) lixo na rua, pela janela do carro ou deixa a praia emporcalhada(b) quando sai? Uma das respostas corretas é: um tipo que está se tornando mais raro. Sim. A atual geração de adultos foi criança em um tempo em que jogar papel de bala ou a caixa vazia de biscoitos pela janela do carro quase nunca(d) provocava uma bronca(c) paterna. Foi adolescente quando amassar o maço vazio de cigarros e chutá-lo para longe não despertava na audiência(e) nenhuma reação especial, além de um “vai ser perna de pau assim na China”. Chegou à idade adulta dando como certo que aquelas pessoas de macacão com a sigla do Serviço de Limpeza Urbana estampada nas costas precisam trabalhar e, por isso, vamos contribuir sujando as ruas. Bem, isso mudou. O zeitgeist, o espírito do nosso tempo, pode não impedir, mas, pelo menos, não impele mais ninguém com algum grau de conexão com o atual estágio civilizatório da humanidade a se livrar de detritos em lugares públicos sem que isso tenha um peso, uma consequência. É feio. É um ato que contraria a ideia tão prevalente da sustentabilidade do planeta e da preciosidade que são os mananciais de água limpa, as porções de terra não contaminadas e as golfadas de ar puro.

E, no entanto, as pessoas ainda sujam, e muito as cidades impunemente.

Só no mês de janeiro, 3000 toneladas de lixo foram recolhidas das praias cariocas – guimbas de cigarro, palitos de picolé, cocô de cachorro e restos de alimento. Empilhadas, essas evidências de vida pouco inteligente lotariam cinco piscinas olímpicas. Resume o historiador Marco Antônio Villa: “Ao contrário de cidadãos dos países desenvolvidos, o brasileiro só vê como responsabilidade sua a própria casa e não nutre nenhum senso de dever sobre os espaços que compartilha com os outros – um claro sinal de atraso”.

O flagrante descaso com o bem público tem suas raízes fincadas na história, desde os tempos do Brasil colônia. No período escravocrata, a aristocracia saía a passear sempre com as mãos livres, escoltada por serviçais que não só carregavam seus pertences como limpavam a sujeira que ia atirando às calçadas. Não raro, o rei Dom João VI fazia suas necessidades no meio da rua, hábito também cultivado pelo filho, Pedro I, e ainda hoje presente. Foi com a instauração da República que o Estado assumiu, de forma sistemática, o protagonismo no recolhimento do lixo, mas isso não significou, nem de longe, nenhuma mudança de mentalidade por parte dos brasileiros. Cuidar da sujeira continuou a ser algo visto como aquilo que cabe a terceiros – jamais a si mesmo.

Existe uma relação direta entre o nível de educação de um povo e a maneira como ele lida com o seu lixo. Não por acaso, o brasileiro está em situação pior que o cidadão do Primeiro Mundo quando se mede a montanha de lixo nas ruas deixada por cada um deles.

Desde a Antiguidade, as grandes cidades do mundo, que já foram insalubres um dia, só conseguiram deixar essa condição à custa de um intenso processo de urbanização, aliado à mobilização dos cidadãos e a severas punições em forma de multa. “A concepção do bem público como algo valoroso nunca é espontânea, mas, sim, fruto de um forte empenho por parte do Estado e das famílias”, diz o filósofo Roberto Romano.

(Veja 09/03/2011, pág. 72 / com adaptações)

No que diz respeito aos aspectos gramaticais, assinale a alternativa correta:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas