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A questão refere-se ao texto seguinte
O sistema de moda se utiliza dos formadores de opinião para inventar frívolos significados culturais, que ameaçam inclusive os valores mais nobres da natureza humana. Essa manipulação da emulação social só se tornou possível com a utilização da moda como instrumento essencial para tal, pois não havia outra maneira de os fabricantes afetarem tão diretamente as vaidades e ambições dos consumidores. Poucas pessoas percebem tudo isso, pois a sutileza é quase perfeita e a maioria das pessoas acaba achando tudo isso muito natural. Tudo o que essas medíocres personalidades exteriorizam se sacraliza perante uma cativa e ingênua audiência, sempre ávida por mais e mais lançamentos e conceitos... pobres incautos: encantados e explorados
(www.remo.adm.br).
Considerando-se o sentido e as regras da norma culta, a opção em que o excerto “Poucas pessoas percebem tudo isso, pois a sutileza é quase perfeita” não apresenta desvio é
 

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697609 Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Maceió-AL
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Assinale a opção incorreta para a afirmativa abaixo. Dependem de Autorização Ambiental Municipal:
 

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685410 Ano: 2012
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Maceió-AL
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De acordo com a Lei nº 5.593/2007, compete ao município de Maceió:
 

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A questão refere-se ao texto seguinte
O sistema de moda se utiliza dos formadores de opinião para inventar frívolos significados culturais, que ameaçam inclusive os valores mais nobres da natureza humana. Essa manipulação da emulação social só se tornou possível com a utilização da moda como instrumento essencial para tal, pois não havia outra maneira de os fabricantes afetarem tão diretamente as vaidades e ambições dos consumidores. Poucas pessoas percebem tudo isso, pois a sutileza é quase perfeita e a maioria das pessoas acaba achando tudo isso muito natural. Tudo o que essas medíocres personalidades exteriorizam se sacraliza perante uma cativa e ingênua audiência, sempre ávida por mais e mais lançamentos e conceitos... pobres incautos: encantados e explorados
(www.remo.adm.br).
Segundo o texto, “frívolos significados culturais"
 

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A questão refere-se ao texto abaixo.
Na atual e nova sociedade oral, em que prevalecem as imagens e os sons, sobretudo da televisão, é também por meio do apelo à afetividade, à repetição, à memorização de músicas, jingles, gestos e enredos, envolvendo personagens ficcionais, que se pretende que as ideias, as informações, os valores, os comportamentos, as mensagens e os apelos (principalmente comerciais) sejam apreendidos.
É ainda na forma circular que se senta em torno da televisão (a fogueira), para ouvir as histórias e as notícias do dia. A especialidade próxima do locutor ou do narrador televisivo é agora virtual, mas também exige atenção e a presença do ouvinte. A proximidade simbólica dos media coloca no mesmo círculo os atores e os (tele) espectadores do ato comunicativo (KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas/SP: Papirus, 2003, p. 35).
A parte destacada do excerto " especialidade próxima do locutor ou do narrador televisivo é agora virtual, mas também exige atenção e a presença do ouvinte” pode também ser reescrita da seguinte forma:
 

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As sentenças abaixo são verdadeiras
I. Se vou à Maceió de ônibus, o carro quebra.
II. Se o ônibus para Maceió quebra, fico nervoso.
Então, também é verdade que:
 

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Considere as seguintes frases.
I. Ela foi a melhor atriz do mundo em 2012.
II. x+y é um número racional.
III. Marcos Pereira foi o secretário de Educação do estado de Alagoas em 2011.
Assinale a única opção verdadeira
 

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Assinale a opção incorreta no que concerne à regulamentação do vencimento e da remuneração dos servidores públicos municipais, na forma regulada pela Lei nº 4.973/2000, Estatuto dos Servidores Municipais:
 

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João viajou em suas férias ao litoral alagoano. Durante a sua estada na cidade de Maragogi, houve 3 manhãs e 6 tardes que não choveu. Ainda choveu 5 vezes, mas nunca durante a manhã e à tarde em um mesmo dia. Logo, João permaneceu em Maragogi por
 

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Como entrou no Céu o primeiro advogado
Logo que Santo Ivo morreu, encaminhou-se ao Céu e bateu à porta, que São Pedro não se atreveu a abrir, subestimando as razões do bom santo.
Faço o que quiseres – repetia o porteiro do Céu –, mas não acho que deva permitir a entrada a um advogado, não só porque nem um tem assento entre os santos, mas também porque, muito ao contrário, juraria que se encontram no inferno todos os de tua profissão.
Santo Ivo não se desconcertou; antes, como bom advogado, teve tão convincentes razões para rebater as de São Pedro que este lhe permitiu finalmente entrar no Céu, mas com a condição de permanecer junto à porta.
O hóspede entrou calmamente, sentou-se no lugar indicado por São Pedro, que foi participar a Nosso Senhor o sucedido...
– Fizeste mal! Muito mal, Pedro! – respondeu Deus, quando acabou de escutá-lo. – Havia resolvido que nenhum advogado entraria no Céu, e tinha cá minhas razões para isso. Mas já que está, deixa ficar; sem embargo, não deixes que ele se misture com os outros santos, pois do contrário acabarão no Céu a paz e a boa harmonia. Não o deixes passar além da porta.
Aborrecido e cabisbaixo, voltou São Pedro aonde estava Santo Ivo e comunicou-lhe as ordens dadas pelo Senhor. O Santo advogado encolheu os ombros e, à guisa de passatempo, começou a entabular conversa com São Pedro.
– Que posto ocupas aqui no Céu?
– Não sabes? Sou o porteiro.
– Por quanto tempo?...
– Para todo o sempre.
– Deixa disso. Só se tiveres algum contrato firmado...
– Não há contrato nem coisa que o valha, e para dizer a verdade não há necessidade disso.
– Como assim? Então não estás vendo, grande ingênuo, que qualquer dia Deus pode ter a ideia de te destituir, sem mais nem menos, do cargo que com zelo vens desempenhando há tanto tempo, sem que possas fazer valer teus direitos?
São Pedro coçou a orelha, e, mais amofinado que antes, foi novamente falar com Deus.
– Vamos lá, que é que pensas?
– Preciso de um contrato em que se declare que sou o porteiro do Céu para todo o sempre. Até hoje temos deixado as coisas andar à vontade; mas se vos der na ideia, qualquer dia me destituís do cargo que com tanto zelo...
- Não te dizia eu? Tudo isso são trapaças daquele advogadozinho que tens na porta e que soube encher-te a cabeça.
E ajuntou depois, tomando uma resolução:
– Anda, Pedro, corre e manda-o entrar imediatamente, pois prefiro tê-lo perto de mim a vê-lo junto à porta.
Eis como entrou no Céu o primeiro advogado.
(Barão de Itararé, Máximas e mínimas do Barão de Itararé, Rio de Janeiro: Record, 1985, p. 178. org. de Afonso Félix de Souza).
– Faço o que quiseres – repetia o porteiro do Céu –, mas não acho que deva permitir a entrada a um advogado, não só porque nem um tem assento entre os santos, mas também porque, muito ao contrário, juraria que se encontram no inferno todos os de tua profissão.
Ao se modificar o período acima, independentemente de surgir novo sentido, ficará correta, no que respeita à concordância verbal e à nominal, a proposta apresentada na opção
 

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