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O excerto “No século V a.C., Dionísio I, governante de Siracusa, convidou o filósofo ateniense a tornar-se seu conselheiro.”
A partícula "se", no excerto, classifica-se como:
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“Ante a sereia do poder, é salutar que os seres 'dedicados às palavras" nem fujam nem se deslumbrem (...)". Analise as afirmativas e marque a alternativa correta.
I - "que os seres 'dedicados às palavras' " exerce função de sujeito na estrutura.
II - O conectivo "nem" estabelece ideia aditiva.
III - Há orações antitéticas no excerto.
IV - As aspas conotam ironia no contexto.
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- Assistência SocialLei 8.742/1993: Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS)Lei 8.742: Organização e da Gestão
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- Assistência SocialLei 8.742/1993: Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS)Lei 8.742: Definições e dos Objetivos
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Sobre os Símbolos do Munícipio de Maracanã apenas não se pode afirmar:
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Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Maracanã-PA
Sobre os alimentos ao idoso, apenas não se pode afirmar:
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A SEREIA DOS PENSADORES
O fascínio pelo poder é uma armadilha para os intelectuais.
Platão, na República, imaginou como seria um Estado | (Que governado exclusivamente pelos sábios: somente os iluminados pela Razão poderiam adentrar os círculos do poder, & o resto da sociedade deveria obedecer à aristocracia intelectual, Nessa obra exuberante, a utopia da intelligentsia conduz o gênero humano à prosperidade eterna: o mundo real, no entanto, foi menos gentil com o platonismo.
No século V a.C., Dionísio I, governante de Siracusa, convidou o filósofo ateniense a tomar-se seu conselheiro. Déspota refinado, Dionísio apreciava cercar-se de poetas e pensadores (não foi o primeiro nem o último tirano a cultivar mascotes eruditas). Platão, contudo, insistiu em aplicar suas ideias ao governo da cidade-Estado. Segundo o historiador Diogénes Laércio, Dionísio acabou se irritando com suas censuras e ordenou que Platão fosse vendido como escravo. O : grande pensador foi parar em um mercado na Ilha de Egina, . entre prisioneiros de guerra. Por sorte, um benfeitor o reconheceu, comprou-o e o mandou de volta a Atenas. Diógenes Laércio calcula que o preço da transação tenha sido uns 200 dracmas.
Embora Platão tivesse inclinações autoritárias como bem demonstra a leitura da República, sua aproximação ao poder não se deu por ambição pessoal, mas por uma espécie de pudor. Em uma carta, assim justificou seu envolvimento com o governo de Siracusa: “Eu o fiz, principalmente, por um sentimento de vergonha em relação a mim mesmo; não queria que a humanidade me considerasse um homem somente dedicado às palavras e incapaz de agir.”,
Eu detestaria viver na República de Platão — lugar onde poetas e escultores seriam banidos, e onde a única música permitida seriam canções de ninar e marchinha militares. Mesmo assim, há algo de admirável na tentativa de aprimorar o . mundo com a força das ideias.
Ao longo dos tempos, contudo, a relação dos grandes intelectuais com o poder político nem sempre obedeceu a motivos tão nobres. A vaidade ilustrada levou muitas mentes agudas a se associarem a regimes nefastos: a sensação de moldar a história em tempo real exerce efeito tóxico sobre mentes acostumadas à abstração.
Esse ópio não age apenas sob governos totalitários: mesmo em sociedades democráticas o fascínio pelo poder é uma armadilha que pode arrastar ou embotar os mais argutos intelectos.
Antípoda de Platão, Heráclito (540-470 a.C.) foi o protótipo do intelectual desengajado. Quando os habitantes de Corinto o convidaram a redigir as leis da cidade, respondeu: “Prefiro brincar com crianças a ajudar esses perversos a governar a república”. Não proponho que Heráclito nos sirva de modelo, e espero que um dia os sábios governem o mundo. Mas quem traçará a linha precisa entre os sábios e os tolos? Ante a sereia do poder, é salutar que os seres “dedicados às palavras” nem fujam nem se deslumbrem; que mantenham uma certa rabugice, uma certa desconfiança, um certo pudor, enfim. Pois, como diz o adágio, o poder corrompe - e a corrupção da sabedoria não é inatividade, mas a loucura.
(BOTELHO, José Francisco. Revista Veja: 3 de julho de 2019. p. 95)
"Déspota refinado, Dionísio apreciava cercar-se de poetas e pensadores (...)", o uso da vírgula justifica-se:
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“A segunda guerra mundial avançava caminhos obrigando a participação do Brasil no conflito, ato oficializado pelo presidente Getúlio Vargas em dezembro de 1942." (Fonte: PEREIRA, Emanuel 3, Revendo Caminhos. A saga maracanense. 1. ed. AnGraph: 2007. p. 107). Sobre o assunto transcrito no trecho, analise as alternativas a seguir e marque a única errada:
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