Foram encontradas 120 questões.
A computação em nuvem (cloud computing)
permite o acesso remoto a recursos computacionais
como armazenamento, processamento e aplicações,
por meio da internet. Isso tem transformado a forma
como as pessoas e empresas utilizam serviços
digitais, promovendo economia de recursos e
flexibilidade. Com base nesse conceito, assinale a
alternativa correta:
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O Google Docs e o Google Planilhas são
ferramentas online que são amplamente utilizadas
para criação e edição, de forma colaborativa, de
documentos e planilhas. Elas fazem parte do Google
Workspace e oferecem recursos que facilitam a
produtividade, como compartilhamento em tempo
real, histórico de versões, uso de complementos e
salvamento automático. Além disso, ainda é possível
trabalhar com fórmulas, comentários, gráficos e
manipular as permissões de acesso. Sobre essas
ferramentas, assinale a alternativa INCORRETA:
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3712097
Ano: 2025
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Mogeiro-PB
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Mogeiro-PB
Provas:
O sistema operacional é o responsável por
administrar recursos do computador, como a
memória, a CPU e os dispositivos de entrada e
saída. Ele também fornece recursos para que o
usuário possa interagir com o hardware de maneira
segura e organizada. Com base nisso, analise as
afirmativas a seguir:
I- O sistema operacional é um programa opcional, pode ser substituído por qualquer aplicativo pois tem a função apenas de executar recursos gráficos, como editores de imagens.
II- O sistema de arquivos do sistema operacional é o responsável por armazenar, nomear, organizar e acessar os dados em dispositivos de armazenamento.
III- O principal objetivo do sistema operacional é impedir o uso de multitarefas nos computadores mais modernos. Uma vez que ele não interfere na execução de processos nem no uso de memória.
IV- A memória do tipo RAM, é utilizada pelos sistemas operacionais para armazenamento de arquivos de forma permanente.
V- Drivers de dispositivos são utilizados pelo sistema operacional para se comunicar corretamente com o hardware instalado.
Estão corretas apenas:
I- O sistema operacional é um programa opcional, pode ser substituído por qualquer aplicativo pois tem a função apenas de executar recursos gráficos, como editores de imagens.
II- O sistema de arquivos do sistema operacional é o responsável por armazenar, nomear, organizar e acessar os dados em dispositivos de armazenamento.
III- O principal objetivo do sistema operacional é impedir o uso de multitarefas nos computadores mais modernos. Uma vez que ele não interfere na execução de processos nem no uso de memória.
IV- A memória do tipo RAM, é utilizada pelos sistemas operacionais para armazenamento de arquivos de forma permanente.
V- Drivers de dispositivos são utilizados pelo sistema operacional para se comunicar corretamente com o hardware instalado.
Estão corretas apenas:
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Leia a letra da música “Era uma vez” de Sandy e
Júnior a seguir e responda à questão.
Era uma vez
Sandy e Junior
Era uma vez
Um lugarzinho no meio do nada
Com sabor de chocolate
E cheiro de terra molhada
Era uma vez
A riqueza contra a simplicidade
Uma mostrando pra outra
Quem dava mais felicidade
Pra gente ser feliz
Tem que cultivar as nossas amizades
Os amigos de verdade
Pra gente ser feliz
Tem que mergulhar na própria fantasia
Na nossa liberdade
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
Era uma vez
Um lugarzinho no meio do nada
Com sabor de chocolate
E cheiro de terra molhada
Era uma vez
A riqueza contra a simplicidade
Uma mostrando pra outra
Quem dava mais felicidade
Pra gente ser feliz
Tem que cultivar as nossas amizades
Os amigos de verdade
Pra gente ser feliz
Tem que mergulhar na própria fantasia
Na nossa liberdade
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
I- No verso “Pra gente ser feliz”, nota-se o uso incorreto da preposição “para”, que deveria ter sido corrigido na revisão do texto;
II- Os versos “Pra gente ser feliz/ Tem que cultivar as nossas amizades” possuem três orações;
III- As orações presentes nos versos “Pra gente ser feliz/ Tem que cultivar as nossas amizades” possuem relação coordenada;
IV- A oração “Pra gente ser feliz” classifica-se, sintaticamente, como oração subordinada adverbial final.
Após análise das afirmativas, conclui-se que estão incorretas as afirmativas:
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Leia a letra da música “Era uma vez” de Sandy e
Júnior a seguir e responda à questão.
Era uma vez
Sandy e Junior
Era uma vez
Um lugarzinho no meio do nada
Com sabor de chocolate
E cheiro de terra molhada
Era uma vez
A riqueza contra a simplicidade
Uma mostrando pra outra
Quem dava mais felicidade
Pra gente ser feliz
Tem que cultivar as nossas amizades
Os amigos de verdade
Pra gente ser feliz
Tem que mergulhar na própria fantasia
Na nossa liberdade
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
Era uma vez
Um lugarzinho no meio do nada
Com sabor de chocolate
E cheiro de terra molhada
Era uma vez
A riqueza contra a simplicidade
Uma mostrando pra outra
Quem dava mais felicidade
Pra gente ser feliz
Tem que cultivar as nossas amizades
Os amigos de verdade
Pra gente ser feliz
Tem que mergulhar na própria fantasia
Na nossa liberdade
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
Uma história de amor
De aventura e de magia
Só tem a ver
Quem já foi criança um dia
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De acordo com Pestana (2013, p.101), “a crase
é a fusão de duas vogais idênticas. A primeira vogal
a é uma preposição, a segunda vogal a é um artigo
ou um pronome demonstrativo”. Sabendo disso,
assinale, a seguir, a frase na qual a crase não deve
ser utilizada.
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Observe o vocábulo em destaque nas frases a
seguir.
1- São Marcos foi o primeiro a escrever os ensinamentos de Jesus.
2- – Os alunos daqui são estudiosos.
3- – Finalmente, o homem ficou são.
Após leitura das frases, conclui-se que a palavra em destaque representa, semanticamente, um exemplo de:
1- São Marcos foi o primeiro a escrever os ensinamentos de Jesus.
2- – Os alunos daqui são estudiosos.
3- – Finalmente, o homem ficou são.
Após leitura das frases, conclui-se que a palavra em destaque representa, semanticamente, um exemplo de:
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Caipiras no Restaurante
Dois caipiras chegam na capital. Eles estavam
morrendo de fome e entram num restaurante
chique. Não sabendo o que pedir, resolvem imitar
o rico que estava na mesa ao lado.
O rico da mesa pede uma entrada. E os dois
caipiras:
— Garçom, pra nóis também...
O rico pede um prato todo especial. E os dois
caipiras:
— Garçom, pra nóis também...
O rico resolve repetir o prato. E os dois caipiras
— Garçom, pra nóis também...
Vai indo assim e os caipiras ainda tão morrendo
de fome.
O rico termina e diz ao garçom:
— Poderia arrumar-me um engraxate?
Os dois caipiras:
— Garçom, pra nóis também...
O rico ouvindo isto diz aos caipiras:
— Olhe, meus amigos, eu creio que um engraxate
dá para nós três...
Os caipiras imediatamente:
— Não, senhor! O senhor come o seu, que a gente
come o nosso!!!
Fonte: Anais do I Seminário Formação de
Professores e Ensino de Língua Inglesa
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Aprendizagem para o futuro
Marcos de Lacerda Pessoa
As rotinas dos indivíduos e os cenários
profissionais estão mudando muito rapidamente,
ensejando as seguintes questões, que já permeiam
todas as atividades humanas: Quem serão as
pessoas do novo tempo? Estamos prontos para
construir o futuro num ambiente com tantas
mudanças? Estamos sendo devidamente educados
ou educando-nos para isso?
O grupo The Economist publicou recentemente
um relatório sobre aprendizagem, com vistas a
estabelecer critérios que garantam educação dos
jovens voltada para o futuro. O documento afirma
que muitos governos não estão fazendo o suficiente
a fim de preparar os jovens para as grandes
mudanças que têm ocorrido no trabalho e na vida, e
para os complexos desafios do século 21. Assuntos
cruciais, como o aprendizado baseado na solução
de problemas e os conceitos de cidadania global,
estão sendo ignorados. Pensamento crítico, prática
de trabalho em colaboração e consciência a respeito
das questões globais precisam ser desenvolvidos.
O relatório ainda afirma que as políticas
educacionais necessitam ser implementadas por
um conjunto de professores bem equipados, com
capacidade para orientar os estudantes no sentido
de eles adquirirem as competências que serão
relevantes no futuro. As salas de aula precisam ter
suas paredes “derrubadas”. Os alunos necessitam
enxergar a aprendizagem como um processo não
confinado aos ambientes tradicionais de ensino. Os
programas no exterior podem ser um caminho para
isso, bem como a colaboração entre universidade e
empresa.
Professores bem pagos e fundos de apoio à
educação são fatores importantes, mas o dinheiro
não pode ser uma panaceia. Salários dignos e
elevação do prestígio da classe dos professores são
temas essenciais, mas deve-se atentar para o fato de
que só esses fatores não resolverão as complexas
questões inerentes ao sistema educacional. Uma
questão é essencial: a reciclagem para a permanente
atualização do corpo docente.
O texto destaca que a educação holística,
voltada ao futuro, tem ligação direta com uma
sociedade que seja tolerante e também aberta
em termos de diversidade cultural, liberdade de
expressão, respeito e valorização das mulheres
etc. E o documento também identifica algumas
habilidades que devem ser cultivadas nos alunos para, quando adultos, poderem vencer
as complexidades dos problemas a surgir no
futuro. Entre elas, estão habilidade no tratamento
interdisciplinar, habilidade criativa e analítica,
habilidade para o empreendedorismo, habilidade de
liderança, habilidade digital e técnica, consciência
global e educação cívica.
Se o modelo educacional de hoje foi criado
para a era industrial, um novo modelo é agora
necessário visando preparar os estudantes para as
demandas e desafios da era da informação, quando
as inovações serão cada vez mais frequentes.
Com respeito à inovação – algo que certamente
estará no centro da economia do futuro –, o governo
da Austrália publicou recentemente a primeira
minuta de um documento listando o comportamento
esperado daqueles que queiram desenvolver
trabalhos inovadores. A lista, apresentada a seguir,
está baseada no documento australiano e pode
servir de direcionamento para uma aprendizagem
voltada ao futuro. Segundo ela, os alunos – em todos
os ambientes, mas especialmente em sala de aula
– devem ser estimulados e treinados para formular
perguntas. Como inovação diz respeito a mudar
comportamentos e alterar a maneira como as coisas
são feitas, faz-se relevante que os alunos fiquem
habituados a questionar hipóteses; questionar
como e por que as coisas são feitas de certo modo;
questionar se haveria maneira melhor de se fazer;
perguntar se haveria algum ângulo diferente de
olhar para as coisas, ou se haveria outras pessoas que pudessem adicionar novos insights. Os alunos
devem ser treinados a usar as respostas a essas
questões para construir uma compreensão mais
rica de uma determinada situação, de quais são os
problemas existentes e do que pode ser feito para
resolvê-los.
Eles também têm de ser incentivados a realizar
testes e a experimentar. Inovação é incerteza: se
houvesse alguém sabendo exatamente o que vai
acontecer, não seria inovação. Para reduzir essa
incerteza, é preciso testar, experimentar uma nova
ideia e aferir os resultados. Os alunos precisam
estar treinados nisso.
Os alunos, ainda, devem ser treinados para
contar histórias. É comum que uma nova ideia
pareça para outros como uma atividade adicional de
trabalho, ou como uma fuga em relação ao negócio
principal. Se uma história for contada como parte
do processo inovador, deixando claros quais os
benefícios a alcançar, pode-se identificar como e por
que a inovação se faz relevante. Assim, a inovação
terá mais chances de passar a ser encarada
como parte de um trabalho existente, em vez de uma
carga adicional de trabalho.
Outra qualidade é a de ter foco no problema
a ser solucionado. Há sempre muitas ideias, mas
quais serão as mais relevantes para a solução
de problemas existentes? É importante não ficar
“grudado” a uma ideia específica, mas concentrar-se
nos benefícios que cada ideia poderá proporcionar.
Sempre podem aparecer ideias melhores, o que
demandará uma mudança de direção. Focar no
problema (e não em ideia especifica) tende a
proporcionar maior flexibilidade, escolhendo-se
sempre a ideia mais adequada.
E, por fim, os estudantes devem estar
conscientizados sobre o valor da persistência.
Desenvolver uma ideia inovadora pode requerer
novas habilidades e competências. Isso exige que
as pessoas saiam da sua posição de conforto, o que
geralmente resulta em antagonismos. Nessa hora,
é preciso não desistir ante o primeiro problema.
Eventualmente, se a resistência for grande, pode
ser necessária a formação de novas equipes e
novas redes de relacionamentos, para que o novo
empreendimento possa ser viabilizado.
Há bastante tempo dividem-se as opiniões
quanto ao propósito dos locais de aprendizagem –
escolas, colégios, faculdades, universidades. Em
termos um tanto simplificados, a grande cisão é
entre as pessoas de convicção conservadora, que
se satisfazem em apoiar um ensino que reflita e
preserve o statu quo, e aquelas que acreditam que
os ambientes de aprendizagem devem ser postos
avançados que atuem na fronteira das mudanças
socioeconômicas. Entre essas duas posições
polares, há, naturalmente, infinitas nuances de
opinião.
Aceitar a ideia da aprendizagem orientada
para o futuro é ingressar nas fileiras dos que creem
que a educação deva ser um agente de mudança e
de transformação para a construção de um mundo
melhor para todos!
Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br
( ) A oração “se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer” classifica-se sintaticamente como oração subordinada adverbial causal;
( ) O verbo “houvesse” está conjugado no tempo pretérito imperfeito do modo subjuntivo;
( ) “inovação” é o complemento verbal do verbo “seria”;
( ) Após leitura do período no texto, percebe-se que o sujeito da oração “não seria inovação” é “alguém”.
Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Aprendizagem para o futuro
Marcos de Lacerda Pessoa
As rotinas dos indivíduos e os cenários
profissionais estão mudando muito rapidamente,
ensejando as seguintes questões, que já permeiam
todas as atividades humanas: Quem serão as
pessoas do novo tempo? Estamos prontos para
construir o futuro num ambiente com tantas
mudanças? Estamos sendo devidamente educados
ou educando-nos para isso?
O grupo The Economist publicou recentemente
um relatório sobre aprendizagem, com vistas a
estabelecer critérios que garantam educação dos
jovens voltada para o futuro. O documento afirma
que muitos governos não estão fazendo o suficiente
a fim de preparar os jovens para as grandes
mudanças que têm ocorrido no trabalho e na vida, e
para os complexos desafios do século 21. Assuntos
cruciais, como o aprendizado baseado na solução
de problemas e os conceitos de cidadania global,
estão sendo ignorados. Pensamento crítico, prática
de trabalho em colaboração e consciência a respeito
das questões globais precisam ser desenvolvidos.
O relatório ainda afirma que as políticas
educacionais necessitam ser implementadas por
um conjunto de professores bem equipados, com
capacidade para orientar os estudantes no sentido
de eles adquirirem as competências que serão
relevantes no futuro. As salas de aula precisam ter
suas paredes “derrubadas”. Os alunos necessitam
enxergar a aprendizagem como um processo não
confinado aos ambientes tradicionais de ensino. Os
programas no exterior podem ser um caminho para
isso, bem como a colaboração entre universidade e
empresa.
Professores bem pagos e fundos de apoio à
educação são fatores importantes, mas o dinheiro
não pode ser uma panaceia. Salários dignos e
elevação do prestígio da classe dos professores são
temas essenciais, mas deve-se atentar para o fato de
que só esses fatores não resolverão as complexas
questões inerentes ao sistema educacional. Uma
questão é essencial: a reciclagem para a permanente
atualização do corpo docente.
O texto destaca que a educação holística,
voltada ao futuro, tem ligação direta com uma
sociedade que seja tolerante e também aberta
em termos de diversidade cultural, liberdade de
expressão, respeito e valorização das mulheres
etc. E o documento também identifica algumas
habilidades que devem ser cultivadas nos alunos para, quando adultos, poderem vencer
as complexidades dos problemas a surgir no
futuro. Entre elas, estão habilidade no tratamento
interdisciplinar, habilidade criativa e analítica,
habilidade para o empreendedorismo, habilidade de
liderança, habilidade digital e técnica, consciência
global e educação cívica.
Se o modelo educacional de hoje foi criado
para a era industrial, um novo modelo é agora
necessário visando preparar os estudantes para as
demandas e desafios da era da informação, quando
as inovações serão cada vez mais frequentes.
Com respeito à inovação – algo que certamente
estará no centro da economia do futuro –, o governo
da Austrália publicou recentemente a primeira
minuta de um documento listando o comportamento
esperado daqueles que queiram desenvolver
trabalhos inovadores. A lista, apresentada a seguir,
está baseada no documento australiano e pode
servir de direcionamento para uma aprendizagem
voltada ao futuro. Segundo ela, os alunos – em todos
os ambientes, mas especialmente em sala de aula
– devem ser estimulados e treinados para formular
perguntas. Como inovação diz respeito a mudar
comportamentos e alterar a maneira como as coisas
são feitas, faz-se relevante que os alunos fiquem
habituados a questionar hipóteses; questionar
como e por que as coisas são feitas de certo modo;
questionar se haveria maneira melhor de se fazer;
perguntar se haveria algum ângulo diferente de
olhar para as coisas, ou se haveria outras pessoas que pudessem adicionar novos insights. Os alunos
devem ser treinados a usar as respostas a essas
questões para construir uma compreensão mais
rica de uma determinada situação, de quais são os
problemas existentes e do que pode ser feito para
resolvê-los.
Eles também têm de ser incentivados a realizar
testes e a experimentar. Inovação é incerteza: se
houvesse alguém sabendo exatamente o que vai
acontecer, não seria inovação. Para reduzir essa
incerteza, é preciso testar, experimentar uma nova
ideia e aferir os resultados. Os alunos precisam
estar treinados nisso.
Os alunos, ainda, devem ser treinados para
contar histórias. É comum que uma nova ideia
pareça para outros como uma atividade adicional de
trabalho, ou como uma fuga em relação ao negócio
principal. Se uma história for contada como parte
do processo inovador, deixando claros quais os
benefícios a alcançar, pode-se identificar como e por
que a inovação se faz relevante. Assim, a inovação
terá mais chances de passar a ser encarada
como parte de um trabalho existente, em vez de uma
carga adicional de trabalho.
Outra qualidade é a de ter foco no problema
a ser solucionado. Há sempre muitas ideias, mas
quais serão as mais relevantes para a solução
de problemas existentes? É importante não ficar
“grudado” a uma ideia específica, mas concentrar-se
nos benefícios que cada ideia poderá proporcionar.
Sempre podem aparecer ideias melhores, o que
demandará uma mudança de direção. Focar no
problema (e não em ideia especifica) tende a
proporcionar maior flexibilidade, escolhendo-se
sempre a ideia mais adequada.
E, por fim, os estudantes devem estar
conscientizados sobre o valor da persistência.
Desenvolver uma ideia inovadora pode requerer
novas habilidades e competências. Isso exige que
as pessoas saiam da sua posição de conforto, o que
geralmente resulta em antagonismos. Nessa hora,
é preciso não desistir ante o primeiro problema.
Eventualmente, se a resistência for grande, pode
ser necessária a formação de novas equipes e
novas redes de relacionamentos, para que o novo
empreendimento possa ser viabilizado.
Há bastante tempo dividem-se as opiniões
quanto ao propósito dos locais de aprendizagem –
escolas, colégios, faculdades, universidades. Em
termos um tanto simplificados, a grande cisão é
entre as pessoas de convicção conservadora, que
se satisfazem em apoiar um ensino que reflita e
preserve o statu quo, e aquelas que acreditam que
os ambientes de aprendizagem devem ser postos
avançados que atuem na fronteira das mudanças
socioeconômicas. Entre essas duas posições
polares, há, naturalmente, infinitas nuances de
opinião.
Aceitar a ideia da aprendizagem orientada
para o futuro é ingressar nas fileiras dos que creem
que a educação deva ser um agente de mudança e
de transformação para a construção de um mundo
melhor para todos!
Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br
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