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Para a natação, os princípios hidrodinâmicos de maior importância são:
I. a densidade.
II. o empuxo.
III. a pressão hidrostática.
IV. o impacto.
V. a resistência.
VI. o equilíbrio.
II. o empuxo.
III. a pressão hidrostática.
IV. o impacto.
V. a resistência.
VI. o equilíbrio.
Concluímos que a(s) afirmativa(s) correta(s) é(são):
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A leitura é o processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir de seus objetivos, de seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo o que sabe sobre a linguagem, etc. Não se trata de extrair informação, decodificando letra por letra, palavra por palavra. Trata-se de uma atividade que implica estratégias de seleção, antecipação, inferência e verificação, sem as quais não é possível proficiência. É o uso desses procedimentos que possibilita controlar o que vai sendo lido, permitindo tomar decisões diante de dificuldades de compreensão, avançar na busca de esclarecimentos, validar no texto suposições feitas. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino de quinta a oitava séries, Volume: Língua Portuguesa.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/portugues.pdf. Acesso em:
10/09/2015.
A leitura é um importante atributo da vida em sociedade. Nesse aspecto, pensando-se no processo ensino-aprendizagem da língua no Terceiro e Quarto Ciclos, assinale a alternativa INCORRETA.
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O trânsito nas grandes cidades
O trânsito tem sido um dos motivos de maior estresse para a população das grandes cidades brasileiras. Dificilmente um motorista está satisfeito e tranquilo andando de carro. É tensão pura. Se houver um pequeno descuido, ainda rola uma baixaria ou mesmo uma agressão.
Muitos são os fatores que faz com que isto aconteça, entre os quais podemos destacar: o grande número de carros, ruas ou avenidas estreitas, antigas, de uma época em que não havia tantos automóveis circulando, motoristas estressados, falta de transporte coletivo em quantidade e qualidade suficiente e principalmente a falta de educação, tanto de motoristas quanto de pedestres.
O que se vê são disputas pelo espaço. Cada um querendo passar na frente do outro. Não há respeito pela preferência e muito menos generosidade para ceder passagem a quem quer que seja.
Os acidentes são diários, muitos causando mortes ou danos irreparáveis. Se alega alta velocidade e com isto, a cada dia, novos controladores de velocidade são colocados nas ruas, multando quem devia e quem não devia. Muitas vezes uma pessoa, correta na maneira de dirigir, por ultrapassar um ou dois pontos do limite permitido leva uma multa e muitos que andam em alta velocidade, mas que conseguem diminuir no sinal, saem tranquilos e ainda riem dos demais.
É comum ver, no trânsito, motoristas fazendo inúmeras manobras erradas ou mesmo andando em velocidade fora do normal, mas como não há um policial por perto, nada acontece e ele continuará sua cruzada de transgressões.
Por outro lado é comum ver pedestres atravessando a rua com o sinal verde, numa demonstração de descaso total com a legislação. Isto também não é correto e precisa ser corrigido. É preciso fazer campanha também para o pedestre, mostrando o que eles fazem ao atravessar uma rua. Talvez isto mostre que eles precisam respeitar mais os sinais e com isso evitar acidentes.
Por tudo isso o trânsito virou uma preocupação permanente, tanto para as autoridades, quanto para os motoristas e pedestres. Todos reclamam, mas poucos agem corretamente. Mesmo em zonas com menos movimento os problemas mais comuns são pessoas estacionando em ruas com pouca largura o que dificulta a passagem ou uma manobra.
É preciso uma mudança de atitude. Os carros são um meio para transporte e não uma máquina para fazer de cada motorista um super homem. Somente com reeducação e com educação para os jovens nas escolas esta situação será modificada. É preciso começar já, bem como, cada mais, ser melhorado o transporte coletivo, pois só assim o problema será resolvido.
O trânsito não pode virar um meio de morte ou de aborrecimento para o cidadão. Ele deve ser sim o meio de transporte que facilita a vida das pessoas.
Disponível em: www.viveresaber.com.br
De acordo com os parágrafos 3 e 4 podemos afirmar que:
• as regras de trânsito não são respeitadas.
• os acidentes são constantes, muitas vezes mortais ou deixando sequelas irremediáveis.
• com frequência são colocados radares inteligentes para controlar e multar somente as pessoas que ultrapassem a velocidade permitida.
• os acidentes são constantes, muitas vezes mortais ou deixando sequelas irremediáveis.
• com frequência são colocados radares inteligentes para controlar e multar somente as pessoas que ultrapassem a velocidade permitida.
Estão corretos:
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A dissonância entre os comportamentos observados e as atitudes que se pretendem formar é um dos maiores desafios da educação, sobretudo da educação ambiental. As atividades de educação ambiental ensinam o que e como fazer certo, transmitindo uma série de procedimentos corretos do ponto de vista ambiental. Entretanto, isto não garante a formação para uma atitude ecológica. Uma atitude ecológica e cidadã implicaria em desenvolver capacidades e sensibilizar os alunos para que identifiquem e compreendam os problemas ambientais, para o comprometimento nas tomadas de atitudes que entendem o ambiente como uma rede de relações entre a sociedade e a natureza (Carvalho, I.C.M. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico, 2006). De acordo com a autora é necessário um engajamento na construção de uma cultura cidadã e na formação de atitudes ecológicas, através da:
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Feed Sem Back!
Nada de novo, de original, no título desse artigo! Muitos empregam-no, quando desejam se referir, de forma divertida, às dificuldades de muitos gestores quanto ao exercício das críticas ao comportamento e desempenho dos seus colaboradores. Há outras formas de expressão divertida, substituindo o “feed” por algumas palavrinhas que não ouso aqui registrar.
Vamos fazer algumas correções na interpretação do termo, a começar pela prática equivocada de confundir “feedback” com avaliação. Não são sinônimos: “feedback” é percepção, um retorno dado à fonte original sobre como seu comportamento está sendo percebido. Avaliação é um ato de emissão de juízo, uma comparação entre o objeto da avaliação em si com um parâmetro aceito como referência. A percepção, portanto, não pode ser entendida como emissão de juízo, muito menos como verdade definitiva: ela pode estar errada! Ademais, percepção é algo muito pessoal, não sendo difícil encontrarmos dez percepções diferentes sobre um mesmo comportamento, em dez pessoas manifestando-se a respeito!
A segunda correção se refere ao fato de que dar um “feedback” não significa “soltar o verbo” e despejar ácido sobre uma pessoa. É preciso, em primeiríssimo lugar, que se tenha a concordância da pessoa: ela deseja ouvir o que se pretende dizer para ela? A forma da emissão da percepção sobre o comportamento da pessoa deve ser sempre afinada com as regras elementares de educação e cortesia.
E há outro aspecto muito importante a ser considerado na arte (isso mesmo, uma arte!) de fornecer algum “feedback” às pessoas: não confundir a assertividade com a grosseria. Assertividade é uma forma de emissão de uma opinião com autenticidade, sem rodeios, direto ao ponto como se diz na linguagem do cotidiano, o que não significa uma permissão implícita para tratar a sensibilidade das pessoas com a gentileza troglodita. Há direitos naturais e sagrados a serem respeitados nos relacionamentos com as pessoas, dentre os quais aquele que estabelece o respeito como princípio e a elegância como vetor da qualidade do processo de comunicação. Reiterando o que já foi dito no parágrafo anterior: que tal perguntar à pessoa se ela concorda, dá a devida permissão para que lhe seja fornecido um “feedback”? Pode ser que ela não esteja num dia de harmonia emocional, ou que tenha coisas mais importantes para pensar ou, simplesmente, não queira ouvir absolutamente nada a respeito dos seus comportamentos.
E onde entra o “sem back” do título desse artigo? Quantas vezes, eventualmente, negamos à pessoa “fidebecada” (com o perdão dos dicionaristas!) o direito de pronunciar-se, defender-se e mostrar as suas razões? Sem o “back” o “feedback” fica trôpego, caricato e deriva, perigosamente, para a crítica que magoa, faz a pessoa sentir-se o “vice-tróço do subtréco”, isso quando não provoca reações agressivas e a troca de insultos e assemelhados, do que parece estar farta a Humanidade.
E a terceira correção diz respeito ao princípio de que é implícito o “feedback” do “feedback” ou seja: a pessoa em foco pode manifestar-se quanto à qualidade, oportunidade e elementos de aprendizado que percebeu e captou de tudo que foi dito sobre ela.
Finalizando, às vezes é melhor não dar “feedback” algum, deixar que as pessoas aprendam sobre si mesmas por conta dos inevitáveis retornos do mais implacável e justo dos observadores das nossas condutas: a Vida!
Texto adaptado
Benedito Milioni
Benedito Milioni
Analise a regência das palavras nas frases abaixo.
I- Descobrir o caminho certo a seguir.
II- Lembre-se de agradecer e dar créditos às pessoas que o ajudaram a obter bons resultados.
II- Lembre-se de agradecer e dar créditos às pessoas que o ajudaram a obter bons resultados.
A regência:
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Um auxiliar pagou parte de uma dívida que tinha com seu irmão. Se 12% do que resta a pagar equivale a R$126,00 é porque ele deve ainda:
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O trabalho do psicólogo na área jurídica é um campo em expansão, e recentemente tem embasado diferentes práticas. Uma delas é a mediação de conflitos, que pode ser uma alternativa válida e eficaz para a resolução de conflitos relacionados às questões judiciais. Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da mediação de conflitos.
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Há evidências de que os antidepressivos inibidores seletivos da recaptura de serotonina, quando prescritos para crianças, são eficazes para o tratamento do seguinte transtorno:
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BREVE HISTÓRICO DA INCLUSÃO ESCOLAR
Em resumidas contas, antes do século XX não existia a ideia de inclusão, a maioria das pessoas (principalmente mulheres, deficientes físicos e mentais, de outras raças que não a branca, e pobres) não tinha o direito ou as condições mínimas para frequentarem a escola.
No século XX, começa a chamada segregação (isolar, separar), mais pessoas têm acesso à escola, porém dificilmente se misturam com os alunos representantes da classe dominante. Na segunda metade do século surgem as “escolas especiais” (que atendem crianças “deficientes”) e mais tarde as classes especiais dentro das “escolas comuns”. Surge assim uma aberração pedagógica, a separação de dois sistemas educacionais, por um lado a educação comum e do outro a educação especial.
Já na década de 70, aparece a integração. As escolas comuns aceitavam alguns alunos, antes rejeitados ou marginalizados, que poderiam frequentar classes comuns desde que conseguissem adaptar-se, é o aluno que tem de se adequar às exigências da escola (o que na prática raramente acontecia). O fracasso é do aluno que não teve competência para se ajustar às regras inflexíveis da escola, que presta mais atenção aos impedimentos do que aos potenciais das crianças. A integração é estar junto ao outro (que não necessariamente significa compartir nem aceitar, estamos junto dele, mas não estamos com ele). Em termos legais tínhamos “preferencialmente na rede regular de ensino”.
Finalmente chegamos aos anos 90, e com eles a inclusão (na verdade, os primeiros movimentos que apontavam para o surgimento da inclusão escolar são do final da década de 80). Na inclusão é a escola que abre os braços para acolher todos os alunos. O fracasso escolar é de responsabilidade da escola, ou melhor, de todos (autoridades, professores, pais, alunos).
A inclusão é estar com o outro. Só há um tipo de educação, e ela é para todos sem restrição nem separação.
A inclusão começou como um movimento de pessoas com deficiência e seus familiares na luta pelos seus direitos de igualdade na sociedade. E como a maioria desses direitos começa a ser conquistado a partir da educação (da escola, lugar onde se ensina cidadania), a inclusão chegou até a escola (espelho da sociedade). Hoje a inclusão é de todos sem discriminação, sem rótulos. (...)
Texto adaptado
Observe as frases abaixo.
I- Ele tinha aceitado a recompensa.
II- Ele está aceitado pelo grupo.
III- Ele havia aceito a recompensa.
IV- Ele foi aceito pelo grupo.
Estão corretos os itens:
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Os fatores que contribuem para a função muscular respiratória quando o objetivo é a descontinuação do suporte ventilatório são, EXCETO:
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