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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais
Por Luisa Costa
- ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
- com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
- descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
- Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
- Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
- Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
- investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
- mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
- Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
- humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
- mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
- mas não só.
- Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
- aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
- tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
- entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
- A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
- prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
- momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
- estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
- Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
- Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
- fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
- ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
- década de 1530.
- O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
- em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
- transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
- túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
- Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
- outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
- Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
- restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Uma das hipóteses acerca do motivo da pintura nos crânios humanos é a de que teriam sido feitos depois da profanação dos túmulos pelos espanhóis.
II. O meio com o qual a tinta era aplicada resumia-se a apenas os dedos dos familiares dos mortos.
III. Para os pesquisadores, o povo Chincha decretava o fim da vida com as cerimônias fúnebres, um ponto final na existência.
Quais estão corretas?
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- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego do dígrafo SS
- FonologiaEncontros Consonantais: Dígrafos
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Dois mais dois
Por Luis Fernando Veríssimo
01 O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua
02 minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu
03 contar uma história.
04 Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores
05 do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do
06 Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do
07 Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para
08 reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios
09 individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que
10 alguém qui...er saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcan...e
11 de qualquer um. Em segundos a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá
12 bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações
13 espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que desejar.
14 Um dia, um garoto perguntará ao pai:
15 – Pai, quanto é dois mais dois?
16 – Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
17 E o garoto digitará os botões apropriados e num milé...imo de segundo a resposta
18 aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
19 – Como é que sei que a resposta é certa?
20 – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
21 – E se Ele estiver errado?
22 – Ele nunca erra.
23 – Mas se estiver?
24 – Sempre podemos contar nos dedos.
25 – O quê?
26 – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu?
27 Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
28 – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita
29 gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa?
30 Aí o pai suspirou e disse:
31 – Jamais saberemos...
32 O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática
33 e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava
34 certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que
35 estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica palavra na qual haja a presença de um dígrafo.
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Dois mais dois
Por Luis Fernando Veríssimo
01 O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua
02 minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu
03 contar uma história.
04 Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores
05 do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do
06 Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do
07 Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para
08 reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios
09 individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que
10 alguém qui...er saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcan...e
11 de qualquer um. Em segundos a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá
12 bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações
13 espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que desejar.
14 Um dia, um garoto perguntará ao pai:
15 – Pai, quanto é dois mais dois?
16 – Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
17 E o garoto digitará os botões apropriados e num milé...imo de segundo a resposta
18 aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
19 – Como é que sei que a resposta é certa?
20 – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
21 – E se Ele estiver errado?
22 – Ele nunca erra.
23 – Mas se estiver?
24 – Sempre podemos contar nos dedos.
25 – O quê?
26 – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu?
27 Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
28 – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita
29 gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa?
30 Aí o pai suspirou e disse:
31 – Jamais saberemos...
32 O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática
33 e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava
34 certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que
35 estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o antônimo correto da palavra “próxima” (l. 11).
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Dois mais dois
Por Luis Fernando Veríssimo
01 O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua
02 minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu
03 contar uma história.
04 Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores
05 do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do
06 Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do
07 Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para
08 reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios
09 individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que
10 alguém qui...er saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcan...e
11 de qualquer um. Em segundos a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá
12 bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações
13 espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que desejar.
14 Um dia, um garoto perguntará ao pai:
15 – Pai, quanto é dois mais dois?
16 – Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
17 E o garoto digitará os botões apropriados e num milé...imo de segundo a resposta
18 aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
19 – Como é que sei que a resposta é certa?
20 – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
21 – E se Ele estiver errado?
22 – Ele nunca erra.
23 – Mas se estiver?
24 – Sempre podemos contar nos dedos.
25 – O quê?
26 – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu?
27 Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
28 – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita
29 gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa?
30 Aí o pai suspirou e disse:
31 – Jamais saberemos...
32 O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática
33 e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava
34 certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que
35 estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o número da palavra sublinhada (inserido imediatamente depois dele) que é classificada como adjetivo: “Um dia disse a professora (1), todos (2) os computadores do mundo serão unificados num único (3) sistema, e o (4) centro do sistema será em alguma (5) cidade do Japão”.
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Dois mais dois
Por Luis Fernando Veríssimo
01 O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua
02 minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu
03 contar uma história.
04 Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores
05 do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do
06 Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do
07 Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para
08 reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios
09 individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que
10 alguém qui...er saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcan...e
11 de qualquer um. Em segundos a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá
12 bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações
13 espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que desejar.
14 Um dia, um garoto perguntará ao pai:
15 – Pai, quanto é dois mais dois?
16 – Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
17 E o garoto digitará os botões apropriados e num milé...imo de segundo a resposta
18 aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
19 – Como é que sei que a resposta é certa?
20 – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
21 – E se Ele estiver errado?
22 – Ele nunca erra.
23 – Mas se estiver?
24 – Sempre podemos contar nos dedos.
25 – O quê?
26 – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu?
27 Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
28 – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita
29 gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa?
30 Aí o pai suspirou e disse:
31 – Jamais saberemos...
32 O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática
33 e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava
34 certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que
35 estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o número correto de artigos presentes no trecho a seguir: “então não faria diferença se o Computador estava certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa”.
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Dois mais dois
Por Luis Fernando Veríssimo
01 O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua
02 minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu
03 contar uma história.
04 Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores
05 do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do
06 Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do
07 Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para
08 reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios
09 individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que
10 alguém qui...er saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcan...e
11 de qualquer um. Em segundos a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá
12 bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações
13 espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que desejar.
14 Um dia, um garoto perguntará ao pai:
15 – Pai, quanto é dois mais dois?
16 – Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
17 E o garoto digitará os botões apropriados e num milé...imo de segundo a resposta
18 aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
19 – Como é que sei que a resposta é certa?
20 – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
21 – E se Ele estiver errado?
22 – Ele nunca erra.
23 – Mas se estiver?
24 – Sempre podemos contar nos dedos.
25 – O quê?
26 – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu?
27 Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
28 – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita
29 gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa?
30 Aí o pai suspirou e disse:
31 – Jamais saberemos...
32 O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática
33 e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava
34 certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que
35 estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica uma ação no futuro.
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Dois mais dois
Por Luis Fernando Veríssimo
01 O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua
02 minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu
03 contar uma história.
04 Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores
05 do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do
06 Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do
07 Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para
08 reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios
09 individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que
10 alguém qui...er saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcan...e
11 de qualquer um. Em segundos a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá
12 bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações
13 espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que desejar.
14 Um dia, um garoto perguntará ao pai:
15 – Pai, quanto é dois mais dois?
16 – Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
17 E o garoto digitará os botões apropriados e num milé...imo de segundo a resposta
18 aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
19 – Como é que sei que a resposta é certa?
20 – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
21 – E se Ele estiver errado?
22 – Ele nunca erra.
23 – Mas se estiver?
24 – Sempre podemos contar nos dedos.
25 – O quê?
26 – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu?
27 Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
28 – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita
29 gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa?
30 Aí o pai suspirou e disse:
31 – Jamais saberemos...
32 O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática
33 e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava
34 certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que
35 estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra com divisão silábica correta.
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- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego da letra Z
- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego das letras S ou Z
- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego da letra Ç
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Dois mais dois
Por Luis Fernando Veríssimo
01 O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua
02 minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu
03 contar uma história.
04 Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores
05 do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do
06 Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do
07 Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para
08 reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios
09 individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que
10 alguém qui...er saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcan...e
11 de qualquer um. Em segundos a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá
12 bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações
13 espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que desejar.
14 Um dia, um garoto perguntará ao pai:
15 – Pai, quanto é dois mais dois?
16 – Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
17 E o garoto digitará os botões apropriados e num milé...imo de segundo a resposta
18 aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
19 – Como é que sei que a resposta é certa?
20 – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
21 – E se Ele estiver errado?
22 – Ele nunca erra.
23 – Mas se estiver?
24 – Sempre podemos contar nos dedos.
25 – O quê?
26 – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu?
27 Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
28 – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita
29 gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa?
30 Aí o pai suspirou e disse:
31 – Jamais saberemos...
32 O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática
33 e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava
34 certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que
35 estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas nas linhas 10 (duas ocorrências) e 17.
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Dois mais dois
Por Luis Fernando Veríssimo
01 O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua
02 minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu
03 contar uma história.
04 Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores
05 do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do
06 Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do
07 Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para
08 reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios
09 individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que
10 alguém qui...er saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcan...e
11 de qualquer um. Em segundos a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá
12 bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações
13 espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que desejar.
14 Um dia, um garoto perguntará ao pai:
15 – Pai, quanto é dois mais dois?
16 – Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
17 E o garoto digitará os botões apropriados e num milé...imo de segundo a resposta
18 aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
19 – Como é que sei que a resposta é certa?
20 – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
21 – E se Ele estiver errado?
22 – Ele nunca erra.
23 – Mas se estiver?
24 – Sempre podemos contar nos dedos.
25 – O quê?
26 – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu?
27 Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
28 – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita
29 gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa?
30 Aí o pai suspirou e disse:
31 – Jamais saberemos...
32 O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática
33 e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava
34 certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que
35 estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica algo que o Supercomputador NÃO fará.
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Dois mais dois
Por Luis Fernando Veríssimo
01 O Rodrigo não entendia por que precisava aprender matemática, já que a sua
02 minicalculadora faria todas as contas por ele, pelo resto da vida, e então a professora resolveu
03 contar uma história.
04 Contou a história do Supercomputador. Um dia disse a professora, todos os computadores
05 do mundo serão unificados num único sistema, e o centro do sistema será em alguma cidade do
06 Japão. Todas as casas do mundo, todos os lugares do mundo terão terminais do
07 Supercomputador. As pessoas usarão o Supercomputador para compras, para recados, para
08 reservas de avião, para consultas sentimentais. Para tudo. Ninguém mais precisará de relógios
09 individuais, de livros ou de calculadoras portáteis. Não precisará mais nem estudar. Tudo que
10 alguém qui...er saber sobre qualquer coisa estará na memória do Supercomputador, ao alcan...e
11 de qualquer um. Em segundos a resposta à consulta estará na tela mais próxima. E haverá
12 bilhões de telas espalhadas por onde o homem estiver, desde lavatórios públicos até estações
13 espaciais. Bastará ao homem apertar um botão para ter a informação que desejar.
14 Um dia, um garoto perguntará ao pai:
15 – Pai, quanto é dois mais dois?
16 – Não pergunte a mim – dirá o pai -, pergunte a Ele.
17 E o garoto digitará os botões apropriados e num milé...imo de segundo a resposta
18 aparecerá na tela. E então o garoto dirá:
19 – Como é que sei que a resposta é certa?
20 – Porque Ele disse que é certa – responderá o pai.
21 – E se Ele estiver errado?
22 – Ele nunca erra.
23 – Mas se estiver?
24 – Sempre podemos contar nos dedos.
25 – O quê?
26 – Contar nos dedos, como faziam os antigos. Levante dois dedos. Agora mais dois. Viu?
27 Um, dois, três, quatro. O computador está certo.
28 – Mas, pai, e 362 vezes 17? Não dá para contar nos dedos. A não ser reunindo muita
29 gente e usando os dedos das mãos e dos pés. Como saber se a resposta d’Ele está certa?
30 Aí o pai suspirou e disse:
31 – Jamais saberemos...
32 O Rodrigo gostou da história, mas disse que, quando ninguém mais soubesse matemática
33 e não pudesse pôr o Computador à prova, então não faria diferença se o Computador estava
34 certo ou não, já que a sua resposta seria a única disponível e, portanto, a certa, mesmo que
35 estivesse errada, e... Aí foi a vez da professora suspirar.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa INCORRETA de acordo com o texto.
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