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Foram encontradas 555 questões.

Leia o Texto III e responda às questões de 11 a 15.

Texto III

Enunciado 4660914-1

Fonte: https://soberaniaeclima.org.br/infograficos/infografico-explica-os-desafios-para-a-seguranca-global-causados-pelas-mudancas-climaticas/. Acesso em 20 de dezembro de 2025.

Ao analisar criticamente os resultados apresentados no Texto III, qual conclusão é mais adequada sobre a situação do Brasil em relação às emissões de gases de efeito estufa?

 

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Leia o Texto III e responda às questões de 11 a 15.

Texto III

Enunciado 4660913-1

Fonte: https://soberaniaeclima.org.br/infograficos/infografico-explica-os-desafios-para-a-seguranca-global-causados-pelas-mudancas-climaticas/. Acesso em 20 de dezembro de 2025.

Considerando a organização visual e os elementos verbais, o texto III pertence ao gênero:

 

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Leia o Texto III e responda às questões de 11 a 15.

Texto III

Enunciado 4660912-1

Fonte: https://soberaniaeclima.org.br/infograficos/infografico-explica-os-desafios-para-a-seguranca-global-causados-pelas-mudancas-climaticas/. Acesso em 20 de dezembro de 2025.

De acordo com a leitura do Texto III, qual dos efeitos abaixo está relacionado às mudanças climáticas sobre a segurança humana?

 

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Leia o Texto II e responda às questões de 5 a 10.

Texto II

O Jardim e o Quintal

Por Roberto Menezes

Naquela rua de casas, havia uma casa, igual a todas as outras casas. Nela havia um portão, não tinha muro alto, lá não ladrava um cão. Aquela casa estava lá fazia tempo, não se sabia quando ou quem arquitetou sua edificação. Aquela casa estava lá fazia tempo, não se sabia quando ou quem, quanto tempo morou ali. Nela havia muitos cômodos. Janela não tinha grade. Lá não havia medo do ladrão.

Como em toda casa que se preze, havia uma varanda e um alpendre, ela pro jardim, ele pro quintal. E é destes dois que vamos falar. Não da casa em si. A casa existiu, sim, e sua existência definiu a existência deles: do jardim e do quintal.

O jardim e o quintal tinham tamanho igual, feitos com mesmo zelo, pelos mesmos pedreiros. Esses senhores brutos não haviam plantado nada: nenhuma árvore, nem pé de fruta, nem pé de flor. O vendedor entregara a casa assim: friamente linda, sem vida. A vida que veio morar, essa sim!, trouxe a semente. E em apenas meses, foi o que precisou pra que o broto vingasse na terra preta.

E o vegetal se espalhou. No jardim, deu margarida. No quintal, deu tomateira. No inverno ou no verão, tinha sempre alguém deixando tudo verde: menina usava regador; pai, a água da mangueira; são pedro só ligava a torneira. Também se empestaram os bichos: aranha, escorpião, besouro, joaninha. Viviam cada um em seu lugar. A ninguém mal faziam.

O jardim tinha cor diversa, quando a rosa, a margarida e a petúnia davam ar de suas pétalas. E, quase sempre quando dava, a vizinhança inteira esticava o pescoço pra sentir o bom odor que vinha dali.

Mesmo morador do mesmo endereço, o quintal, por sua vez, desde o começo, sempre teve a sobriedade como sua única nobreza. Sempre teve a sombriedade como sua única ardileza.

E naturalmente, como é de costume quando se trata de tudo relativo à santa natureza, os dois irmãos, o jardim e o quintal, desde o berço separados pela casa tomaram seus rumos pra lados trocados.

O jardim, estrela, nunca se perdeu do olhar cuidadoso de quem tratava, de quem o podava, de quem fazia questão de sempre mudar de jarro, de colocar seixos coloridos ao redor de cada florescimento. Olhares cuidadosos que o deixavam assim como uma menina moça quase antes da hora de debutar.

Pra lá todos iam. De manhã, de tarde e de noite. Um bem bom estar lá fazia.

O quintal, esquecido quase sempre, virou chão enervurado das raízes das árvores com troncos empanturrados e galhos que se emaranhavam entre si. Nele jogavam da pia bacias de água suja. Nele jogavam coisinhas não mais úteis: cadeiras velhas, guarda-chuvas velhos, brinquedos velhos; no novo cemitério das coisas velhas e esquecidas.

Prali já ninguém ia. Quando alguém ia, via o que via e não arriscava ir mais além.

O jardim era o orgulho pra mostrar às visitas. O quintal, os residentes dali tentavam esconder. O jardim se fazia presente em todas as fotografias. O quintal, deusulivre, vige maria, se isso acontecia.

E por anos, essa era a lei: cada um com sua sina, cada qual em seu lugar. Até que quem morava na casa se foi. E não chegaram outros pra continuar a função da casa de fazer o quintal e o jardim, orgulho e vergonha, pois não havia ninguém ali pra julgar.

E, sem ninguém ali, não demorou muito pra que um ramo da rosa atrevido esticasse a cabeça pra dentro da casa. E não demorou muito pra que a raiz do abacateiro se adentrasse na cozinha. E não demorou muito pra que uma erva brotasse na borda da janela. E não demorou muito pra que o lado de lá se encontrasse com o de cá.

Sem lei, sem polícia e sem juiz. Logo um pé de flor nasceu entre os raios do pneu da bicicleta do quintal.

Sem lei, sem polícia e sem juiz. Logo um pé de pau nasceu com ajuda dos raios do sol que antes só abrilhantavam as camélias.

A casa virou estrada aberta, um caminho de pedra rachada, por onde os irmãos vez por outra se visitavam. E até hoje se visitam, aos sábados, feriados ou quando dá na telha.

Hoje bichos correm soltos. O fungo e a flor bebem na mesma mesa. E, mesmo que não haja quem veja, o jardim e o quintal, hoje sim, formam um belo casal.

A casa, naquela rua de casas, há uma casa, uma casa que não é igual a todas as outras casas.

Fonte: https://www.literaturabr.com/2020/03/31/o-jardim-e-o-quintal/. Acesso em 12 de dezembro de 2025.

No trecho: “O jardim era o orgulho pra mostrar às visitas. O quintal, deusulivre, vige maria, se isso acontecia.”, observa-se o uso de uma linguagem que revela:

 

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A Lei nº 13.146/2015 que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência, também denominado Lei Brasileira de Inclusão, constitui um marco na garantia de direitos e na promoção da inclusão social das pessoas com deficiência.

Considerando o disposto no Capítulo IV, que trata do direito à educação, é CORRETO afirmar que:

 

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4122920 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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A reflexão realizada por Horst e Mioto (2017) problematiza as formas de intervenção do Serviço Social no trabalho com famílias, evidenciando tensões entre perspectivas críticas e práticas que podem reproduzir traços conservadores no exercício profissional.

Fonte: HORST, Claudio Henrique Miranda; MIOTO, Regina Célia Tamaso. Serviço Social e o trabalho com famílias: renovação ou conservadorismo? Em Pauta:Teoria Social e Realidade Contemporânea, Rio de Janeiro, v. 15, n. 40, p. 228–246, 2017.

Considerando as contribuições dos autores acerca do trabalho com famílias no âmbito do Serviço Social, analise as assertivas a seguir.

 

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4122919 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Os Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Assistência Social (CFESS, 2011) abordam a reflexão sobre Serviço Social e Assistência Social.

Fonte: CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL (CFESS). Resolução CFESS nº 594, de 21 de janeiro de 2011. Altera o Código de Ética do Assistente Social, introduzindo aperfeiçoamentos formais, gramaticais e conceituais em seu texto e garantindo a linguagem de gênero. Brasília: CFESS, 2011.

À luz dessa discussão, analise as assertivas que seguem:

I- O Serviço Social é uma profissão de nível superior, regulamentada por legislação específica e orientada por um projeto ético-político, enquanto a Assistência Social é uma política pública da Seguridade Social, que garante direitos e proteção social de cidadãos(ãs) em situação de vulnerabilidade e risco social.

II- Considerando a histórica inserção de assistentes sociais na política de Assistência Social, pode-se afirmar que Serviço Social e Assistência Social possuem identidade institucional e funcional equivalente, compartilhando os mesmos objetivos, atribuições e campos de atuação no âmbito das políticas públicas.

III- Embora a política de Assistência Social constitua um importante campo sócio-ocupacional para assistentes sociais, o exercício profissional do Serviço Social não se restringe a essa política, estendendo-se a diversas áreas das políticas sociais, como Saúde, Educação, previdência, habitação e trabalho.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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4122918 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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Com base em material do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS, 2022), a orientação social não é de uso exclusivo da área sociojurídica, estando presente também nas políticas de Assistência Social, Saúde e Educação, no atendimento a crianças, adolescentes, mulheres, pessoas idosas, pessoas com deficiência e população LGBTQIA+12.

Fonte: CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL (CFESS). Produção de documentos e emissão de opinião técnica em Serviço Social. Brasília: CFESS, 2022.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que a orientação social deve ser utilizada com a finalidade de:

 

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4122917 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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De acordo com Moreira (2017), no processo de reconhecimento do direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), a dimensão social deve ser analisada com base no conhecimento teórico, técnico, ético e metodológico do Serviço Social. Nesse contexto, é CORRETO afirmar que o parecer social do(a) assistente social deve fundamentar-se na observação e na análise da realidade do(a) requerente e de sua família, realizadas por meio de:

Fonte: MOREIRA, Maria Ignez Costa. Nota técnica: Considerações sobre a dimensão social presente no processo de reconhecimento de direito ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e à atuação do(a) assistente social. Brasília: Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), 2017.

 

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4122916 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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A nova morfologia do trabalho, especialmente no que se refere à subordinação do trabalho às Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), configura-se como um tema contemporâneo e de grande relevância para o Serviço Social, considerando seus impactos no exercício profissional. À luz das reflexões de Raichelis et al. (2024) sobre essa temática, analise as assertivas a seguir.

Fonte: RAICHELIS, Raquel; VICENTE, Damares; DINIZ, Tânia Maria Ramos de Godoi; RODRIGUES, Terezinha de Fátima. Serviço Social e a nova morfologia do trabalho: implicações do trabalho subordinado às TICs. Temporalis, v. 24, n. 48, p. 13–28, 2024.

I- O crescente uso das TICs nas atividades laborais desencadeia mudanças significativas no processo de trabalho dos(as) assistentes sociais, subordinando-o à lógica do capital, a qual não coaduna com os princípios éticos que fundamentam o projeto profissional do Serviço Social brasileiro.

II- O trabalho em domicílio mediado pelas TICs é positivo, pois permite aos(às) assistentes sociais organizar suas atividades de acordo com seu próprio tempo e disponibilidade, garantindo maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional e prevenindo desgastes físicos e mentais.

III- O exercício profissional subordinado às TICs é considerado modelo ideal, pois atribui aos(às) assistentes sociais a responsabilidade pelos instrumentos de trabalho, como computador, mobiliário, telefone e pacote de internet, cujos custos seriam compensados pela remuneração recebida.

IV- Para enfrentar criticamente o debate sobre o uso das TICs no trabalho profissional, é necessário que a categoria de assistentes sociais participe da disputa pelo significado e pelo uso dessas tecnologias na defesa dos interesses e direitos da classe trabalhadora, e não do capital.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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