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Foram encontradas 40 questões.

1099037 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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Em conformidade com a Portaria SVS/MS nº 326/1997, quanto às condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos produtores/industrializadores de alimentos, assinalar a alternativa INCORRETA:
 

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1078936 Ano: 2018
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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Considerando-se o capital de R$ 9.000,00 aplicado a taxa de juros simples de 6% ao mês, por quanto tempo esse capital deverá ser aplicado para se obter um montante de R$ 17.100,00?
 

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1071414 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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Crianças estão desenhando mais mulheres na hora de representar cientistas
Estereótipos ligados a gênero e profissões podem afetar profundamente como as crianças vêem certos profissionais, e isso pode ser medido pela forma como elas os representam em desenhos. Quando você era pequeno e alguém lhe pedia para desenhar um engenheiro, provavelmente desenharia um homem. Se tivesse que desenhar um professor, é provável que desenhasse uma mulher (e basta fazer uma busca por bancos de imagens para ver que isso não se restringe a crianças). A boa notícia é que alguns estereótipos parecem estar se enfraquecendo – pelo menos aqueles que ligam a ciência ao gênero masculino.
Isso foi percebido por uma análise de cinco décadas de estudos realizados nos Estados Unidos desde a década de 1960. Ao todo, 78 estudos foram analisados, contando com mais de 20 mil estudantes do jardim de infância até o fim do ensino médio, e todos envolviam pedir a jovens que desenhassem um cientista. Se antes os homens predominavam nos desenhos, agora há mais mulheres sendo desenhadas do que nunca.
Para se ter uma ideia, no primeiro estudo, realizado entre 1966 e 1977, menos de 1% de quase 5.000 crianças desenhou uma imagem parecida com uma mulher quando solicitada a desenhar um cientista. A coisa começou a mudar entre 1985 e 2016, quando 28% dos participantes, em média, desenharam alguém do sexo feminino na profissão.
Segundo os pesquisadores, isso está relacionado não só ao fato de mais mulheres se tornarem cientistas, mas também a elas estarem sendo representadas com mais frequência em programas de televisão, revistas e outras mídias. A exposição das crianças a profissionais do sexo masculino ou feminino se acumula durante o desenvolvimento, e é isso o que constrói a ideia que elas fazem da profissão.
“Nossos resultados sugerem que os estereótipos das crianças mudam à medida que os papeis das mulheres e dos homens mudam na sociedade”, diz uma das autoras da análise, Alice Eagly, professora de psicologia do Institute for Policy Research. “As crianças ainda desenham mais homens do que mulheres cientistas em estudos recentes, mas isso é esperado porque as mulheres continuam sendo uma minoria em vários campos da ciência”, completa.
https://super.abril.com.br/blog/... - adaptado.
Conforme as normas de acentuação, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresente a sequência CORRETA:
(---) A palavra sublinhada em “Estereótipos ligados ___ gênero e profissões podem afetar profundamente como as crianças vêem certos profissionais.” (primeiro parágrafo) apresenta acentuação incorreta. O correto seria “veem”.
(---) A palavra sublinhada em “Para se ter uma ideia, no primeiro estudo, realizado entre 1966 e 1977...” (terceiro parágrafo) apresenta acentuação incorreta. O correto seria “idéia”.
(---) A palavra sublinhada em “... os estereótipos das crianças mudam ___ medida que os papeis das mulheres e dos homens mudam na sociedade...” (quinto parágrafo) apresenta acentuação incorreta. O correto seria “papéis”.
 

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1067528 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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Segundo a Lei nº 8.080/1990 - SUS, entende-se por saúde do trabalhador, para fins desta lei, um conjunto de atividades que se destina, através das ações de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, assim como visa à recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho, abrangendo, entre outras coisas:
I - Assistência ao trabalhador vítima de acidentes de trabalho ou portador de doença profissional e do trabalho.
II - Participação, no âmbito de competência do SUS, em estudos, pesquisas, avaliação e controle dos riscos e agravos potenciais à saúde existentes no processo de trabalho.
III - Avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde.
Estão CORRETOS:
 

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1067492 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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Crianças estão desenhando mais mulheres na hora de representar cientistas
Estereótipos ligados a gênero e profissões podem afetar profundamente como as crianças vêem certos profissionais, e isso pode ser medido pela forma como elas os representam em desenhos. Quando você era pequeno e alguém lhe pedia para desenhar um engenheiro, provavelmente desenharia um homem. Se tivesse que desenhar um professor, é provável que desenhasse uma mulher (e basta fazer uma busca por bancos de imagens para ver que isso não se restringe a crianças). A boa notícia é que alguns estereótipos parecem estar se enfraquecendo – pelo menos aqueles que ligam a ciência ao gênero masculino.
Isso foi percebido por uma análise de cinco décadas de estudos realizados nos Estados Unidos desde a década de 1960. Ao todo, 78 estudos foram analisados, contando com mais de 20 mil estudantes do jardim de infância até o fim do ensino médio, e todos envolviam pedir a jovens que desenhassem um cientista. Se antes os homens predominavam nos desenhos, agora há mais mulheres sendo desenhadas do que nunca.
Para se ter uma ideia, no primeiro estudo, realizado entre 1966 e 1977, menos de 1% de quase 5.000 crianças desenhou uma imagem parecida com uma mulher quando solicitada a desenhar um cientista. A coisa começou a mudar entre 1985 e 2016, quando 28% dos participantes, em média, desenharam alguém do sexo feminino na profissão.
Segundo os pesquisadores, isso está relacionado não só ao fato de mais mulheres se tornarem cientistas, mas também a elas estarem sendo representadas com mais frequência em programas de televisão, revistas e outras mídias. A exposição das crianças a profissionais do sexo masculino ou feminino se acumula durante o desenvolvimento, e é isso o que constrói a ideia que elas fazem da profissão.
“Nossos resultados sugerem que os estereótipos das crianças mudam à medida que os papeis das mulheres e dos homens mudam na sociedade”, diz uma das autoras da análise, Alice Eagly, professora de psicologia do Institute for Policy Research. “As crianças ainda desenham mais homens do que mulheres cientistas em estudos recentes, mas isso é esperado porque as mulheres continuam sendo uma minoria em vários campos da ciência”, completa.
https://super.abril.com.br/blog/... - adaptado.
Considerando-se os trechos do texto apresentados abaixo, assinalar a alternativa que apresenta um verbo no pretérito imperfeito do subjuntivo:
 

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1066804 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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Crianças estão desenhando mais mulheres na hora de representar cientistas
Estereótipos ligados a gênero e profissões podem afetar profundamente como as crianças vêem certos profissionais, e isso pode ser medido pela forma como elas os representam em desenhos. Quando você era pequeno e alguém lhe pedia para desenhar um engenheiro, provavelmente desenharia um homem. Se tivesse que desenhar um professor, é provável que desenhasse uma mulher (e basta fazer uma busca por bancos de imagens para ver que isso não se restringe a crianças). A boa notícia é que alguns estereótipos parecem estar se enfraquecendo – pelo menos aqueles que ligam a ciência ao gênero masculino.
Isso foi percebido por uma análise de cinco décadas de estudos realizados nos Estados Unidos desde a década de 1960. Ao todo, 78 estudos foram analisados, contando com mais de 20 mil estudantes do jardim de infância até o fim do ensino médio, e todos envolviam pedir a jovens que desenhassem um cientista. Se antes os homens predominavam nos desenhos, agora há mais mulheres sendo desenhadas do que nunca.
Para se ter uma ideia, no primeiro estudo, realizado entre 1966 e 1977, menos de 1% de quase 5.000 crianças desenhou uma imagem parecida com uma mulher quando solicitada a desenhar um cientista. A coisa começou a mudar entre 1985 e 2016, quando 28% dos participantes, em média, desenharam alguém do sexo feminino na profissão.
Segundo os pesquisadores, isso está relacionado não só ao fato de mais mulheres se tornarem cientistas, mas também a elas estarem sendo representadas com mais frequência em programas de televisão, revistas e outras mídias. A exposição das crianças a profissionais do sexo masculino ou feminino se acumula durante o desenvolvimento, e é isso o que constrói a ideia que elas fazem da profissão.
“Nossos resultados sugerem que os estereótipos das crianças mudam à medida que os papeis das mulheres e dos homens mudam na sociedade”, diz uma das autoras da análise, Alice Eagly, professora de psicologia do Institute for Policy Research. “As crianças ainda desenham mais homens do que mulheres cientistas em estudos recentes, mas isso é esperado porque as mulheres continuam sendo uma minoria em vários campos da ciência”, completa.
https://super.abril.com.br/blog/... - adaptado.
Considerando-se as normas de colocação pronominal, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Jamais _________ quem foi o responsável. ___________ a sua vida!
 

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1066133 Ano: 2018
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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De acordo com o Manual de Processo Administrativo Sanitário, analisar os itens abaixo:
I - São, entre outros, peças que compõem os autos do processo: capa numerada e protocolada, termos de interdição cautelar, defesa, laudos e fotos.
II - O rito sumaríssimo tem por objetivo apurar as transgressões que independam de análises ou perícias.
III - O Auto de Infração deve ser preenchido com o nome do autuado, o local, a data, a hora e a descrição da infração, entre outros.
Estão CORRETOS:
 

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1056905 Ano: 2018
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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De acordo com a Lei nº 220/1994 - Código de Posturas do Município, as vias públicas são caminhos abertos ao trânsito público, compreendendo as ruas, as avenidas, as alamedas, as travessas, os becos, as passagens, as galerias e as estradas. Portanto, para o cidadão, algumas ações são proibidas com relação às vias públicas. Assim, assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma proibição:
 

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1055060 Ano: 2018
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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Em conformidade com a Lei nº 220/1994 - Código de Posturas do Município, no que tange aos bens públicos municipal, pode-se afirmar que:
 

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1054994 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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Crianças estão desenhando mais mulheres na hora de representar cientistas
Estereótipos ligados ___ gênero e profissões podem afetar profundamente como as crianças vêem certos profissionais, e isso pode ser medido pela forma como elas os representam em desenhos. Quando você era pequeno e alguém lhe pedia para desenhar um engenheiro, provavelmente desenharia um homem. Se tivesse que desenhar um professor, é provável que desenhasse uma mulher (e basta fazer uma busca por bancos de imagens para ver que isso não se restringe a crianças). A boa notícia é que alguns estereótipos parecem estar se enfraquecendo – pelo menos aqueles que ligam ___ ciência ao gênero masculino.
Isso foi percebido por uma análise de cinco décadas de estudos realizados nos Estados Unidos desde a década de 1960. Ao todo, 78 estudos foram analisados, contando com mais de 20 mil estudantes do jardim de infância até o fim do ensino médio, e todos envolviam pedir a jovens que desenhassem um cientista. Se antes os homens predominavam nos desenhos, agora há mais mulheres sendo desenhadas do que nunca.
Para se ter uma ideia, no primeiro estudo, realizado entre 1966 e 1977, menos de 1% de quase 5.000 crianças desenhou uma imagem parecida com uma mulher quando solicitada a desenhar um cientista. A coisa começou a mudar entre 1985 e 2016, quando 28% dos participantes, em média, desenharam alguém do sexo feminino na profissão.
Segundo os pesquisadores, isso está relacionado não só ao fato de mais mulheres se tornarem cientistas, mas também a elas estarem sendo representadas com mais frequência em programas de televisão, revistas e outras mídias. A exposição das crianças a profissionais do sexo masculino ou feminino se acumula durante o desenvolvimento, e é isso o que constrói a ideia que elas fazem da profissão.
“Nossos resultados sugerem que os estereótipos das crianças mudam ___ medida que os papeis das mulheres e dos homens mudam na sociedade”, diz uma das autoras da análise, Alice Eagly, professora de psicologia do Institute for Policy Research. “As crianças ainda desenham mais homens do que mulheres cientistas em estudos recentes, mas isso é esperado porque as mulheres continuam sendo uma minoria em vários campos da ciência”, completa.
https://super.abril.com.br/blog/... - adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
 

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