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Foram encontradas 788 questões.

1293610 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP

A figura refere-se a um hexágono regular, cuja área total vale 216√3 cm².

Enunciado 1293610-1

Qual é o valor da área, em centímetros quadrados, da região acinzentada?

 

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1293609 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Na figura o segmento AB tem como ponto médio o centro da circunferência.
Enunciado 1293609-1
Sendo o ângulo α = 60° e o raio da circunferência igual a 15 cm, quantos centímetros mede o segmento AC?
 

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1293608 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Um atleta que corre 4 horas diariamente percorre uma distância de 100 km em dois dias. De quantos dias este atleta precisa para completar uma distância de 200 km, se ele correr 5 horas por dia?
 

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1293344 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
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Enunciado 1293344-1

Sendo x o determinante de B, pode-se concluir que a expressão: x² + x é igual a:

 

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1293343 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Uma empresa elaborou um relatório econômico no qual constava uma função matemática que representava o lucro mensal “L” em função do número de funcionários “x”, dada por: L(x) = -x²+42x+250. Qual o número de funcionários que a empresa deverá contratar para que o seu lucro seja o maior possível?
 

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Texto para responder à questão.
Crise da Venezuela é teste para instituições da América Latina
A crise na Venezuela, talvez o maior colapso econômico não provocado por uma guerra nas últimas quatro décadas, deu início a um dos maiores fluxos migratórios do mundo. De acordo com as Nações Unidas, até junho de 2019 mais de 4 milhões de pessoas haviam fugido do país, com uma média de 5 mil pessoas saindo por dia em 2018. Mais de 80% dos imigrantes venezuelanos ficaram em nações da América Latina ou do Caribe, muitas das quais nunca haviam lidado com migrações desse porte anteriormente.
Com o intenso impacto sentido na região, é de se pensar que a reação seria hostil nesta era em que o nativismo aumenta mundialmente e que o crescimento econômico na região é anêmico. Em um primeiro momento, porém, ela foi positiva, embora a tensão venha aumentando. Com um grupo de estudantes, conduzimos uma pesquisa em sete países da região e encontramos exemplos de boas e más reações, incluindo sinais de piora.
Boa parte do debate gira em torno da oferta de serviços essenciais, como comida, saúde, moradia, apoio jurídico e inserção no mercado de trabalho. A maioria dos imigrantes venezuelanos é pobre e tem pouca formação acadêmica, precisando, portanto, de diversos tipos de apoio social, algo que tem custos incrivelmente altos para os governos que já não possuem muitos fundos.
Ainda que a maioria dos países ofereça pelo menos o mínimo desses serviços e que muitos colaborem internacionalmente para assegurar mais apoio estrangeiro, pesquisas mostram que boa parte dos imigrantes não está recebendo apoio suficiente. Em países em que imigrantes venezuelanos representam mais de 1,5% da população (Equador, Chile, Colômbia, Trinidad e Tobago e o estado de Roraima, no Brasil), o esgotamento já é visível. Alguns governos precisaram contar demasiadamente com apoio de organizações estrangeiras (especialmente o Equador), ou até mobilizar as Forças Armadas para auxiliar com operações logísticas e humanitárias, como no caso do Brasil. As duas coisas são sinais de desespero.
Acolher imigrantes envolve, também, oferecer opções jurídicas para sua chegada e residência. Para os venezuelanos, um passaporte válido pode ser custoso, quando não impossível. O governo venezuelano sempre atrasou consideravelmente a emissão de passaportes — e com taxas desnecessariamente altas — e desde 2017 suspendeu indefinidamente agendamentos e renovações por falta de material. É ainda mais difícil para os venezuelanos conseguir outros documentos, como certidões de bons antecedentes criminais, requisito para a entrada em países mais restritos, como o Equador. [...]
As instituições e a opinião pública na América Latina têm sido testadas pela crise da Venezuela. O assunto já se tornou motivo de discussão na eleição chilena de 2017, com um dos principais candidatos assumindo um discurso claramente anti-imigração. Felizmente, a região é protegida por normas internacionais pró-imigração, organizações civis robustas e políticos simpáticos à causa. Mas essas defesas podem não ser suficientes para conter o aumento do nativismo causado pela pior onda migratória em décadas.
(Javier Corrales, da Americas Quarterly, traduzido por Daniel Salgado, 14/07/2019. Disponível em: https://epoca.globo.com/crise-davenezuela-teste-para-instituicoes-da-america-latina-23802888. Com adaptações.)
O uso do termo “teste”, no título do texto, demonstra o emprego de uma palavra empregada, de acordo com o contexto, no sentido:
 

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Três décadas de internet

A internet, no modo como a conhecemos hoje em dia, completa 30 anos. Ainda que seja relativamente recente, ela mudou e continua a mudar profundamente as relações sociais, econômicas e políticas, com reflexo em todas as esferas da vida. Se é inegável que a internet é expressão cabal da capacidade humana de inovar, ampliando e criando inúmeras possiblidades de desenvolvimento, também é certo que ela cada vez mais apresenta desafios para todos – governos, empresas e cidadãos. A tecnologia não é capaz, por si só, de assegurar a tão prometida liberdade na internet. É preciso uma atenta vigilância.
O aniversário da internet faz referência ao dia 12 de março de 1989, quando Tim Berners-Lee, pesquisador do Cern, o famoso laboratório de física da Suíça, elaborou uma proposta de sistemas de gerenciamento de informações para a internet. Era o nascimento da World Wide Web (www).
A internet, como rede de computadores, já existia desde a década de 60. Como parte da estratégia militar durante a guerra fria, os Estados Unidos buscaram formas de diversificar o armazenamento e a troca de informações militares sensíveis. O resultado desse esforço foi o desenvolvimento de um sistema que interligava vários computadores e permitia a troca de dados entre eles. Depois, a rede deixaria de ser de uso exclusivo militar.
A contribuição de Tim Berners-Lee foi apresentar uma proposta de sistema organizado para escrever, transmitir e armazenar essas informações entre os computadores, o que então não existia. O mérito da www consistiu em ser um sistema que facilitava a navegação dos usuários na rede. A proposta de Berners-Lee incluía, por exemplo, o hiperlink, que se mostrou tão útil para simplificar o uso da internet.
Ardente defensor da neutralidade da rede, Tim Berners-Lee comentou que o trigésimo aniversário da www é motivo de comemoração e também de reflexão. As pessoas “estão assustadas após as eleições de Trump e o Brexit, percebendo que a web que eles achavam tão legal não necessariamente está fazendo bem para a humanidade”, afirmou Berners-Lee. É cada vez mais consolidada a impressão de que “a internet não é tão bonita assim”.
O tão sonhado ambiente virtual de liberdade, no qual cada um deveria poder expressar suas ideias e opiniões, ter acesso a novas fontes de conhecimento e conectar-se como novas comunidades e pessoas, é fortemente ameaçado pelo abuso de poder de alguns, pela manipulação de informações, pela difusão de notícias mentirosas, pelo radicalismo e extremismo de determinados grupos. A internet, que em tese poderia ser uma significativa contribuição para a coesão e a colaboração social – como de fato é em tantas situações –, tem sido também ocasião para o esgarçamento das relações sociais, como se fosse terra sem lei, na qual mandam o mais atrevido e o mais forte.
Além do risco de manipulação social e política por meio da internet, outro ponto que suscita especial preocupação no trigésimo aniversário é a proteção dos dados pessoais. Há casos de flagrante violação da privacidade, às vezes com vazamento de informações de milhares de usuários. Têm havido também frequentes denúncias de uso não autorizado por parte de empresas em relação a dados de usuários e de terceiros.
“É a nossa jornada da adolescência para um futuro mais maduro, responsável e inclusivo”, Disse Berners-Lee, ao apontar que a internet é um caminho sem volta. Os governos precisam erar atentos, tanto para investigar as violações aos direitos e garantias dos usuários como para atualizar as leis numa área em contínua transformação. Também são precisos vigilância e aprendizado por parte dos cidadãos. A experiência de 30 anos de internet mostra que nada substitui a responsabilidade pessoal. Mais do que questão de tecnologia, alguns riscos da internet sobre a política evidenciam uma ainda frágil cidadania. A maturidade da internet também deve ser a maturidade do usuário.
(Notas & Informações – O Estado de São Paulo. Disponível em:
https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,tres-
decadas-de-internet,70002752966. Acesso em: 25/06/2019.)
O principal objetivo comunicativo desse texto é:
 

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Três décadas de internet

A internet, no modo como a conhecemos hoje em dia, completa 30 anos. Ainda que seja relativamente recente, ela mudou e continua a mudar profundamente as relações sociais, econômicas e políticas, com reflexo em todas as esferas da vida. Se é inegável que a internet é expressão cabal da capacidade humana de inovar, ampliando e criando inúmeras possiblidades de desenvolvimento, também é certo que ela cada vez mais apresenta desafios para todos – governos, empresas e cidadãos. A tecnologia não é capaz, por si só, de assegurar a tão prometida liberdade na internet. É preciso uma atenta vigilância.
O aniversário da internet faz referência ao dia 12 de março de 1989, quando Tim Berners-Lee, pesquisador do Cern, o famoso laboratório de física da Suíça, elaborou uma proposta de sistemas de gerenciamento de informações para a internet. Era o nascimento da World Wide Web (www).
A internet, como rede de computadores, já existia desde a década de 60. Como parte da estratégia militar durante a guerra fria, os Estados Unidos buscaram formas de diversificar o armazenamento e a troca de informações militares sensíveis. O resultado desse esforço foi o desenvolvimento de um sistema que interligava vários computadores e permitia a troca de dados entre eles. Depois, a rede deixaria de ser de uso exclusivo militar.
A contribuição de Tim Berners-Lee foi apresentar uma proposta de sistema organizado para escrever, transmitir e armazenar essas informações entre os computadores, o que então não existia. O mérito da www consistiu em ser um sistema que facilitava a navegação dos usuários na rede. A proposta de Berners-Lee incluía, por exemplo, o hiperlink, que se mostrou tão útil para simplificar o uso da internet.
Ardente defensor da neutralidade da rede, Tim Berners-Lee comentou que o trigésimo aniversário da www é motivo de comemoração e também de reflexão. As pessoas “estão assustadas após as eleições de Trump e o Brexit, percebendo que a web que eles achavam tão legal não necessariamente está fazendo bem para a humanidade”, afirmou Berners-Lee. É cada vez mais consolidada a impressão de que “a internet não é tão bonita assim”.
O tão sonhado ambiente virtual de liberdade, no qual cada um deveria poder expressar suas ideias e opiniões, ter acesso a novas fontes de conhecimento e conectar-se como novas comunidades e pessoas, é fortemente ameaçado pelo abuso de poder de alguns, pela manipulação de informações, pela difusão de notícias mentirosas, pelo radicalismo e extremismo de determinados grupos. A internet, que em tese poderia ser uma significativa contribuição para a coesão e a colaboração social – como de fato é em tantas situações –, tem sido também ocasião para o esgarçamento das relações sociais, como se fosse terra sem lei, na qual mandam o mais atrevido e o mais forte.
Além do risco de manipulação social e política por meio da internet, outro ponto que suscita especial preocupação no trigésimo aniversário é a proteção dos dados pessoais. Há casos de flagrante violação da privacidade, às vezes com vazamento de informações de milhares de usuários. Têm havido também frequentes denúncias de uso não autorizado por parte de empresas em relação a dados de usuários e de terceiros.
“É a nossa jornada da adolescência para um futuro mais maduro, responsável e inclusivo”, Disse Berners-Lee, ao apontar que a internet é um caminho sem volta. Os governos precisam erar atentos, tanto para investigar as violações aos direitos e garantias dos usuários como para atualizar as leis numa área em contínua transformação. Também são precisos vigilância e aprendizado por parte dos cidadãos. A experiência de 30 anos de internet mostra que nada substitui a responsabilidade pessoal. Mais do que questão de tecnologia, alguns riscos da internet sobre a política evidenciam uma ainda frágil cidadania. A maturidade da internet também deve ser a maturidade do usuário.
(Notas & Informações – O Estado de São Paulo. Disponível em:
https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,tres-
decadas-de-internet,70002752966. Acesso em: 25/06/2019.)
De acordo com o texto:
 

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Três décadas de internet

A internet, no modo como a conhecemos hoje em dia, completa 30 anos. Ainda que seja relativamente recente, ela mudou e continua a mudar profundamente as relações sociais, econômicas e políticas, com reflexo em todas as esferas da vida. Se é inegável que a internet é expressão cabal da capacidade humana de inovar, ampliando e criando inúmeras possiblidades de desenvolvimento, também é certo que ela cada vez mais apresenta desafios para todos – governos, empresas e cidadãos. A tecnologia não é capaz, por si só, de assegurar a tão prometida liberdade na internet. É preciso uma atenta vigilância.
O aniversário da internet faz referência ao dia 12 de março de 1989, quando Tim Berners-Lee, pesquisador do Cern, o famoso laboratório de física da Suíça, elaborou uma proposta de sistemas de gerenciamento de informações para a internet. Era o nascimento da World Wide Web (www).
A internet, como rede de computadores, já existia desde a década de 60. Como parte da estratégia militar durante a guerra fria, os Estados Unidos buscaram formas de diversificar o armazenamento e a troca de informações militares sensíveis. O resultado desse esforço foi o desenvolvimento de um sistema que interligava vários computadores e permitia a troca de dados entre eles. Depois, a rede deixaria de ser de uso exclusivo militar.
A contribuição de Tim Berners-Lee foi apresentar uma proposta de sistema organizado para escrever, transmitir e armazenar essas informações entre os computadores, o que então não existia. O mérito da www consistiu em ser um sistema que facilitava a navegação dos usuários na rede. A proposta de Berners-Lee incluía, por exemplo, o hiperlink, que se mostrou tão útil para simplificar o uso da internet.
Ardente defensor da neutralidade da rede, Tim Berners-Lee comentou que o trigésimo aniversário da www é motivo de comemoração e também de reflexão. As pessoas “estão assustadas após as eleições de Trump e o Brexit, percebendo que a web que eles achavam tão legal não necessariamente está fazendo bem para a humanidade”, afirmou Berners-Lee. É cada vez mais consolidada a impressão de que “a internet não é tão bonita assim”.
O tão sonhado ambiente virtual de liberdade, no qual cada um deveria poder expressar suas ideias e opiniões, ter acesso a novas fontes de conhecimento e conectar-se como novas comunidades e pessoas, é fortemente ameaçado pelo abuso de poder de alguns, pela manipulação de informações, pela difusão de notícias mentirosas, pelo radicalismo e extremismo de determinados grupos. A internet, que em tese poderia ser uma significativa contribuição para a coesão e a colaboração social – como de fato é em tantas situações –, tem sido também ocasião para o esgarçamento das relações sociais, como se fosse terra sem lei, na qual mandam o mais atrevido e o mais forte.
Além do risco de manipulação social e política por meio da internet, outro ponto que suscita especial preocupação no trigésimo aniversário é a proteção dos dados pessoais. Há casos de flagrante violação da privacidade, às vezes com vazamento de informações de milhares de usuários. Têm havido também frequentes denúncias de uso não autorizado por parte de empresas em relação a dados de usuários e de terceiros.
“É a nossa jornada da adolescência para um futuro mais maduro, responsável e inclusivo”, Disse Berners-Lee, ao apontar que a internet é um caminho sem volta. Os governos precisam erar atentos, tanto para investigar as violações aos direitos e garantias dos usuários como para atualizar as leis numa área em contínua transformação. Também são precisos vigilância e aprendizado por parte dos cidadãos. A experiência de 30 anos de internet mostra que nada substitui a responsabilidade pessoal. Mais do que questão de tecnologia, alguns riscos da internet sobre a política evidenciam uma ainda frágil cidadania. A maturidade da internet também deve ser a maturidade do usuário.
(Notas & Informações – O Estado de São Paulo. Disponível em:
https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,tres-
decadas-de-internet,70002752966. Acesso em: 25/06/2019.)
No trecho “A internet, no modo como a conhecemos hoje em dia, completa 30 anos.” (1º§), as vírgulas foram usadas para:
 

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O aniversário da internet faz referência ao dia 12 de março de 1989, quando Tim Berners-Lee, pesquisador do Cern, o famoso laboratório de física da Suíça, elaborou uma proposta de sistemas de gerenciamento de informações para a internet. Era o nascimento da World Wide Web (www).
A internet, como rede de computadores, já existia desde a década de 60. Como parte da estratégia militar durante a guerra fria, os Estados Unidos buscaram formas de diversificar o armazenamento e a troca de informações militares sensíveis. O resultado desse esforço foi o desenvolvimento de um sistema que interligava vários computadores e permitia a troca de dados entre eles. Depois, a rede deixaria de ser de uso exclusivo militar.
A contribuição de Tim Berners-Lee foi apresentar uma proposta de sistema organizado para escrever, transmitir e armazenar essas informações entre os computadores, o que então não existia. O mérito da www consistiu em ser um sistema que facilitava a navegação dos usuários na rede. A proposta de Berners-Lee incluía, por exemplo, o hiperlink, que se mostrou tão útil para simplificar o uso da internet.
Ardente defensor da neutralidade da rede, Tim Berners-Lee comentou que o trigésimo aniversário da www é motivo de comemoração e também de reflexão. As pessoas “estão assustadas após as eleições de Trump e o Brexit, percebendo que a web que eles achavam tão legal não necessariamente está fazendo bem para a humanidade”, afirmou Berners-Lee. É cada vez mais consolidada a impressão de que “a internet não é tão bonita assim”.
O tão sonhado ambiente virtual de liberdade, no qual cada um deveria poder expressar suas ideias e opiniões, ter acesso a novas fontes de conhecimento e conectar-se como novas comunidades e pessoas, é fortemente ameaçado pelo abuso de poder de alguns, pela manipulação de informações, pela difusão de notícias mentirosas, pelo radicalismo e extremismo de determinados grupos. A internet, que em tese poderia ser uma significativa contribuição para a coesão e a colaboração social – como de fato é em tantas situações –, tem sido também ocasião para o esgarçamento das relações sociais, como se fosse terra sem lei, na qual mandam o mais atrevido e o mais forte.
Além do risco de manipulação social e política por meio da internet, outro ponto que suscita especial preocupação no trigésimo aniversário é a proteção dos dados pessoais. Há casos de flagrante violação da privacidade, às vezes com vazamento de informações de milhares de usuários. Têm havido também frequentes denúncias de uso não autorizado por parte de empresas em relação a dados de usuários e de terceiros.
“É a nossa jornada da adolescência para um futuro mais maduro, responsável e inclusivo”, Disse Berners-Lee, ao apontar que a internet é um caminho sem volta. Os governos precisam erar atentos, tanto para investigar as violações aos direitos e garantias dos usuários como para atualizar as leis numa área em contínua transformação. Também são precisos vigilância e aprendizado por parte dos cidadãos. A experiência de 30 anos de internet mostra que nada substitui a responsabilidade pessoal. Mais do que questão de tecnologia, alguns riscos da internet sobre a política evidenciam uma ainda frágil cidadania. A maturidade da internet também deve ser a maturidade do usuário.
(Notas & Informações – O Estado de São Paulo. Disponível em:
https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,tres-
decadas-de-internet,70002752966. Acesso em: 25/06/2019.)
A análise sintática deste trecho “[...] Tim Berners-Lee, pesquisador do Cern, o famoso laboratório de física da Suíça, elaborou uma proposta de sistema de gerenciamento de informação para a internet.” (2º§), revela que:
 

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