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A emancipação política de Porangatu aconteceu em
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A rodovia BR-153 exerceu papel importante na história do
desenvolvimento de Porangatu porque
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A origem histórica de Porangatu está relacionada a um
processo de ocupação característico da formação territorial
goiana no século XVIII. Esse processo estava ligado
ao(à)/aos(às)
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Em uma campanha de vacinação contra a gripe, em
determinado município, foram aplicadas 2.500 doses em 12
dias, com 5 agentes de saúde aplicando uma dose em cada
pessoa, durante 5 horas/dia, com a mesma eficiência por
aplicador. Não atingindo a meta de aplicar 3.700 doses, o
secretário de saúde decidiu realizar nova campanha para
completar a meta, mas contando com apenas 4 desses
agentes aplicadores, que trabalharão 6 horas/dia, com a
mesma eficiência por aplicador. Quantos dias deve durar a
nova campanha?
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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
- Lógica ProposicionalProposições
- Lógica ProposicionalTabelas-verdade
A proposição composta que é dada por ~p ∨ ~q é chamada Scheffer seta para cima e denotada por p ↑ q. Analise e complete a tabela-verdade a seguir:
| p | q | p ↑ q |
|---|---|---|
| V | V | |
| V | F | |
| F | V | |
| F | F |
A terceira coluna completada, lida de cima para baixo, se escrita da esquerda para a direita, corresponde a:
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Leia o texto a seguir.

No texto, a mudança da preposição “de” para a preposição “com” contribui para a construção do sentido, pois indica que, no contexto da tira,
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosClassificação dos Verbos
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
Texto 3
Se você diz a alguém que estuda piadas, o primeiro efeito
que produz ainda é o riso. É uma pena que seja assim, porque
as piadas são de fato um tipo de material altamente interessante.
Por várias razões.
Em primeiro lugar, as piadas são interessantes para os
estudiosos porque praticamente só há piadas sobre temas que
são socialmente controversos. Assim, sociólogos e antropólogos
poderiam ter nelas um excelente corpus para tentar reconhecer
(ou confirmar) diversas manifestações culturais e ideológicas,
valores arraigados.
Em segundo lugar, porque piadas operam fortemente
com estereótipos. Assim, fornecem um bom material para
pesquisas sobre “representações”, por exemplo. Possivelmente,
qualquer estudioso tenha o direito de afirmar que tais
representações são grosseiras demais para revelarem qualquer
fato significativo. Mas estará enganado. De fato, elas revelam
que, frequentemente, discursos operam mesmo com
representações grosseiras, estereotipadas. E que, portanto,
muitas ações sociais são realizadas com esse frágil fundamento
– não dar emprego a determinados tipos de pessoas por causa
de seu sotaque ou da cor de sua pele ou do seu tamanho, por
exemplo.
Em terceiro lugar, as piadas são interessantes porque são
quase sempre veículo de um discurso proibido, subterrâneo, não
oficial, que não se manifestaria, talvez, através de outras formas
de coletas de dados, como entrevistas. Outra face da mesma
característica é que as piadas veiculam discursos não explicitados
correntemente (ou, pelo menos, discursos pouco oficiais).
POSSENTI, Sírio. Os humores da língua. Campinas: Mercado de Letras. 1998. p. 25-26.
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Texto 3
Se você diz a alguém que estuda piadas, o primeiro efeito
que produz ainda é o riso. É uma pena que seja assim, porque
as piadas são de fato um tipo de material altamente interessante.
Por várias razões.
Em primeiro lugar, as piadas são interessantes para os
estudiosos porque praticamente só há piadas sobre temas que
são socialmente controversos. Assim, sociólogos e antropólogos
poderiam ter nelas um excelente corpus para tentar reconhecer
(ou confirmar) diversas manifestações culturais e ideológicas,
valores arraigados.
Em segundo lugar, porque piadas operam fortemente
com estereótipos. Assim, fornecem um bom material para
pesquisas sobre “representações”, por exemplo. Possivelmente,
qualquer estudioso tenha o direito de afirmar que tais
representações são grosseiras demais para revelarem qualquer
fato significativo. Mas estará enganado. De fato, elas revelam
que, frequentemente, discursos operam mesmo com
representações grosseiras, estereotipadas. E que, portanto,
muitas ações sociais são realizadas com esse frágil fundamento
– não dar emprego a determinados tipos de pessoas por causa
de seu sotaque ou da cor de sua pele ou do seu tamanho, por
exemplo.
Em terceiro lugar, as piadas são interessantes porque são
quase sempre veículo de um discurso proibido, subterrâneo, não
oficial, que não se manifestaria, talvez, através de outras formas
de coletas de dados, como entrevistas. Outra face da mesma
característica é que as piadas veiculam discursos não explicitados
correntemente (ou, pelo menos, discursos pouco oficiais).
POSSENTI, Sírio. Os humores da língua. Campinas: Mercado de Letras. 1998. p. 25-26.
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Texto 3
Se você diz a alguém que estuda piadas, o primeiro efeito
que produz ainda é o riso. É uma pena que seja assim, porque
as piadas são de fato um tipo de material altamente interessante.
Por várias razões.
Em primeiro lugar, as piadas são interessantes para os
estudiosos porque praticamente só há piadas sobre temas que
são socialmente controversos. Assim, sociólogos e antropólogos
poderiam ter nelas um excelente corpus para tentar reconhecer
(ou confirmar) diversas manifestações culturais e ideológicas,
valores arraigados.
Em segundo lugar, porque piadas operam fortemente
com estereótipos. Assim, fornecem um bom material para
pesquisas sobre “representações”, por exemplo. Possivelmente,
qualquer estudioso tenha o direito de afirmar que tais
representações são grosseiras demais para revelarem qualquer
fato significativo. Mas estará enganado. De fato, elas revelam
que, frequentemente, discursos operam mesmo com
representações grosseiras, estereotipadas. E que, portanto,
muitas ações sociais são realizadas com esse frágil fundamento
– não dar emprego a determinados tipos de pessoas por causa
de seu sotaque ou da cor de sua pele ou do seu tamanho, por
exemplo.
Em terceiro lugar, as piadas são interessantes porque são
quase sempre veículo de um discurso proibido, subterrâneo, não
oficial, que não se manifestaria, talvez, através de outras formas
de coletas de dados, como entrevistas. Outra face da mesma
característica é que as piadas veiculam discursos não explicitados
correntemente (ou, pelo menos, discursos pouco oficiais).
POSSENTI, Sírio. Os humores da língua. Campinas: Mercado de Letras. 1998. p. 25-26.
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Texto 2
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz
forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós
fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na
feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque
longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as
obrigações de expediente, onde trabalha sob a pressão exata e
dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco,
desfazendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o
momento. [...] Língua diária; isto é, língua à luz do dia. Mas no
entardecer da linguagem, por volta das quatro e meia em nossa
alma, começa a surgir um veio leve de angústia. As coisas
puxam uma longa sombra na memória, e a própria palavra tarde
fica mais triste e morna, contrastando com o azul fresco e
branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua migalha.
LAURENTINO, André. A lua da língua. In: CAMPOS, Carmen Lúcia; SILVA,
Nílson Joaquim da (coord.). Lições de gramática para quem gosta de literatura.
São Paulo: Panda Books, 2007. p. 96-9.
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Cadernos
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