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“Como a maior parte da população se concentraria no Bonfim para os festejos de Nossa Senhora da Guia, na noite de 24 para 25 de janeiro, os malês imaginaram poder ocupar, sem maior resistência, o forte de São Pedro e o quartel da Mouraria. Com armamento de que se apoderassem, espalhariam o terror na cidade e dominariam os pontos estratégicos.” Costa, S. C. da. Brasil, segredo de Estado. Incursão descontraída pela história do país. Rio de janeiro: Record, 2001.
Sobre a Rebelião dos malês marque a opção correta:
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“A arte efêmera, tão presente nessa liturgia real, estreitou os laços entre D. Pedro e a dócil e domesticada América, numa relação de amor. Num arco do triunfo em Caeté, ela proclamava: Dons, que negueis aos Tiranos,/ Aceitai, meu Defensor,/ Submissão, e Fé Te juro,/ Meu Primeiro Imperador. Pelas mãos de D. Pedro e sua Constituição, a América poderia sair definitivamente do reino da natureza e viver, em si e por si, o reino da politica. Sua sapiência e maturidade residiam em poder reconhecer corretamente tirania e o bom governo. Ao escolher o segundo, provava sua capacidade de progredir. D. Pedro transformou-se em seu ‘defensor perpétuo’, ao defende-la do inimigo externo – o colonialismo português –, reforçando o caráter heroico do bom governante.” Schiavinatto, I. L. Questões depoder na fundação do Brasil: o governo dos homens e de si (c. 1780-1830). In Malerba, J. (org.) A independência brasileira – novas dimensões. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
São características da Constituição Imperial Brasileira de 1824, a Constituição Outorgada:
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“Consumada a independência politica e tornando-se essa sabida pelo conjunto das províncias em fins de 1822, restou aos autonomistas pernambucanos se conformarem com o chamado ‘projeto do Rio de Janeiro’.” Silva, Luiz Geraldo Santos da. O avesso da independência: Pernambuco (1817-24). In Malerba, J. (org.) A independência brasileira – novas dimensões. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006. O projeto instalado após o processo de independência do Brasil pode ser caracterizado como:
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“Da partida do rei, em abril de 1821, até o fechamento da Assembleia, em novembro de 1823, a imprensa abrigou um debate de características democráticas, porém sem regras definidas. A situação de instabilidade e indefinição politica que o país vivia fez com que o debate alcançasse níveis de violência tais que incluíram o insulto, o palavrão, os ataques pessoais e até a agressão corporal, anunciada ou levada à prática. O processo de independência estimulou a participação democrática e, com ela, a emergência de estilos de escrita ricos, variados, originais. A liberação da imprensa possibilitou a escritores e leitores brasileiros a abertura para uma multiplicidade de ideias e atitudes.” Lustosa, I. Insultos impressos: o nascimento da imprensa no Brasil. In Malerba, J. (org.) A independência brasileira – novas dimensões. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
Sobre o processo de independência do Brasil assinale a alternativa correta:
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“Na primeira metade do século XVII, com o título de governador-geral dos crioulos, negros e mulatos do Brasil, Henrique Dias foi mestra-de-campo de um regimento de homens negros nas lutas de resistência à ocupação holandesa em Pernambuco (1630-8) e depois na guerra que resultou na restauração do domínio português na região (1640-54). A conjuntura de guerra fez crescer os mocambos de escravos fugidos no interior, dando origem ao famoso quilombo dos Palmares, localizado na Serra da Barriga, em Alagoas, e que resistiu às investidas holandesas e portuguesas por todo o século XVII.” Mattos, H. O herói negro no ensino de história do Brasil: representações e usos das figuras de Zumbi e Henrique Dias nos compêndios didáticos brasileiros. In Martha Abreu, Rachel Soihet e Rebeca Gontijo (orgs.). Cultura politica e leituras do passado: historiografia e ensino de história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
Foram formas de resistência dos escravos no Brasil:
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“Os nossos tupinambás muito se admiram dos franceses e outros estrangeiros se darem ao trabalho de ir buscar o seu arabutan. Uma vez um velho perguntou-me: por que vindes vós outros, mairs e perôs (franceses e portugueses), buscar lenha de tão longe para vos aquecer? Não tendes madeira em vossa terra? Respondi que tínhamos muita, mas não daquela qualidade, e que não a queimávamos, como ele o supunha, mas dela extraíamos tinta para tingir, tal qual o faziam eles com cordões de algodão e suas plumas” Léry, Jean de. Viagem à terra do Brasil. Biblioteca Histórica Brasileira. São Paulo: Livraria Martins Editora. Apud Melatti, Júlio Cesar. Os índios do Brasil. São Paulo: Hucitec/Brasília, UNB, 1987, 199-200. Sobre a atividade econômica inicial na colônia, extração do pau-brasil, marque a alternativa correta:
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Sobre o mercantilismo é correto afirmar:
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“O caminho marítimo, esse, não tem de pagar todos esses impostos, e os portugueses podem vende-las mais baratas. As pessoas mais bem informadas dão-se conta disso, outras não podem acreditar na noticia, e outras pessoas pensão que o rei de Portugal não poderá conservar por muito tempo esse caminho e comércio com Calicute, pois das treze caravelas que para aí partiram, só seis voltaram, e as perdas são maiores que os lucros.” Priuli, “Diários”, 1499. Freitas, G. de. 900 Textos e Documentos de História. Lisboa: Plátano Editorial, s/d. O extrato de texto trata das noticias do pioneirismo português na expansão marítima e comercial europeia, um dos principais fatores das dinâmicas, rupturas e transformações da sociedade europeia.
São fatores que contribuíram para o pioneirismo português no processo de expansão marítima, EXCETO:
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“Por várias ocasiões, o Estado surgiu com um fator de peso na vida econômica do século XVI. Por isto entende-se por vezes, embora as duas noções não seja idênticas, o Estado como nação: uma entidade global, superior às províncias. A autoridade do rei exercia-se por toda parte através dos funcionários que nomeava: a justiça era exercida pelos seus bailíos e os seus parlamentares”. Morineau, M. O século XVI – 1492-1610. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 2014, p. 314. Marque a opção correta sobre o Absolutismo no Estado Nacional Moderno:
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“Com efeito, o tema das Reformas Religiosas pertinente ao início da Época Moderna possui implicações que ultrapassam as mudanças institucionais eclesiásticas no século XVI, relacionando-se também a aspectos culturais, econômicos e de poder vividos na Europa.” Monteiro, R. B. As reformas religiosas na Europa Moderna: notas para um debate historiográfico. VARIA HISTORIA, Belo Horizonte, vol. 23, nº 37: p.130-150, Jan/Jun 2007. (Adaptado).
Marque a opção correta para o tema das reformas religiosas:
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