Foram encontradas 330 questões.
Considerando os princípios da predicação verbal na
língua portuguesa, analise a oração a seguir quanto à
relação estabelecida entre o verbo e seus
complementos. Observe atentamente a estrutura
sintática da oração e a presença de termos que
completam o sentido do verbo.
"O professor explicou a matéria aos alunos durante a aula expositiva."
Assinale a alternativa que indica corretamente a transitividade verbal do verbo presente na oração:
"O professor explicou a matéria aos alunos durante a aula expositiva."
Assinale a alternativa que indica corretamente a transitividade verbal do verbo presente na oração:
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Material inspirado no cérebro pode cortar o consumo
de energia da IA em 70%
Vista por muitos como a tecnologia definidora do século
21, a inteligência artificial (IA) enfrenta um obstáculo
crucial: o consumo explosivo de energia do hardware
que a sustenta. Custo ambiental que cresce cerca de
30% ao ano, esse dado ameaçador pressiona cientistas
e empresas a pesquisarem arquiteturas computacionais
mais eficientes.
Uma das principais apostas para reverter a trajetória de
consumo energético crescente da IA — a chamada
computação neuromórfica — projeta hardware inspirado
no cérebro humano. É que, em vez de separar
processamento e memória, o órgão processa e
armazena informações em um só lugar.
Em um estudo recente, publicado na revista Science
Adventures, pesquisadores da University of Cambridge,
no Reino Unido, apresentam uma nova arquitetura de
memristor — dispositivo investigado há cerca de 15 anos
como substituto das sinapses em chips de IA — com
desempenho energético sem precedentes na categoria.
A novidade está especificamente no material usado: um óxido semicondutor avançado que se auto-organiza
internamente para controlar a passagem de corrente.
Como resultado, o dispositivo opera com correntes
extremamente baixas, reduzindo drasticamente o
consumo e superando as limitações atuais.
A abordagem neuromórfica proposta no estudo elimina
um dos principais culpados pelo desperdício energético
— o chamado "gargalo de Von Neumann" — problema
de "engarrafamento" que ocorre em computadores
porque o processador (CPU) e a memória (RAM) são
componentes separados, trocando informações entre si
por meio de um único canal.
O componente central do memristor é um óxido de
háfnio, composto já presente nos chips modernos,
enriquecido com estrôncio e titânio. Depositado sobre
outra camada metálica em duas etapas — a primeira
sem oxigênio, a segunda com — esse filme forma
naturalmente uma fronteira elétrica entre duas regiões de
cargas opostas, que é o coração do dispositivo.
Em vez de criar e romper filamentos condutores — como
fazem os memristores convencionais, com desgaste e
variabilidade —, o novo material altera sua resistência de
forma suave e gradual, deslocando a altura de uma
barreira de energia na junção. O resultado é um controle
analógico muito mais preciso.
Isso é fundamental, pois, embora um transistor
convencional também consuma mais com correntes
maiores, ele não precisa "lembrar" estados anteriores. Já
o memristor precisa mudar de estado e manter esse
estado, e cada mudança tem um custo energético.
Em uma rede neural com milhões de operações por
segundo, esse custo se multiplica rapidamente. No caso
das arquiteturas propostas no estudo — que integram
processamento e memória no mesmo elemento — a
literatura científica aponta um potencial de redução
superior a 70% no consumo energético dos sistemas de
IA atuais.
Em testes de laboratório, o dispositivo mostrou que não
só consome pouca energia, como também aguenta ser
atualizado muitas vezes e consegue manter o que
aprendeu por tempo suficiente — duas condições
essenciais para funcionar como uma sinapse artificial.
Os memristores também foram capazes de imitar o modo
como o cérebro humano aprende. "São as propriedades
necessárias para um hardware capaz de aprender e se
adaptar, não apenas armazenar bits", afirma em um
comunicado o autor principal do estudo, Babak Bakhit.
A descoberta também chama atenção fora do
laboratório: o material é compatível com os processos de
fabricação CMOS já amplamente usados pela indústria
de semicondutores. Isso abre caminho para sua adoção
pela indústria sem a necessidade de mudanças
profundas nas linhas de produção.
Apesar do potencial, a tecnologia enfrenta um obstáculo
prático: o processo atual exige temperaturas em torno de
700 °C, acima das tolerâncias usuais dos processos
padrão da indústria de semicondutores. Segundo Bakhit,
a equipe já trabalha em estratégias para reduzir a temperatura "e colocar esses dispositivos em um chip".
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/material-inspirado-no-cerebropode-cortar-o-consumo-de-energia-da-ia-em-70/
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Material inspirado no cérebro pode cortar o consumo
de energia da IA em 70%
Vista por muitos como a tecnologia definidora do século
21, a inteligência artificial (IA) enfrenta um obstáculo
crucial: o consumo explosivo de energia do hardware
que a sustenta. Custo ambiental que cresce cerca de
30% ao ano, esse dado ameaçador pressiona cientistas
e empresas a pesquisarem arquiteturas computacionais
mais eficientes.
Uma das principais apostas para reverter a trajetória de
consumo energético crescente da IA — a chamada
computação neuromórfica — projeta hardware inspirado
no cérebro humano. É que, em vez de separar
processamento e memória, o órgão processa e
armazena informações em um só lugar.
Em um estudo recente, publicado na revista Science
Adventures, pesquisadores da University of Cambridge,
no Reino Unido, apresentam uma nova arquitetura de
memristor — dispositivo investigado há cerca de 15 anos
como substituto das sinapses em chips de IA — com
desempenho energético sem precedentes na categoria.
A novidade está especificamente no material usado: um óxido semicondutor avançado que se auto-organiza
internamente para controlar a passagem de corrente.
Como resultado, o dispositivo opera com correntes
extremamente baixas, reduzindo drasticamente o
consumo e superando as limitações atuais.
A abordagem neuromórfica proposta no estudo elimina
um dos principais culpados pelo desperdício energético
— o chamado "gargalo de Von Neumann" — problema
de "engarrafamento" que ocorre em computadores
porque o processador (CPU) e a memória (RAM) são
componentes separados, trocando informações entre si
por meio de um único canal.
O componente central do memristor é um óxido de
háfnio, composto já presente nos chips modernos,
enriquecido com estrôncio e titânio. Depositado sobre
outra camada metálica em duas etapas — a primeira
sem oxigênio, a segunda com — esse filme forma
naturalmente uma fronteira elétrica entre duas regiões de
cargas opostas, que é o coração do dispositivo.
Em vez de criar e romper filamentos condutores — como
fazem os memristores convencionais, com desgaste e
variabilidade —, o novo material altera sua resistência de
forma suave e gradual, deslocando a altura de uma
barreira de energia na junção. O resultado é um controle
analógico muito mais preciso.
Isso é fundamental, pois, embora um transistor
convencional também consuma mais com correntes
maiores, ele não precisa "lembrar" estados anteriores. Já
o memristor precisa mudar de estado e manter esse
estado, e cada mudança tem um custo energético.
Em uma rede neural com milhões de operações por
segundo, esse custo se multiplica rapidamente. No caso
das arquiteturas propostas no estudo — que integram
processamento e memória no mesmo elemento — a
literatura científica aponta um potencial de redução
superior a 70% no consumo energético dos sistemas de
IA atuais.
Em testes de laboratório, o dispositivo mostrou que não
só consome pouca energia, como também aguenta ser
atualizado muitas vezes e consegue manter o que
aprendeu por tempo suficiente — duas condições
essenciais para funcionar como uma sinapse artificial.
Os memristores também foram capazes de imitar o modo
como o cérebro humano aprende. "São as propriedades
necessárias para um hardware capaz de aprender e se
adaptar, não apenas armazenar bits", afirma em um
comunicado o autor principal do estudo, Babak Bakhit.
A descoberta também chama atenção fora do
laboratório: o material é compatível com os processos de
fabricação CMOS já amplamente usados pela indústria
de semicondutores. Isso abre caminho para sua adoção
pela indústria sem a necessidade de mudanças
profundas nas linhas de produção.
Apesar do potencial, a tecnologia enfrenta um obstáculo
prático: o processo atual exige temperaturas em torno de
700 °C, acima das tolerâncias usuais dos processos
padrão da indústria de semicondutores. Segundo Bakhit,
a equipe já trabalha em estratégias para reduzir a temperatura "e colocar esses dispositivos em um chip".
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de energia da IA em 70%
Vista por muitos como a tecnologia definidora do século
21, a inteligência artificial (IA) enfrenta um obstáculo
crucial: o consumo explosivo de energia do hardware
que a sustenta. Custo ambiental que cresce cerca de
30% ao ano, esse dado ameaçador pressiona cientistas
e empresas a pesquisarem arquiteturas computacionais
mais eficientes.
Uma das principais apostas para reverter a trajetória de
consumo energético crescente da IA — a chamada
computação neuromórfica — projeta hardware inspirado
no cérebro humano. É que, em vez de separar
processamento e memória, o órgão processa e
armazena informações em um só lugar.
Em um estudo recente, publicado na revista Science
Adventures, pesquisadores da University of Cambridge,
no Reino Unido, apresentam uma nova arquitetura de
memristor — dispositivo investigado há cerca de 15 anos
como substituto das sinapses em chips de IA — com
desempenho energético sem precedentes na categoria.
A novidade está especificamente no material usado: um óxido semicondutor avançado que se auto-organiza
internamente para controlar a passagem de corrente.
Como resultado, o dispositivo opera com correntes
extremamente baixas, reduzindo drasticamente o
consumo e superando as limitações atuais.
A abordagem neuromórfica proposta no estudo elimina
um dos principais culpados pelo desperdício energético
— o chamado "gargalo de Von Neumann" — problema
de "engarrafamento" que ocorre em computadores
porque o processador (CPU) e a memória (RAM) são
componentes separados, trocando informações entre si
por meio de um único canal.
O componente central do memristor é um óxido de
háfnio, composto já presente nos chips modernos,
enriquecido com estrôncio e titânio. Depositado sobre
outra camada metálica em duas etapas — a primeira
sem oxigênio, a segunda com — esse filme forma
naturalmente uma fronteira elétrica entre duas regiões de
cargas opostas, que é o coração do dispositivo.
Em vez de criar e romper filamentos condutores — como
fazem os memristores convencionais, com desgaste e
variabilidade —, o novo material altera sua resistência de
forma suave e gradual, deslocando a altura de uma
barreira de energia na junção. O resultado é um controle
analógico muito mais preciso.
Isso é fundamental, pois, embora um transistor
convencional também consuma mais com correntes
maiores, ele não precisa "lembrar" estados anteriores. Já
o memristor precisa mudar de estado e manter esse
estado, e cada mudança tem um custo energético.
Em uma rede neural com milhões de operações por
segundo, esse custo se multiplica rapidamente. No caso
das arquiteturas propostas no estudo — que integram
processamento e memória no mesmo elemento — a
literatura científica aponta um potencial de redução
superior a 70% no consumo energético dos sistemas de
IA atuais.
Em testes de laboratório, o dispositivo mostrou que não
só consome pouca energia, como também aguenta ser
atualizado muitas vezes e consegue manter o que
aprendeu por tempo suficiente — duas condições
essenciais para funcionar como uma sinapse artificial.
Os memristores também foram capazes de imitar o modo
como o cérebro humano aprende. "São as propriedades
necessárias para um hardware capaz de aprender e se
adaptar, não apenas armazenar bits", afirma em um
comunicado o autor principal do estudo, Babak Bakhit.
A descoberta também chama atenção fora do
laboratório: o material é compatível com os processos de
fabricação CMOS já amplamente usados pela indústria
de semicondutores. Isso abre caminho para sua adoção
pela indústria sem a necessidade de mudanças
profundas nas linhas de produção.
Apesar do potencial, a tecnologia enfrenta um obstáculo
prático: o processo atual exige temperaturas em torno de
700 °C, acima das tolerâncias usuais dos processos
padrão da indústria de semicondutores. Segundo Bakhit,
a equipe já trabalha em estratégias para reduzir a temperatura "e colocar esses dispositivos em um chip".
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de energia da IA em 70%
Vista por muitos como a tecnologia definidora do século
21, a inteligência artificial (IA) enfrenta um obstáculo
crucial: o consumo explosivo de energia do hardware
que a sustenta. Custo ambiental que cresce cerca de
30% ao ano, esse dado ameaçador pressiona cientistas
e empresas a pesquisarem arquiteturas computacionais
mais eficientes.
Uma das principais apostas para reverter a trajetória de
consumo energético crescente da IA — a chamada
computação neuromórfica — projeta hardware inspirado
no cérebro humano. É que, em vez de separar
processamento e memória, o órgão processa e
armazena informações em um só lugar.
Em um estudo recente, publicado na revista Science
Adventures, pesquisadores da University of Cambridge,
no Reino Unido, apresentam uma nova arquitetura de
memristor — dispositivo investigado há cerca de 15 anos
como substituto das sinapses em chips de IA — com
desempenho energético sem precedentes na categoria.
A novidade está especificamente no material usado: um óxido semicondutor avançado que se auto-organiza
internamente para controlar a passagem de corrente.
Como resultado, o dispositivo opera com correntes
extremamente baixas, reduzindo drasticamente o
consumo e superando as limitações atuais.
A abordagem neuromórfica proposta no estudo elimina
um dos principais culpados pelo desperdício energético
— o chamado "gargalo de Von Neumann" — problema
de "engarrafamento" que ocorre em computadores
porque o processador (CPU) e a memória (RAM) são
componentes separados, trocando informações entre si
por meio de um único canal.
O componente central do memristor é um óxido de
háfnio, composto já presente nos chips modernos,
enriquecido com estrôncio e titânio. Depositado sobre
outra camada metálica em duas etapas — a primeira
sem oxigênio, a segunda com — esse filme forma
naturalmente uma fronteira elétrica entre duas regiões de
cargas opostas, que é o coração do dispositivo.
Em vez de criar e romper filamentos condutores — como
fazem os memristores convencionais, com desgaste e
variabilidade —, o novo material altera sua resistência de
forma suave e gradual, deslocando a altura de uma
barreira de energia na junção. O resultado é um controle
analógico muito mais preciso.
Isso é fundamental, pois, embora um transistor
convencional também consuma mais com correntes
maiores, ele não precisa "lembrar" estados anteriores. Já
o memristor precisa mudar de estado e manter esse
estado, e cada mudança tem um custo energético.
Em uma rede neural com milhões de operações por
segundo, esse custo se multiplica rapidamente. No caso
das arquiteturas propostas no estudo — que integram
processamento e memória no mesmo elemento — a
literatura científica aponta um potencial de redução
superior a 70% no consumo energético dos sistemas de
IA atuais.
Em testes de laboratório, o dispositivo mostrou que não
só consome pouca energia, como também aguenta ser
atualizado muitas vezes e consegue manter o que
aprendeu por tempo suficiente — duas condições
essenciais para funcionar como uma sinapse artificial.
Os memristores também foram capazes de imitar o modo
como o cérebro humano aprende. "São as propriedades
necessárias para um hardware capaz de aprender e se
adaptar, não apenas armazenar bits", afirma em um
comunicado o autor principal do estudo, Babak Bakhit.
A descoberta também chama atenção fora do
laboratório: o material é compatível com os processos de
fabricação CMOS já amplamente usados pela indústria
de semicondutores. Isso abre caminho para sua adoção
pela indústria sem a necessidade de mudanças
profundas nas linhas de produção.
Apesar do potencial, a tecnologia enfrenta um obstáculo
prático: o processo atual exige temperaturas em torno de
700 °C, acima das tolerâncias usuais dos processos
padrão da indústria de semicondutores. Segundo Bakhit,
a equipe já trabalha em estratégias para reduzir a temperatura "e colocar esses dispositivos em um chip".
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4215276
Ano: 2026
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Princesa-SC
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Princesa-SC
Provas:
- Ciclo ou Processo OrçamentárioExecução Orçamentária e Financeira
- Programação e Execução Orçamentária e Financeira
A execução orçamentária e financeira envolve a
operacionalização das dotações aprovadas na peça
orçamentária, sendo a tesouraria a unidade responsável
pela movimentação dos recursos públicos. Acerca do
assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F,
para as falsas:
( ) A programação financeira compatibiliza o fluxo de pagamentos com a disponibilidade de caixa, evitando desequilíbrios entre receitas e despesas executadas.
( ) A tesouraria efetua a movimentação dos recursos financeiros, zelando pela guarda dos valores e pela execução dos pagamentos autorizados.
( ) A execução orçamentária dispensa a prévia existência de crédito na dotação correspondente quando houver autorização verbal da autoridade superior.
( ) O cronograma de desembolso, elaborado pelo Poder Executivo, orienta a liberação dos recursos ao longo do exercício financeiro.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
( ) A programação financeira compatibiliza o fluxo de pagamentos com a disponibilidade de caixa, evitando desequilíbrios entre receitas e despesas executadas.
( ) A tesouraria efetua a movimentação dos recursos financeiros, zelando pela guarda dos valores e pela execução dos pagamentos autorizados.
( ) A execução orçamentária dispensa a prévia existência de crédito na dotação correspondente quando houver autorização verbal da autoridade superior.
( ) O cronograma de desembolso, elaborado pelo Poder Executivo, orienta a liberação dos recursos ao longo do exercício financeiro.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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- Escrituração ContábilLançamento e Registro Contábil
- Sistema Contábil
- Procedimentos Contábeis Patrimoniais
Os registros contábeis básicos na administração pública
compreendem lançamentos de natureza orçamentária,
patrimonial e de controle, promovendo fidedignidade e
utilidade às informações financeiras apresentadas. Sobre
esses registros, analise as afirmativas a seguir.
I.O método das partidas dobradas orienta os registros contábeis, assegurando a equivalência entre débitos e créditos em cada lançamento.
II.Os registros orçamentários evidenciam a execução das receitas e despesas previstas na lei orçamentária anual do ente federativo.
III.Os atos administrativos suscetíveis de afetar o patrimônio futuro do ente registram-se em contas de controle específicas.
Está correto o que se afirma em:
I.O método das partidas dobradas orienta os registros contábeis, assegurando a equivalência entre débitos e créditos em cada lançamento.
II.Os registros orçamentários evidenciam a execução das receitas e despesas previstas na lei orçamentária anual do ente federativo.
III.Os atos administrativos suscetíveis de afetar o patrimônio futuro do ente registram-se em contas de controle específicas.
Está correto o que se afirma em:
Provas
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4215274
Ano: 2026
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Princesa-SC
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Princesa-SC
Provas:
A conciliação bancária é procedimento periódico
destinado a comparar o saldo registrado na contabilidade
do ente com o apresentado no extrato da instituição
financeira depositária dos recursos. Acerca desse
procedimento de controle financeiro na tesouraria,
assinale a alternativa correta.
Provas
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4215273
Ano: 2026
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Princesa-SC
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Princesa-SC
Provas:
O orçamento público constitui instrumento de
planejamento da atuação estatal, disciplinando a
previsão das receitas e a fixação das despesas para
cada exercício financeiro. Acerca do assunto, registre V,
para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
( ) O orçamento público caracteriza-se como peça de natureza contábil destinada ao registro das operações financeiras realizadas pela administração.
( ) O princípio da universalidade orçamentária determina que a peça contemple a totalidade das receitas e despesas do ente público.
( ) A lei orçamentária anual abrange o orçamento fiscal, o de investimento das empresas estatais e o da seguridade social.
( ) A abertura de créditos adicionais suplementares ocorre mediante autorização legislativa, com a indicação dos recursos correspondentes tratada no âmbito da execução orçamentária.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
( ) O orçamento público caracteriza-se como peça de natureza contábil destinada ao registro das operações financeiras realizadas pela administração.
( ) O princípio da universalidade orçamentária determina que a peça contemple a totalidade das receitas e despesas do ente público.
( ) A lei orçamentária anual abrange o orçamento fiscal, o de investimento das empresas estatais e o da seguridade social.
( ) A abertura de créditos adicionais suplementares ocorre mediante autorização legislativa, com a indicação dos recursos correspondentes tratada no âmbito da execução orçamentária.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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O recebimento de tributos e transferências
governamentais constitui fonte relevante de recursos
para os entes públicos, demandando controles
específicos sobre a origem dos valores ingressados.
Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas
verdadeiras, e F, para as falsas:
( ) As transferências voluntárias dispensam a comprovação de regularidade fiscal do ente recebedor, por não possuírem caráter condicionado.
( ) O produto da arrecadação tributária ingressa no tesouro municipal mediante recolhimento pela rede bancária credenciada ao ente.
( ) O Fundo de Participação dos Municípios compõe-se de parcela apurada com base no Imposto Predial e Territorial Urbano.
( ) As transferências constitucionais obrigatórias independem de convênio ou ato formal entre os entes federativos envolvidos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
( ) As transferências voluntárias dispensam a comprovação de regularidade fiscal do ente recebedor, por não possuírem caráter condicionado.
( ) O produto da arrecadação tributária ingressa no tesouro municipal mediante recolhimento pela rede bancária credenciada ao ente.
( ) O Fundo de Participação dos Municípios compõe-se de parcela apurada com base no Imposto Predial e Territorial Urbano.
( ) As transferências constitucionais obrigatórias independem de convênio ou ato formal entre os entes federativos envolvidos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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