Foram encontradas 720 questões.
1370140
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) apregoa-se que “o raciocínio geográfico, uma maneira de exercitar o pensamento espacial, aplica determinados princípios para compreender aspectos fundamentais da realidade: a localização e a distribuição dos fatos e fenômenos na superfície terrestre, o ordenamento territorial, as conexões existentes entre componentes físico-naturais e as ações antrópicas”.
Neste sentido, com base em seus conhecimentos sobre princípios do raciocínio geográfico na BNCC, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira:
1. Analogia.
2. Conexão.
3. Diferenciação.
4. Extensão.
( ) Espaço finito e contínuo delimitado pela ocorrência do fenômeno geográfico.
( ) Um fenômeno geográfico nunca acontece isoladamente, mas sempre em interação com outros fenômenos próximos ou distantes.
( ) Um fenômeno geográfico sempre é comparável a outros. A identificação das semelhanças entre fenômenos geográficos é o início da compreensão da unidade terrestre.
( ) É a variação dos fenômenos de interesse da geografia pela superfície terrestre (por exemplo, o clima), resultando na diferença entre áreas.
A sequência CORRETA é:
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Na administração por via retal, o medicamento será introduzido na região anal do paciente. A apresentação do medicamento será em forma de supositórios ou clister medicamentoso. Para se administrar um supositório o paciente deverá ser colocado na seguinte posição:
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1370081
Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Complete the sentence below with the correct word. Choose the CORRECT answer.
A friend: The math test was very difficult!
Me: I don’t agree with you. Actually, it was than the last one.”
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que podemos aprender com o PISA para melhorar a educação no Brasil
Currículos simples e com foco, implementados por professores instrumentalizados de forma adequada:
caminhos com pouca chance de erro para a nossa educação.
Por João Batista Oliveira
Publicado em 23 dez 2019
No 10º e último post desta série, ressaltamos algumas lições que podemos aprender com base na experiência de países que experimentaram grandes avanços em seus sistemas educacionais.
Não há segredo sobre o que precisa ser feito. Mas, infelizmente, não há entendimento claro a respeito disso em nosso país. Num trabalho que publiquei recentemente (“Para desatar os nós da educação – uma nova agenda”), procuro mostrar que o elevado grau de consenso a respeito dos problemas e as soluções propostas para a educação no Brasil passam ao largo da experiência internacional e até mesmo do conhecimento mais adequado de nossa realidade.
Dentre os vários “nós” que nos impedem de avançar, o mais importante deles é a ideia de que só se avança com “mais” – mais recursos, mais escolas, mais salários para professores, maior titulação para professores, mais anos de escolaridade obrigatória, mais tempo na escola – a última moda é que a salvação virá da implantação do tempo integral. Ou seja: se dermos mais da mesma qualidade do ensino, as coisas vão melhorar. Não vão – só os custos irão aumentar.
Um outro nó reside no vago conceito de “valorização do professor”, e que, na prática, se reflete na luta – legítima – por melhores salários, condições de trabalho para os professores e infindáveis “capacitações”. Nada de errado nisso. O problema é que, dado o nível de formação dos atuais professores, essas estratégias, por mais justas que sejam, não provocam melhoria no ensino. O nível de preparo dos nossos professores requer estratégias diferentes de meras melhorias salariais. E o salto de qualidade de que a educação precisa requer professores com um perfil diferenciado.
Um terceiro nó reside na ideia de que todos podem, devem e vão ingressar no ensino superior. Essa ideia distorce a função da escola, prejudica os currículos e penaliza a maioria dos alunos – que não irão entrar ou não irão concluir o curso superior. A forma de seleção dos alunos para as universidades (ENEM e vestibulares) e a falta de um ensino médio diversificado constituem um enorme fator de atraso da educação brasileira. É algo que tanto pune os alunos menos preparados quanto prejudica o bom preparo de nossas elites.
Um quarto nó reside na convicção de que tudo deve vir de Brasília e que precisamos de uma política nacional única e igual para todos. Ora, o Brasil é muito diferente e desigual. Tratar igualmente os desiguais nem respeita o princípio da isonomia nem contribui para melhorar a educação. Mesmo porque precisamos experimentar e testar muitas ideias e práticas antes de adotá-las em escala.
No entanto, a experiência de outros países, revista ao longo dessa série de posts, sugere alguns caminhos com pouca chance de erro: currículos simples e com foco, e professores instrumentalizados de forma adequada para implementarem o currículo. Alguns países usam sistemas de incentivos associados ao desempenho. Em princípio, a ideia é boa e faz sentido, mas, na prática, são poucas as reformas em que o uso de incentivos desempenhou um papel fundamental.
Existem conhecimentos, experiências e instrumentos que permitiriam aos estados e municípios realizar profundas reformas educativas num espaço de tempo relativamente curto. As mudanças demográficas, se forem aproveitadas nos próximos anos, podem facilitar a implementação dessas reformas. A experiência do PISA mostra que, por trás da diversidade e da cor locais, há um conjunto central de ideais que, se perseguidas com insistência e consistência, podem dar resultados significativos. E em prazos relativamente curtos.
https://veja.abril.com.br/blog/educacao-em-evidencia/o-que-podemos-
aprender-com-o-pisa-para-melhorar-a-educacao-no-brasil/
O principal objetivo comunicativo do texto é:
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1369144
Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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De acordo com o código e ética odontológica (CEO), em relação ao relacionamento com o paciente, não constitui infração ética:
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Os anestésicos locais podem ser agrupados de acordo com sua duração de efeito em agentes. São anestésicos de duração média:
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Assinale a alternativa INCORRETA no que diz respeito à Thomas Cook:
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1369084
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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A BNCC propõe que a abordagem das linguagens articule seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística. A definição apresenta abaixo refere-se a qual dimensão:
“Refere-se à experiência sensível dos sujeitos em relação ao espaço, ao tempo, ao som, à ação, às imagens, ao próprio corpo e aos diferentes materiais. Essa dimensão articula a sensibilidade e a percepção, tomadas como forma de conhecer a si mesmo, o outro e o mundo. Nela, o corpo em sua totalidade (emoção, percepção, intuição, sensibilidade e intelecto) é o protagonista da experiência.”
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Algumas medidas preliminares básicas devem ser realizadas antes de iniciar o acesso propriamente dito do acesso coronário, sendo elas, EXCETO:
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A vinda da Família Real para o Brasil em 1808 causou profundas transformações no modo de vida da então colônia portuguesa. As transformações que mais impactaram na vida dos habitantes foram a abertura dos portos e o Tratado de Comércio e Navegação de 1810, que previa taxas mais vantajosas para os comerciantes:
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