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Para efeito de classificação de despesa, observado o disposto pela Lei nº 4.320 de 1964 que estabelece Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, considera-se material permanente o de duração superior a:
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1351501
Ano: 2019
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Quissamã-RJ
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Qual tipo de perigo relaciona-se aos perigos que possam representar o não atendimento às especificações e requisitos do cliente ou relativo a uma legislação vigente?
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Instrumental do Serviço Social refere-se a um conjunto articulado de instrumentos e técnicas que permite a operacionalização da ação profissional. Acerca do Estudo Social, assinale a opção CORRETA:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que podemos aprender com o PISA para melhorar a educação no Brasil
Currículos simples e com foco, implementados por professores instrumentalizados de forma adequada:
caminhos com pouca chance de erro para a nossa educação.
Por João Batista Oliveira
Publicado em 23 dez 2019
No 10º e último post desta série, ressaltamos algumas lições que podemos aprender com base na experiência de países que experimentaram grandes avanços em seus sistemas educacionais.
Não há segredo sobre o que precisa ser feito. Mas, infelizmente, não há entendimento claro a respeito disso em nosso país. Num trabalho que publiquei recentemente (“Para desatar os nós da educação – uma nova agenda”), procuro mostrar que o elevado grau de consenso a respeito dos problemas e as soluções propostas para a educação no Brasil passam ao largo da experiência internacional e até mesmo do conhecimento mais adequado de nossa realidade.
Dentre os vários “nós” que nos impedem de avançar, o mais importante deles é a ideia de que só se avança com “mais” – mais recursos, mais escolas, mais salários para professores, maior titulação para professores, mais anos de escolaridade obrigatória, mais tempo na escola – a última moda é que a salvação virá da implantação do tempo integral. Ou seja: se dermos mais da mesma qualidade do ensino, as coisas vão melhorar. Não vão – só os custos irão aumentar.
Um outro nó reside no vago conceito de “valorização do professor”, e que, na prática, se reflete na luta – legítima – por melhores salários, condições de trabalho para os professores e infindáveis “capacitações”. Nada de errado nisso. O problema é que, dado o nível de formação dos atuais professores, essas estratégias, por mais justas que sejam, não provocam melhoria no ensino. O nível de preparo dos nossos professores requer estratégias diferentes de meras melhorias salariais. E o salto de qualidade de que a educação precisa requer professores com um perfil diferenciado.
Um terceiro nó reside na ideia de que todos podem, devem e vão ingressar no ensino superior. Essa ideia distorce a função da escola, prejudica os currículos e penaliza a maioria dos alunos – que não irão entrar ou não irão concluir o curso superior. A forma de seleção dos alunos para as universidades (ENEM e vestibulares) e a falta de um ensino médio diversificado constituem um enorme fator de atraso da educação brasileira. É algo que tanto pune os alunos menos preparados quanto prejudica o bom preparo de nossas elites.
Um quarto nó reside na convicção de que tudo deve vir de Brasília e que precisamos de uma política nacional única e igual para todos. Ora, o Brasil é muito diferente e desigual. Tratar igualmente os desiguais nem respeita o princípio da isonomia nem contribui para melhorar a educação. Mesmo porque precisamos experimentar e testar muitas ideias e práticas antes de adotá-las em escala.
No entanto, a experiência de outros países, revista ao longo dessa série de posts, sugere alguns caminhos com pouca chance de erro: currículos simples e com foco, e professores instrumentalizados de forma adequada para implementarem o currículo. Alguns países usam sistemas de incentivos associados ao desempenho. Em princípio, a ideia é boa e faz sentido, mas, na prática, são poucas as reformas em que o uso de incentivos desempenhou um papel fundamental.
Existem conhecimentos, experiências e instrumentos que permitiriam aos estados e municípios realizar profundas reformas educativas num espaço de tempo relativamente curto. As mudanças demográficas, se forem aproveitadas nos próximos anos, podem facilitar a implementação dessas reformas. A experiência do PISA mostra que, por trás da diversidade e da cor locais, há um conjunto central de ideais que, se perseguidas com insistência e consistência, podem dar resultados significativos. E em prazos relativamente curtos.
https://veja.abril.com.br/blog/educacao-em-evidencia/o-que-podemos-
aprender-com-o-pisa-para-melhorar-a-educacao-no-brasil/
“No entanto, a experiência de outros países, revista ao longo dessa série de posts, sugere [...].”.
Assinale a alternativa em que a substituição da palavra destacada não altera seu sentido nessa frase.
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Uma pulga foi colocada em cima de uma reta graduada em centímetros, sobre o ponto zero. Essa pulga consegue dar pulos de 4 centímetros de distância. Admitindo que essa pulga pulou sempre em cima dessa reta graduada, entre os números 50 cm e 310 cm, a pulga pulou quantas vezes?
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Como se chamam as interseções formadas por linhas e colunas no Excel 2010?
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Assinale a afirmativa INCORRETA sobre os fundamentos básicos do teatro na educação, tendo como base o pensamento de Coelho (2014).
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Cada ponto de junção entre uma terminação nervosa e a membrana plasmática das células muscular corresponde a uma sinapse. Para que o movimento voluntário aconteça, essa sinapse precisa ser ativada: o impulso nervoso propaga-se pelo neurônio e atine a sinapse. A membrana da célula muscular recebe o estímulo. Gera-se uma corrente elétrica que se propaga por essa membrana, atinge o citoplasma e desencadeia o mecanismo de contração muscular. Essa junção é conhecida pelo nome de:
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Em se tratando de Escola Inclusiva, os educadores e gestores NÃO devem:
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O conjunto de representações dos ouvintes, a partir do qual o surdo está obrigado a olhar-se e narrar-se como se fosse ouvinte denomina-se:
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