Foram encontradas 50 questões.
- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
A discussão contemporânea sobre cultura digital desloca a inclusão digital de uma compreensão restrita ao acesso
técnico aos dispositivos e redes para uma perspectiva mais ampla, ligada à apropriação social, à produção de sentidos
e à participação dos sujeitos nas práticas de linguagem e interação mediadas por tecnologias. Nessa perspectiva,
a simples presença de equipamentos na escola não esgota o problema educacional envolvido na inserção dos
estudantes no universo digital.
BUZATO, Marcelo El Khouri. Cultura digital e apropriação ascendente: apontamentos para uma educação 2.0. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 26, n. 3, p. 283-304, dez. 2010. Adaptado.
Com base nas informações contidas no texto e nos referenciais contemporâneos sobre inclusão digital, o uso da tecnologia deve ser
BUZATO, Marcelo El Khouri. Cultura digital e apropriação ascendente: apontamentos para uma educação 2.0. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 26, n. 3, p. 283-304, dez. 2010. Adaptado.
Com base nas informações contidas no texto e nos referenciais contemporâneos sobre inclusão digital, o uso da tecnologia deve ser
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- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
No contexto do Ensino Fundamental, diferentes recursos digitais vêm sendo incorporados ao planejamento e à
realização das aulas. Seus efeitos educacionais relacionam-se não somente às funcionalidades disponíveis, mas
também às formas de organização do trabalho pedagógico.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018. Adaptado.
Considere que uma escola adota um sistema digital que permite aos professores projetar conteúdos interativos, aplicar exercícios automatizados e acompanhar o desempenho dos estudantes em tempo real. Apesar disso, as aulas permanecem organizadas em torno da exposição do professor, com baixa participação discente e pouca problematização dos conteúdos trabalhados.
A partir da relação entre inovação tecnológica e inovação pedagógica, a situação descrita evidencia que o uso de recursos digitais
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018. Adaptado.
Considere que uma escola adota um sistema digital que permite aos professores projetar conteúdos interativos, aplicar exercícios automatizados e acompanhar o desempenho dos estudantes em tempo real. Apesar disso, as aulas permanecem organizadas em torno da exposição do professor, com baixa participação discente e pouca problematização dos conteúdos trabalhados.
A partir da relação entre inovação tecnológica e inovação pedagógica, a situação descrita evidencia que o uso de recursos digitais
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Considere que uma escola passou a utilizar um Ambiente Virtual de Aprendizagem para complementar as atividades presenciais.
Inicialmente, o espaço era empregado para armazenar textos, vídeos e exercícios. Após analisar a baixa participação dos estudantes,
os professores introduziram fóruns orientados por situações-problema, produção colaborativa, devolutivas durante as atividades e
revisão das produções com base nas intervenções realizadas.
A experiência indica que a contribuição pedagógica de um Ambiente Virtual de Aprendizagem depende principalmente da
A experiência indica que a contribuição pedagógica de um Ambiente Virtual de Aprendizagem depende principalmente da
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- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
O uso pedagógico das tecnologias digitais na educação básica, conforme orientações da política educacional brasileira,
deve estar articulado ao desenvolvimento de competências, à mediação docente e à intencionalidade pedagógica, não
se restringindo à mera utilização instrumental de ferramentas tecnológicas.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Adaptado.
No âmbito de uma política pública educacional, uma rede estadual de ensino implementa uma plataforma digital de aprendizagem para todas as escolas do Ensino Médio, com o objetivo de ampliar o uso de tecnologias no processo educativo. Em uma das unidades escolares, observa-se que, inicialmente, a utilização da plataforma se restringe à disponibilização de conteúdos e exercícios, sem alteração significativa na organização das aulas. Posteriormente, a equipe docente passa a desenvolver atividades colaborativas, propor situações-problema mediadas por recursos digitais e incentivar a produção de conteúdos pelos estudantes.
No contexto das orientações curriculares nacionais para o uso pedagógico das tecnologias digitais, essa mudança na prática docente evidencia
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Adaptado.
No âmbito de uma política pública educacional, uma rede estadual de ensino implementa uma plataforma digital de aprendizagem para todas as escolas do Ensino Médio, com o objetivo de ampliar o uso de tecnologias no processo educativo. Em uma das unidades escolares, observa-se que, inicialmente, a utilização da plataforma se restringe à disponibilização de conteúdos e exercícios, sem alteração significativa na organização das aulas. Posteriormente, a equipe docente passa a desenvolver atividades colaborativas, propor situações-problema mediadas por recursos digitais e incentivar a produção de conteúdos pelos estudantes.
No contexto das orientações curriculares nacionais para o uso pedagógico das tecnologias digitais, essa mudança na prática docente evidencia
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A Lei nº 15.388/2026 aprovou o Plano Nacional de Educação com duração de dez anos e estabeleceu diretrizes, objetivos, metas e
estratégias, além de mecanismos de governança, monitoramento e avaliação das políticas educacionais.
Considerando as disposições do Plano Nacional de Educação vigente, sua execução e seu acompanhamento
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- Currículo (Teoria e Prática)Concepções de currículo
- Políticas Educacionais
- Organização e Estrutura dos Sistemas de Ensino no Brasil
- Currículo: planejamento, seleção e organização dos conteúdos
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico
e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os estudantes devem desenvolver ao longo das etapas e
modalidades da Educação Básica, assegurando seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018. Adaptado.
Considerando a função normativa da BNCC e a autonomia dos sistemas e das redes de ensino, a relação entre a base comum nacional e a elaboração dos currículos deve ser compreendida como
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018. Adaptado.
Considerando a função normativa da BNCC e a autonomia dos sistemas e das redes de ensino, a relação entre a base comum nacional e a elaboração dos currículos deve ser compreendida como
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A Guerra Fria foi marcada pela constituição de
uma ordem internacional bipolar, na qual Estados
Unidos e União Soviética organizaram alianças
políticas, militares e econômicas em torno de
seus respectivos projetos ideológicos. Nesse
período, diferentes regiões do mundo tornaramse palco de conflitos armados que envolveram
governos locais, movimentos políticos e
interesses externos.
HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX (1914– 1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
No contexto das guerras da Coreia (1950–1953) e do Vietnã (1955–1975), a atuação dos Estados Unidos esteve diretamente relacionada à
HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX (1914– 1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
No contexto das guerras da Coreia (1950–1953) e do Vietnã (1955–1975), a atuação dos Estados Unidos esteve diretamente relacionada à
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A colonização do Brasil organizou-se a partir de um sistema produtivo voltado para o exterior, baseado na exploração de
recursos naturais e na utilização intensiva de mão de obra. Essa forma de inserção no circuito econômico internacional
condicionou não apenas a estrutura produtiva, mas também a ocupação do território, a distribuição da população e a
configuração das atividades econômicas no espaço.
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1942. Adaptado.
A partir das informações contidas no texto e nos conhecimentos sobre sistemas produtivos, a organização do espaço no Brasil colonial
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1942. Adaptado.
A partir das informações contidas no texto e nos conhecimentos sobre sistemas produtivos, a organização do espaço no Brasil colonial
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A obra de Milton Santos representa um marco na renovação da Geografia ao propor uma leitura do espaço geográfico
como instância indissociável das relações sociais, econômicas e políticas. Ao analisar a globalização a partir da periferia
do sistema, o autor evidenciou que a difusão das técnicas e das redes de informação não elimina as desigualdades,
mas as reorganiza em novas formas de integração seletiva. Nesse contexto, categorias como meio técnico-científicoinformacional e circuitos da economia urbana permitem compreender a coexistência de diferentes lógicas espaciais,
articuladas de forma desigual no território.
MOREIRA, Ruy. Para onde vai o pensamento geográfico? São Paulo: Contexto, 2006. Adaptado.
Em grandes metrópoles contemporâneas, observa-se a implantação de infraestruturas altamente tecnificadas voltadas à circulação de capitais e informações em determinadas áreas, enquanto outras permanecem marcadas por precariedade urbana e baixa densidade técnica.
A análise dessa contradição, à luz da corrente teórica da Geografia Crítica, demonstra que o espaço geográfico contemporâneo
MOREIRA, Ruy. Para onde vai o pensamento geográfico? São Paulo: Contexto, 2006. Adaptado.
Em grandes metrópoles contemporâneas, observa-se a implantação de infraestruturas altamente tecnificadas voltadas à circulação de capitais e informações em determinadas áreas, enquanto outras permanecem marcadas por precariedade urbana e baixa densidade técnica.
A análise dessa contradição, à luz da corrente teórica da Geografia Crítica, demonstra que o espaço geográfico contemporâneo
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística lançou, em novembro de 2025, o “Mapa-múndi invertido — Pará no
centro do mundo”, no contexto das atividades da COP30. A proposta cartográfica reposiciona o estado do Pará como
referência central na representação do globo, destacando seu papel no bioma amazônico e no debate internacional
sobre mudanças climáticas.
Agência Brasil. IBGE lança mapa-múndi invertido com Pará no centro. Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br>. Acesso em 10 de mar. 2026.
A redefinição da centralidade espacial proposta pela representação cartográfica indica que o uso de mapas e tecnologias de representação geográfica permite
Agência Brasil. IBGE lança mapa-múndi invertido com Pará no centro. Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br>. Acesso em 10 de mar. 2026.
A redefinição da centralidade espacial proposta pela representação cartográfica indica que o uso de mapas e tecnologias de representação geográfica permite
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