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Foram encontradas 50 questões.

4282475 Ano: 2026
Disciplina: Biologia
Banca: FLEM
Orgão: Pref. Riachão Jacuípe-BA
Provas:
Enunciado 4694449-1

Disponível em: <http://www.arionaurocartuns.com.br>. Acesso em 10, mar. 2026.


A poluição hídrica, ilustrada pela charge, decorre do lançamento de efluentes ricos em matéria orgânica podendo desencadear alterações nos processos biológicos e químicos dos ecossistemas aquáticos, interferindo diretamente na disponibilidade de oxigênio dissolvido e na sobrevivência das espécies.

A interpretação do processo representado permite compreender que a mortandade de peixes está associada à sequência de eventos caracterizada por
 

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Enunciado 4664510-1

O haicai é uma forma poética breve, caracterizada pela concisão e pela sugestão de imagens.

Na articulação entre o haicai e a imagem, o verso “o tempo passa devagar” contribui para representar
 

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Em uma atividade interdisciplinar, uma turma produziu 12 textos, distribuídos conforme o quadro:

Tipo de produto Quantidade
Artigo de opinião 5
Narrativa 4
Relatório 3
Total 12

Para iniciar uma roda de leitura, a professora selecionará aleatoriamente uma dessas produções. A probabilidade de ser selecionado um artigo de opinião ou uma narrativa é

 

 

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Durante um projeto de incentivo à participação estudantil, uma professora registrou a quantidade de contribuições pertinentes apresentadas pela turma nas cinco primeiras etapas:

Etapa Contribuições registradas
1ª 4
2ª 7
3ª 12
4ª 19
5ª 28

Para projetar as etapas seguintes, a professora considerou que a sequência continuaria obedecendo ao mesmo padrão de crescimento observado entre os valores registrados.

Mantido esse padrão, o número de contribuições previsto para a oitava etapa será

 

 

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Texto:
— O senhor não tem relógio?
— Não.
— E como faz para saber as horas?
— Não sei.
— Mas precisa saber as horas!
— Para quê?
— Para não se atrasar!
— Eu nunca me atraso.
— Como não?
— Chego sempre na hora que quero.
SABINO, Fernando. O homem nu. Rio de Janeiro: Record, 1997. Adaptado.
No desenvolvimento do diálogo, a pergunta “Como não?” revela que o interlocutor interpreta a afirmação “Eu nunca me atraso” a partir de um pressuposto diferente daquele adotado pelo personagem.

Esse desencontro de interpretações decorre do fato de que
 

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Texto:
— O senhor não tem relógio?
— Não.
— E como faz para saber as horas?
— Não sei.
— Mas precisa saber as horas!
— Para quê?
— Para não se atrasar!
— Eu nunca me atraso.
— Como não?
— Chego sempre na hora que quero.
SABINO, Fernando. O homem nu. Rio de Janeiro: Record, 1997. Adaptado.
No diálogo, a fala “Chego sempre na hora que quero” rompe com a expectativa do interlocutor ao apresentar o desejo individual como referência para a chegada.

Em uma reformulação que preserve esse sentido, está de acordo com a norma-padrão a seguinte construção:
 

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Analise o fragmento a seguir:

“Só as pessoas superficiais não julgam pelas aparências. O verdadeiro mistério do mundo é o visível, não o invisível.”

WILDE, Oscar. O retrato de Dorian Gray. São Paulo: Penguin-Companhia, 2012.

A formulação paradoxal presente no fragmento produz um efeito crítico ao
 

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Em qualquer sociedade, os falantes ajustam sua maneira de utilizar a língua conforme a situação de comunicação, o tema abordado, o interlocutor e os objetivos da interação. Essa capacidade de adaptar a linguagem não significa abandonar a identidade linguística, mas ampliar os recursos expressivos para atender às diferentes demandas comunicativas. Assim, a convivência entre variedades linguísticas revela que a língua é dinâmica, heterogênea e socialmente compartilhada, permitindo ao falante selecionar registros mais ou menos formais de acordo com o contexto em que se encontra.

BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 39. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019. Adaptado.

A leitura do texto permite inferir que o domínio da norma-padrão constitui apenas uma das competências linguísticas socialmente relevantes porque a comunicação eficaz depende também da capacidade de
 

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Nos últimos anos, mudanças profundas nas formas

de trabalho têm alterado significativamente a relação

dos indivíduos com suas atividades profissionais.

A flexibilização dos vínculos empregatícios, aliada

à crescente instabilidade econômica, tem contribuído

para a ampliação dos sentimentos de insegurança e

incerteza entre trabalhadores de diferentes setores.

Ao mesmo tempo, observa-se uma valorização

crescente de experiências imediatas e prazerosas

fora do ambiente laboral. Em um contexto marcado

pelo consumo, muitos indivíduos passam a buscar

satisfação em atividades que proporcionem

sensações rápidas, como o entretenimento digital,

viagens e aquisição de bens. Essa dinâmica revela

uma dissociação entre o trabalho, frequentemente

percebido como obrigação, e o lazer, entendido como

espaço de realização pessoal.

Além disso, a cultura contemporânea tende a

reforçar a ideia de que o sucesso está associado

à capacidade de consumir e experimentar

constantemente novas formas de prazer. Nesse

cenário, o indivíduo alterna entre o papel de trabalhador,

submetido a pressões e responsabilidades, e o de

consumidor, orientado pela busca de satisfação

imediata.

Essa dualidade pode gerar consequências

psicológicas relevantes, como a sensação de vazio

e a fragmentação da identidade. Isso ocorre porque,

ao mesmo tempo em que o trabalho perde seu

significado existencial, o consumo não consegue,

por si só, preencher as expectativas de realização

pessoal.

Assim, a sociedade contemporânea apresenta

um paradoxo: embora ofereça múltiplas possibilidades

de satisfação, também intensifica sentimentos de

instabilidade e insatisfação, exigindo dos indivíduos

constantes adaptações às demandas sociais e

econômicas.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. Adaptado.

No contexto do texto, a expressão “fragmentação da identidade” refere-se à
 

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Nos últimos anos, mudanças profundas nas formas

de trabalho têm alterado significativamente a relação

dos indivíduos com suas atividades profissionais.

A flexibilização dos vínculos empregatícios, aliada

à crescente instabilidade econômica, tem contribuído

para a ampliação dos sentimentos de insegurança e

incerteza entre trabalhadores de diferentes setores.

Ao mesmo tempo, observa-se uma valorização

crescente de experiências imediatas e prazerosas

fora do ambiente laboral. Em um contexto marcado

pelo consumo, muitos indivíduos passam a buscar

satisfação em atividades que proporcionem

sensações rápidas, como o entretenimento digital,

viagens e aquisição de bens. Essa dinâmica revela

uma dissociação entre o trabalho, frequentemente

percebido como obrigação, e o lazer, entendido como

espaço de realização pessoal.

Além disso, a cultura contemporânea tende a

reforçar a ideia de que o sucesso está associado

à capacidade de consumir e experimentar

constantemente novas formas de prazer. Nesse

cenário, o indivíduo alterna entre o papel de trabalhador,

submetido a pressões e responsabilidades, e o de

consumidor, orientado pela busca de satisfação

imediata.

Essa dualidade pode gerar consequências

psicológicas relevantes, como a sensação de vazio

e a fragmentação da identidade. Isso ocorre porque,

ao mesmo tempo em que o trabalho perde seu

significado existencial, o consumo não consegue,

por si só, preencher as expectativas de realização

pessoal.

Assim, a sociedade contemporânea apresenta

um paradoxo: embora ofereça múltiplas possibilidades

de satisfação, também intensifica sentimentos de

instabilidade e insatisfação, exigindo dos indivíduos

constantes adaptações às demandas sociais e

econômicas.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. Adaptado.

No texto, o consumo é apresentado como prática social que
 

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