Foram encontradas 227 questões.
Dois números inteiros são tais que a razão entre
eles é 5/17 e a soma de seus quadrados é 1256. Qual o
valor do dobro do maior dos números?
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A tabela abaixo mostra os números obtidos em uma pesquisa de dados numéricos.

Qual o valor da média e da moda desses dados, respectivamente?
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No lançamento simultâneo de três dados não viciados, qual a probabilidade de sair apenas um número
primo?
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Um segmento de medida 110 cm é dividido em três
partes de modo que a primeira parte é o dobro da segunda e o triplo da terceira. Qual o valor de um quarto da
menor parte?
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3102206
Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Rubiataba-GO
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Rubiataba-GO
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Um capital de 5000 reais aplicado a juros compostos sofre uma desvalorização de modo que no segundo
mês aplicado decai à sua metade. Qual é a taxa de desvalorização mensal?
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A soma de uma sequência numérica é dada pela
fórmula Sn = n2
+ 3n + 3. Qual o valor do 12º termo
dessa sequência?
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A tabela ilustra uma compra realizada por uma
pessoa no supermercado. Mas essa pessoa esqueceu de
anotar o valor do pacote de feijão.

Qual o valor do pacote de 1 kg feijão?

Qual o valor do pacote de 1 kg feijão?
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TEXTO III
O GRITO
Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra. Ela sabe.
Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz
um amigo para o outro. Ele sabe.
Não sei se quero continuar com a vida que tenho,
pensamos em silêncio.
Sabemos, sim.
Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro
de nós grita. Tentamos abafar esse grito com conversas
tolas, elocubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos
utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos
nossos planos: será infrutífero. A verdade já está lá dentro, a verdade impõe-se, fala mais alto que nós, ela grita.
Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que
esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos
desviar este amor para outro amor, um amor aceitável,
fácil, sereno. Podemos dar todas as provas do mundo ao
mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.
A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos,
desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá
de dentro vêm todas as informações que passarão por
uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa
sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma:
ninguém tem dúvida sobre si mesmo.
[...] Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o
esperado e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro:
mas você não queria ser feliz, queria viver!
Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o
alto. Sabe.
Eu não sei por que sou assim. Sabe.
MEDEIROS, Martha. Montanha-russa.
Porto Alegre: L&PM, 2001. p. 15-16.
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TEXTO III
O GRITO
Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra. Ela sabe.
Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz
um amigo para o outro. Ele sabe.
Não sei se quero continuar com a vida que tenho,
pensamos em silêncio.
Sabemos, sim.
Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro
de nós grita. Tentamos abafar esse grito com conversas
tolas, elocubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos
utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos
nossos planos: será infrutífero. A verdade já está lá dentro, a verdade impõe-se, fala mais alto que nós, ela grita.
Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que
esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos
desviar este amor para outro amor, um amor aceitável,
fácil, sereno. Podemos dar todas as provas do mundo ao
mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.
A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos,
desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá
de dentro vêm todas as informações que passarão por
uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa
sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma:
ninguém tem dúvida sobre si mesmo.
[...] Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o
esperado e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro:
mas você não queria ser feliz, queria viver!
Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o
alto. Sabe.
Eu não sei por que sou assim. Sabe.
MEDEIROS, Martha. Montanha-russa.
Porto Alegre: L&PM, 2001. p. 15-16.
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TEXTO III
O GRITO
Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra. Ela sabe.
Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz
um amigo para o outro. Ele sabe.
Não sei se quero continuar com a vida que tenho,
pensamos em silêncio.
Sabemos, sim.
Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro
de nós grita. Tentamos abafar esse grito com conversas
tolas, elocubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos
utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos
nossos planos: será infrutífero. A verdade já está lá dentro, a verdade impõe-se, fala mais alto que nós, ela grita.
Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que
esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos
desviar este amor para outro amor, um amor aceitável,
fácil, sereno. Podemos dar todas as provas do mundo ao
mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.
A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos,
desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá
de dentro vêm todas as informações que passarão por
uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa
sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma:
ninguém tem dúvida sobre si mesmo.
[...] Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o
esperado e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro:
mas você não queria ser feliz, queria viver!
Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o
alto. Sabe.
Eu não sei por que sou assim. Sabe.
MEDEIROS, Martha. Montanha-russa.
Porto Alegre: L&PM, 2001. p. 15-16.
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