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A arte da escuta

Por Helena Galante

Silenciar as distrações é um desafio em tempos de atenção dividida entre as mensagens infinitas de trabalho, listas de afazeres e poucas horas de sono. E se, ao invés de tentar abstrair as demandas, nós começássemos a ouvir, literalmente, o que cada uma delas nos apresenta? O barulhinho da notificação do aplicativo causa alguma reação emocional? Qual a trilha sonora do supermercado? Será que o som do despertador é o mais agradável? Parecem perguntas simples — e são —, mas, se feitas com constância, podem causar uma revolução na nossa maneira de perceber o mundo e interagir com outras pessoas.

Essa é a aposta da artista e professora de criatividade americana Julia Cameron, que compartilha sua confiança na transformação social que vem do diálogo: “O caminho da escuta é um caminho de respeito. Quando intencionalmente ouvimos os outros, eles podem nos surpreender e fazer transparecer que temos mais coisas parecidas do que havíamos previsto”.

Para nos ajudar a desenferrujar o sentido da audição, a também compositora e romancista de 74 anos propõe um programa de seis semanas com tarefas transformadoras. A mais famosa delas é a das Páginas Matinais: escrever à mão, assim que acordar, três páginas de tudo que vier mente, no fluxo da consciência. “A tecnologia nos encoraja a estarmos sempre ocupados — e é aqui que as Páginas Matinais entram. Elas são um tempo quieto passado sozinho, que gentilmente nos impulsiona adiante em direções mais felizes”, explica.

Ao esvaziar nosso pote, essa prática diária nos abre para a criatividade. Mas nem só de lições de casa se faz o processo. Outra proposta é separar uma hora por semana para fazer um Encontro com o Artista, alguma atividade divertida realizada na sua própria companhia, para alegrar sua criança (ou artista) interior. Caminhadas de 20 minutos para esticar as pernas e a mente são recomendadas também. No passar das semanas, percorremos a arte de escutar o mundo à nossa volta, os outros, o nosso eu superior, além do véu (sim, ela fala de conversar com ancestrais que já morreram), os nossos heróis e o silêncio.

“As pessoas têm apetite por conexão, por se sentirem próximas. A arte da escuta é gentil e te motiva a treinar ouvir profundamente. Você pode descobrir que tem um hábito de interromper as pessoas e decidir mudar. Essa atenção focada é muito prazerosa, anima as conversas e abre portas para a intimidade”.

Como quem conversa com uma grande amiga, Julia divide com os leitores suas ferramentas e também seus percalços. Faz questão de dizer, por exemplo, da superação do alcoolismo, conquistada base de Páginas Matinais e de uma devoção ao Deus da criatividade, que ela via se manifestar num verso do poema “A força do verde estopim que impele a flor”, de Dylan Thomas. “Quando eu conquistei a minha sobriedade, em janeiro de 1978, ouvi: ‘Se você quiser ficar sóbria, você precisa rezar’. Eu disse: ‘Rezar?’. Eu não sou santa, eu não sou boa nisso. E eles me disseram que eu poderia rezar para qualquer coisa, contanto que não fosse eu mesma. Perguntei para uma garota para quem ela rezava e ela contou: ‘para o Mick Jagger’. Daí pensei, claramente, a minha linha de poesia está bem”.

Sua intuição sabia o que dizia. “Ao sintonizar com o ambiente, um passo de cada vez, você escuta uma sinfonia maior. É o seu eu superior que bate no seu ombro e diz: ‘Isso é o que realmente importa, você está prestando atenção?’ O caminho da escuta é um caminho de cura”.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/julia- cameron-

arte-da-escuta – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas.

 

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A arte da escuta

Por Helena Galante

Silenciar as distrações é um desafio em tempos de atenção dividida entre as mensagens infinitas de trabalho, listas de afazeres e poucas horas de sono. E se, ao invés de tentar abstrair as demandas, nós começássemos a ouvir, literalmente, o que cada uma delas nos apresenta? O barulhinho da notificação do aplicativo causa alguma reação emocional? Qual a trilha sonora do supermercado? Será que o som do despertador é o mais agradável? Parecem perguntas simples — e são —, mas, se feitas com constância, podem causar uma revolução na nossa maneira de perceber o mundo e interagir com outras pessoas.

Essa é a aposta da artista e professora de criatividade americana Julia Cameron, que compartilha sua confiança na transformação social que vem do diálogo: “O caminho da escuta é um caminho de respeito. Quando intencionalmente ouvimos os outros, eles podem nos surpreender e fazer transparecer que temos mais coisas parecidas do que havíamos previsto”.

Para nos ajudar a desenferrujar o sentido da audição, a também compositora e romancista de 74 anos propõe um programa de seis semanas com tarefas transformadoras. A mais famosa delas é a das Páginas Matinais: escrever à mão, assim que acordar, três páginas de tudo que vier à mente, no fluxo da consciência. “A tecnologia nos encoraja a estarmos sempre ocupados — e é aqui que as Páginas Matinais entram. Elas são um tempo quieto passado sozinho, que gentilmente nos impulsiona adiante em direções mais felizes”, explica.

Ao esvaziar nosso pote, essa prática diária nos abre para a criatividade. Mas nem só de lições de casa se faz o processo. Outra proposta é separar uma hora por semana para fazer um Encontro com o Artista, alguma atividade divertida realizada na sua própria companhia, para alegrar a sua criança (ou artista) interior. Caminhadas de 20 minutos para esticar as pernas e a mente são recomendadas também. No passar das semanas, percorremos a arte de escutar o mundo à nossa volta, os outros, o nosso eu superior, além do véu (sim, ela fala de conversar com ancestrais que já morreram), os nossos heróis e o silêncio.

“As pessoas têm apetite por conexão, por se sentirem próximas. A arte da escuta é gentil e te motiva a treinar ouvir profundamente. Você pode descobrir que tem um hábito de interromper as pessoas e decidir mudar. Essa atenção focada é muito prazerosa, anima as conversas e abre portas para a intimidade”.

Como quem conversa com uma grande amiga, Julia divide com os leitores suas ferramentas e também seus percalços. Faz questão de dizer, por exemplo, da superação do alcoolismo, conquistada à base de Páginas Matinais e de uma devoção ao Deus da criatividade, que ela via se manifestar num verso do poema “A força do verde estopim que impele a flor”, de Dylan Thomas. “Quando eu conquistei a minha sobriedade, em janeiro de 1978, ouvi: ‘Se você quiser ficar sóbria, você precisa rezar’. Eu disse: ‘Rezar?’. Eu não sou santa, eu não sou boa nisso. E eles me disseram que eu poderia rezar para qualquer coisa, contanto que não fosse eu mesma. Perguntei para uma garota para quem ela rezava e ela contou: ‘para o Mick Jagger’. Daí pensei, claramente, a minha linha de poesia está bem”.

Sua intuição sabia o que dizia. “Ao sintonizar com o ambiente, um passo de cada vez, você escuta uma sinfonia maior. É o seu eu superior que bate no seu ombro e diz: ‘Isso é o que realmente importa, você está prestando atenção?’ O caminho da escuta é um caminho de cura”.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/julia- cameron-

arte-da-escuta – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise a imagem a seguir e as proposições que se fazem a respeito de sua relação com o texto anterior:

Enunciado 3045550-1

Fonte: https://www.bancarios-es.org.br/caixa-novo-modelo-de-

trabalho- coloca-em-risco-os-direitos-dos-empregados/

I. As abordagens tanto da imagem quanto do texto em relação à tecnologia seguem a mesma direção de sentido.

PORQUE

II. Ambas apontam que a tecnologia nos leva a estarmos sempre ocupados.

Assinale a alternativa que apresenta a correlação verdadeira entre as duas proposições.

 

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Silenciar as distrações é um desafio em tempos de atenção dividida entre as mensagens infinitas de trabalho, listas de afazeres e poucas horas de sono. E se, ao invés de tentar abstrair as demandas, nós começássemos a ouvir, literalmente, o que cada uma delas nos apresenta? O barulhinho da notificação do aplicativo causa alguma reação emocional? Qual a trilha sonora do supermercado? Será que o som do despertador é o mais agradável? Parecem perguntas simples — e são —, mas, se feitas com constância, podem causar uma revolução na nossa maneira de perceber o mundo e interagir com outras pessoas.

Essa é a aposta da artista e professora de criatividade americana Julia Cameron, que compartilha sua confiança na transformação social que vem do diálogo: “O caminho da escuta é um caminho de respeito. Quando intencionalmente ouvimos os outros, eles podem nos surpreender e fazer transparecer que temos mais coisas parecidas do que havíamos previsto”.

Para nos ajudar a desenferrujar o sentido da audição, a também compositora e romancista de 74 anos propõe um programa de seis semanas com tarefas transformadoras. A mais famosa delas é a das Páginas Matinais: escrever à mão, assim que acordar, três páginas de tudo que vier à mente, no fluxo da consciência. “A tecnologia nos encoraja a estarmos sempre ocupados — e é aqui que as Páginas Matinais entram. Elas são um tempo quieto passado sozinho, que gentilmente nos impulsiona adiante em direções mais felizes”, explica.

Ao esvaziar nosso pote, essa prática diária nos abre para a criatividade. Mas nem só de lições de casa se faz o processo. Outra proposta é separar uma hora por semana para fazer um Encontro com o Artista, alguma atividade divertida realizada na sua própria companhia, para alegrar a sua criança (ou artista) interior. Caminhadas de 20 minutos para esticar as pernas e a mente são recomendadas também. No passar das semanas, percorremos a arte de escutar o mundo à nossa volta, os outros, o nosso eu superior, além do véu (sim, ela fala de conversar com ancestrais que já morreram), os nossos heróis e o silêncio.

“As pessoas têm apetite por conexão, por se sentirem próximas. A arte da escuta é gentil e te motiva a treinar ouvir profundamente. Você pode descobrir que tem um hábito de interromper as pessoas e decidir mudar. Essa atenção focada é muito prazerosa, anima as conversas e abre portas para a intimidade”.

Como quem conversa com uma grande amiga, Julia divide com os leitores suas ferramentas e também seus percalços. Faz questão de dizer, por exemplo, da superação do alcoolismo, conquistada à base de Páginas Matinais e de uma devoção ao Deus da criatividade, que ela via se manifestar num verso do poema “A força do verde estopim que impele a flor”, de Dylan Thomas. “Quando eu conquistei a minha sobriedade, em janeiro de 1978, ouvi: ‘Se você quiser ficar sóbria, você precisa rezar’. Eu disse: ‘Rezar?’. Eu não sou santa, eu não sou boa nisso. E eles me disseram que eu poderia rezar para qualquer coisa, contanto que não fosse eu mesma. Perguntei para uma garota para quem ela rezava e ela contou: ‘para o Mick Jagger’. Daí pensei, claramente, a minha linha de poesia está bem”.

Sua intuição sabia o que dizia. “Ao sintonizar com o ambiente, um passo de cada vez, você escuta uma sinfonia maior. É o seu eu superior que bate no seu ombro e diz: ‘Isso é o que realmente importa, você está prestando atenção?’ O caminho da escuta é um caminho de cura”.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/julia- cameron-

arte-da-escuta – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. O texto de Helena Galante é uma resenha, por apresentar uma descrição, comentários e análise crítica de um livro.

II. A autora do texto, já no seu primeiro parágrafo, aborda diretamente o livro sobre o qual vai escrever.

III. Uma das estratégias de construção do texto de Helena Galante é inserir, ao longo do texto, palavras da autora do livro que está sendo apresentado ao leitor.

Quais estão corretas?

 

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Ilustrando Dom Phillips e Bruno Pereira, a imagem abaixo circulou nacionalmente e internacionalmente no mês de junho do presente ano, principalmente enquanto estavam desaparecidos.

Quem eram eles?

Enunciado 3045656-1

 

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Conforme consta no site da Prefeitura Municipal de Santa Cecília do Sul, uma das preocupações dos colonizadores da região foram as escolas. Não havendo prédios escolares na época, as aulas eram dadas em casas particulares. A primeira escola funcionou na primeira capela, logo após sendo construída a escola que se manteve até o ano de 1964. No mesmo ano, foi construída pelo Governo do Estado o primeiro prédio escolar em terreno doado pelos pais dos alunos. Essa escola de 1º grau incompleto levou o nome de , em homenagem a este que, muitas vezes, pagou do próprio bolso os professores e até lecionou.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

 

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Um decreto assinado em 23/02/2022, pelo atual Presidente da República, cria um número único de carteira de identidade para todo o país.

Enunciado 3045654-1

Essa nova carteira de identidade terá como número usado para o registro nacional o(a):

 

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A varíola dos macacos é considerada uma zoonose viral (o vírus é transmitido aos seres humanos a partir de animais), com sintomas muito semelhantes aos observados em pacientes com varíola, embora seja clinicamente menos grave. O período de incubação da varíola dos macacos é, geralmente, de 06 a 13 dias, mas pode variar de 05 a 21 dias, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)

(Fonte: bvsms.saude.gov.br).

A varíola dos macacos é transmitida pelo vírus:

 

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Um dos maiores escritores brasileiros faria 110 anos no dia 10 de agosto. Nascido na cidade de Itabuna, na Bahia, é considerado um dos expoentes da literatura regionalista no Brasil. Algumas de suas obras foram adaptadas para novelas, minisséries e filmes, como “Gabriela, Cravo e Canela” e “Dona Flor e Seus Dois Maridos”. Qual é o nome do escritor referenciado no texto acima?

 

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Leia a seguinte notícia retirada do site vestibular.brasilescola.uol.com.br:

“O coração de Dom Pedro I, que é conservado em um recipiente de vidro há 187 anos, foi trazido ao Brasil no dia 22 de agosto de 2022 a bordo de um jato executivo da Força Aérea Brasileira (FAB)”.

Enunciado 3324912-1

Na foto, a solenidade de chegada do coração de Dom Pedro I (Crédito imagem: Estevam Costa-PR / Agência Senado)

Crédito da Imagem: Estevam Costa-PR / Agência Senado

Quem foi Dom Pedro I?

 

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São celebrações que ocorrem no mês de novembro, EXCETO:

 

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