Foram encontradas 40 questões.
4261395
Ano: 2026
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
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Um usuário mantém seus documentos sincronizados em
um serviço de armazenamento em nuvem e acessa os
arquivos por diferentes computadores com Windows 10.
Considerando esse cenário, assinalar a alternativa CORRETA.
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4261394
Ano: 2026
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
Provas:
A confidencialidade na segurança da informação garante
que as informações:
I. Não sejam alteradas por pessoas não autorizadas.
II. Estejam disponíveis sempre que necessário.
III. Sejam acessadas apenas por pessoas autorizadas.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Não sejam alteradas por pessoas não autorizadas.
II. Estejam disponíveis sempre que necessário.
III. Sejam acessadas apenas por pessoas autorizadas.
Está CORRETO o que se afirma:
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4261393
Ano: 2026
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
Provas:
Considerando as boas práticas de segurança no que se
refere aos anexos em e-mails, analisar os itens.
I. O ideal é desativar o antivírus antes de abrir anexos para evitar falsos bloqueios.
II. Não se deve abrir anexos de remetentes desconhecidos ou inesperados sem verificar sua autenticidade.
III. Orienta-se abrir qualquer anexo recebido de e-mails institucionais, pois esses remetentes são sempre seguros.
Está CORRETO o que se afirma:
I. O ideal é desativar o antivírus antes de abrir anexos para evitar falsos bloqueios.
II. Não se deve abrir anexos de remetentes desconhecidos ou inesperados sem verificar sua autenticidade.
III. Orienta-se abrir qualquer anexo recebido de e-mails institucionais, pois esses remetentes são sempre seguros.
Está CORRETO o que se afirma:
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Assinalar a alternativa que apresenta, em ordem
cronológica, as três últimas moedas utilizadas no Brasil.
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Em um mercado, no início do expediente, o caixa recebe
R$ 750,00 para troco em cédulas de 5 e de 10 reais,
totalizando 110 cédulas. Ao todo, quantas cédulas de 10
reais ele recebeu?
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Uma fábrica produz 900 peças utilizando 6 máquinas,
trabalhando 5 horas por dia, durante 4 dias. Mantendo o
ritmo de produção, quantas peças serão produzidas
utilizando 8 máquinas, trabalhando 6 horas por dia, durante
5 dias?
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Em uma pesquisa realizada com 850 estudantes de uma
escola, constatou-se que 40% praticam algum esporte
regularmente. Desses estudantes que praticam esporte, 25%
praticam mais de uma modalidade. Quantos estudantes da
escola praticam apenas uma modalidade esportiva?
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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
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