Foram encontradas 40 questões.
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
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Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
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Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
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América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
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encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
I. Eu entreguei o envelope à minha mãe.
II. A menina sempre voltava à pé para casa.
III. Esta é a cidade à qual me refiro.
IV. Viajei para à Grécia.
Está CORRETO o que se afirma:
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
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Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
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Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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- OrtografiaProblemas da Norma CultaCessão/sessão/secção/seção
- OrtografiaProblemas da Norma CultaMal/Mau
- SemânticaParônimos e Homônimos
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
I. A cessão de cinema acabou às 16h.
II. Todos assistiram ao concerto musical.
III. O cavalo precisa de uma cela para ser montado.
IV. Meu tio é muito mau comigo.
Está CORRETO o que se afirma:
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Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
I. Maurício ficou louco em Maria
II. A legislação causou um grande impacto sobre os trabalhadores.
III. Clara terminou sua dissertação do Machado de Assis.
Está CORRETO o que se afirma:
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correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
( ) Apenas as pessoas que realizam provas de corrida correm.
( ) O mundo em que se vive atualmente acaba pressionando as pessoas, e a corrida é uma forma de aliviar essa pressão.
( ) A Maratona do Rio mobiliza grande parte da cidade.
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