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2413793 Ano: 2011
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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O estacionamento nas vias deve obedecer à sinalização, sob pena de trazer transtornos à fluidez do trânsito. A medida administrativa adotada pela autoridade de trânsito ou seus agentes ao autuar o infrator que estacionou veículo de sua propriedade afastado da calçada (meio-fio), a mais de um metro, é de:

 

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2413775 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Read the text carefully and answer question below:
WHAT MAKES A GOOD EFL TEACHER?
By Chris Soames
http://www.aussieschoolpals.com/education/what-makes-a-good-efl -teacher/
You’re probably asking this question because you are already or soon plan to be an EFL teacher. This means that you probably like working with people, that you prefer variety to routine, and that you don’t mind taking calculated risks. As a rule, Teaching English as a Foreign Language is one of the most satisfying jobs you can do because the vast majority of learners are highly-motivated. Therefore, all you need to do is try to recognise which aspect of your teaching skills needs to be used at any given time. Below are some roles an EFL teacher would play – all of which combine to make a good teacher.
This job is about getting people chatting and communicating as much as possible, so a good EFL teacher needs to be approachable and create a friendly atmosphere in which plenty of communication can take place. At times, this means you are more of an opportunity provider, making sure each class member interacts with the others. You should organise and set up activities whereby learners get to know one another and talk freely about their opinions and their lives, just as they would if they met through a mutual friend. Once they are chatting, just stand back and quietly observe; only join in when the conversation dries up. This minimizes your ‘Teacher Talking Time’ and maximizes ‘Student Talking Time’, which is one of your main goals as a teacher. (paragraph 2)
If you are new to EFL teaching, you might not feel like much of a specialist. However, because you can speak English better than your students, so you certainly have something unique and valuable to share. A good EFL teacher may not know every single rule off by heart, but, hopefully, will have some idea of where to find out a rule for the next lesson if the students want it. (paragraph 3)
Occasionally, students may have doubts related to a certain piece of grammar or grasping the meaning and usage of some vocabulary. A good EFL teacher will work out why this is an issue. For example, it could be interference from the way their L1 is organised. To tackle this, the teacher may draw a sketch to explain meaning, or might produce a good timeline which sheds light on how a particular tense, for example, works. A golden rule for awareness raising, especially at lower levels, is ‘show, don’t tell’.
Another role is that of giving advice when people ask for help and suggestions. Many students ask their teacher, “How can I learn new vocabulary?”, “How can I remember the grammar rules?” An efficient EFL instructor creates a mental resource file with some of these answers ready to go. But remember – you are not expected to be an Oracle. You can always throw the question open to the rest of the class first; then ask colleagues for their opinions and, pretty soon, you will learn a whole pool of wisdom that you can pass on to future classes. Beyond your immediate instructional goals, keep reminding your learners to take responsibility for their own learning by working out rules for themselves and infering meaning of unknown vocabulary.
The final role is related to syllabus design and procedural repertoire. Such accomplishments provide triggering to get a class moving together towards a common aim. Each lesson should have a clear goal and resources prepared to guide learners towards this goal. Good EFL teachers know where they are going with each class. They want the lesson to be fun, interesting, motivating and generally enjoyable so that effective learning takes place. They employ a variety of activities with plenty of pair and group work to encourage communication. Moreover, they make sure that all 4 skills (reading, writing, listening and speaking) are touched upon regularly and that learners develop awareness of their progress. In all, through well-prepared instruction, the teacher sets up activities followed by appropriate praise, feedback and correction.
In the construction of arguments, paragraphs may be assigned distinctive roles.
The major role of paragraphs 2 and 3 is best characterized as:
 

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2413764 Ano: 2011
Disciplina: Odontologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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A profissão de ASB é regulamentada pelo CFO através da Consolidação das Normas para Procedimentos nos Conselhos de Odontologia, publicadas no Rio de Janeiro em 1997. Segundo essas Normas, compete ao ASB:
 

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A Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2006) foi o referencial para a Educação Especial no Brasil se reestruturar sobre três eixos. Um foi a constituição de um arcabouço político e legal fundamentado na concepção de educação inclusiva; o segundo foi a institucionalização de uma política de financiamento destinada à oferta de recursos e serviços para a eliminação das barreiras no processo de escolarização; e o terceiro se instalou mais especificamente em ações pedagógicas, tais como:
 

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2413705 Ano: 2011
Disciplina: Fisioterapia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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A incapacidade de elevar ativamente o membro superior contra a gravidade pode indicar lesão extensa dos tendões do manguito rotador, sobretudo do músculo:
 

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A praça Leonor Correia, no Município de São Gonçalo, é frequentada, com assiduidade, por torcedores de uma famosa agremiação futebolística. O referido bem público tem a natureza:
 

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2413681 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Sejam P1 um polígono que possui x lados, P2 um polígono que possui y lados, e P3 um polígono que possui z lados. Sabe-se que:
I- x, y e z estão em progressão aritmética, nessa ordem
II- a soma de todas as quantidades de diagonais dos três polígonos é 90
III- a soma de todos os ângulos internos de P1, P2 e P3 é 3780°.
O valor de x + y + z é igual a:
 

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Leia o texto a seguir e responda à questão.
POR QUE O BRASILEIRO COMPRA LIVROS, MAS NÃO LÊ
Dos grandes autores, Saramago foi o mais comprado no ano que termina. Mas não terá sido o mais lido – Faulkner, Guimarães Rosa, Euclides da Cunha também tiveram mais compradores que leitores. Por quê? São autores difíceis. Difíceis em quê? Eles propõem problemas aos leitores, a começar pelo problema da forma. O leitor médio brasileiro só alcança o nível dos autores de entretenimento puro, de autoajuda ou curiosidades. Não o constato para me vangloriar, pois a cultura intelectual não confere em si qualquer superioridade.
E por que a maioria dos brasileiros compradores de livros não consegue ler autores “de proposta”, que nos fazem estranhar a realidade, usando para isso alguma criatividade formal? A primeira resposta é óbvia: o nível da educação brasileira é baixo. Assim continuará nas próximas décadas, se não reformarmos o ensino.
Uma segunda resposta é que a filosofia morreu. Filosofia, como sabe o leitor, tem muitas acepções. A mais elementar é a de sabedoria. Uma acepção mais elevada é a disciplinar, sinônima de história da filosofia: sucessão de escolas, grandes pensadores e sistemas de pensamento que nos empurravam no antigo colegial. Nesses dois sentidos, a filosofia continuará viva por muito tempo. Mas não é em qualquer deles que falo ao dizer que a filosofia morreu; e sua morte é uma razão de os leitores brasileiros não conseguirem curtir autores como Saramago. É na acepção seguinte.
A filosofia que morreu foi a arte de interpelar o mundo, a começar por si mesmo, elaborando narrativas críticas da vida. Uma crença das últimas gerações é a do presente contínuo: passado e futuro, experiência e projeto, fundamento e destino, não servem para nada. Não o constato com saudade do tempo em que as humanidades entupiam os currículos; não há nada no passado que deva ser trazido de volta.
Saramago vendeu muito, mas foi pouco lido. O português é um autor filosófico. Cada um dos seus romances propõe, sem resolver, um problema, a começar pela forma com que nos apresenta suas interpelações. É um autor difícil. Nós é que de uns anos para cá ficamos fáceis.
(Joel Rufino dos Santos, Revista Época, 28 de dezembro de 2010, com adaptações)
Dentre os problemas propostos aos leitores pelos grandes autores existe o da forma, que consiste na utilização da linguagem:
 

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2413663 Ano: 2011
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Considere a Lei Federal Nº 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) – e responda à questão.
De acordo com o artigo 21 da LDB, que trata da composição dos níveis escolares, a denominada Educação Básica é composta por:
 

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2413659 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
É POSSÍVEL “SIMPLIFICAR A LINGUAGEM CIENTÍFICA”?
Não é de hoje que várias entidades da comunidade das carreiras jurídicas articulam uma campanha que visa ao uso de uma linguagem mais simples nas peças redigidas no âmbito dos processos judiciais.
A iniciativa está longe de ser de todo desarrazoada, tendo em vista que se fundamenta, principalmente, no enraizamento de hábitos linguísticos arcaicos, os quais ainda encontram nichos de adeptos, gerando morosidade, desperdício e até mesmo perplexidade.
Não seria também privado de fundamento que se estendesse esta ideia às outras áreas de conhecimento. Assim, ao lado do “juridiquês”, também deveriam ser simplificados o “economês” e as linguagens usadas pelos médicos, contadores, engenheiros, informatas e técnicos dos mais diversos ramos.
É preciso, entretanto, que os militantes de tal ideia compreendam que há limitações e, sobretudo, risco de deturpações.
Não queremos aqui nos aprofundar no debate que, não raro, surge em torno do caráter científico do direito e de outros conhecimentos. É preciso, no entanto, rapidamente, apresentar alguns elementos caracterizadores do que se considera um conhecimento científico. A maioria dos estudos neste sentido nos diz que a ciência se caracteriza por observação, método, controle, finalidade e linguagem, entre outros.
Importante, também, no nosso contexto, notar que o caráter científico é visto como justificativa para certas características que são consenso em várias áreas – dentre elas o nosso objeto – como a seriedade com que profissionais devem ser ensinados, formados e treinados, para bem desempenhar com sucesso seu mister, na persecução de seus objetivos, que muito têm a ver com a função de alta virtude social.
Neste diapasão, a “campanha pela simplificação da linguagem jurídica” extrapola seus limites, na medida em que ameaça virar lei, obrigando inclusive ao impossível, ou seja, que as sentenças possam ser entendidas por qualquer pessoa.
Façamos uma analogia com a medicina. A bula dos remédios sofreu recentemente uma modificação segundo a qual, hoje, deve conter uma parte intitulada “informações ao paciente” continuando presentes as informações técnicas, apenas acessíveis aos profissionais. Ninguém, em sã consciência, advogaria que se retirasse da bula a informação de que o medicamento possui efeitos anticolinérgicos, simpatomiméticos e extrapiramidais, embora a população em geral não entenda tais termos. Isto por duas razões: a mediata, que consiste na ideia de que a medicina é uma ciência; e a imediata, qual seja, o fato de que para todo remédio existe um médico que o prescreveu e que tem a obrigação de explicar que efeitos são esses a seu cliente. O mesmo se diga dos diagnósticos, receitas, prontuários, etc.
Assim, a muitos causa espanto o fato de que uma pessoa leia uma sentença e não entenda se ganhou ou perdeu, mas ninguém se surpreende se essa mesma pessoa necessita de auxílio de um médico para entender um diagnóstico.
Enfim, o assunto está longe de ser tão simplório como uma “campanha de simplificação” possa dar a entender, sobretudo aos menos atentos, não excluindo destes os nossos legisladores. Uma afirmativa pode ser, entretanto, feita sem hesitação: qualquer um que tenha um problema jurídico deve ter assistência de um profissional, ainda que seja este o funcionário que atende no Juizado ou na Justiça do Trabalho. Vejam que a maioria das petições subscritas por leigos não são por estes elaboradas, o que seria equivalente, na nossa alegoria, a uma automedicação.
Do mesmo modo, é impossível que “qualquer pessoa” entenda uma sentença. Em primeiro, porque vivemos num país em que uma expressiva percentagem da população é analfabeta, semianalfabeta ou analfabeta funcional. Enfim, muitos de nós não são capazes de compreender texto algum.
Não há uma campanha pela simplificação dos textos médicos ou econômicos, embora estes, não raro, apresentem os mesmos vícios dos textos jurídicos. Este fato está a revelar um possível viés deletério de que tal campanha pode padecer, a despeito de que este não seja o objetivo de seus idealizadores.
Revista da EMERJ, v. 13, nº 51, 2010, com adaptações)
No contexto em que se inserem, as expressões “longe de ser de todo desarrazoada” e “Não seria também privado de fundamento”, de acordo com seus valores semânticos, podem ser consideradas:
 

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