Foram encontradas 20 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A remada viking e a herança cultural da Noruega
Na Copa do Mundo de 2026, a seleção da Noruega
chamou a atenção por uma comemoração que
rapidamente se tornou uma marca registrada de seus
jogadores e torcedores. Após as vitórias, os atletas se
sentavam no gramado e simulavam movimentos de
remada em perfeita sincronia, enquanto o capitão Martin ⌀degaard comandava um tambor. O gesto fazia
referência aos antigos navegadores escandinavos
conhecidos como vikings.
Os vikings eram povos originários da Escandinávia —
especialmente das regiões que hoje correspondem à
Noruega, à Suécia e à Dinamarca. Entre os séculos VIII
e XI, eles se destacaram por suas viagens marítimas,
atividades comerciais e expedições por diversas partes
da Europa e até da América do Norte.
A tecnologia naval desenvolvida por esse povo permitia
a construção de embarcações rápidas e resistentes,
capazes de navegar em mares e rios. Por isso, os navios
vikings tornaram-se símbolos de exploração, mobilidade
e expansão cultural.
Durante muito tempo, a cultura popular difundiu a
imagem dos vikings como guerreiros loiros, de olhos
azuis e pertencentes a um povo homogêneo. Entretanto,
estudos genéticos recentes demonstraram que eles
possuíam grande diversidade étnica, com ascendência
proveniente de diferentes regiões da Europa e da Ásia.
As pesquisas também indicam que a identidade viking
não dependia da origem genética, mas de um modo de
vida compartilhado. Segundo os cientistas, havia vikings
que sequer possuíam genes escandinavos, o que reforça
a ideia de que as identidades culturais são construções
históricas e sociais, frequentemente mais diversas do
que os estereótipos sugerem.
Por essa razão, a remada viking adotada pela torcida
norueguesa durante a Copa do Mundo de 2026
ultrapassa uma simples comemoração esportiva. O gesto
representa a valorização de uma herança cultural que, à
luz das pesquisas atuais, revela-se mais plural e diversa
do que tradicionalmente se imaginava.
Texto adaptado de: BBC News Brasil. "Quem eram os vikings e por
que a Noruega celebra a 'remada viking' na Copa do Mundo".
Publicado em 23 jun. 2026.
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A remada viking e a herança cultural da Noruega
Na Copa do Mundo de 2026, a seleção da Noruega
chamou a atenção por uma comemoração que
rapidamente se tornou uma marca registrada de seus
jogadores e torcedores. Após as vitórias, os atletas se
sentavam no gramado e simulavam movimentos de
remada em perfeita sincronia, enquanto o capitão Martin ⌀degaard comandava um tambor. O gesto fazia
referência aos antigos navegadores escandinavos
conhecidos como vikings.
Os vikings eram povos originários da Escandinávia —
especialmente das regiões que hoje correspondem à
Noruega, à Suécia e à Dinamarca. Entre os séculos VIII
e XI, eles se destacaram por suas viagens marítimas,
atividades comerciais e expedições por diversas partes
da Europa e até da América do Norte.
A tecnologia naval desenvolvida por esse povo permitia
a construção de embarcações rápidas e resistentes,
capazes de navegar em mares e rios. Por isso, os navios
vikings tornaram-se símbolos de exploração, mobilidade
e expansão cultural.
Durante muito tempo, a cultura popular difundiu a
imagem dos vikings como guerreiros loiros, de olhos
azuis e pertencentes a um povo homogêneo. Entretanto,
estudos genéticos recentes demonstraram que eles
possuíam grande diversidade étnica, com ascendência
proveniente de diferentes regiões da Europa e da Ásia.
As pesquisas também indicam que a identidade viking
não dependia da origem genética, mas de um modo de
vida compartilhado. Segundo os cientistas, havia vikings
que sequer possuíam genes escandinavos, o que reforça
a ideia de que as identidades culturais são construções
históricas e sociais, frequentemente mais diversas do
que os estereótipos sugerem.
Por essa razão, a remada viking adotada pela torcida
norueguesa durante a Copa do Mundo de 2026
ultrapassa uma simples comemoração esportiva. O gesto
representa a valorização de uma herança cultural que, à
luz das pesquisas atuais, revela-se mais plural e diversa
do que tradicionalmente se imaginava.
Texto adaptado de: BBC News Brasil. "Quem eram os vikings e por
que a Noruega celebra a 'remada viking' na Copa do Mundo".
Publicado em 23 jun. 2026.
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De quem são os meninos de rua?
Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu
braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo
dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo
dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
Talvez não fosse um Menino De Família, mas também
não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide.
Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da
moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá
outro se o dele for roubado por um Menino De Rua.
Menino De Rua é aquele que quando a gente passa
perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é
pivete, trombadinha, ladrão.
Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que
as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo
De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e
não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo
apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos
diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes,
portanto, das outras crianças, e excluídos das
preocupações que temos com elas. É por isso, talvez,
que, se vemos uma criança bem-vestida chorando
sozinha num shopping center ou num supermercado,
logo nos acercamos protetores, perguntando se está
perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos
uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma
caixa de chicletes na mão, engrenamos a primeira no
carro e nos afastamos pensando vagamente no seu
abandono.
Na verdade, não existem meninos de Rua. Existem
meninos na Rua. E toda vez que um menino está na rua
é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão
sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo,
durante muitos anos também são postos onde quer que
estejam. Resta ver quem os põe na rua e por quê.
Quando eu era criança, ouvi contar muitas vezes a
história de João e Maria, dois irmãos filhos de pobres
lenhadores, em cuja casa a fome chegou a um ponto em
que, não havendo mais comida nenhuma, foram levados
pelo pai ao bosque, e ali abandonados. Não creio que os
7 milhões de crianças brasileiras abandonadas
conheçam a história de João e Maria. Se conhecessem
talvez nem vissem a semelhança. Pois João e Maria
tinham uma casa de verdade, um casal de pais, roupas e
sapatos. João e Maria tinham começado a vida como
Meninos de Família, e pelas mãos do pai foram levados
ao abandono.
Quem leva nossas crianças ao abandono? Quando
dizemos "crianças abandonadas" subentendemos que
foram abandonadas pela família, pelos pais. E, embora
penalizados, circunscrevemos o problema ao âmbito
familiar, de uma família gigantesca e generalizada, à
qual não pertencemos e com a qual não queremos nos meter. Apaziguamos assim nossa consciência, enquanto
tratamos, isso sim, de cuidar amorosamente de nossos
próprios filhos, aqueles que "nos pertencem".
Mas, embora uma criança possa ser abandonada pelos
pais, ou duas ou dez crianças possam ser abandonadas
pela família, 7 milhões de crianças só podem ser
abandonadas pela coletividade. Até recentemente,
tínhamos o direito de atribuir esse abandono ao governo
e responsabilizá-Io. Mas, em tempos de Nova República,
quando queremos que os cidadãos sejam o governo, já
não podemos apenas passar adiante a responsabilidade.
A hora chegou, portanto, de irmos ao bosque, buscar as
crianças brasileiras que ali foram deixadas.
Marina Colasanti. Revista Manchete, 1986.
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De quem são os meninos de rua?
Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu
braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo
dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo
dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
Talvez não fosse um Menino De Família, mas também
não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide.
Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da
moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá
outro se o dele for roubado por um Menino De Rua.
Menino De Rua é aquele que quando a gente passa
perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é
pivete, trombadinha, ladrão.
Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que
as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo
De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e
não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo
apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos
diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes,
portanto, das outras crianças, e excluídos das
preocupações que temos com elas. É por isso, talvez,
que, se vemos uma criança bem-vestida chorando
sozinha num shopping center ou num supermercado,
logo nos acercamos protetores, perguntando se está
perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos
uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma
caixa de chicletes na mão, engrenamos a primeira no
carro e nos afastamos pensando vagamente no seu
abandono.
Na verdade, não existem meninos de Rua. Existem
meninos na Rua. E toda vez que um menino está na rua
é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão
sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo,
durante muitos anos também são postos onde quer que
estejam. Resta ver quem os põe na rua e por quê.
Quando eu era criança, ouvi contar muitas vezes a
história de João e Maria, dois irmãos filhos de pobres
lenhadores, em cuja casa a fome chegou a um ponto em
que, não havendo mais comida nenhuma, foram levados
pelo pai ao bosque, e ali abandonados. Não creio que os
7 milhões de crianças brasileiras abandonadas
conheçam a história de João e Maria. Se conhecessem
talvez nem vissem a semelhança. Pois João e Maria
tinham uma casa de verdade, um casal de pais, roupas e
sapatos. João e Maria tinham começado a vida como
Meninos de Família, e pelas mãos do pai foram levados
ao abandono.
Quem leva nossas crianças ao abandono? Quando
dizemos "crianças abandonadas" subentendemos que
foram abandonadas pela família, pelos pais. E, embora
penalizados, circunscrevemos o problema ao âmbito
familiar, de uma família gigantesca e generalizada, à
qual não pertencemos e com a qual não queremos nos meter. Apaziguamos assim nossa consciência, enquanto
tratamos, isso sim, de cuidar amorosamente de nossos
próprios filhos, aqueles que "nos pertencem".
Mas, embora uma criança possa ser abandonada pelos
pais, ou duas ou dez crianças possam ser abandonadas
pela família, 7 milhões de crianças só podem ser
abandonadas pela coletividade. Até recentemente,
tínhamos o direito de atribuir esse abandono ao governo
e responsabilizá-Io. Mas, em tempos de Nova República,
quando queremos que os cidadãos sejam o governo, já
não podemos apenas passar adiante a responsabilidade.
A hora chegou, portanto, de irmos ao bosque, buscar as
crianças brasileiras que ali foram deixadas.
Marina Colasanti. Revista Manchete, 1986.
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4226178
Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
De acordo com o art. 19, §§ 1º e 2º, da Lei Orgânica do
Município de São Miguel do Oeste (SC), a estabilidade
do servidor público constitui garantia destinada à
proteção da relação funcional, estabelecendo hipóteses
específicas para a perda do cargo e consequências
jurídicas decorrentes da invalidação da demissão.
Considerando as disposições desses parágrafos, analise
as assertivas a seguir:
I.O servidor público estável poderá perder o cargo mediante sentença judicial transitada em julgado ou por processo administrativo que lhe assegure ampla defesa.
II.A perda do cargo do servidor estável pode ocorrer por decisão administrativa sumária, independentemente de procedimento formal.
III.Invalidada judicialmente a demissão do servidor estável, este será reintegrado ao cargo anteriormente ocupado.
IV.O eventual ocupante da vaga poderá ser reconduzido ao cargo de origem, aproveitado em outro cargo ou colocado em disponibilidade, conforme o caso.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.O servidor público estável poderá perder o cargo mediante sentença judicial transitada em julgado ou por processo administrativo que lhe assegure ampla defesa.
II.A perda do cargo do servidor estável pode ocorrer por decisão administrativa sumária, independentemente de procedimento formal.
III.Invalidada judicialmente a demissão do servidor estável, este será reintegrado ao cargo anteriormente ocupado.
IV.O eventual ocupante da vaga poderá ser reconduzido ao cargo de origem, aproveitado em outro cargo ou colocado em disponibilidade, conforme o caso.
Está CORRETO o que se afirma em:
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4226177
Ano: 2026
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (Lei nº
15.211/25) estabelece diretrizes voltadas à proteção de
crianças e adolescentes no ambiente digital, definindo
responsabilidades e o alcance de suas disposições.
Sobre este tema, analise as assertivas abaixo e
classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) A proteção da criança e do adolescente no ambiente digital é tratada como responsabilidade compartilhada entre diferentes atores sociais.
( ) A lei alcança produtos e serviços de tecnologia da informação que possam ser acessados por crianças e adolescentes.
( ) A aplicação da lei está condicionada ao local onde se encontra a sede da empresa que oferece o serviço digital.
( ) O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente foi criado para atualizar a proteção desse público diante dos desafios decorrentes do avanço das tecnologias.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
( ) A proteção da criança e do adolescente no ambiente digital é tratada como responsabilidade compartilhada entre diferentes atores sociais.
( ) A lei alcança produtos e serviços de tecnologia da informação que possam ser acessados por crianças e adolescentes.
( ) A aplicação da lei está condicionada ao local onde se encontra a sede da empresa que oferece o serviço digital.
( ) O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente foi criado para atualizar a proteção desse público diante dos desafios decorrentes do avanço das tecnologias.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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O território de São Miguel do Oeste/SC possui limites
com diferentes municípios da região Extremo Oeste de
Santa Catarina. Considerando as divisas territoriais do
município, relacione corretamente a Coluna I à Coluna II.
Coluna I
I.Sul
II.Leste
III.Oeste
IV.Norte
Coluna II
A.Bandeirante e Paraíso
B.Descanso
C.Guaraciaba
D.Barra Bonita, Romelândia e Flor do Sertão
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Coluna I
I.Sul
II.Leste
III.Oeste
IV.Norte
Coluna II
A.Bandeirante e Paraíso
B.Descanso
C.Guaraciaba
D.Barra Bonita, Romelândia e Flor do Sertão
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
Leia atentamente as afirmativas a seguir e identifique em
quais delas há a presença de uma oração subordinada
substantiva completiva nominal.
I.A comissão manifestou a convicção de que o projeto atenderia aos requisitos previstos no edital.
II.Os pesquisadores afirmaram que os resultados seriam divulgados ao término da investigação.
III.O diretor declarou que os documentos seriam encaminhados ao setor competente ainda naquele dia.
IV.Os servidores demonstraram necessidade de que novas medidas fossem adotadas pela administração.
V.A equipe permaneceu confiante de que a proposta seria aprovada pelo conselho universitário.
Assinale a alternativa que apresenta todas as afirmativas em que há oração subordinada substantiva completiva nominal.
I.A comissão manifestou a convicção de que o projeto atenderia aos requisitos previstos no edital.
II.Os pesquisadores afirmaram que os resultados seriam divulgados ao término da investigação.
III.O diretor declarou que os documentos seriam encaminhados ao setor competente ainda naquele dia.
IV.Os servidores demonstraram necessidade de que novas medidas fossem adotadas pela administração.
V.A equipe permaneceu confiante de que a proposta seria aprovada pelo conselho universitário.
Assinale a alternativa que apresenta todas as afirmativas em que há oração subordinada substantiva completiva nominal.
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Os vícios de linguagem são desvios que comprometem a
adequação da comunicação em relação à norma-padrão
da língua portuguesa. Analise a oração a seguir:
"Os estudantes foram no laboratório para concluir a atividade prática prevista no cronograma da disciplina."
Assinale a alternativa que identifica corretamente o vício de linguagem presente.
"Os estudantes foram no laboratório para concluir a atividade prática prevista no cronograma da disciplina."
Assinale a alternativa que identifica corretamente o vício de linguagem presente.
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Assinale a alternativa em que a regência verbal está
correta.
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