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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
I. O texto utiliza a estratégia de argumentação por autoridade ao citar explicitamente os pensamentos de Bertrand Russell, Mario Sergio Cortella e Paulo Freire para conferir credibilidade cientíÍica à tese defendida.
II. Em Essa perspectiva desafia as práticas bancárias, no quinto parágrafo, o pronome demonstrativo Essa realiza uma coesão referencial, antecipando uma ideia que só será explicada no parágrafo seguinte.
III. A ideia principal do texto é demonstrar a superioridade historica das propostas pedagogicas de '1932 sobre as metodologias do século XXI.
Está CORRETO o que se afirma em
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Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
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Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
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Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
(1ª parte) O texto defende que os objetivos da educação contemporânea e suas metodologias passam por transformações velozes, um fenômeno que não encontra precedentes históricos na literatura pedagógica.
(2ª parte) Infere-se do texto que a inclinação de um sistema de enstno por uma determinada corrente pedagogica reflete as forças políticas, econômicas e culturaís que domtnam aquela socíedade.
(3ªparte) Uma educação estritamente instrumentalizada para o mercado corporativo atua, segundo a análise do texto, como um vetor de alienação do sujeito.
Pode-se afirmar que:
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Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
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Visando otimizar a infraestrutura operacional
e elevar o bem-estar da equipe, determinada Secretaria
Municipal de Agricultura adquiriu novos implementos
agrícolas, modificando as condições materiais de trabalho
e o maquinário utilizado pelos operadores funcionais.
Considerando os modelos teóricos que analisam o
comportamento humano nas organizações, essa alteração
promovida no ambiente físico e nas ferramentas de
trabalho associa-se diretamente à:
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Considere o seguinte dispositivo da Lei nº
14.133/2021.
Art. 31. O leilão poderá ser cometido a leiloeiro oficial ou a servidor designado pela autoridade competente da Administração, e regulamento deverá dispor sobre seus procedimentos operacionais.
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE quais Poderes Administrativos devem ser exercidos para que esse dispositivo legal seja, efetivamente, aplicado.
Art. 31. O leilão poderá ser cometido a leiloeiro oficial ou a servidor designado pela autoridade competente da Administração, e regulamento deverá dispor sobre seus procedimentos operacionais.
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE quais Poderes Administrativos devem ser exercidos para que esse dispositivo legal seja, efetivamente, aplicado.
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- Atos AdministrativosFundamentos: Ato Administrativo
- Atos AdministrativosEficácia do Ato Administrativo
Completados todos os requisitos legais para
a sua inativação voluntária, um Agente Administrativo
obteve a expedição do correspondente ato de concessão
de aposentadoria pelo Prefeito, cuja eficácia plena e
aperfeiçoamento jurídico dependem da posterior
apreciação e registro perante o respectivo órgão de
controle externo. Considerando a doutrina e a
jurisprudência sobre aposentadoria e sobre a classificação
dos atos administrativos, afirma-se CORRETAMENTE que
a manifestação de vontade descrita caracteriza-se como
um ato:
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- Lei de Responsabilidade FiscalDívida e Endividamento (arts. 29 ao 42)Operações de Crédito (arts. 32 ao 39)
- Fiscalização, Controle Interno e Externo da Execução Orçamentária
Segundo a Lei Complementar no 101/2000
(Lei de Responsabilidade Fiscal), a Antecipação de Receita
Orçamentária (ARO) é uma modalidade de operação de
crédito por parte do poder público, contratada mediante
condições específicas, e destina-se a:
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A inelegibilidade é o impedimento legal ao
exercício do direito de ser votado, impossibilitando o
cidadão de concorrer a cargos eletivos em eleições. Ela
atua como uma restrição temporária à capacidade
eleitoral passiva, sem retirar do indivíduo o direito de
votar. Considerando as disposições da Lei n" 8.429/1992
(Lei de Improbidade Administrativa), e CORRETO afirmar
que a inelegibilidade:
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