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Foram encontradas 525 questões.

575992 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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O ensino fundamental, uma etapa da Educação Básica, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96), terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:
I. o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
II. a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade e a religião.
III. o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores.
IV. o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico.
Assinale a alternativa correta.
 

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575981 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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A vacina BCG deve ter sua administração adiada quando a criança nasce com seu peso inferior a:
 

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575979 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Sobre a população economicamente ativa no Brasil, assinale a alternativa correta:
 

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Antoni Zabala (1998) em seu livro “A prática educativa”, faz um importante debate sobre os conteúdos e as metodologias dos livros didáticos.
Para o autor, todas os itens abaixo são verdadeiros, EXCETO:
 

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575945 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Ao atender um paciente vítima de um acidente que encontra-se com ferida aberta e apresenta hemorragia. Quanto aos cuidados que esse paciente deve receber. Assinale a alternativa incorreta.
 

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575936 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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A expectativa média de vida se amplia de tal forma que a grande parte da população ativa atual tem a probabilidade de alcançar a velhice.
Sobre a saúde do idoso, marque a alternativa incorreta:
 

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575931 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Cenas brasileiras
Desprezados, doentes e com medo
(Malvistos pela população e caçados pelos criminosos,
os policiais militares do Rio de Janeiro estão abalados
como soldados em guerras e mais suscetíveis a cometer
erros fatais)
Todos os dias, na hora de sair de casa para o trabalho, Bianca Silva ouve o apelo da filha, Maria, de 9 anos. “Mamãe, você vai morrer?”, diz Maria, que invariavelmente, chora e abraça forte a mãe. “Por que você não escolhe outra profissão?” Bianca é capitã da Polícia Militar do Rio de Janeiro e, desde setembro de 2014, é toda a família que Maria tem. O pai, o capitão da PM Uanderson Silva, foi morto aos 34 anos durante um confronto com traficantes no Complexo Alemão.
Comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília, a mais violenta entre as favelas incluídas no programa, Uanderson foi morto pela bala de um de seus soldados ao ficar no meio do fogo cruzado. Bianca passeava em um shopping quando recebeu a notícia de que o marido havia sido baleado. Antes de ir ao hospital, passou no batalhão para trocar o vestido pela farda, temendo que o ciumento Uanderson reprovasse o traje de passeio. Uanderson morreu antes que ela pudesse vê-lo. “Os danos psicológicos são inevitáveis”, diz Bianca. “O tempo inteiro só convivemos com o medo de morrer.” Bianca não cogita desistir da profissão, apesar da tristeza da filha, que toma tranquilizantes e é acompanhada por psiquiatras da Polícia Militar.
Bianca e Uanderson se conheceram na academia de formação de oficiais da PM do Rio de Janeiro e trabalhavam na mesma região. Só no primeiro semestre do ano passado, policiais das UPPs do Complexo do Alemão e da Penha estiveram envolvidos em 260 tiroteios, mais de um por dia. Na favela Nova Brasília, o clima entre policiais e moradores é de animosidade. A polícia é tratada como mais um inimigo, não um aliado.
Para amainar a situação, no passado Bianca considerou criar um programa de distribuição de presentes no Dia das Crianças. Mas o projeto minguou, segundo ela, pela resistência da população local. “Sentia o medo das crianças em falar comigo”, diz. “Elas crescem com a visão de que o policial é violento.”
É comum entre os PMs a percepção de que a população sente medo, repulsa e até desprezo por eles, como mostra a pesquisa  UPPs: o que  pensam os policiais, feita recentemente pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes. Para a maioria dos policiais entrevistados, os sentimentos dos moradores em relação a eles são de ódio, raiva, aversão, desconfiança, resistência e medo. O cabo Rodrigo Cunha sentiu isso nas vielas do Morro São Carlos, onde uma UPP foi instalada em 2011. “Existem lugares em que o Estado está lá de intruso.”, diz. “Você dá bom dia à criança e a mãe vem correndo levá-la embora. ‘Não fala com polícia.’ Acham que seria melhor se não estivéssemos lá.” Comerciantes se recusavam a vender garrafas de água a Rodrigo e moradores cuspiam no chão quando ele e os colegas passavam.
Barbaridades cometidas por alguns PMs ao longo dos anos, como tortura, agressões, execuções de inocentes e fraudes para camuflar assassinos a sanguefrio, criaram essa rejeição em parte da população. Para ficar em um exemplo rumoroso, desde julho de 2013 não se sabe o que aconteceu ao pedreiro Amarildo, que desapareceu depois de ser levado para a sede da UPP da Rocinha. Vinte e cinco policiais da unidade são acusados de participar da tortura, morte e do sumiço do corpo. Chagas como essa não apenas não cicatrizam, como contaminam a rotina dos policiais que trabalham direito. Entrevistamos militares, levantamos estatísticas e tivemos acesso a pesquisas inéditas sobre a situaçãolimite em que vivem os policiais do Rio de Janeiro. Os policiais têm índices piores que a média da população de doenças causadas por sedentarismo, sentem-se desanimados, com medo, e usam álcool, remédios e drogas. Os policiais sabem que são malvistos, sentem-se ameaçados e têm muito, muito medo de morrer – justamente por serem policiais.
(...)
“Coloque-se no meu lugar e imagine ver a pessoa que você mais ama tendo de trocar sua fralda.”, diz o soldado Alexsandro Fávaro, de 35 anos, referindo-se à mulher, Lígia, sua companheira há 17 anos. Na cadeira de rodas, Fávaro se lembra de seu início na UPP.
“Moradores nos aplaudiam e gritavam palavras de apoio”, recorda. Mas ele logo percebeu que os aplausos eram só uma forma de alertar os traficantes sobre a patrulha.
Fávaro usava estratégias inusitadas. Banhou em ouro o anel de prata com a imagem de São Jorge, pois exibir joias reluzentes é uma característica dos policiais corruptos, os “arregados”, que recebem propina de traficantes. Fazendo-se passar por um deles, Fávaro conseguiu se aproximar de criminosos e prendê-los. Em uma investigação, descobriu uma passagem secreta dos traficantes, ao lado de um bar numa das principais ruas do Morro do Fogueteiro. Num sábado, Fávaro e sete policiais montaram uma operação para prender os bandidos, mas foram surpreendidos por 15 homens armados com fuzis, em um beco estreito, sem ter para onde correr. Ele havia passado o fuzil para um colega e tinha nas mãos apenas uma escopeta com balas de borracha. Sacou a pistola, mas, já ferido, caiu no chão.
“Quem chegaria primeiro aonde eu estava caído: minha equipe ou os bandidos?” Os policiais o alcançaram antes, mas um dos tiros atingira sua garganta e saíra pelo pescoço, rompendo-lhe as vértebras.
A PM tem 95 psicólogos que atendem policiais em 26 dos 45 batalhões fluminenses. Em 2014 foram 25 mil consultas, e a corporação pretende contratar mais profissionais em 2016 para atender seus 47 mil policiais.
Os médicos e psicólogos trabalham de branco e pedem aos policiais que “troquem a ‘fantasia’ de Super-Homem pela de Clark Kent”, como explica a major médica Rosana Cardoso. Coletes à prova de balas, armas e até a gandola (a camisa da fard a ficam na antessala do consultório dos psicólogos, e, em casos mais graves, dos psiquiatras. Mas nem todos conseguem: um cabo do 41º Batalhão sob atendimento psicológico disse que não consegue acesso ao psiquiatra – carência admitida pela corporação. “Quase morri em tiroteio e o comandante nem me agradeceu”, diz outro policial. “Estou pedindo de joelhos para sair da rua.” Atualmente, 6% dos PMs estão afastados das ruas por problemas de saúde física ou mental. “Policiais não são máquinas de produzir segurança. Sua jornada é exercida em condições adversas e extenuantes. A impossibilidade de expressar e ver acolhido seu sofrimento se transforma em adoecimentos, disfunções cardíacas, insônia, irritação, depressão e outros agravos físicos e mentais.”, afirma, em artigo da Fiocruz, a pesquisadora Cecília Minayo. Obviamente, pessoas nesse estado não estão em condições de cumprir a contento a missão de proteger milhões de cidadãos.
Texto escrito por Hudson Corrêa e Raphael Gomide. 
Revista Época, edição de 01 de fevereiro de 2016, n 920, 
São Paulo, Capital.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com o texto:
 

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575929 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Sobre as teorias piajetianas, indique a alternativa que contém apenas características típicas da fase pré-operatória:
 

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575922 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Assinale a alternativa correta, na ordem de prioridades quais são os cuidados imediatos do recém-nascido?
 

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575912 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Em relação a produção artística na Idade Média destacamos os estilos Bizantino, Românico e Gótico.
É característica da arte nesse período, respectivamente:
 

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