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Foram encontradas 525 questões.

576115 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB

A Constituição Federal de 1988 traz como um dos seus objetivos fundamentais “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação” (art. 3º, inciso IV). Define, no artigo 205, a educação como um direito de todos, garantindo o pleno desenvolvimento da pessoa, o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho. Assinale a alternativa correta:

 

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576111 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Em caso de acidente em que o paciente corre risco de morte, o que não se deve fazer:
 

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576092 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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São funções específicas da vigilância epidemiológica EXCETO:
 

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576084 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Provas:
Uma língua, duas ortografias
Pode-se dizer que, embora as ortografias portuguesa e brasileira sigam uma orientação semelhante (baseadas nas propostas de Gonçalves
Viana), não há uniformidade: cada país segue normas próprias.
O fato de existirem duas grafias oficiais da língua acarreta problemas na redação de documentos em tratativas internacionais e na publicação de obras de interesse público. Esse problema tornou-se ainda mais agudo a partir de 1975, com a independência política de São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola, Moçambique e, muito recentemente, Timor-Leste, excolônias do Ultramar português. Ampliou-se para oito, portanto, o número de países que têm o português como língua oficial (em Timor-Leste há uma segunda língua oficial, o tétum, mais falada que o português), formando uma comunidade que já passa de 230 milhões de pessoas em quatro continentes.
Qualquer língua em uso está sujeita a variações fonéticas, morfológicas, sintáticas, vocabulares. É natural, portanto, que, sendo falada por uma população tão grande, dispersa por localidades tão diversas, a língua portuguesa apresente diferenças razoáveis entre as variedades brasileira, europeia e africana. Sua escrita segue hoje dois sistemas ortográficos: o do Brasil e o de Portugal, adotado nos demais países. Por serem de base predominantemente fonética, esses dois modelos não poderiam deixar de refletir a diferença entre as duas bem conhecidas normas de pronúncia.
Estes países estão convencidos, porém, de que a inexistência de uma ortografia oficial comum cria não apenas dificuldades de natureza linguística, mas também de natureza política e pedagógica. Daí o esforço que os une pela efetivação do novo Acordo.
A unificação da ortografia – é oportuno lembrar – não implica a uniformização ou unificação da língua em qualquer de seus aspectos (vocabulário, construção gramatical, pronúncia). As variedades de uso fazem parte da língua e jamais estão sujeitas aos efeitos de atos normativos emanados de qualquer autoridade pública. E mesmo no âmbito do Acordo Ortográfico, embora as regras ortográficas sejam as mesmas para todos os países que o assinam, passa-se a admitir, em certos casos, duas grafias correspondentes à diferença das normas cultas de pronúncia do português.
(...)
Qualquer língua expressa a cultura da comunidade que a fala, transmitindo-a através das gerações e fazendo-a circular no seio dessa comunidade. Por desempenhar tão ampla função, a língua é considerada um autêntico alicerce da estrutura social: além de sua utilidade mais óbvia como instrumento cotidiano das interações humanas, ela possibilita a construção de conhecimentos e sua armazenagem em arquivos sonoros ou impressos para uso na ciência, na educação, na literatura, no direito, na religião, no lazer, na administração pública etc. No desempenho dessa função cultural universalista e integradora, em que sobressai como meio de alcançar e de transmitir o conhecimento, a língua perde muito daquela espontaneidade típica da comunicação face a face. É nesse patamar, contudo, que atua a escrita, recurso essencial de expressão de todos os meios gráficos de circulação do conhecimento e da informação: jornais, revistas, boletins, cartazes, leis, enciclopédias, livros em geral. Como discurso ou estilo, é natural que essa escrita revele diferenças regionais, individuais ou profissionais, mas como representação gráfica é necessário que o leitor reconheça em cada forma escrita a mesma palavra, aquela forma que, mesmo sendo desconhecida, se encontra registrada sob a mesma grafia em um dicionário.
(...)
A ortografia de uma língua consiste na padronização da forma gráfica de suas palavras para o fim de uma intercomunicação social universalista, e só em casos excepcionais são admitidas duas grafias para uma mesma palavra. Pela tradição brasileira, as normas ortográficas, ordinariamente propostas por comissões de especialistas e aprovadas pelo Congresso Nacional, entram em vigor por ato do poder executivo federal.
Portanto, compete ao poder público oficializar mudanças nas convenções ortográficas, mais tais alterações não significam mudanças linguísticas, já que, por mais que se possa refletir em parte o sistema de sons da língua, a ortografia não faz parte desse sistema. Unificação ortográfica nada tem a ver com uniformização da língua.
As línguas são como são em virtude do uso que seus falantes fazem dela, e não de acordos de grupos ou de decretos do governo.
Escrevendo pela nova ortografia: como usar as regras do novo acordo ortográfico da língua portuguesa /
Instituto Antônio Houaiss / coordenação e assistência de José Carlos Azeredo. – São Paulo: Publifolha, 2013
Marque a alternativa INCORRETA, de acordo com o texto:
 

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576066 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Judia, fingi ser antissemita para fugir do Holocausto
Já era noite quando os soldados alemães chegaram ao Gueto de Varsóvia, uma espécie de fortaleza, ou prisão, onde ficavam as famílias de judeus poloneses durante a Segunda Guerra Mundial. Do lado de fora dos muros, estavam os poloneses cristãos. Ao oficial que ficava na entrada do Gueto, os soldados nazistas deram o nome de uma família. Alguém fizera uma denúncia. E os soldados não precisavam de uma razão para matar judeus. O oficial abriu o livro de registros, encontrou o endereço e repassou aos soldados. Os soldados levaram aquela família inteira para uma ponte. Mataram todos. O sobrenome daquela família era muito parecido com o nosso. Não sabíamos se os soldados procuravam por aquela família ou se o oficial da entrada do Gueto entendeu o nome errado e os mandou para outro endereço. Os mortos poderíamos ser nós.
A notícia chegou na manhã seguinte. Se minha memória embaralha a sequência dos acontecimentos, não há sombras sobre os momentos marcantes que vivi no Holocausto. Naquele dia de 1942, meu avô, um polonês muito culto, recebeu uma carta de anistia dos alemães. A mensagem dizia que seríamos perdoados – com direito até a vale-alimentação -, caso saíssemos do Gueto. Meu avô depositou um longo olhar naquele pedaço de papel antes de falar com minha avó. Fingi estar brincado, mas prestei atenção em cada palavra.
Meu avô aceitou a proposta dos nazistas. Retornaria à cidade onde nasci, Sokolov. Minha avó, chorando, disse que era uma armadilha preparada pelos alemães. Tinha certeza de que seriam mortos no regresso. Vovô respondeu que já estavam velhos, e não era justo dificultar a fuga dos filhos. Era melhor que partissem.
Minha mãe, a filha mais velha e viúva (meu pai faleceu em decorrência de uma pneumonia), decidiu acompanhá-los. Impôs aos irmãos uma única condição: que me mantivessem viva. Abracei minha mãe e implorei para que ela ficasse. Minha última lembrança é ver minha mãe empurrando, sutilmente, a maleta dela para baixo da mesa de centro. Ninguém percebeu, só eu. Minha mãe sabia que ia morrer. Quando minha tia avistou a maleta, disse: “Sua mãe só sabe chorar, olha o que ela esqueceu.”
Não tínhamos outra escolha senão fugir. Como era fácil desconfiarem de uma família dizimada como a nossa, meus tios se encarregaram de providenciar um novo passado para nós quatro – eu, minha tia solteira, meu tio viúvo e o filho dele. Meus tios, que eram irmãos, fingiriam ser um casal. Na história, a esposa do meu tio faleceu em decorrência de pneumonia – o que aconteceu na vida real. Diante da morte da esposa, meu tio se casou com a irmã mais nova da falecida. Eu era a filha do primeiro casamento. Meu primo, do segundo.
Por muito dinheiro, meu tio comprou documentos falsos, com nomes de poloneses mortos, para ele e minha tia.
Depois, pediu ajuda a um fazendeiro conhecido nosso – e respeitado pelos poloneses cristãos – para fugir. Antes de partir, soubemos por um rapaz que conseguiu escapar de um campo de concentração que meus avós e minha mãe tinham sido exterminados na cidade de Treblinkla. (...)
Desembarquei no Brasil com 17 ou 18 anos.
Desde então, moro na cidade de São Paulo. Casei com Francisco Gotthilf, um polonês conhecido como o apresentador do programa Mosaico na TV. Idealizado por Francisco, o programa, destinado à comunidade judaica, foi ao ar em 1961. Entrou para o Guinness, o livro dos recordes, como o programa mais antigo da televisão brasileira (está no ar hoje pela TV Aberta São Paulo).
Tenho 85 anos, três filhos, sete netos e dois bisnetos. Francisco faleceu há quatro anos. Ele nem imaginava que eu seria capaz de contar minha história sem chorar. Para voltar à Polônia e visitar à casa de meu avô, que deu a vida por mim, amealhei coragem por 30 anos. Já se passaram sete décadas, e eu ainda preciso me proteger dessas lembranças, mas não posso levá-las guardadas comigo. O mundo precisa saber o que aconteceu. Nós, sobreviventes, precisamos encontrar uma maneira de romper o silêncio que nos impusemos.
Minha estratégia, que estou estreando com você, é contar como se estivesse narrando a trajetória de uma vizinha. De outra maneira, essa conversa não seria possível.
Artigo escrito por Rachela Gotthilf, na Revista Época, edição de 
25 de janeiro de 2016, n 919, São Paulo, Capital.
Qual a palavra que melhor pode sugerir o tom predominante do texto?
 

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576065 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Sobre a História da educação inclusiva brasileira, analise as afirmativas a seguir:
I. A partir de meados do século XX, com a intensificação dos movimentos sociais de luta contra todas as formas de discriminação que impedem o exercício da cidadania das pessoas com deficiência, emerge, em nível mundial, a defesa de uma sociedade inclusiva.
II. No decorrer do período histórico, fortalece-se a crítica às práticas de categorização e segregação de estudantes encaminhados para ambientes especiais, que conduzem, também, ao questionamento dos modelos homogeneizadores de ensino e de aprendizagem, geradores de exclusão nos espaços escolares.
III. Na busca de enfrentar esse desafio e construir projetos capazes de superar os processos históricos de exclusão, a Conferência Mundial de Educação para Todos, Jomtien/1990, chama a atenção dos países para os altos índices de crianças, adolescentes e jovens sem escolarização, tendo como objetivo promover as transformações nos sistemas de ensino para assegurar o acesso e a permanência de todos na escola.
IV. No contexto do movimento político para o alcance das metas de educação para todos, a Conferência Mundial de Necessidades Educativas Especiais:
Acesso e Qualidade, realizada pela UNESCO em 1994, propõe aprofundar a discussão, problematizando os aspectos acerca da escola não
acessível a todos estudantes.
 

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Existe uma estreita relação entre a Psicologia e a Pedagogia. Na organização da ação docente perpassa teorias, abordagens e pressupostos da Psicologia, e desse diálogo surgem concepções e metodologias que interferem nos processos de ensino e aprendizagem e no contexto educacional como um todo. Nesse sentido, relacione as teorias da aprendizagem que seguem, com suas respectivas características:
1. Comportamentalismo ou Behaviorismo
2. Humanismo
3. Cognitivismo
4. Teoria histórico-cultural ou sócio histórica
5. Inteligências múltiplas
6. Psicologia genética ou concepção dialética do desenvolvimento infantil
(  ) O papel do professor assemelha-se ao do terapeuta, no sentido de ser um facilitador do processo de crescimento pessoal e auto realização.
(  ) A metodologia usada é a diretiva. Utiliza a instrução programada, o treinamento, a memorização e a repetição.
(  ) Desenvolveu estudos para compreender a relação entre o processo de mediação e o desenvolvimento das funções psicológicas superiores.
(  ) O ser humano é geneticamente social. Propõe o estudo integrado do desenvolvimento, da atividade infantil que inclui a afetividade, motricidade e inteligência
(  ) Contrapondo-se à ideia de que a inteligência é algo único e mensurável apenas por um teste de Quociente de Inteligência (QI), propõe que a inteligência seja compreendida como multifacetada, composta por várias competências, dentro de uma visão pluralista.
(  ) A aprendizagem é resultado da relação do sujeito com o mundo externo, que tem consequência no plano da organização interna do conhecimento, no processamento de informações, na construção dos estilos de pensamento, na tomada de decisão entre outros processos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
 

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576053 Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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“No plano da invenção ficcional e poética, o primeiro reflexo sensível é a descida de tom no modo de o escritor relacionar-se com a matéria de sua obra. O liame que se estabelecia entre o autor romântico e o mundo estava afetado por uma série de mitos idealizantes: a natureza-mãe, a natureza refúgio, o amor-fatalidade, a mulher-diva, o herói-prometeu, sem falar na aura que cingia alguns ídolos como a “Nação”, a “Pátria”, a “Tradição”, etc. O romântico não teme as desmasias do sentimento nem os riscos da ênfase patriótica; nem falseia de propósito a realidade, como anacronicamente se poderia hoje inferir: é a sua forma mental que está saturada de projeções e identificações violentas, resultando-lhe natural a mitização dos temas que escolhe. Ora, é esse complexo ideo-afetivo que vai cedendo a um processo de crítica na literatura dita “realista”. Há um esforço, por parte do escritor antirromântico, de acercar-se impessoalmente dos objetos, das pessoas. E uma sede de objetividade que responda aos métodos científicos cada vez mais exatos nas últimas décadas do século.”
Podemos considerar, de forma generalizada, que o texto evidencia uma ambivalência composta por duas escolas literárias de nossa literatura. Marque a opção que dispõe as duas escolas que compõem essa ambivalência, observando o plano de precedência cronológica:
 

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576051 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Provas:
O cajueiro
O cajueiro já devia ser velho quando nasci. Ele vive nas antigas recordações de minha infância; belo, imenso, no alto do morro, atrás de casa. Agora vem uma carta dizendo que ele caiu.
Eu me lembro do outro cajueiro que era menor, e morreu há muito mais tempo. Eu me lembro dos pés de pinha, do cajá-manga, da grande touceira de espadas-de-são-jorge (que nós chamávamos simplesmente “tala”) e da alta saboneteira que era nossa alegria e a cobiça de toda a meninada do bairro porque fornecia centenas de bolas pretas para o jogo de gude. Lembro-me da tamareira, e de alguns arbustos e folhagens coloridas, lembro-me da parreira que cobria o caramanchão, e dos canteiros de flores humildes, “beijos”, violetas. Tudo sumira; mas o grande pé de fruta-pão ao lado de casa e o imenso cajueiro lá no alto eram como árvores sagradas protegendo a família. Cada menino que ia crescendo ia aprendendo o jeito de seu tronco, a cica de seu fruto, o lugar melhor para apoiar o pé e subir pelo cajueiro acima, ver de lá o telhado das casas do outro lado e os morros além, sentir o leve balanceio na brisa da tarde.
No último verão ainda o vi; estava como sempre carregado de frutos amarelos, trêmulo de sanhaços. Chovera; mas assim mesmo fiz questão de que Carybé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras terras um parente muito querido.
A carta de minha irmã mais moça diz que ele caiu numa tarde de ventania, num fragor tremendo pela ribanceira; e caiu meio de lado, como se não quisesse quebrar o telhado de nossa velha casa. Diz que passou o dia abatida, pensando em nossa mãe, em nosso pai, em nossos irmãos que já morreram. Diz que seus filhos pequenos se assustaram; mas depois foram brincar nos galhos tombados.
Foi agora, em fins de setembro. Estava carregado de flores.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas / Rubem Braga.
– 26ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2006.
Releia o trecho e responda: “Chovera; mas assim mesmo fiz questão de que Carybé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras terras um parente muito querido.” A que (quem) se refere tal elemento destacado?
 

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576029 Ano: 2015
Disciplina: Educação Artística
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Os gregos são comerciantes do mar. Na suacivilização a democracia, a retórica, a arte e a filosofia floresceram e influenciaram várias culturas.
Em relação à produção artística é VERDADE afirmar que:
 

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