Magna Concursos

Foram encontradas 460 questões.

No Texto 1, de autoria do ilustrador Savron, podemos observar a caricatura de dois participantes da 22ª edição do programa Big Brother Brasil, em um recorte de um momento que chamou a atenção dos telespectadores, por conta do viés humorístico. O Texto 2, por sua vez, traz a definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Sua leitura é necessária para responder as questões de 1 a 5:

TEXTO 1:

Enunciado 3988987-1

Fonte: https://www.instagram.com/savron/

TEXTO 2:

“Segmento ou fragmento de HQs, geralmente com três ou quatro quadrinhos, apresenta um texto sincrético que alia o verbal e o visual no mesmo enunciado e sob a mesma enunciação. Circula em jornais ou revistas, numa só faixa horizontal de mais ou menos 14 cm x 4 cm, em geral, na seção “Quadrinhos” do caderno de diversões, amenidades ou também conhecido como recreativo, onde se podem encontrar Cruzadas, Horóscopo, HQs, etc.”.

Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

Ainda sobre o Texto 1, podemos afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

No Texto 1, de autoria do ilustrador Savron, podemos observar a caricatura de dois participantes da 22ª edição do programa Big Brother Brasil, em um recorte de um momento que chamou a atenção dos telespectadores, por conta do viés humorístico. O Texto 2, por sua vez, traz a definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Sua leitura é necessária para responder as questões de 1 a 5:

TEXTO 1:

Enunciado 3988986-1

Fonte: https://www.instagram.com/savron/

TEXTO 2:

“Segmento ou fragmento de HQs, geralmente com três ou quatro quadrinhos, apresenta um texto sincrético que alia o verbal e o visual no mesmo enunciado e sob a mesma enunciação. Circula em jornais ou revistas, numa só faixa horizontal de mais ou menos 14 cm x 4 cm, em geral, na seção “Quadrinhos” do caderno de diversões, amenidades ou também conhecido como recreativo, onde se podem encontrar Cruzadas, Horóscopo, HQs, etc.”.

Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

A palavra “soin”, utilizada pela personagem no segundo quadrinho para definir um primata da família Callitrichidae, permite-nos perceber uma variação linguística caracterizada por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

No Texto 1, de autoria do ilustrador Savron, podemos observar a caricatura de dois participantes da 22ª edição do programa Big Brother Brasil, em um recorte de um momento que chamou a atenção dos telespectadores, por conta do viés humorístico. O Texto 2, por sua vez, traz a definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Sua leitura é necessária para responder as questões de 1 a 5:

TEXTO 1:

Enunciado 3988985-1

Fonte: https://www.instagram.com/savron/

TEXTO 2:

“Segmento ou fragmento de HQs, geralmente com três ou quatro quadrinhos, apresenta um texto sincrético que alia o verbal e o visual no mesmo enunciado e sob a mesma enunciação. Circula em jornais ou revistas, numa só faixa horizontal de mais ou menos 14 cm x 4 cm, em geral, na seção “Quadrinhos” do caderno de diversões, amenidades ou também conhecido como recreativo, onde se podem encontrar Cruzadas, Horóscopo, HQs, etc.”.

Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

A partir da definição apresentada no Texto 2, podemos inferir que o Texto 1, no tocante à sua função social enquanto gênero textual, trata-se de um(a):

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto abaixo de modo a responder às questões de (10) a (13).

A JANELA DOS OUTROS

Gosto dos livros de ficção do psiquiatra Irvin Yalom (Quando Nietzsche chorou, A cura de Schopenhauer) e por isso acabei comprando também seu Os desafios da terapia, em que ele discute alguns relacionamentos-padrão entre terapeuta e paciente, dando exemplos reais. Eu devo ter sido psicanalista em outra encarnação, tanto o assunto me fascina. Ainda no início do livro, ele conta a história de uma paciente que tinha um relacionamento difícil com o pai. Quase nunca conversavam, mas surgiu a oportunidade de viajarem juntos de carro e ela imaginou que seria um bom momento para se aproximarem. Durante o trajeto, o pai, que estava na direção, comentou sobre a sujeira e a degradação de um córrego que acompanhava a estrada. A garota olhou para o córrego a seu lado e viu águas límpidas, um cenário de Walt Disney. E teve a certeza de que ela e o pai realmente não tinham a mesma visão da vida. Seguiram a viagem sem trocar mais palavra. Muitos anos depois essa mulher fez a mesma viagem, pela mesma estrada, dessa vez com uma amiga. Estando agora ao volante, ela surpreendeu-se: do lado esquerdo, o córrego era realmente feio e poluído, como seu pai havia descrito, ao contrário do belo córrego que ficava do lado direito da pista. E uma tristeza profunda se abateu sobre ela por não ter levado em consideração o comentário de seu pai, que a essa altura já havia falecido. Parece uma parábola, mas acontece todo dia: a gente só tem olhos para o que mostra a nossa janela, nunca a janela do outro. O que a gente vê é o que vale, não importa que alguém bem perto esteja vendo algo diferente. A mesma estrada, para uns, é infinita, e para outros, curta. Para uns, o pedágio sai caro; para outros, não pesa no bolso. Boa parte dos brasileiros acredita que o país está melhorando, enquanto que a outra perdeu totalmente a esperança. Alguns celebram a tecnologia como um fator evolutivo da sociedade, outros lamentam que as relações humanas estejam tão frias. Uns enxergam nossa cultura estagnada, outros aplaudem a crescente diversidade. Cada um gruda o nariz na sua janela, na sua própria paisagem. Eu costumo dar uma espiada no ângulo de visão do vizinho. Me deixa menos enclausurada nos meus próprios pontos de vistas, mas, em contrapartida, me tira a certeza de tudo. Dependendo de onde se esteja posicionado, a razão pode estar do nosso lado, mas a perderemos assim que trocarmos de lugar. Só possuindo uma visão de 360 graus para nos declararmos sábios. E a sabedoria recomenda que falemos menos, que batamos menos o martelo e que sejamos menos enfáticos, pois todos estão certos e todos estão errados em algum aspecto da análise. É o triunfo da dúvida. (15/07/2007)

Fonte impressa: Martha Medeiros – Doidas e Santas - Porto Alegre, RS: L&PM, 2010

Analise as explicações a seguir com relação ao modo de estruturação do período abaixo transcrito:

“E a sabedoria recomenda que falemos menos, que batamos menos o martelo e que sejamos menos enfáticos, pois todos estão certos e todos estão errados em algum aspecto da análise”.

I- É um período misto, sendo composto por três orações subordinadas substantivas objetivas diretas que estão coordenadas entre si.

II- Os verbos presentes nas orações subordinadas se apresentam no imperativo.

III- É um período misto, que apresenta, além de três orações subordinadas, três estruturas coordenadas.

IV-A oração introduzida pelo item pois classifica-se como subordinada adverbial causal.

V- As estruturas iniciadas pelo que admitem a paráfrase: “E a sabedoria recomenda falarmos menos, batermos menos o martelo e sermos menos enfáticos.”

São CORRETAS apenas as afirmações:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto abaixo de modo a responder às questões de (10) a (13).

A JANELA DOS OUTROS

Gosto dos livros de ficção do psiquiatra Irvin Yalom (Quando Nietzsche chorou, A cura de Schopenhauer) e por isso acabei comprando também seu Os desafios da terapia, em que ele discute alguns relacionamentos-padrão entre terapeuta e paciente, dando exemplos reais. Eu devo ter sido psicanalista em outra encarnação, tanto o assunto me fascina. Ainda no início do livro, ele conta a história de uma paciente que tinha um relacionamento difícil com o pai. Quase nunca conversavam, mas surgiu a oportunidade de viajarem juntos de carro e ela imaginou que seria um bom momento para se aproximarem. Durante o trajeto, o pai, que estava na direção, comentou sobre a sujeira e a degradação de um córrego que acompanhava a estrada. A garota olhou para o córrego a seu lado e viu águas límpidas, um cenário de Walt Disney. E teve a certeza de que ela e o pai realmente não tinham a mesma visão da vida. Seguiram a viagem sem trocar mais palavra. Muitos anos depois essa mulher fez a mesma viagem, pela mesma estrada, dessa vez com uma amiga. Estando agora ao volante, ela surpreendeu-se: do lado esquerdo, o córrego era realmente feio e poluído, como seu pai havia descrito, ao contrário do belo córrego que ficava do lado direito da pista. E uma tristeza profunda se abateu sobre ela por não ter levado em consideração o comentário de seu pai, que a essa altura já havia falecido. Parece uma parábola, mas acontece todo dia: a gente só tem olhos para o que mostra a nossa janela, nunca a janela do outro. O que a gente vê é o que vale, não importa que alguém bem perto esteja vendo algo diferente. A mesma estrada, para uns, é infinita, e para outros, curta. Para uns, o pedágio sai caro; para outros, não pesa no bolso. Boa parte dos brasileiros acredita que o país está melhorando, enquanto que a outra perdeu totalmente a esperança. Alguns celebram a tecnologia como um fator evolutivo da sociedade, outros lamentam que as relações humanas estejam tão frias. Uns enxergam nossa cultura estagnada, outros aplaudem a crescente diversidade. Cada um gruda o nariz na sua janela, na sua própria paisagem. Eu costumo dar uma espiada no ângulo de visão do vizinho. Me deixa menos enclausurada nos meus próprios pontos de vistas, mas, em contrapartida, me tira a certeza de tudo. Dependendo de onde se esteja posicionado, a razão pode estar do nosso lado, mas a perderemos assim que trocarmos de lugar. Só possuindo uma visão de 360 graus para nos declararmos sábios. E a sabedoria recomenda que falemos menos, que batamos menos o martelo e que sejamos menos enfáticos, pois todos estão certos e todos estão errados em algum aspecto da análise. É o triunfo da dúvida. (15/07/2007)

Fonte impressa: Martha Medeiros – Doidas e Santas - Porto Alegre, RS: L&PM, 2010

Avalie as explicações fornecidas entre parênteses para os recursos linguísticos em destaque nos fragmentos textuais abaixo relacionados e assinale (V), se verdadeiras ou (F), se falsas:

( ) “Muitos anos depois essa mulher fez a mesma viagem, pela mesma estrada, dessa vez com uma amiga”. (PRONOME DEMONSTRATIVO usado como reforço, precisão).

( ) “Estando agora ao volante, ela surpreendeu-se: do lado esquerdo, o córrego era realmente feio e poluído”. (ADVÉRBIO DE MODO).

( ) “Cada um gruda o nariz na sua janela, na sua própria paisagem”. (PRONOME DEMONSTRATIVO usado como reforço).

( ) “Eu costumo dar uma espiada no ângulo de visão do vizinho. Me deixa menos enclausurada nos meus próprios pontos de vistas, mas, em contrapartida, me tira a certeza de tudo”. (ADJETIVO).

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto abaixo de modo a responder às questões de (10) a (13).

A JANELA DOS OUTROS

Gosto dos livros de ficção do psiquiatra Irvin Yalom (Quando Nietzsche chorou, A cura de Schopenhauer) e por isso acabei comprando também seu Os desafios da terapia, em que ele discute alguns relacionamentos-padrão entre terapeuta e paciente, dando exemplos reais. Eu devo ter sido psicanalista em outra encarnação, tanto o assunto me fascina. Ainda no início do livro, ele conta a história de uma paciente que tinha um relacionamento difícil com o pai. Quase nunca conversavam, mas surgiu a oportunidade de viajarem juntos de carro e ela imaginou que seria um bom momento para se aproximarem. Durante o trajeto, o pai, que estava na direção, comentou sobre a sujeira e a degradação de um córrego que acompanhava a estrada. A garota olhou para o córrego a seu lado e viu águas límpidas, um cenário de Walt Disney. E teve a certeza de que ela e o pai realmente não tinham a mesma visão da vida. Seguiram a viagem sem trocar mais palavra. Muitos anos depois essa mulher fez a mesma viagem, pela mesma estrada, dessa vez com uma amiga. Estando agora ao volante, ela surpreendeu-se: do lado esquerdo, o córrego era realmente feio e poluído, como seu pai havia descrito, ao contrário do belo córrego que ficava do lado direito da pista. E uma tristeza profunda se abateu sobre ela por não ter levado em consideração o comentário de seu pai, que a essa altura já havia falecido. Parece uma parábola, mas acontece todo dia: a gente só tem olhos para o que mostra a nossa janela, nunca a janela do outro. O que a gente vê é o que vale, não importa que alguém bem perto esteja vendo algo diferente. A mesma estrada, para uns, é infinita, e para outros, curta. Para uns, o pedágio sai caro; para outros, não pesa no bolso. Boa parte dos brasileiros acredita que o país está melhorando, enquanto que a outra perdeu totalmente a esperança. Alguns celebram a tecnologia como um fator evolutivo da sociedade, outros lamentam que as relações humanas estejam tão frias. Uns enxergam nossa cultura estagnada, outros aplaudem a crescente diversidade. Cada um gruda o nariz na sua janela, na sua própria paisagem. Eu costumo dar uma espiada no ângulo de visão do vizinho. Me deixa menos enclausurada nos meus próprios pontos de vistas, mas, em contrapartida, me tira a certeza de tudo. Dependendo de onde se esteja posicionado, a razão pode estar do nosso lado, mas a perderemos assim que trocarmos de lugar. Só possuindo uma visão de 360 graus para nos declararmos sábios. E a sabedoria recomenda que falemos menos, que batamos menos o martelo e que sejamos menos enfáticos, pois todos estão certos e todos estão errados em algum aspecto da análise. É o triunfo da dúvida. (15/07/2007)

Fonte impressa: Martha Medeiros – Doidas e Santas - Porto Alegre, RS: L&PM, 2010

Analise as proposições a seguir, que abordam aspectos temáticos e estruturais do texto e, em seguida, responda ao que se pede.

I- Tendo como base uma situação de conflito de opiniões entre pai e filha, o texto tem a pretensão de trazer um ensinamento, ou a moral da história – ninguém está totalmente certo ou totalmente errado. Em virtude dessa característica, classifica-se, quanto ao gênero, como uma fábula.

II- Em tempos de tanta informação – verdadeiras e falsas – e de embates de opiniões, o texto destaca a coexistência de diferentes perspectivas de análise dos fatos, fruto das diferentes visões de mundo – como ilustram a experiência vivida por pai e filha nas situações diversas do cotidiano apresentadas.

III- O texto caracteriza-se, quanto à estruturação, como predominantemente narrativo, com sequências expositivas e um tom argumentativo, pois a autora inicia a narrativa em 1ª pessoa, logo muda para a 3ª pessoa, ao se reportar ao livro que traz a história vivida por pai e filha e, em seguida, passa a expor fatos do cotidiano de modo a assegurar seu posicionamento a favor da relatividade de opiniões.

É CORRETO o que se afirma em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Enunciado 3988981-1

https://gdia.com.br/fl/normal/1602010135-5f7cbe8a6b642_charge_do_corvo_07-10-2020.jpg

A charge ao lado exposta aborda um assunto que causa muita preocupação para grande parte dos brasileiros – as condições de vida de quem se mantém recebendo o salário mínimo. Após observá-la com atenção para a construção das frases proferidas por cada personagem, responda às questões (8) e (9):

Assinale a alternativa que apresenta a CORRETA classificação sintática do constituinte “de vida”, que integra a frase “... Não sei se dá pra chamar isso que eu levo de vida.”:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Enunciado 3988980-1

https://gdia.com.br/fl/normal/1602010135-5f7cbe8a6b642_charge_do_corvo_07-10-2020.jpg

A charge ao lado exposta aborda um assunto que causa muita preocupação para grande parte dos brasileiros – as condições de vida de quem se mantém recebendo o salário mínimo. Após observá-la com atenção para a construção das frases proferidas por cada personagem, responda às questões (8) e (9):

Avalie as afirmações abaixo relacionadas e as classifique, indicando (V) para verdadeiro e (F) para falso:

( ) Na frase do personagem 1, a função sintática de sujeito é representada por uma EXPRESSÃO NOMINAL EXPANDIDA cujo núcleo é o substantivo “número” ao qual se somam um adjunto adnominal simples/preposicional “de brasileiros” e um adjunto oracional “que vivem com um salário...”

( ) A oração adjetiva presente na frase 1 tem a função de especificar qual grupo de brasileiros está sendo ampliado. Logo, a oração caracteriza-se quanto ao sentido como RESTRITIVA.

( ) Na frase 2, o conector “mas” evidencia uma relação de ADVERSIDADE entre ideias expressas, pois, conforme o personagem, fazer parte do grupo dos que recebem salário não implica “viver” satisfatoriamente, daí referir-se à vida como “isso que eu levo”, pondo essa realidade em discussão.

( ) A oração introduzida pelo SE, na frase 2, mantém um vínculo com o verbo “saber” e se classifica como adverbial condicional.

A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3457130 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Tavares-PB
Provas:

Observe o mapa abaixo sobre a violência no Brasil e o título da matéria:

“Mesmo com quarentena, Brasil tem alta de 6% no número de assassinatos no 1º semestre”.

Enunciado 3988979-1

Disponível em https://g1.globo.com/monitor-da-violencia/noticia/2020/08/21. Acesso em: 04 jan. 2022.

Para responder a esta questão, você deve observar que, no mapa do Brasil, a seta apontando para cima indica um crescimento da violência e, inversamente, a seta apontando para baixo indica uma diminuição da violência.

Analisando o título da reportagem e o mapa sobre a violência no Brasil no primeiro semestre de 2020, bem como a situação entre suas diversas regiões, é CORRETO afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3457129 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Tavares-PB
Provas:

No dia 07 de setembro de 2022, neste ano, o Brasil completa 200 anos de Independência. Este fato representa um marco importante na história do país. Ao longo desses dois séculos de independência, em relação a Portugal, o Brasil passou por várias mudanças e transformações políticas, econômicas, sociais e culturais.

Considerando o atual contexto histórico do Brasil, após 200 anos de independência, como também sua realidade política, econômica, social e cultural, é CORRETO afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas