Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Turvânia-GO
Leia o texto a seguir.
Conflitos por água aumentam no Brasil, aponta estudo
Estudo recente revela que conflitos por água aumentam no Brasil. O levantamento traz quase 3 mil ocorrências em 20 anos, com um aumento de 481% entre 2005 e 2021. No período analisado pelos pesquisadores, o maior causador de conflito pela água foram disputas entre grupos econômicos ou fazendeiros de um lado e povos tradicionais de outro:
•em 19% dos casos, ribeirinhos;
•em 17%, povos indígenas;
•quilombolas respondem por 15%.
"Na série histórica, os mais marcantes casos ocorreram em vilarejos, não exatamente no campo. É o caso de conflitos antes e após as mortes causadas pela mineração em Mariana e Brumadinho, pelo grande número de mortes. No campo, foco de nosso trabalho, destacamos os conflitos atuais na Amazônia”, pontua Gesmar Rosa dos Santos, vinculado ao Ipea.
Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/conflitos-por-água-aumentam-no-brasil-aponta-estudo/a-67368840. Acesso em: 27 nov. 2023.
Os conflitos apresentados no texto acontecem
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Qual o valor da diagonal de um cubo de volume 64\( m \)³?
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No terreno das incoerências se sobressai a desconexão entre o currículo proposto e a concepção de educação física anunciada. (...) Para se ter uma ideia do ponto a que chega a BNCC, na introdução ao texto dos anos iniciais consta que a educação física “pode colaborar com os processos de letramento e alfabetização dos alunos, ao criar oportunidades e contextos para ler e produzir textos que focalizem as distintas experiências e vivências nas práticas corporais tematizadas”.
NEIRA, Marcos Garcia. Incoerências e inconsistências da BNCC de Educação Física. In: Rev. Bras. Ciências do Esporte. Volume 40, Issue 3, July–September 2018, Pages 215-223. p. 220.
No texto de Neira (2018), o autor analisa as inconsistências e incoerências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Em relação à desconexão entre o currículo proposto e a concepção de Educação Física anunciada, o autor define que o peso dado às habilidades cognitivas possui um caráter
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A Prática Pedagógica da Educação Física Crítico-Superadora, referenciada no legado de Dermeval Saviani e no Coletivo de Autores (1992-2012), trabalha via princípios gerais, tais como: a elaboração dos objetivos, que explicitam o projeto de homem-sociedade, confrontando o conservador com o projeto de transição claramente transformador; a organização do trabalho pedagógico, explicitando a necessidade de superação da alienação rumo à auto-organização, do individualismo rumo ao coletivismo; a seleção, organização e sistematização do conhecimento, questionando sua lógica, superando a fragmentação via totalidade concreta na unidade metodológica, sistematizando o saber escolar organizado em ciclos de escolarização, articulados na concepção do currículo ampliado (...); a avaliação escolar, superando a seleção/exclusão em prol da consciência que busca a aproximação com os objetivos socialmente referenciados.
SOARES, Ana Rita Lorenzini; MELO, Marcelo Soares Tavares de; SOUZA JÚNIOR, Marcílio. A aula crítico-superadora na Educação Física. Rev. Bras. Ciênc. Esporte. 2022; 44: e01182, p. 7.
Em síntese, esses princípios apontados pelos autores, referem-se à lógica
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É o ciclo de aprofundamento da sistematização do conhecimento. Nele o aluno adquire uma relação especial com o objeto, que lhe permite refletir sobre ele. A apreensão das características especiais dos objetos é inacessível a partir de pseudoconceitos próprios do senso comum. O aluno começa a perceber, compreender e explicar que há propriedades comuns e regulares nos objetos. Ele dá um salto qualitativo quando estabelece as regularidades dos objetos.
SOARES, C. L. et al. Metodologia do Ensino da Educação Física. Ed. Cortez, São Paulo, 1992, p. 24.
Conhecer a proposta de organização por ciclos é fundamental, tanto pela teoria da aprendizagem que lhe sustenta, como por sua potência científica e reveladora sobre a formação social do ser humano. O texto refere-se ao ciclo de escolarização denominado
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A capoeira encerra em seus movimentos a luta de emancipação do negro no Brasil escravocrata. Em seu conjunto de gestos, a capoeira expressa, de forma explícita, a “voz” do oprimido na sua relação com o opressor. Seus gestos, hoje esportivizados e codificados em muitas “escolas” de capoeira, no passado significaram saudade da terra e da liberdade perdida: desejo velado de reconquista da liberdade que tinha como arma apenas o próprio corpo.
SOARES, C. L. et al. Metodologia do Ensino da Educação Física. Ed. Cortez, São Paulo, 1992, p. 53.
De acordo com o texto, a capoeira deve ser tratada pedagogicamente com atenção ao princípio curricular denominado
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Considerando a demanda por estudos específicos sobre materiais didáticos acessíveis a estudantes cegos na educação infantil e a importância de brinquedos e jogos para o desenvolvimento da criança cega, tivemos como objetivo desta pesquisa analisar a percepção de mães de crianças cegas e de professores da Educação Infantil quanto à potencialidade e os limites de protótipos de jogos grafo-táteis no desenvolvimento de crianças cegas.
PRADO, Waléria Freitas Oliveira; SILVA, Ana Paula Salles Da. Jogos grafo-táteis no desenvolvimento de crianças cegas. In: Revista Educação em Contexto Goiânia, v. 2, n. 1, 1º semestre de 2023, p. 78.
De acordo com as autoras, os jogos grafo-táteis contribuem sobremaneira no desenvolvimento das crianças cegas, nas seguintes dimensões:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Turvânia-GO
No documento da Base Nacional Comum Curricular, as práticas corporais de aventura foram definidas como sendo aquelas que: “exploram-se expressões e formas de experimentação corporal centradas nas perícias e proezas provocadas pelas situações de imprevisibilidade que se apresentam quando o praticante interage com um ambiente desafiador” (BNCC, 2018, p. 220). O documento divide as práticas corporais de aventura em duas vertentes
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A avaliação não se reduz a partes, no início, meio e fim de um planejamento, ou a períodos predeterminados. Não se reduz a medir, comparar, classificar e selecionar alunos. Muito menos se reduz a análise de condutas esportivo-motoras, a gestos técnicos ou táticas. (...) O sentido que se busca é a concretização de um projeto político-pedagógico articulado com um projeto histórico de interesse da classe trabalhadora. O projeto político-pedagógico que tem como eixo curricular a apreensão e interferência crítica e autonomia na realidade. As finalidades são a organização, identificação, compreensão e explicação da realidade mediatizada pelo conhecimento cientificamente elaborado e pela lógica dialética materialista de pensamento. O conteúdo advém da cultura corporal e é selecionado em função de sua relevância para o projeto pedagógico e histórico e em função de sua contemporaneidade.
SOARES, C. L. et al. Metodologia do Ensino da Educação Física. Ed. Cortez, São Paulo, 1992, p. 81.
A avaliação constitui um par dialético (objetivos e avaliação) que determina toda a organização do trabalho pedagógico. A partir dessa definição do sentido e da finalidade da avaliação, a conduta avaliativa deverá ser
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A Educação Física deve ser considerada um componente curricular que, de fato, congrega elementos importantes ligados à sexualidade, sobretudo ao trabalhar diretamente “com o corpo” e “no corpo”, por meio dos jogos, das brincadeiras, dos esportes, das ginásticas, das lutas, das atividades rítmicas e expressivas. Daí a necessidade de o corpo ser olhado com mais atenção na escola, visto que, ao longo de sua história, essa instituição priorizou (e tem priorizado) a educação dos indivíduos na perspectiva do intelecto e do cognitivismo, justificando, ao menos em parte, as dificuldades encontradas pelo sistema escolar no desenvolvimento de trabalhos significativos com a Orientação Sexual. A Educação Física pode ser o “ponto de partida” rumo à superação de conceitos e convicções distorcidas sobre o corpo e, consequentemente, sobre a sexualidade.
MATTHIESEN, S.Q.; SANTOS, I. L. dos. Orientação sexual e educação física: sobre a prática pedagógica do professor na escola. Rev. educ. fis. UEM 23 (2), 2012, p. 213.
De acordo com Matthiesen e Santos (2012), o trabalho escolar com a orientação sexual, se pauta a partir de um enfoque social, histórico e cultural. Nesta perspectiva, os autores identificam em sua pesquisa que a Educação Física vem abordando valores morais, relações de poder e aspectos subjetivos do corpo por dentro dos conteúdos da cultura corporal. Essa prática pedagógica anuncia a superação de um reducionismo conservador e reacionário, que compreende o corpo estritamente pela dimensão
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