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BROWNE, Dik. Hagar o horrível. Disponível em <https://www.instagram.com/p/DWjU0eTCSlw/>.
Assinale a alternativa que apresenta o fator de coerência textual, devidamente apresentado, responsável pelo humor presente nos quadrinhos acima.
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Assinale a alternativa cujos elementos
preenchem corretamente as lacunas a seguir, na
mesma ordem:
- custa de muito esforço, todas vítimas foram socorridas tempo.
- Eu não imaginaria uma situação tão desfavorável você.
- De janeiro dezembro, faço invocações várias entidades religiosas.
- custa de muito esforço, todas vítimas foram socorridas tempo.
- Eu não imaginaria uma situação tão desfavorável você.
- De janeiro dezembro, faço invocações várias entidades religiosas.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras
estão gradadas de acordo com as normas
vigentes em Língua Portuguesa.
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Assinale a alternativa cujo elemento destacado
remete a todo o conteúdo do enunciado, e não a
um termo específico.
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4224231
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Ubatuba-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Ubatuba-SP
CAMPOS, Augusto de. Pluvial. Disponível em <https://www.significados.com.br/concretismo/>.
O texto acima explora o aspecto:
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"Nóis tava dormino lá em casa, às treis hora da
manhã, i os PM chegaro, deu um tiro na porta,
pegô na perna do 'fulano' aí em seguida ez
arrebentô a porta, aí deu oto tiro, pegô na cabeça
do Adauto, ez viro que tinha acertado no
Adauto. (...)."
O trecho acima, transcrito de uma pesquisa sociolinguística, apresenta vários traços da linguagem oral, exceto:
O trecho acima, transcrito de uma pesquisa sociolinguística, apresenta vários traços da linguagem oral, exceto:
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BRAINLY. Disponível em
<https://brainly.com.br/tarefa/47761560>.
Pelas características apresentadas no texto acima, ele se enquadra no gênero:
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
A nota que a vida escreve
Sempre achei curioso o conselho de
classe. Uma reunião solene, com professores
reunidos em torno de uma mesa, decidindo o
destino acadêmico de jovens vidas. Lembro-me
de ter participado de muitos desses conselhos,
ora como aluno, ora como professor. E, a cada
um deles, uma nova reflexão sobre o papel da
escola na formação do indivíduo.
Ultimamente, tenho ouvido falar muito
sobre a importância de considerar as
"adversidades existenciais" dos alunos no
momento da avaliação. É claro que a vida de
cada um é um mosaico único, repleto de
desafios e particularidades. No entanto, me
pergunto se estamos indo longe demais nessa
direção.
A escola, em sua essência, é um lugar de
aprendizado, um espaço onde os alunos são
desafiados a superar seus limites e a
desenvolver suas capacidades. Ao priorizar as
dificuldades em detrimento das conquistas,
corremos o risco de criar uma geração de jovens
que esperam ser aprovados por pena, e não por
mérito. A vida, por mais injusta que possa
parecer, não funciona assim. No mercado de
trabalho, por exemplo, não haverá um conselho
de classe para avaliar nossas "adversidades
existenciais". A única coisa que valerá será
nossa capacidade de entregar resultados.
É como se estivéssemos ensinando aos
nossos alunos que o sucesso é algo que se
conquista sem esforço, que basta ter uma boa
história para ser recompensado. Mas a vida não
é um conto de fadas, e o sucesso é fruto de
dedicação, persistência e, sim, de um pouco de
suor.
Certa vez, ouvi um colega de trabalho
dizer que a escola deveria ser um refúgio, um
lugar onde os alunos pudessem se sentir
acolhidos e compreendidos. Concordo
plenamente. No entanto, a escola também deve
ser um espaço de crescimento e
desenvolvimento. É preciso encontrar um
equilíbrio entre a compaixão e a exigência,
entre o acolhimento e a cobrança.
A nota, por si só, não define o valor de
uma pessoa. Mas ela é um indicador importante
do nosso desempenho e do nosso empenho. Ao
desvalorizar a nota, corremos o risco de
desvalorizar o próprio processo de
aprendizagem. Afinal, o conhecimento é a
ferramenta mais poderosa que temos para
transformar nossas vidas e o mundo ao nosso
redor. (...)
PHERREIRA, Kllawdessy. A nota que a vida escreve.
Recanto das Letras. Disponível em
<https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8213331>.
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
A nota que a vida escreve
Sempre achei curioso o conselho de
classe. Uma reunião solene, com professores
reunidos em torno de uma mesa, decidindo o
destino acadêmico de jovens vidas. Lembro-me
de ter participado de muitos desses conselhos,
ora como aluno, ora como professor. E, a cada
um deles, uma nova reflexão sobre o papel da
escola na formação do indivíduo.
Ultimamente, tenho ouvido falar muito
sobre a importância de considerar as
"adversidades existenciais" dos alunos no
momento da avaliação. É claro que a vida de
cada um é um mosaico único, repleto de
desafios e particularidades. No entanto, me
pergunto se estamos indo longe demais nessa
direção.
A escola, em sua essência, é um lugar de
aprendizado, um espaço onde os alunos são
desafiados a superar seus limites e a
desenvolver suas capacidades. Ao priorizar as
dificuldades em detrimento das conquistas,
corremos o risco de criar uma geração de jovens
que esperam ser aprovados por pena, e não por
mérito. A vida, por mais injusta que possa
parecer, não funciona assim. No mercado de
trabalho, por exemplo, não haverá um conselho
de classe para avaliar nossas "adversidades
existenciais". A única coisa que valerá será
nossa capacidade de entregar resultados.
É como se estivéssemos ensinando aos
nossos alunos que o sucesso é algo que se
conquista sem esforço, que basta ter uma boa
história para ser recompensado. Mas a vida não
é um conto de fadas, e o sucesso é fruto de
dedicação, persistência e, sim, de um pouco de
suor.
Certa vez, ouvi um colega de trabalho
dizer que a escola deveria ser um refúgio, um
lugar onde os alunos pudessem se sentir
acolhidos e compreendidos. Concordo
plenamente. No entanto, a escola também deve
ser um espaço de crescimento e
desenvolvimento. É preciso encontrar um
equilíbrio entre a compaixão e a exigência,
entre o acolhimento e a cobrança.
A nota, por si só, não define o valor de
uma pessoa. Mas ela é um indicador importante
do nosso desempenho e do nosso empenho. Ao
desvalorizar a nota, corremos o risco de
desvalorizar o próprio processo de
aprendizagem. Afinal, o conhecimento é a
ferramenta mais poderosa que temos para
transformar nossas vidas e o mundo ao nosso
redor. (...)
PHERREIRA, Kllawdessy. A nota que a vida escreve.
Recanto das Letras. Disponível em
<https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8213331>.
(2) "Ultimamente, tenho ouvido falar muito sobre a importância de considerar as 'adversidades existenciais' dos alunos no momento da avaliação."
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o sentido das expressões verbais destacadas nos trechos numerados acima.
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
A nota que a vida escreve
Sempre achei curioso o conselho de
classe. Uma reunião solene, com professores
reunidos em torno de uma mesa, decidindo o
destino acadêmico de jovens vidas. Lembro-me
de ter participado de muitos desses conselhos,
ora como aluno, ora como professor. E, a cada
um deles, uma nova reflexão sobre o papel da
escola na formação do indivíduo.
Ultimamente, tenho ouvido falar muito
sobre a importância de considerar as
"adversidades existenciais" dos alunos no
momento da avaliação. É claro que a vida de
cada um é um mosaico único, repleto de
desafios e particularidades. No entanto, me
pergunto se estamos indo longe demais nessa
direção.
A escola, em sua essência, é um lugar de
aprendizado, um espaço onde os alunos são
desafiados a superar seus limites e a
desenvolver suas capacidades. Ao priorizar as
dificuldades em detrimento das conquistas,
corremos o risco de criar uma geração de jovens
que esperam ser aprovados por pena, e não por
mérito. A vida, por mais injusta que possa
parecer, não funciona assim. No mercado de
trabalho, por exemplo, não haverá um conselho
de classe para avaliar nossas "adversidades
existenciais". A única coisa que valerá será
nossa capacidade de entregar resultados.
É como se estivéssemos ensinando aos
nossos alunos que o sucesso é algo que se
conquista sem esforço, que basta ter uma boa
história para ser recompensado. Mas a vida não
é um conto de fadas, e o sucesso é fruto de
dedicação, persistência e, sim, de um pouco de
suor.
Certa vez, ouvi um colega de trabalho
dizer que a escola deveria ser um refúgio, um
lugar onde os alunos pudessem se sentir
acolhidos e compreendidos. Concordo
plenamente. No entanto, a escola também deve
ser um espaço de crescimento e
desenvolvimento. É preciso encontrar um
equilíbrio entre a compaixão e a exigência,
entre o acolhimento e a cobrança.
A nota, por si só, não define o valor de
uma pessoa. Mas ela é um indicador importante
do nosso desempenho e do nosso empenho. Ao
desvalorizar a nota, corremos o risco de
desvalorizar o próprio processo de
aprendizagem. Afinal, o conhecimento é a
ferramenta mais poderosa que temos para
transformar nossas vidas e o mundo ao nosso
redor. (...)
PHERREIRA, Kllawdessy. A nota que a vida escreve.
Recanto das Letras. Disponível em
<https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/8213331>.
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