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De acordo com o Decreto nº 11.983, de 3 de dezembro de 2009, que regulamenta a Lei nº 9.274, de 19 de julho de 2006, e suas alterações, cabe ao Programa de Incentivo à Cultura de Uberlândia
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
“Estilo de época é a denominação dada ao conjunto de traços e normas que orientam e caracterizam a produção artística de um determinado momento histórico.” Considerando as particularidades e os autores de cada estilo, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Enquanto o Realismo faz descrições e adjetivação objetivas tentando captar o real, o Romantismo, tentando elevar o objeto descrito, faz descrições e adjetivações idealizantes.
( ) A poesia parnasiana incorporou o espírito da “arte pela arte”, ou seja, para os poetas deste estilo de época, a poesia deveria ser composta como um fim em si mesma.
( ) A trajetória de Drummond revela que ele não explorou em seus poemas a estética da repetição e a metalinguagem como os demais poetas modernistas.
( ) Dentre as principais características literárias observadas nas obras da primeira fase do Modernismo, destacam-se a volta ao passado.
A sequência está correta em
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Texto II para as questões de 22 a 29.
A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.
Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.
Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.
A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.
“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”
(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)
As mudanças feitas no trecho “Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos...” (4°§) ocasionaram ERRO de regência verbal em
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Texto II para as questões de 22 a 29.
A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.
Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.
Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.
A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.
“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”
(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)
Em “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse...” (5°§), ao substituir a forma verbal “ficaria” por “ficará”, ter-se-à
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Texto II para as questões de 22 a 29.
A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.
Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.
Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.
A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.
“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”
(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)
A expressão que exerce função sintática DIFERENTE das demais se encontra na alternativa
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Texto II para as questões de 22 a 29.
A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.
Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.
Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.
A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.
“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”
(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)
Em “mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados” (4°§), é correto afirmar que ocorre alteração de sentido caso o termo destacado seja substituído por
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Texto II para as questões de 22 a 29.
A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.
Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.
Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.
A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.
“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”
(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)
Com relação à pontuação encontrada no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Em “... sobre os bastidores da Apple, que revolucionou...” (2°§) é facultativo o uso da vírgula depois do termo “Apple”, não ocorrendo erro ou alteração do sentido caso ocorra a sua supressão.
( ) A eliminação das vírgulas do 3°§ causaria alteração do sentido do trecho.
( ) A inserção de vírgula depois do termo “revelam” em “... revelam que agora há quase 6 bilhões...” (1°§) é correta.
( ) Em “A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente...” (2°§), a inserção de uma vírgula depois de “gadgets” e de outra depois de “maravilham” não provoca alteração do sentido do trecho.
A sequência está correta em
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Texto II para as questões de 22 a 29.
A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.
Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.
Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.
A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.
“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”
(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)
Acerca dos processos coesivos do texto, analise.
I. A expressão “sua receita” se refere ao termo “Exxon” (1°§).
II. Em “que revolucionou”, o termo destacado refere-se a “New York Times” (2°§).
III. Em “que nos maravilham”, o termo destacado se refere a “gadgets” (2°§).
IV. A expressão “dessa força de trabalho” (4°§) promove a coesão textual, uma vez que se refere a termos antecedentes.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Texto II para as questões de 22 a 29.
A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.
Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.
Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.
A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.
“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”
(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)
Com base nas ideias do texto, analise.
I. A expressão “... numa cama de pregos...” (2°§) foi utilizada com sentido figurado e significa que a base, na qual está apoiada a sofisticação tecnológica, não é boa.
II. Desde que os lucros correspondam às expectativas, a Apple não se importa com as precárias condições de trabalho a que são submetidos os empregados nas fábricas.
III. A Apple tem tentado melhorar as condições de trabalho dos empregados das fábricas através de auditorias, todavia ainda há desrespeito aos direitos trabalhistas.
IV. As condições de trabalho nas fábricas, onde é feito o serviço terceirizado, são visivelmente subumanas.
Estão corretas apenas as afirmativas
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A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.
Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.
Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.
A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.
“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”
(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)
Com relação aos aspectos semânticos e às estruturas linguísticas do primeiro e segundo parágrafos do texto, analise as afirmativas.
I. A expressão “... toque de Midas...” foi usada com sentido denotativo.
II. A expressão “... ostentando...” pode, sem causar alteração de sentido, ser substituída por “cobrando”.
III. Em “... há quase 6 bilhões...” o termo sublinhado pode, sem comprometer a norma culta, ser substituído por “existe”.
IV. Os termos “cunhado” e “tirânicas” significam, respectivamente, “criado” e “cruéis”.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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